sábado, 18 de janeiro de 2020

Palácio Rio Negro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil


Palácio Rio Negro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
Petrópolis - RJ
N. 76
Fotografia - Cartão Postal

Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil


Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ 
N. 10
Fotografia - Cartão Postal

Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil


Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ 
Foto Postal Colombo N. 37
Fotografia - Cartão Postal

Igreja e Arraial da Penha, Atual Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil




Igreja e Arraial da Penha, Atual Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ 
S. Gradim
Fotografia - Cartão Postal

Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil


Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil



Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil


Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 153
Fotografia - Cartão Postal

Estação Roosevelt, São Paulo, Brasil


Estação Roosevelt, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 22
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Anteriormente ao nome Roosevelt, era chamada de Estação do Norte. Além disso, notar na imagem um dos famosos relógios públicos de De Nichile.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Estação Alto da Serra, Estação de Paranapiacaba, SPR, Santo André, São Paulo, Brasil


Estação Alto da Serra, Estação de Paranapiacaba, SPR, Santo André, São Paulo, Brasil
Santo André - SP
Prugner
Fotografia - Cartão Postal

Ferrari 308 GTB / GTS, Itália





Ferrari 308 GTB / GTS, Itália
Fotografia


Enzo Ferrari nunca escondeu sua predileção por motores V12, mas um dia percebeu que a redução de cilindros poderia resultar num aumento de lucro.
Assim surgiu a submarca Dino, que em 1968 lançou um esportivo acessível de dois lugares e motor V6: a bela 206 GT, obra do estúdio Pininfarina.
Cinco anos depois, ela foi sucedida pela 308 GT4, agora desenhada pela Bertone, cujas linhas retas e discretas não provocaram o mesmo furor, apesar do novo motor V8 3.0.
Enzo voltou à Pininfarina e pediu uma nova berlineta, que parecesse provocante e sedutora. A tarefa ficou a cargo de Leonardo Fioravanti, pai da Dino 206/246 GT e da possante Ferrari 365 GT4 Berlinetta Boxer.
A combinação de curvas nostálgicas com retas contemporâneas apareceu no Salão de Paris de 1975 com tamanha força que ninguém conseguiu ficar indiferente.
Nascia a 308 GTB (Gran Turismo Berlinetta), um dos esportivos mais carismáticos do mundo.
Primeira Ferrari de fibra de vidro, ela agradou tanto que Enzo autorizou o logotipo do cavalinho rampante no carro, encerrando um ano depois a submarca Dino. Seu desenho era tão feliz que determinou o estilo das futuras Ferrari, como 288 GTO e F40.
A concepção mecânica era a mesma da 308 GT4: chassi tubular, suspensão independente e freios a disco nas quatro rodas, conjunto que dava conta dos 250 cv do V8 capaz de atingir 249 km/h e chegar aos 100 km/h em 6,9 segundos.
A imprensa aplaudiu de pé: leve (1.050 kg), pequena (4,23 metros) e civilizada, estava mais rápida, silenciosa e confortável, castigando menos o motorista, comparada à 365 GT4 BB.
A 308 GTB ficou 150 kg mais pesada em 1977, quando passou ser feita de aço estampado, indispensável para a produção em escala maior.
Neste mesmo ano chegava a 308 GTS (Gran Turismo Spider), com a parte dianteira do teto removível (targa) e painéis plásticos no lugar das janelas laterais traseiras.
Em tempos de controle de emissões, o carburador quádruplo Weber era o vilão, até ser trocado em 1980 pela injeção mecânica Bosch K-Jetronic, o que a fez cair de 250 para só 214 cv (208 cv na versão americana).
É dessa época a 308 GTSi acima, do empresário paulista José Paulo Parra. “A ergonomia é ruim, mas com um pouco de esforço dá para achar uma boa posição ao volante. Porém, já acomodado, basta dar a partida e sair para curtir o lindo ronco do V8 estrada afora”, diz.
A solução para a queda no desempenho viria em 1982, com a QuattroValvole (quatro válvulas por cilindro), que ganhou potência sem afetar consumo e emissões: 0 a 100 km/h em 6,7 segundos e máxima de 255 km/h.
Envelhecida, ela já não fazia frente à modernidade de Porsche 944, Corvette C4 e Nissan 300ZX.
Em 1985, após 12 149 unidades produzidas, ela deu lugar à 328, encerrando a linhagem das Ferrari de chassi tubular, mas legando seu estilo apaixonante às novas gerações da marca.