terça-feira, 28 de maio de 2019

Construção do MASP, São Paulo, Brasil


Construção do MASP, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Construção do Masp - Década de 1950.
O Museu de Arte de São Paulo (MASP) foi fundado em 1947, um projeto da arquiteta Lina Bo Bardi. A ideia de criar o espaço veio do empresário e jornalista Assis Chateaubriand, conhecido pela vinda da televisão ao país, e também por Pietro Maria Bardi, um jornalista e crítico de arte italiano
No final da década de 1950, o crescente volume do acervo e a ampliação das atividades didáticas do museu demandavam espaços mais amplos e adequados a atividades museológicas regulares.
Havia então, na avenida Paulista, um terreno no local antes ocupado pelo belvedere Trianon, tradicional ponto de encontro da elite paulistana, projetado por Ramos de Azevedo e demolido em 1951 para dar lugar a um pavilhão, onde fora realizada a primeira Bienal Internacional de São Paulo. O terreno havia sido doado à prefeitura por Joaquim Eugênio de Lima, idealizador e construtor da avenida Paulista, com a condição de que a vista para o centro da cidade fosse preservada, através do vale da avenida Nove de Julho
O edifício, projetado em 1958, levou dez anos para ser concluído. A nova sede do MASP foi finalmente inaugurada em 8 de novembro de 1968.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Avenida 9 de Julho, 1942, São Paulo, Brasil - Sebastião de Assis Ferreira

Avenida 9 de Julho, 1942, São Paulo, Brasil - Sebastião de Assis Ferreira
São Paulo - SP
Fotografia

Em 1º plano à direita, o edifício projetado por Jayme Fonseca Rodrigues em fase de acabamento. Com seus 14 andares foi um dos pioneiros da avenida e construído no período de 1939/1943 pelo IAPETC, o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas. 
A instituição se transformaria depois em INPS e INSS. 
A sede abandonada há décadas foi ocupada. 
Em outras palavras: invadida e vandalizada por movimentos que se auto-denominam sociais. 
Seu estado atual é assustador e lastimável, um monumento ao descaso e desperdício. 
Ao fundo, o Viaduto Major Quedinho, e à direita, a Sinagoga Beth El. 


Chefe de Charruas Selvagens, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Brasil (Chef de Charruas Sauvages) - Jean Baptiste Debret


Chefe de Charruas Selvagens, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Brasil (Chef de Charruas Sauvages) - Jean Baptiste Debret
Estados do Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo - ES/PR/RS/SP
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 15
Gravura

Índios Guaianases, Ao Mar Pequeno, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, Brasil (Sauvages Goyanas, Ao Mar Pequeno) - Jean Baptiste Debret



Índios Guaianases, Ao Mar Pequeno, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, Brasil (Sauvages Goyanas, Ao Mar Pequeno) - Jean Baptiste Debret
Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo - RS/SC/SP
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 14
Gravura

O Sinal da Retirada, Coroados, Mato Grosso, Brasil (Le Signal de la Retraite) - Jean Baptiste Debret


O Sinal da Retirada, Coroados, Mato Grosso, Brasil (Le Signal de la Retraite) - Jean Baptiste Debret
Estado do Mato Grosso - MT
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 13
Gravura

O Sinal de Combate, Coroados, Mato Grosso, Brasil (Le Signal du Combat, Coroados) - Jean Baptiste Debret


O Sinal de Combate, Coroados, Mato Grosso, Brasil (Le Signal du Combat, Coroados) - Jean Baptiste Debret
Estado do Mato Grosso - MT
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 12
Gravura

Botocudos, Puris, Pataxós e Maxacalis, Minas Gerais e Rio de Janeiro, Brasil (Botocoudos, Buris, Patachos et Macharis) - Jean Baptiste Debret


Botocudos, Puris, Pataxós e Maxacalis, Minas Gerais e Rio de Janeiro, Brasil (Botocoudos, Buris, Patachos et Macharis) - Jean Baptiste Debret
Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro - MG/RJ
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 11
Gravura

Família de Botocudos em Ação, Minas Gerais, Brasil (Famille de Botocoudos en Marche) - Jean Baptiste Debret


Família de Botocudos em Ação, Minas Gerais, Brasil (Famille de Botocoudos en Marche) - Jean Baptiste Debret
Estado de Minas Gerais - MG
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 10
Gravura

Bugres, Província de Santa Catarina, Brasil (Bogres, Province de Ste Catherine) - Jean Baptiste Debret



Bugres, Província de Santa Catarina, Brasil (Bogres, Province de Ste Catherine) - Jean Baptiste Debret
Estado de Santa Catarina - SC
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 09
Gravura


Bugre é uma denominação dada a indígenas por serem considerados não cristãos pelos europeus. A origem da palavra, no português brasileiro, vem do francês bougre, que, de acordo com o Dicionário Houaiss, possui o primeiro registro no ano de 1172, significando "herético", que, por sua vez, vem do latim medieval (século VI) bulgàrus. Como membros da Igreja Ortodoxa Grega, os búlgaros foram considerados heréticos pelos católicos
Desta forma, o vocábulo passou a ser aplicado, também, para denotar o indígena, no sentido de "inculto", "selvático", "estrangeiro", "pagão", e "não cristão" - uma noção de forte valor pejorativo, portanto. 
Em alguns contextos, o termo denomina grupos indígenas específicos, como os caigangues.

Chefe de Bororenos Partindo para Ataque, Santa Catarina, Brasil (Chef de Bororenos Partant pour une Attaque) - Jean Baptiste Debret


Chefe de Bororenos Partindo para Ataque, Santa Catarina, Brasil (Chef de Bororenos Partant pour une Attaque) - Jean Baptiste Debret
Estado de Santa Catarina - SC
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 08
Gravura