domingo, 14 de julho de 2019

Chevrolet Omega, Brasil








Chevrolet Omega, Brasil
Brasil


Lançado em 1968, o Chevrolet Opala é até hoje uma referência nacional de status, prestígio e até esportividade. A versão brasileira do Opel Rekord deixou uma legião de apaixonados ao sair de linha, em 1992. Com a volta dos importados, o substituto deveria não só honrar seu legado como arcar com os novos padrões dos rivais estrangeiros.
Esse desafio coube ao Omega. Ele equivalia ao Opel de mesmo nome, lançado em 1986 após duas gerações de Rekord não produzidas aqui, enquanto o Opala era remodelado e atualizado na mecânica.
O projeto custou 400 milhões de dólares. O Cx de 0,30 confirmava a impressão de fluidez do design. Ainda que na versão CD o motor 3.0 de 165 cv – maior potência líquida entre os nacionais – fosse alemão, na GLS o motor era o 2.0 do Monza.
O Omega tinha farta lista de equipamento. Foi o primeiro nacional a oferecer CD player como opção. Faróis ajustáveis, vidros elétricos um-toque com antiesmagamento, destravamento automático em emergências, teto solar elétrico, computador de bordo, cortina para-sol, porta-luvas climatizado, retrovisor com aquecimento e ABS também eram oferecidos no topo-de-linha.
Além do motor 3.0, também eram importados o câmbio manual de cinco marchas, da Opel, e o automático da Hydramatic, francês. Com tração traseira e suspensão independente, ele diferia da arquitetura padrão.
O teste de QUATRO RODAS com o GLS em agosto de 1992 já incluiu um comparativo com o Santana GLS. Com 120 kg a menos, o Volks arrancou e alcançou a maior velocidade: chegou a 177,9 km/h (contra 175,6 km/h). No 0 a 100 km/h, o Santana fez 12,42 s, contra 13,65 do Omega. As vantagens, porém, acabam por aí: o Chevrolet ganhou em espaço, segurança, economia, estabilidade e conforto.
Impressão ainda melhor causou o Omega 3.0 CD, na mesma edição. Com 206 km/h de máxima e 9,60 segundos de 0 a 100 km/h, tornou-se o campeão de desempenho entre os nacionais da época. Em 1993, ganharia uma versão perua, a Suprema.
O GLS 2.0 receberia a primeira injeção multipoint Motronic para álcool do mundo naquele ano. Após ganhar comparativos com Hyundai Sonata, Fiat Tempra, Mitsubishi Galant e Alfa Romeo 164, além da versão mais simples GL, o Omega trocou de motores para 1995.
O 4.1 do Opala, reformulado pela Lotus e com injeção eletrônica e 168 cv, substituiu o 3.0 e o 2.0 a gasolina virava 2.2, com 116 cv. O CD 4.1 recebia aerofólio, imitação de madeira em painel e portas, retrovisor eletrônico e novas rodas. Na pista de testes, apesar de mais potente que o 3.0, a nova configuração foi mais lenta: 11,1 s para alcançar os 100 km/h e máxima de 202,9 km/h, além do consumo mais elevado.
Pouco mudaria até o fim da vida, em 1998. A Opel já tinha seu novo Omega desde 1994. O Holden Commodore logo viria da Austrália como Chevrolet Omega. Foram feitas 93.282 unidades do modelo brasileiro, incluindo Suprema, extinta em 1996.
É de 1998 o CD 4.1 das fotos, do advogado paulista Marcus Machado, considerado pelo Omega Clube o primeiro restaurado no país. Quase tudo foi trocado ou refeito. Após analisar 47 carros, ele comprou um seis-cilindros.
“Foi o Omega em pior estado que encontrei”, diz. Mas preenchia seus requisitos: era manual, sem teto solar e do único ano que sua família não tivera. “As peças já são raras e caras.” A julgar pelo status e o valor histórico do modelo, esse restauro abriu caminho para vários outros entre os apaixonados pelo sucessor do Opala.

Vista Aérea, 1972, Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil


Vista Aérea, 1972,  Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, Brasil
Santa Rita do Passa Quatro - SP
Fotografia - Cartão Postal

Homem Aranha Longe de Casa 2019 - Spider Man Far from Home









Homem Aranha Longe de Casa 2019 - Spider Man Far from Home
Estados Unidos - 129 minutos
Poster do filme

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Hotel Roma, 1900, São Paulo, Brasil

Hotel Roma, 1900, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Este prédio, traz em seu frontão, a inscrição “Cocito”, que é o nome do seu proprietário, João Ernesto Cocito. Inaugurado em 1900 (data da foto), ficava na esquina das ruas da Estação (atual rua Mauá) e da Conceição (atual avenida Cásper Líbero) e abrigava o Hotel Roma. Era dos mais elegantes e confortáveis estabelecimentos da região. No final dos anos 30, teve de ser demolido, para alargamento da rua ...

Avenida São João, São Paulo, Brasil

Avenida São João, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal


São Paulo – Avenida São João
Vista tomada a partir da Praça Antônio Prado.
À esquerda, um trecho da fachada do Edifício Martinelli, na esquina com a Rua Líbero Badaró e o Palacete Piratininga.
No centro da imagem, o edifício da Delegacia Fiscal (inaugurado em 27/12/1916 para sediar inicialmente o Cinema Central e demolido em 1947, durante as obras de abertura da Avenida Prestes Maia e de remodelação do Vale do Anhangabaú).

Fachada do Edifício da Caixa Econômica Federal, São Paulo, Brasil


Fachada do Edifício da Caixa Econômica Federal, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Uma construção criada para ser monumental. Foi com essa intenção que o Edifício Sé foi projetado. Inaugurado em 29 de agosto de 1939 para sediar a Caixa Econômica Federal, o prédio reflete o espírito da arquitetura de São Paulo nos anos 30, caracterizada pela busca de uma "europeização". Em pleno Estado Novo, Getúlio Vargas queria que as edificações públicas refletissem a pujança do Brasil sob seu regime.

O Edifício Sé, que hoje abriga a Caixa Cultural em alguns de seus andares, chama atenção pelas imponentes colunas da entrada principal e pelo mármore que reveste as paredes externas do térreo. O interior do edifício não é menos espetacular. O hall em formato octogonal conduz a um salão no qual se pode apreciar um vitral do artista milanês Henrique Zucca, com mais de seis metros de altura. O teto, de forma abobadada, é uma grande claraboia com vitrais multicoloridos. Granitos de diversos tipos, colunas em aço escovado e piso de madeira de lei completam a ornamentação.

Foi a partir de 1979, quando a sede da Caixa Econômica Federal de São Paulo passou a se localizar na Avenida Paulista, que os andares do Edifício Sé, tombado pelo patrimônio histórico, foram sendo gradualmente ocupados pela Caixa Cultural. Élcio Mendes de Paiva, gerente de marketing cultural da Caixa, revela que, para isso, alguns ambientes sofreram adaptações, como climatização, adequação de iluminação e instalação de portas automáticas, mas sempre com o cuidado de manter as características originais.

Hoje, além do térreo, o 1º, o 2º e o 6º andares recebem atividades culturais, como exposições, acesso gratuito à internet, espetáculos de dança, teatro e música, além do Museu da Caixa. Tudo isso somado à grandiosidade desse monumento arquitetônico tornam a visita uma experiência única.

Propaganda de Inauguração do Edifício da Caixa Econômica Federal, São Paulo, Brasil


Propaganda de Inauguração do Edifício da Caixa Econômica Federal, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Propaganda

Usina Cevasa, Patrocínio Paulista, São Paulo, Brasil







Usina Cevasa, Patrocínio Paulista, São Paulo, Brasil
Patrocínio Paulista - SP
Fotografia

Nota do blog: "Cevasa" é a abreviação de Central Energética Vale do Sapucaí.

Edifício do Mappin, São Paulo, Brasil - Werner Haberkorn

Edifício do Mappin, São Paulo, Brasil - Werner Haberkorn
São Paulo - SP
Fotografia

Usina São Francisco, Sertãozinho, São Paulo, Brasil












Usina São Francisco, Sertãozinho, São Paulo, Brasil
Sertãozinho - SP
Grupo Balbo
Fotografia