segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Rolls-Royce Phantom I 1928, Inglaterra

















Rolls Royce Phantom I 1928, Inglaterra
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Replacing its elegant but aging Silver Ghost chassis was no easy task for Rolls-Royce, but the New Phantom, which debuted in 1925, was a more-than-worthy successor. Taking Rolls-Royce into the modern “Roaring Twenties” era of motoring, the Phantom rode on an improved version of the Silver Ghost’s basic chassis and reflected the marque’s characteristic design philosophy of careful evolution rather than revolution.
Nonetheless, the revisions were sufficient to warrant a new model name. Initially known as the New Phantom but later retrospectively referred to as the Phantom I, the new model featured a new inline six-cylinder engine based on an aluminum crankcase with the cylinders cast in three pairs. A one-piece detachable cylinder head featured a thoroughly modern pushrod-actuated overhead-valve arrangement.
Production commenced at Derby, England, in 1925 and in 1926 at Rolls-Royce’s Springfield, Massachusetts, production facility, where the Phantom I was built with left-hand drive for the North American market. Two wheelbase lengths, 143.5 and 146.5 inches, were offered for the Springfield cars, providing the ability to accommodate a multitude of custom-built bodies from the American coachbuilding industry. Prior to the October 1929 stock-market crash, Springfield production was as high as 12 Phantom I chassis per week. Phantom I construction continued through 1932 at Springfield, while the model had already been supplanted by the Phantom II at Derby in 1929. In all, about 1,240 Phantom Is were built at Springfield.
This elegant example, Springfield-built Phantom I chassis number S391KP, was delivered to a C.E. Chase of West Hartford, Connecticut, on 29 May 1929 carrying a Lonsdale body. Prior to the 1934 transfer of the car to a Mrs. William C. Kaesche, the car was rebodied with the current New Newport Town Car coachwork, bearing body number 7434. In 1936, the car was acquired by J.B. Forrestal and subsequently purchased by P.W. Houston. At some point in the 1940s, the Rolls-Royce was purchased by David Glenn Collins, who served at the American Consulate in Bilbao, Spain. Its subsequent history isn’t fully known, but the car has been part of a well-respected American collection for the last number of years.
Today the car presents in wonderful condition in a resplendent deep red over black fenders. The car rides on painted wire wheels wrapped in blackwall tires; a covered spare is mounted at the back. The driver’s space is completed in black leather and features a wood dashboard housing Warner Precision instrumentation and a Seth Thomas clock. The car is equipped with dual wipers and a fold-out windshield. Aftermarket turn signals have been installed for added safety. Passengers are separated by a sliding divider window. Their space is elegantly finished in cloth upholstery with luxurious deep-pile carpeting accented by beautiful wood inlay. A clock is prominently housed just below the divider window. Additional rear passenger occupancy is made available by a pair of folding jump seats.
Springfield-built Phantoms are among the most desirable Full Classics for enjoyment on the open road. This is a wonderful example with iconic Brewster coachwork and is sure to attract significant interest wherever the road may take you.


Fonte: https://rmsothebys.com/en/auctions/AF19/Auburn-Fall/lots/r0467-1928-Rolls-Royce-Phantom-I/807666?&utm_source=rmsothebys.com&utm_medium=email&utm_campaign=AF19&utm_term=AF19_recentlyConsigned&utm_content=lot_image&_cldee=am9hb2FsYmVydG9mZXJuYW5kZXNAdW9sLmNvbS5icg%3d%3d&recipientid=contact-7c728a50ab8fe9118229000c2971a03a-429360abe78b44fab79a3e1124d325d6&esid=34a164d5-37c8-e911-822e-000c2971a03a

SAAB Gripen E, Força Aérea Brasileira, Brasil


SAAB Gripen E, Força Aérea Brasileira, Brasil
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O primeiro caça SAAB Gripen E da Força Aérea Brasileira (FAB) realizou hoje (26 de agosto) seu voo inaugural na Suécia. A aeronave, designada 39-6001, decolou às 14h41 (horário local; 9h41, horário de Brasília) do aeródromo da fabricante em Linköping conduzida pelo piloto de testes da empresa, Richard Ljungberg.
O teste inaugural do caça durou 65 minutos e incluiu avaliações de manobrabilidade e qualidade de voo em diferentes altitudes e velocidades. Segundo a fabricante, o principal objetivo do voo foi verificar se o comportamento da aeronave estava de acordo com as expectativas.
“Este marco é um legado para a grande parceria entre a Suécia e o Brasil. Menos de cinco anos após a assinatura do contrato, o primeiro Gripen brasileiro alçou seu primeiro voo”, disse Håkan Buskhe, presidente e CEO da Saab.
O Gripen brasileiro que decolou hoje será utilizado como aeronave de testes no programa de ensaios de voo. A principal diferença do modelo da FAB em comparação com as aeronaves de teste anteriores é que o 39-6001 dispõe de um cockpit com a tela panorâmica, chamada Wide Area Display (WAD), dois pequenos Head Down Displays (sHDD) e um novo Head Up Display (HUD).
“Como piloto, foi uma grande honra voar o primeiro Gripen E brasileiro, pois eu sei o quanto isso representa para a Força Aérea Brasileira e todos da Saab e de nossos parceiros brasileiros. O voo foi tranquilo e a aeronave se comportou exatamente como ensaiamos nas bancadas de testes e nos simuladores. Esta também foi a primeira vez que voamos com o Wide Area Display no cockpit e estou feliz em dizer que minhas expectativas foram atendidas”, disse o piloto de testes da Saab.
O Gripen 39-6001 irá se juntar ao programa de testes conjunto para futura expansão dos testes de voo, assim como ensaio dos sistemas táticos e sensores, informou a SAAB.
No Brasil, a aeronave será designada F-39 e terá a matrícula FAB 4100. A entrega do primeiro caça para a FAB está prevista para acontecer até o final de 2019.
A FAB encomendou um total de 36 caças Gripen, sendo 28 Gripen E monopostos e mais oito modelos “F”, para dois pilotos. O contrato avaliado em US$ 5,4 bilhões também inclui a transferência de tecnologia da Saab que permite construir a aeronave no Brasil, tarefa que será realizada pela Embraer e outras empresas brasileiras.
A produção nacional do Gripen será concentrada na unidade da Embraer em Gavião Peixoto (SP). Ao todo, a fabricante brasileira vai produzir de forma integral 15 caças, sendo oito modelos monopostos e sete bipostos. O pedido deve ser concluído até novembro de 2024, segundo a programação da FAB.
A transferência de tecnologia para a construção do Gripen pode “libertar” o Brasil da necessidade de importar aviões de combate avançados no futuro. Com esse conhecimento adquirido, a indústria nacional será capaz de desenvolver seus próprios caças após a aposentaria dos Gripen NG da FAB, prevista para a década de 2040.
O novo Gripen é uma aeronave que pode atuar em diferentes funções. Além de caça de interceptação, também pode ser utilizado como bombardeiro e avião de reconhecimento armado.
De acordo com o fabricante sueco, o Gripen E pode voar a Mach 1 (velocidade do som – 1.234 km/h) sem a necessidade de usar pós-combustor e, com força total, pode alcançar a velocidade máxima de 2.200 km/h.
Já a autonomia do caça, comparada a das versões anteriores do Gripen, aumentou 50%, mesmo sem a necessidade de reabastecimento aéreo. Em configuração de combate (armado com quatro mísseis e levando dois tanques de combustível externos), a nova geração da aeronave tem alcance de 1.800 km.
O sistemas que equipam o novo Gripen vão permitir o uso de mísseis ar-ar (de interceptação aérea) e ar-terra de médio e longo alcance orientados por radar, bombas “inteligentes” guiadas a laser, além de uma série de outros recursos, como sensores infra-vermelho de busca e equipamentos de guerra eletrônica, como perturbadores de radares e rádios.

Usina São Domingos, Catanduva, São Paulo, Brasil



Usina São Domingos, Catanduva, São Paulo, Brasil
Catanduva - SP
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Usina Vale, Onda Verde, São Paulo, Brasil






Usina Vale, Onda Verde, São Paulo, Brasil
Onda Verde - SP
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Usina Cambuí, Santa Helena de Goiás, Goiás, Brasil





Usina Cambuí, Santa Helena de Goiás, Goiás, Brasil
Santa Helena de Goiás - GO
Grupo Vale do Verdão
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Usina Floresta, Santo Antônio da Barra, Goiás, Brasil


Usina Floresta, Santo Antônio da Barra, Goiás, Brasil
Santo Antônio da Barra - GO
Grupo Vale do Verdão
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Usina Panorama, Itumbiara, Goiás, Brasil


Usina Panorama, Itumbiara, Goiás, Brasil
Itumbiara - GO
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Usina Vale do Verdão, Turvelândia, Goiás, Brasil

Usina Vale do Verdão, Turvelândia, Goiás, Brasil
Turvelândia - GO
Grupo Vale do Verdão
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Cancela nos Trilhos do Trem, Próximo a Cia. Antarctica, 1936, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Cancela nos Trilhos do Trem, Próximo a Cia. Antarctica, 1936, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
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Cancela (portão, porteira) na passagem sobre os trilhos de trem próximos à fábrica da Cia. Antarctica. Faixa entre dois postes com os dizeres: “Homenagem da Cia. Antarctica ao grande brasileiro Carlos Gomes, 11-7-1936”.

domingo, 25 de agosto de 2019

Palácio Episcopal, Rua Lafaiete com Rua Tibiriçá, 1936, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Palácio Episcopal, Rua Lafaiete com Rua Tibiriçá, 1936, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
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A primeira residência oficial do Bispo de Ribeirão Preto foi uma casa na rua São Sebastião, esquina com a rua Visconde de Inhaúma, uma propriedade do Monsenhor Siqueira que a doou à igreja. Esta casa serviu durante 3 anos como residência do Primeiro Bispo. Em terreno doado ao Bispado de Ribeirão Preto, aos 20 de fevereiro de 1909, por Francisca Silveira do Val, o primeiro Bispo Dom Alberto José Gonçalves mandou construir às próprias expensas este Palácio Episcopal, com planta de José Piffer, sendo mestre de obras Ernesto Terreri, inaugurando-o aos 13 de abril de 1912.