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quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Chevrolet Corvette Convertible 1956, Estados Unidos
Chevrolet Corvette Convertible 1956, Estados Unidos
Motor: 265/225HP
Exterior: Vermelho (Venetian Red)
Interior: Vermelho
Fotografia
Fonte: https://www.mecum.com/lots/FL0119-356926/1956-chevrolet-corvette-convertible/?fbclid=IwAR0JNCCwdbtJv7g6l0Qq5l6BBSZnxExvjbH1xCI3a6CNMAXyU7AjJjMyxWA
Pontiac Trans Am 1985, Estados Unidos
Pontiac Trans Am 1985, Estados Unidos
Fotografia
Fonte: https://www.mecum.com/lots/FL0119-359113/1985-pontiac-trans-am/?fbclid=IwAR0Dg0AT0NquEP0Eigtu2Ih_GIhBbAoRlYd818kXvaQBoRwl_EYQfqrvn_M
Cadillac Eldorado Biarritz Convertible 1958, Estados Unidos
Cadillac Eldorado Biarritz Convertible 1958, Estados Unidos
Motor: 365/355HP
Exterior: Branco (Olympic White)
Interior: Branco e Vermelho
Fotografia
Fonte: https://www.mecum.com/lots/LS0919-384716/1958-cadillac-eldorado-biarritz-convertible/
Chevrolet Chevelle SS 1970, Estados Unidos
Chevrolet Chevelle SS 1970, Estados Unidos
Motor: 396/350HP
Exterior: Verde (Forest Green Metallic)
Interior: Preto
Fotografia
Fonte: https://www.mecum.com/lots/LS0919-384676/1970-chevrolet-chevelle-ss/
Ford Mustang Convertible 1966, Estados Unidos
Ford Mustang Convertible 1966, Estados Unidos
Motor: 289 CI
Exterior: Vermelho (Candy Apple Red)
Interior: Preto
Fotografia
HIGHLIGHTS
Professional
restoration
289/200 HP V-8
engine
C4 automatic
transmission
Power steering
Show quality Candy
Apple Red paint
Black Pony
interior
Woodgrain Deluxe
steering wheel
Center console
Rally Pac
instrumentation
Power convertible
top
Styled steel
wheels
Luggage rack
Chrome engine
dress-up kit
Pushbutton radio
and antenna
Styled steel
chrome wheels with Whitewall tires
Binder with extra
keys, previous titles, bill of sale and service records
The original Ford
Mustang carved out a whole new niche in the automotive world when it debuted in
April 1964. It was unlike any car before it, specifically targeted at four
disparate groups: two-car families with some measure of disposable income;
young drivers of limited buying power; young women seeking low-maintenance
transportation; and older drivers in search of something new and sporty. With
three different body styles, more than 80 available options and dozens of
exterior and interior color and trim choices, the Mustang could be personalized
to an extent never seen before in the showrooms of America. Demand for the new
car exceeded the wildest expectations, except those of Ford Division Vice
President Lee Iacocca, who ordered Mustang’s initial production quota raised to
360,000 units. Ford sold 70,000 Mustangs in the first 30 days of production;
mere months later, in the fall 1964 issue of the fledgling “Automobile
Quarterly,” automotive writer L. Scott Bailey confidently predicted, “When
today ripens into memory, I feel confident that the Mustang will have earned
its niche as an immortal Ford.” Those words would ring true through the years
in ways that even the visionary Bailey could not have conceived, the Mustang
becoming an icon not only of the American automobile industry but of American
pop culture. Secretary’s car, grocery-getter, status symbol, sports GT, all-out
racer: the Mustang could be all those things and more, and it all began with
cars like this 1966 convertible. Professionally restored and finished in
show-quality Candyapple Red paint, it showcases a generous number of optional
extras that allowed buyers to make Ford’s pony car all their own. Equipped with
the C-code 289/200 HP V-8, a C4 3-speed automatic and power steering, it is
accessorized with white-stripe tires on styled steel wheels, a luggage rack and
an engine dress-up kit. Beneath the power-operated black soft top is a matching
Pony bucket-seat interior with wood-grain steering wheel, a center console,
Rally Pac instrumentation and a pushbutton radio.
Fonte: https://www.mecum.com/lots/CA0819-380955/1966-ford-mustang-convertible/?fbclid=IwAR23b74LF0tLyrEjMbEVRd2YnrrciMyiyyDhJoL2rFEHPtfSl_fxk__BTOo
Rua Libero Badaró, 1920, São Paulo, Brasil
Rua Libero Badaró, 1920, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal
Região
Central, Rua Líbero Badaró em direção ao Largo São Bento em 1920, o lado
esquerdo dava acesso ao Viaduto do Chá.
Lanche de Mortadela do Mercadão de São Paulo, Brasil
Lanche de Mortadela do Mercadão de São Paulo, Brasil
Artigo
Artigo
Um dos
símbolos da gastronomia paulistana é o famoso sanduíche de mortadela do Mercadão.
Mas pouca gente conhece a história de como o lanche chegou ao imenso tamanho
que conhecemos hoje. Tudo começou no ano de 1933, em um pequeno bar
aberto, chamado Bar do Mané, no Mercado Municipal de São Paulo, por alguns
imigrantes portugueses da família Loureiro.
A ideia era atender às necessidades dos feirantes, quitandeiros e de alguns
clientes que passavam pelo Mercadão e precisavam de uma opção de refeição
rápida e que os sustentasse pelo resto do dia.
Antes de
chegar ao grande destaque dessa história, vale destacar que durante muitos
anos, a SUNAB (Superintendência Nacional de Abastecimento), antigo órgão
regulatório de alguns segmentos comerciais da cidade de São Paulo, tabelava o
preço dos sanduíches e afins, o que deixava as opções praticamente iguais
e com pouquíssimo recheio. Após anos servindo lanches dos mais diversos
tipos, no ano de 1970 um cliente ficou revoltado com a pouca quantidade de
recheio do seu lanche.
Foi então que
um dos donos do estabelecimento resolveu encher o lanche de mortadela para que
o cliente não reclamasse mais. Entretanto, diz a lenda, que o cliente que
estava ao lado do “reclamão” também quis seu lanche com o recheio extra e assim
foi criada a tradição do enorme lanche do Mercadão.
A iniciativa
deu certo e a iguaria começou a ficar famosa na cidade. No dia 10 de
julho de 1979, o guia do Estadão falou pela primeira vez do sanduíche em uma
matéria de página inteira. A chamada era “O Lanche de mortadela dá fama ao
boteco”. A fama se consolidaria no ano de 1995, quando o bar apareceu na novela
“A Próxima Vítima”, da TV Globo. Em algumas estimativas feitas pelos donos
do “Bar do Mané” dão conta que o bar chega a vender 1.200 lanches em um dia, o
que resulta em 3100 kgs de mortadela em um mês.
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