Igreja de Santa Terezinha e Túnel Novo, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal
Blog destinado a divulgar fotografias, pinturas, propagandas, cartões postais, cartazes, filmes, mapas, história, cultura, textos, opiniões, memórias, monumentos, estátuas, objetos, livros, carros, quadrinhos, humor, etc.
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Jardim em Karlsbad, Karlovy Vary, República Tcheca (Promenade in Karlsbad) - Franz Skarbina
Jardim em Karlsbad, Karlovy Vary, República Tcheca (Promenade in Karlsbad) - Franz Skarbina
Karlovy Vary - República Tcheca
Karlsbad é o nome no idioma alemão da cidade de Karlovy Vary na República Tcheca.
Coleção privada
OST - 97x146 - 1891
Karlovy Vary - República Tcheca
Karlsbad é o nome no idioma alemão da cidade de Karlovy Vary na República Tcheca.
Coleção privada
OST - 97x146 - 1891
Muita gente
que visita Karlovy Vary diz que a cidade é tão linda
e tão perfeitinha que parece um cenário de filme, sem saber que ela costuma ser
palco de produções de cinema mesmo (007 – Cassino Royale foi filmado lá, por
exemplo).
Esse visual
encantador que atrai Hollywood e tantos turistas é resultado da mistura da
geografia da região – cheia de morros, bosques e rios – com um período de
expansão local do estilo art nouveau, entre o fim dos anos 1800 e o início dos 1900. Naquela época, arquitetos vienenses
invadiram Karlovy Vary e transformaram a cidade no
que o francês Le Corbusier definiu mais tarde como “uma convenção de bolos”.
Mas a fama
de Karlovy Vary não começou apenas com a
exuberância arquitetônica do século 19. Ela nasceu no século 14, nos tempos do
rei Carlos IV, por um motivo que é popular até
hoje: as suas águas termais.
Segundo a
lenda, o rei estava caçando na região quando um de seus cães farejou um veado e
saiu em busca da sua presa. Logo em seguida, o rei e seus companheiros
escutaram o cachorro ganindo, correram para ver o que havia acontecido e
encontraram o bicho caído em um pequeno lago de água quente.
Quando
conseguiram resgatar o pobre canino, Carlos viu que alguns ferimentos que o
animal já tinha antes de entrar no lago haviam sido curados. Intrigado,
resolveu fazer um teste no seu próprio corpo, entrando na água quente também.
Adivinha o que
aconteceu?
É óbvio: os
ferimentos do rei também foram curados.
Foi o
suficiente para que Carlos ordenasse a construção de uma cidade na área, para
que ele e mais pessoas pudessem aproveitar os poderes daquela fonte medicinal.
A história das
águas milagrosas se espalhou rápido e logo Karlovy Vary (que também é conhecida pelo seu nome
alemão, Carlsbad) virou o destino de muitas
pessoas ricas em busca de cura para seus problemas físicos.
Assim, ao
longo dos séculos em que alternou momentos de decadência e sucesso, nomes como
Pedro I (o Grande), Maria Teresa (da Áustria), Casanova, Goethe, Beethoven,
Paganini, Karl Marx, Freud, Mustafa Atatürk, Frank Sinatra e sabe-se lá quantos
outros famosos passaram muitas vezes pela cidade, varios até morando nela,
apaixonados pelo seu clima, pela sua beleza e, é claro, pelos seus spas construídos em função das águas termais.
Hoje, Karlovy Vary continua recebendo esse público,
inclusive com o seu festival internacional de cinema, mas as
atrações já vão bem além do turismo medicinal.
Em vários de
seus cantos estão escondidos lugares interessantíssimos para pessoas de vários
gostos, como o museu de um licor famoso no mundo inteiro, uma cerveja deliciosa vendida apenas na cidade e
uma das fábricas de cristais boêmios mais elegante do planeta, entre outros.
Mas quer
saber? Eu aposto: o que vai conquistar você é o visual “de cinema” de Karlovy Vary. É assim com todos que visitam a cidade – e
não tem como ser diferente.
Monumento a Duque de Caxias, Antiga Praça Duque de Caxias, Atual Largo do Machado, Rio de Janeiro, Brasil
Monumento a Duque de Caxias, Antiga Praça Duque de Caxias, Atual Largo do Machado, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal
Esquina das Ruas Direita e XV de Novembro, 1912, São Paulo, Brasil
Esquina das Ruas Direita e XV de Novembro, 1912, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Acervo IMS
Fotografia
Praça Floriano / Praça Marechal Floriano Peixoto, Cinelândia, Rio de Janeiro, Brasil
Praça Floriano / Praça Marechal Floriano Peixoto, Cinelândia, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
DK Rio
Fotografia - Cartão Postal
Para muitas pessoas, a Cinelândia é o local mais charmoso do centro do Rio de Janeiro. Todo esse charme é antigo e está diretamente ligado à história da Cidade Maravilhosa.
O fato de ser cercada por prédios como o da Biblioteca Nacional, da Câmara Municipal (Palácio Pedro Ernesto), do antigo Supremo Tribunal Federal, do Palácio Monroe e do Theatro Municipal motivou a ideia de transformar a praça em uma versão brasileira da Times Square. Essa sacada veio do empresário Francisco Serrador, um espanhol radicado no Brasil e proprietário de cassinos, cinemas, teatros e hotéis.
Foi durante as obras da avenida Central (atual avenida Rio Branco) que se deu a construção da praça. As obras foram erguidas em parte de um terreno do antigo Convento da Ajuda, construído no século XVIII e demolido na primeira década do século XX.
O nome Cinelândia veio porque a partir dos anos 1920 a região passou a ter as melhores salas de cinema da cidade, como Cine Odeon, Cineac Trianon, Cinema Parisiense, o Império, o Pathé, o Capitólio, o Rex, o Rivoli, o Vitória, o Palácio, o Metro Passeio, o Plaza e o Colonial. Hoje em dia, apenas o Odeon, mesmo com alguns problemas, mantém o charme de outras épocas.
Entretanto, o nome original é praça Marechal Floriano Peixoto, inclusive há no espaço uma estátua, erguida em 1910, em homenagem ao segundo presidente da República. A Cinelândia também já se chamou Largo da Mãe do Bispo, porque nela morava a mãe de um influente membro da igreja católica que era bastante prestigiado na cidade.
Porém, nem só de diversão vive a Cinelândia. O local também foi palco de algumas das manifestações políticas mais importantes da história do Brasil. É comum ver reuniões de militantes das mais variadas causas na praça até hoje em dia.
O projeto paisagístico original da praça foi profundamente alterado no final dos anos 1970, quando as obras de construção da estação Cinelândia do Metrô obrigaram a instalação de grandes saídas de ar. Ao término dessas obras, foi demolido o Palácio Monroe, antiga sede do Senado Federal.
Apesar das alterações motivadas pelo tempo, das novidades do mundo moderno e de outros problemas que boa parte da Cidade Maravilhosa tem, a Cinelândia (praça Floriano Peixoto, ou até mesmo o Largo da Mãe do Bispo) conserva alguns dos pontos mais agradáveis da alma do Rio de Janeiro. A Cinelândia é um filme com altos e baixos, mas que agrada, e muito, até o fim.
Fotografia - Cartão Postal
Para muitas pessoas, a Cinelândia é o local mais charmoso do centro do Rio de Janeiro. Todo esse charme é antigo e está diretamente ligado à história da Cidade Maravilhosa.
O fato de ser cercada por prédios como o da Biblioteca Nacional, da Câmara Municipal (Palácio Pedro Ernesto), do antigo Supremo Tribunal Federal, do Palácio Monroe e do Theatro Municipal motivou a ideia de transformar a praça em uma versão brasileira da Times Square. Essa sacada veio do empresário Francisco Serrador, um espanhol radicado no Brasil e proprietário de cassinos, cinemas, teatros e hotéis.
Foi durante as obras da avenida Central (atual avenida Rio Branco) que se deu a construção da praça. As obras foram erguidas em parte de um terreno do antigo Convento da Ajuda, construído no século XVIII e demolido na primeira década do século XX.
O nome Cinelândia veio porque a partir dos anos 1920 a região passou a ter as melhores salas de cinema da cidade, como Cine Odeon, Cineac Trianon, Cinema Parisiense, o Império, o Pathé, o Capitólio, o Rex, o Rivoli, o Vitória, o Palácio, o Metro Passeio, o Plaza e o Colonial. Hoje em dia, apenas o Odeon, mesmo com alguns problemas, mantém o charme de outras épocas.
Entretanto, o nome original é praça Marechal Floriano Peixoto, inclusive há no espaço uma estátua, erguida em 1910, em homenagem ao segundo presidente da República. A Cinelândia também já se chamou Largo da Mãe do Bispo, porque nela morava a mãe de um influente membro da igreja católica que era bastante prestigiado na cidade.
Porém, nem só de diversão vive a Cinelândia. O local também foi palco de algumas das manifestações políticas mais importantes da história do Brasil. É comum ver reuniões de militantes das mais variadas causas na praça até hoje em dia.
O projeto paisagístico original da praça foi profundamente alterado no final dos anos 1970, quando as obras de construção da estação Cinelândia do Metrô obrigaram a instalação de grandes saídas de ar. Ao término dessas obras, foi demolido o Palácio Monroe, antiga sede do Senado Federal.
Apesar das alterações motivadas pelo tempo, das novidades do mundo moderno e de outros problemas que boa parte da Cidade Maravilhosa tem, a Cinelândia (praça Floriano Peixoto, ou até mesmo o Largo da Mãe do Bispo) conserva alguns dos pontos mais agradáveis da alma do Rio de Janeiro. A Cinelândia é um filme com altos e baixos, mas que agrada, e muito, até o fim.
Nota do blog: Data não obtida.
Praça Manoel Bonito, Araguari, Minas Gerais, Brasil
Praça Manoel Bonito, Araguari, Minas Gerais, Brasil
Araguari - MG
Fotografia - Cartão Postal
Na fotografia se vê o prédio do Cine Theatro Rex, construído no estilo Art déco.
A História da "Lei de Gérson", Artigo
A História da "Lei de Gérson", Artigo
Artigo
Na cultura
midiática brasileira, a Lei de Gérson é um princípio em que
determinada pessoa ou empresa obtém vantagens de forma indiscriminada, sem se
importar com questões éticas ou morais.
A "Lei de
Gérson" acabou sendo usada para exprimir traços bastante característicos e
pouco lisonjeiros do caráter midiático nacional, que passa a ser interpretado
como caráter da população, associados à disseminação da corrupção e ao desrespeito as regras de convívio para a
obtenção de vantagens.
A expressão
nasceu em meados da década de 80 quando o jornalista Maurício Dias entrevistava
o professor e psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa para a revista
Isto É por ocasião de seu artigo "Narcisismo em tempos sombrios". Foi
nesta entrevista que Dias batizou como "Lei de Gérson" o desejo que
grande parte dos brasileiros tem de levar vantagem em tudo. Mais tarde, em
1992, na edição 18 da revista Teoria e Debate, o termo "Lei de
Gérson" foi novamente lembrado por Maria Rita Kehl em entrevista com o
mesmo Jurandir Freire da Costa.
Ao cunhar a expressão
"Lei de Gérson", Maurício Dias fez alusão à propaganda televisiva
de 1976 criada pela agência Caio Domingues & Associados,
que havia sido contratada pela fabricante de cigarros J. Reynolds, proprietária
da marca de cigarros Vila Rica, para a
divulgação do produto. O vídeo apresentava o meia-armador Gérson, jogador da Seleção Brasileira de Futebol,
como protagonista.
O vídeo tem
início com a afirmação de que Gérson foi o "cérebro do time campeão do
mundo da Copa do mundo de 70". A narração é feita pelo entrevistador, que
se apresenta de terno, gravata e microfone à mão. A cena se passa em um sofá de
uma sala de visitas.
O
entrevistador pergunta por que Gérson escolheu os cigarros Vila Rica. Ao
iniciar a resposta, Gérson saca um maço de Vila Rica e oferece um cigarro ao
entrevistador. Enquanto o entrevistador fuma seu cigarro Vila Rica, Gérson
explica os motivos que o fizeram preferir aquela marca.
"Por que
pagar mais caro se o Vila me dá tudo aquilo que eu quero de um bom cigarro?
Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também, leve Vila
Rica!".
Mais tarde
Gérson se disse arrependido por ter associado sua imagem ao anúncio, visto que
qualquer comportamento pouco ético foi sendo aliado ao seu nome nas
expressões Síndrome de Gérson ou Lei de Gérson.
O diretor do
comercial da Caio Domingues & Associados, José Monserrat
Filho, procurando se eximir de responsabilidade, sustenta que o
público fez uma interpretação errônea do seu vídeo: "Houve um erro de
interpretação, o pessoal começou a entender como ser malandro. No segundo anúncio dizíamos: levar vantagem não é
passar ninguém para trás, é chegar na frente, mas essa frase não ficou, a sabedoria
popular usa o que lhe interessa".
Nos anos 1980
os meios de comunicação em massa brasileiros começaram a divulgar notícias
sobre corrupção na política brasileira e a população começou a utilizar o termo
"Lei de Gérson".
No mundo todo
as pessoas conhecem a Lei de
Murphy. Segundo ela, se algo pode dar errado, algo dará errado.
No Brasil, uma das leis mais conhecidas é a Lei de Gérson. Segundo ela, se
algo pode dar errado, não tem problema, pois mesmo que der errado, a gente dá
um jeitinho de fazer parecer certo. Gérson de Oliveira foi quem ficou com a
fama pela frase que batizou o jeitinho brasileiro, mas o fato é que a maioria
do povo já se beneficiou com tal lei e ainda se gaba por ser mundialmente
famosos por isso.
A tal Lei de
Gérson tem origem em uma propaganda que Gérson, um dos melhores meio-campistas
da história do futebol brasileiro e ex-jogador de grandes times como o São
Paulo Futebol Clube, fez para os cigarros Vila Rica no ano de 1976. Na peça
publicitária, o boleiro fala sobre as vantagens do cigarro e pronuncia a
seguinte frase: "É gostoso, suave e não irrita a garganta". Na
sequência diz: "Por que pagar mais caro se o Vila me dá tudo aquilo que eu
quero de um bom cigarro?". Depois de propagandear o cigarro e falar sobre
o quanto o produto era bom, Gérson dá um sorrisinho malandro e solta a última e
infeliz frase da propaganda: "Gosto de levar vantagem em tudo,
certo?". Desta forma, sintetizou de uma vez só o jeitinho brasileiro de
fazer o errado parecer certo.
Apesar de já
ser um jogador consagrado na época, ficou marcado pela propaganda. Depois de
algum tempo, o "Canhotinha de Ouro" declarou que ficou
arrependido de ter sua imagem associada ao anúncio. Mas já era tarde, seu nome
acabou batizando a Lei mais salafrária do país e ficou no imaginário popular.
Segundo o diretor do comercial, o publicitário José Monserrat Filho,
"houve um erro de interpretação, o pessoal começou a entender como ser
malandro. No segundo anúncio dizíamos: ‘levar vantagem não é passar ninguém
para trás, é chegar na frente’”.
Com os escândalos
políticos que ocorrem frequentemente na política brasileira, tais como fraude,
corrupção, lavagem de dinheiro, superfaturamento, entre outros, a expressão Lei
de Gérson acaba surgindo na boca do povão todos os anos. Enraizada na cultura
popular, virou sinônimo de levar vantagem acima de tudo, sem respeitar códigos
éticos ou morais.
Em 1976, o
meio-campista Gérson apareceu na tevê para alardear as vantagens do cigarro
Vila Rica, então um dos mais baratos do mercado. Ele disse então a famosa
frase: “Por que pagar mais caro se o Vila me dá tudo aquilo que eu quero de um
bom cigarro? Gosto de levar vantagem em tudo, certo?”.
A expressão
passou a ser usada em situações em que alguém levava vantagem indevida sobre
outra pessoa, conhecida como A Lei de Gérson. Tanto o jogador quanto o
publicitário se arrependeram da repercussão negativa do comercial. Foi
produzido outro logo em seguida, no qual o locutor anunciava: “Levar vantagem
não é passar ninguém para trás, é chegar na frente”. Mas este caiu logo no
esquecimento.
Tido como um
dos maiores meias de todos os tempos, Gérson olha com orgulho para o legado que
deixou. Aos 76 anos, o campeão mundial com a seleção em 1970 dá de ombros até
mesmo para o que já o incomodou há um tempo atrás, como a famosa “Lei de
Gérson” que carregou a contragosto.
Explica-se: em
1976, uma agência de publicidade aproveitou seu declarado apreço pelo fumo para
contratá-lo como garoto-propaganda da extinta marca de cigarros Vila Rica. A
atuação nas telinhas, porém, ficaria marcada pela polêmica frase proferida na
peça: “Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também, leve
Vila Rica!”.
Intelectuais
da época atrelaram o discurso ao famoso “jeitinho brasileiro”, eternizando a
expressão no “Poder Legislativo das ruas”.
“Levaram para
o lado pejorativo da coisa, de levar vantagem, passar a pessoa para trás. A
minha vida foi dentro de um estádio de futebol com cento e tantas mil pessoas.
Todo mundo conhece, tá certo? Isso aí não me prejudicou porque todo mundo que
me conhece sabe quem eu sou. Mas pegou mal. Porque eu nunca passei ninguém para
trás”, defende-se, sem contra argumentar, porém, absolutamente nada sobre a
imagem que ficou associado à de uma pessoa fumante: “É, eu não era atleta. Eu
era fumante, atleta não”, diz o ex-jogador, que abandonou o vício.
Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasil
Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal
Note o prédio
do Jornal “A Notícia” ao lado do Cine Central onde era exibido o filme “Dr.
Jack” com Harold Lloyd.
Cartaz "The Flatiron Building", Nova York, Estados Unidos
Cartaz "The Flatiron Building", Nova York, Estados Unidos
Nova York - Estados Unidos
Cartaz / Propaganda
Nova York - Estados Unidos
Cartaz / Propaganda
Assinar:
Postagens (Atom)











