segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Usina Raízen Unidade Costa Pinto, Piracicaba, São Paulo, Brasil













Usina Raízen Unidade Costa Pinto, Piracicaba, São Paulo, Brasil 
Piracicaba - SP
Grupo Raízen
Fotografia

Nota do blog: Datas e autorias não obtidas.

Usina Boa Vista, Quirinópolis, Goiás, Brasil










Usina Boa Vista, Quirinópolis, Goiás, Brasil
Quirinópolis - GO
Grupo São Martinho
Fotografia

Usina União, Amélia Rodrigues, Bahia, Brasil




Usina União, Amélia Rodrigues, Bahia, Brasil
Amélia Rodrigues - BA
Fotografia

Nota blog: Ex-Usina Nova Aliança.

Construção da Escola Nacional de Belas Artes e Museu Nacional de Belas Artes Tomada do Morro do Castelo, Fachada da Rua México, 14/12/1908, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta


Construção da Escola Nacional de Belas Artes e Museu Nacional de Belas Artes Tomada do Morro do Castelo, Fachada da Rua México, 14/12/1908, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia 

Nota do blog: Na época era somente Escola Nacional de Belas Artes. O Museu Nacional de Belas Artes viria a ser criado por decreto de Getúlio Vargas apenas em 1937.

Escola Nacional de Belas Artes / Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil


Escola Nacional de Belas Artes / Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 303
Fotografia - Cartão Postal



Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o edifício de arquitetura eclética projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes, herdeira da Academia Imperial de Belas Artes, foi construído durante as modernizações urbanísticas realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então Capital Federal.
Criado oficialmente em 1937 por Decreto do presidente Getúlio Vargas, o Museu Nacional de Belas Artes conjugou a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes até 1976, quando a EBA foi deslocada para a ilha do Fundão. Neste mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte (Funarte) houve novo compartilhamento.
Em 24 de maio de 1973, o edifício da Avenida Rio Branco, 199, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a partir de 2003, a imponente construção passou a abrigar na sua totalidade o MNBA.
Avançando na linha do tempo, em 2009 o MNBA foi incorporado pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de setenta mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros.
A bicentenária Coleção do Museu Nacional de Belas Artes se originou de três conjuntos de obras distintos: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro, em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821.
Percorrendo suas galerias, o visitante pode vislumbrar, como em poucos espaços culturais do país, a história das artes plásticas no Brasil desde os seus primórdios até a contemporaneidade.
Ocupando atualmente uma área de 17.000 m2, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC constitui-se num vigoroso centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira.

Avenida Rio Branco e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil

Avenida Rio Branco e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasil

Avenida Rio Branco, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Praça do Correio, São Paulo, Brasil

Praça do Correio, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 9
Fotografia - Cartão Postal

Vista do Alto do Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, Brasil



Vista do Alto do Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 6
Fotografia - Cartão Postal

Pigmalião e Galatéia (Pygmalion and Galatea) - Ernest Normand





Pigmalião e Galatéia (Pygmalion and Galatea) - Ernest Normand
Atkinson Art Gallery and Library Southport Inglaterra
OST 171x117 - 1881


Pigmaleão, na mitologia grega, foi um rei da ilha de Chipre, que, segundo Ovídio, poeta romano contemporâneo de Augusto, também era escultor e se apaixonou por uma estátua que esculpira ao tentar reproduzir a mulher ideal. Ele havia decidido viver em celibato na ilha por não concordar com a atitude libertina das mulheres dali, conhecidas como cortesãs.
Segundo HiginoBusíris, filho de Netuno, era seu irmão. A terra de Busíris, no Egito, estava sofrendo com a fome após nove anos de seca, e o rei chamou adivinhos da Grécia. Thrasius, filho de Pigmaleão, anunciou que a chuva chegaria se um estrangeiro fosse sacrificado, e provou suas palavras quando ele mesmo foi sacrificado.
A deusa Afrodite, apiedando-se dele e atendendo a um pedido seu, não encontrando na ilha uma mulher que chegasse aos pés da que Pigmaleão esculpira, em beleza e pudor, transformou a estátua numa mulher de carne e osso, com quem Pigmaleão casou-se e, nove meses depois, teve uma filha chamada Pafos, que deu nome à ilha.
Em Pseudo-Apolodoro, Pigmaleão tem uma filha de nome Metharme, e ela se casa com Cíniras, tendo dois filhos, Oxyporus, Adônis, e três filhas, Orsedice, Laogore e Braesia.
O mito de Pigmaleão, como outros, traduz um elemento do comportamento humano: a capacidade de determinar seus próprios rumos, concretizando planos e previsões particulares ou coletivas. Em Psicologia deu-se o nome de Efeito Pigmaleão ao efeito de nossas expectativas e percepção da realidade na maneira como nos relacionamos com a mesma, como se realinhássemos a realidade de acordo com as nossas expectativas em relação a ela.
Clemente de Alexandria relata outro mito parecido, de uma estátua de Afrodite em Cnido pela qual um homem se apaixona, e com quem ele tem relações sexuais.
A versão mais antiga da lenda está em Ovídio, em sua obra Metamorfoses. A lenda de Pigmalião tem atraído vários artistas. O nome da estátua, depois que ela vira mulher, Galathea, não é encontrado nos textos antigos, mas aparece em representações artísticas modernas do mito. Uma versão moderna da lenda é a peça de George Bernard Shaw, Pigmalião, ou My Fair Lady, em que, em vez de uma estátua transformada em mulher, temos uma mulher do povo transformada em mulher da alta sociedade. A peça é também um musical e um filme.