quinta-feira, 25 de junho de 2020

Antiga Rua da Boa Morte, Atual Rua do Carmo, 1910, São Paulo, Brasil - Aurélio Becherini


Antiga Rua da Boa Morte, Atual Rua do Carmo, 1910, São Paulo, Brasil - Aurélio Becherini
São Paulo - SP
Fotografia


Cena na antiga Rua da Boa Morte em direção à Ladeira da Tabatinguera. Além do casarão de janelas e portas com rótulas e seu beiral, atentar ao poste precariamente chumbado na calçada com o tradicional lampião. Ao lado, um guarda civil em seu vistoso uniforme na esquina da Travessa das Flores. O que estará anotando? Neste exato ponto foi posteriormente construído o Grupo Escolar Sul da Sé, inaugurado em 1925 — em 1920, passou a se chamar Grupo Escolar Campos Salles e em 1933 rebatizado como Grupo Escolar Miss Browne. Serviu de instalações para outros órgãos. Atualmente, após uma ampla reforma e restauração, o belíssimo prédio é ocupado pela Escola Fazendária do Estado de São Paulo (FAZESP) que no local, ministra treinamentos de funcionários da Secretaria da Fazenda.

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Paisagem, Rio de Janeiro, Brasil (Paisagem, Rio de Janeiro) - Cândido Portinari


Paisagem, Rio de Janeiro, Brasil (Paisagem, Rio de Janeiro) - Cândido Portinari
Rio de Janeiro - RJ
Coleção privada
OST - 60x72 - 1940

Rua Vergueiro com Rua Pirapitingui, Circa 1930-40, Liberdade, São Paulo, Brasil


Rua Vergueiro com Rua Pirapitingui, Circa 1930-40, Liberdade, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Vista obtida na esquina das ruas Vergueiro e Pirapitingui — onde o célebre arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo construiu residências para si e suas filhas, imóveis ainda existentes. À direita, o início da Rua Pedroso que termina na Brigadeiro Luís Antônio. Atente para o gradil que separa(va) as mãos do logradouro: no lado direito esteve instalada a tradicional fábrica de chocolates Sönksen.

Volkswagen Gol CL AP 1.6 1993, Brasil

















Volkswagen Gol CL AP 1.6 1993, Brasil
Fotografia

Quem Lembra do Vinho de São Roque?, São Roque, São Paulo, Brasil


Quem Lembra do Vinho de São Roque?, São Roque, São Paulo, Brasil
São Roque - SP
Fotografia

A produção de vinho em São Roque é bem antiga e conhecida: iniciou-se no século XVII, quando os primeiros imigrantes portugueses decidiram investir na produção das primeiras videiras. 
O mais indicado é ir conhecer o roteiro do vinho de carro, já que São Roque oferece ótima estrutura para dirigir. Todo o caminho pode ser percorrido com muita tranquilidade e as vinícolas contam com estacionamento e degustações gratuitas. Algumas possuem também visitas monitoradas, com um custo adicional.
Eu conheço o vinho de São Roque desde os anos 80, quando morava em São Paulo. Existiam inúmeras marcas vendidas nos mercados e armazéns. Além disso, fomos algumas vezes passear por lá, o que sempre possibilitava o contato com o vinho de São Roque. 
Porém, embora o blog seja saudosista, o blog não é mentiroso, e se formos avaliar o vinho de São Roque no mesmo padrão do que conhecemos como bom pelo mundo, a avaliação não é boa. 
Ele sempre foi considerado um produto de qualidade inferior por quem conhece o assunto, tanto que é um vinho de preço barato em sua imensa maioria de rótulos. Eu lembro dos meus parentes consumirem os vinhos de São Roque pelo preço ser muito mais em conta do que os similares do Rio Grande do Sul e importados. E embora eu saiba que de lá para cá houve um bom investimento na melhoria da produção, solo, qualidade, etc, a qualidade ainda está distante dos melhores. 
Fato é que a imagem/fama de ser um produto de baixa qualidade ainda continua, basta oferecer/servir um copo de vinho de São Roque para um parente de mais idade que você entenderá. A primeira coisa que ele vai dizer é: Que vinho ruim! E ainda vai rolar um papo de vinho barato, sem qualidade, dor de cabeça, na mesma hora...
Dito isso, eu, pessoalmente, tomo numa boa, não sou fresco e nem conhecedor de vinhos. Eu tomo se gosto do sabor, independente de ser de São Roque ou da França. Inclusive, posso dizer que gostava do vinho de São Roque, bem docinho na época. E lembro que adorava sagu com vinho de São Roque... 
Assim, finalizando a nota antes que eu me torne "persona non grata" em São Roque, ressalto que o post não foi feito pela qualidade do vinho de São Roque e sim pela memória afetiva que tenho do produto, memória essa advinda dos anos 80. O vinho de São Roque sempre estará em meu coração!
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Construção do Palácio das Indústrias, 1919, São Paulo, Brasil


Construção do Palácio das Indústrias, 1919, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Francisco de Paula Ramos de Azevedo, Brasil - Artigo


Francisco de Paula Ramos de Azevedo, Brasil - Artigo
Brasil
Artigo



Francisco de Paula Ramos de Azevedo foi um engenheiro-arquiteto, professor e empreendedor paulista que, juntamente com seus colaboradores do Escritório Ramos de Azevedo, fundado em 1886, projetou e construiu diversos edifícios que se tornaram marcos arquitetônicos na cidade de São Paulo, como o Teatro e o Mercado Municipais, a Pinacoteca do Estado, o Palácio da Justiça e muitos outros.
Ramos de Azevedo nasceu em 1851, formou-se engenheiro-arquiteto em 1878 na Universidade de Gante, Bélgica, e no ano seguinte retornou ao Brasil, estabelecendo seu primeiro escritório profissional em Campinas, São Paulo.
Em Campinas, realizou o projeto da Escola do Povo Ferreira Penteado, o Circolo Italiani Uniti (hoje Casa de Saúde Campinas) e concluiu a construção da Catedral Metropolitana, entre outras obras. Apresentou à Câmara Municipal, em 1885, um projeto de Código de Posturas elaborado em conjunto com Luiz Augusto Pinto. O projeto, não promulgado, indicava medidas para a remodelação arquitetônica e urbanística de Campinas, que se tornava o maior centro agrícola de São Paulo. Visando a modernização, a melhoria das condições de higiene e a ocupação ordenada do espaço urbano, o projeto propunha a redefinição de ruas, normas para a construção das casas operárias, diretrizes para garantir iluminação e ventilação naturais nos edifícios, parâmetros para a construção de fossas para latrinas, entre outras medidas.
Ramos de Azevedo mudou-se para a cidade de São Paulo em 1886, mas manteve sua ligação com Campinas por toda a vida. Na capital paulista, fundou o Escritório Ramos de Azevedo, responsável por milhares de projetos executados em décadas de atuação, tendo o Escritório subsistido após a morte de seu fundador, em 1928.
Dentre as obras construídas em São Paulo pelo Escritório estão os edifícios que abrigaram as Secretarias da Agricultura e da Fazenda, no Pátio do Colégio (atualmente ocupados pela Secretaria Estadual da Justiça e Cidadania, o edifício do Liceu de Artes e Ofícios, próximo ao Jardim da Luz (hoje Pinacoteca de São Paulo), o Teatro Municipal, na Praça Ramos, o edifício da Agência Central dos Correios e Telégrafos, no Vale do Anhangabaú (hoje Centro Cultural Correios, o Mercado Municipal, na região central da cidade. Aos edifícios públicos, somam-se os particulares, palacetes, sedes de fazendas. Também projetou o Pavilhão de São Paulo para a Exposição Nacional de 1908, realizada na Urca, Rio de Janeiro, em comemoração ao centenário da Abertura dos Portos às Nações Amigas
As obras realizadas por Ramos de Azevedo e seu Escritório prezam pela qualidade técnica. Todas as etapas do processo de construção eram cuidadosamente consideradas, do projeto à execução, dos pormenores da decoração interior à integração dos edifícios na paisagem. Suas obras trouxeram inovações estilísticas e na organização dos espaços, enfatizando a salubridade e a luminosidade. E inovações no uso de técnicas e materiais construtivos, como armações metálicas, alvenaria de tijolos e elementos de ferro aparente.
Ramos de Azevedo foi docente e diretor da Escola Politécnica de São Paulo e também dirigiu o Liceu de Artes e Ofícios, na mesma cidade. Faleceu em 12 de junho de 1928. Texto da Biblioteca Nacional.

Fotocolagem "Estádio Municipal do Rio de Janeiro 1950", Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil




Fotocolagem "Estádio Municipal do Rio de Janeiro 1950", Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotocolagem

No dia 16 de junho de 1950 era inaugurado oficialmente o Estádio Jornalista Mário Filho, para a Copa do Mundo daquele ano, conhecido mundialmente como Estádio do Maracanã.
Essa fotocolagem foi feita por Jayme de Carvalho e publicada no jornal Diário Esportivo e mostra uma vista de como ficaria o estádio e seu redor após as obras: nada de Radial Oeste, nada de estradas de ferro e a favela do Esqueleto. A foto mostra um entorno cheio de palmeiras imperiais, uma rua que nunca existiu de fato, um monumento obelisco (?) e outras estruturas que também não saíram do papel.

Estação Principal da Estrada de Ferro Central, Recife, Pernambuco, Brasil


Estação Principal da Estrada de Ferro Central, Recife, Pernambuco, Brasil
Recife - PE
Livraria Franceza
Fotografia - Cartão Postal

Santa Casa de Misericórdia, São Paulo, Brasil


Santa Casa de Misericórdia, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 20
Fotografia - Cartão Postal