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quarta-feira, 1 de julho de 2020
Chafariz do Kaquende, Sabará, Minas Gerais, Brasil
Chafariz do Kaquende, Sabará, Minas Gerais, Brasil
Sabará - MG
Fotografia
De uma nascente do Morro de São Francisco vem a água límpida
que abastece o mais famoso chafariz de Sabará desde 1757. Seus construtores
foram João Duarte e José de Souza.
Diz a lenda que em todas as sextas-feiras de lua cheia, por volta da meia noite, sai de dentro do chafariz um belíssimo jovem muito elegante e educado, mas se ele encontrar alguma moça em seu caminho, esta não resistirá ao seu charme e beleza e por ele será seduzida. Daí a nove meses, mais um sabarense nascerá, mas o filho do Kaquende não é um ser humano e sim um curupira ou um saci-pererê.
Outra lenda diz que o Chafariz deixará de jorrar se alguém tentar controlar suas águas.
Ainda não se sabe se a origem da palavra Kaquende é portuguesa, africana ou indígena. Estas são as versões:
- Como havia um intenso comércio nessa região da Vila, a palavra teria vindo da corruptela de “cá aquém do rio...”. Essa versão é menos provável, pois existem locais em Minas e na Bahia com o mesmo nome, mas com a grafia “Caquende”.
Diz a lenda que em todas as sextas-feiras de lua cheia, por volta da meia noite, sai de dentro do chafariz um belíssimo jovem muito elegante e educado, mas se ele encontrar alguma moça em seu caminho, esta não resistirá ao seu charme e beleza e por ele será seduzida. Daí a nove meses, mais um sabarense nascerá, mas o filho do Kaquende não é um ser humano e sim um curupira ou um saci-pererê.
Outra lenda diz que o Chafariz deixará de jorrar se alguém tentar controlar suas águas.
Ainda não se sabe se a origem da palavra Kaquende é portuguesa, africana ou indígena. Estas são as versões:
- Como havia um intenso comércio nessa região da Vila, a palavra teria vindo da corruptela de “cá aquém do rio...”. Essa versão é menos provável, pois existem locais em Minas e na Bahia com o mesmo nome, mas com a grafia “Caquende”.
- Em língua tupi-guarani significaria “água cristalina que dali
brota”, e em língua africana, “jovem forte e valoroso”.
Diz a tradição que quem bebe das águas do Kaquende sempre volta à Sabará!
“A pitoresca Vila de Sabará, tão comprida e estreita, é uma tradicional povoação de mineiros. Inicialmente construída em pau-a pique, passou aos poucos a pedra e cal. Sua extensão é de uma milha, mais ou menos, com muitas ondulações e desvios. Está toda pavimentada e a pavimentação não é das piores. Divide-se na Cidade Velha, ou oriental, chamada Igreja Grande, e na Barra. As duas partes contêm seis praças públicas, 22 ruas e 9 travessas. Há um teatro razoável onde o público é divertido por companhias de amadores. Além de muitas fontes particulares, existem quatro chafarizes que fornecem água puríssima.” Richard Burton.
Diz a tradição que quem bebe das águas do Kaquende sempre volta à Sabará!
“A pitoresca Vila de Sabará, tão comprida e estreita, é uma tradicional povoação de mineiros. Inicialmente construída em pau-a pique, passou aos poucos a pedra e cal. Sua extensão é de uma milha, mais ou menos, com muitas ondulações e desvios. Está toda pavimentada e a pavimentação não é das piores. Divide-se na Cidade Velha, ou oriental, chamada Igreja Grande, e na Barra. As duas partes contêm seis praças públicas, 22 ruas e 9 travessas. Há um teatro razoável onde o público é divertido por companhias de amadores. Além de muitas fontes particulares, existem quatro chafarizes que fornecem água puríssima.” Richard Burton.
Chafariz do Kaquende, Sabará, Minas Gerais, Brasil
Chafariz do Kaquende, Sabará, Minas Gerais, Brasil
Sabará - MG
Fotografia
O Chafariz do Kaquende, foi construído em 1950, por João Duarte
e José de Souza. Um dos chafarizes mais conhecidos de Sabará, é responsável por
abastecer a cidade desde de 1957, sua água límpida vem de uma nascente do Morro
de São Francisco.
Construído em pedra revestida de massa e pintura, com paredes à maneira de pilastras, possui duas bicas simples, jorrando água canalizada sobre um pequeno tanque, no alto das bicas tem-se uma escultura em pedra-sabão e inúmeras pinturas sobre as pedras, possuiu também ornamentos das armas portuguesas, que foram retiradas após a Proclamação da Independência do Brasil. O nome Kaquende, em língua tupi-guarani significa “água cristalina que dali brota” e em língua africana, “jovem forte e valoroso”.
O Chafariz do Kaquende está localizado na Rua São João, s/n, Centro.
Construído em pedra revestida de massa e pintura, com paredes à maneira de pilastras, possui duas bicas simples, jorrando água canalizada sobre um pequeno tanque, no alto das bicas tem-se uma escultura em pedra-sabão e inúmeras pinturas sobre as pedras, possuiu também ornamentos das armas portuguesas, que foram retiradas após a Proclamação da Independência do Brasil. O nome Kaquende, em língua tupi-guarani significa “água cristalina que dali brota” e em língua africana, “jovem forte e valoroso”.
O Chafariz do Kaquende está localizado na Rua São João, s/n, Centro.
Chafariz do Kaquende, Sabará, Minas Gerais, Brasil (Chafariz do Kaquende) - Edgar Walter
Chafariz do Kaquende, Sabará, Minas Gerais, Brasil (Chafariz do Kaquende) - Edgar Walter
Sabará - MG
Coleção privada
OST - 61x74
Rio Antigo, Rio de Janeiro, Brasil (Rio Antigo) - Oswaldo Teixeira
Rio Antigo, Rio de Janeiro, Brasil (Rio Antigo) - Oswaldo Teixeira
Rio de Janeiro - RJ
Coleção privada
Óleo sobre eucatex - 42x33 - 1944
Dia da Telefonista - 29 de Junho - Artigo
Dia da Telefonista - 29 de Junho - Artigo
Artigo
29 de junho: Dia da Telefonista
A profissão de telefonista surgiu em 1878, com a criação da primeira central telefônica em Connecticut, nos Estados Unidos, dois anos após Alexander Graham Bell ter inventado o aparelho para transmissão de voz. Atualmente, estamos tão habituados a realizar ligações diretas usando nossos aparelhos de telefone fixos ou smartphones que é até difícil imaginar que houve um tempo que era necessária a intermediação das telefonistas. Trabalhando em frente a um painel, a telefonista recebia uma ligação e conectava a tomada do telefone solicitado. Após isso, entrava em contato com a pessoa destinatária e transferia a chamada. No Brasil, a atuação da telefonista era indispensável até a década de 1980 e hoje está praticamente extinta diante do processo de automação da telefonia.
Na imagem, telefonista trabalhando, junho de 1970.
Nota do blog: Minha mãe já trabalhou como telefonista. Parabéns para ela!
A profissão de telefonista surgiu em 1878, com a criação da primeira central telefônica em Connecticut, nos Estados Unidos, dois anos após Alexander Graham Bell ter inventado o aparelho para transmissão de voz. Atualmente, estamos tão habituados a realizar ligações diretas usando nossos aparelhos de telefone fixos ou smartphones que é até difícil imaginar que houve um tempo que era necessária a intermediação das telefonistas. Trabalhando em frente a um painel, a telefonista recebia uma ligação e conectava a tomada do telefone solicitado. Após isso, entrava em contato com a pessoa destinatária e transferia a chamada. No Brasil, a atuação da telefonista era indispensável até a década de 1980 e hoje está praticamente extinta diante do processo de automação da telefonia.
Na imagem, telefonista trabalhando, junho de 1970.
Nota do blog: Minha mãe já trabalhou como telefonista. Parabéns para ela!
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