quinta-feira, 9 de julho de 2020

Bordel (Bordel) - Emiliano Di Cavalcanti


Bordel (Bordel) - Emiliano Di Cavalcanti
Coleção privada
Serigrafia - 54x36

Igreja de Nossa Senhora da Candelária, 1958, Rio de Janeiro, Brasil


Igreja de Nossa Senhora da Candelária, 1958, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia 

Obelisco do Piques e Largo da Memória, São Paulo, Brasil





Obelisco do Piques e Largo da Memória, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 14
Fotografia - Cartão Postal

Pavimentação com Paralelepípedos em Frente ao Convento da Luz, Avenida Tiradentes, Década de 1930, São Paulo, Brasil - João Alberto José Robbe


Pavimentação com Paralelepípedos em Frente ao Convento da Luz, Avenida Tiradentes, Década de 1930, São Paulo, Brasil - João Alberto José Robbe
São Paulo - SP
Fotografia

Promulgação da Constituição de 1946, Rio de Janeiro, Brasil


Promulgação da Constituição de 1946, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia


Multidão em frente ao Palácio Tiradentes, antiga Câmara dos Deputados (atual Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) para acompanhar a cerimônia de promulgação da Constituição dos Estados Unidos do Brasil de 1946, setembro de 1946.

Vista Parcial, Rio de Janeiro, Brasil



Vista Parcial, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia 

Nota do blog: Vista tomada a partir do Morro de Santo Antônio.

Palácio do Planalto, Brasília, Distrito Federal, Brasil


Palácio do Planalto, Brasília, Distrito Federal, Brasil
Brasília - DF
Fotografia

Cartão Postal "Associação Portuguesa de Desportos", 1956, São Paulo, Brasil


Cartão Postal "Associação Portuguesa de Desportos", 1956, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Cartão Postal

Nota do blog: Muitos podem não acreditar mas a Portuguesa era considerada "time grande" quando jogava contra Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, com seus jogos sendo considerados "clássicos". Hoje, mesmo respeitando e considerando as tradições do time, o termo não é mais procedente. Uma pena...

GM EV1, Estados Unidos












GM EV1, Estados Unidos
Fotografia

Encontrado Raro GM EV1 "Sobrevivente", Atlanta, Estados Unidos - Artigo





Encontrado Raro GM EV1 "Sobrevivente", Atlanta, Estados Unidos - Artigo
Atlanta - Estados Unidos
Artigo

O elétrico GM EV1 está prestes a se tornar uma lenda urbana, quase uma fábula automotiva que pode ter acontecido ou não. Mas aconteceu.
Vinte e três anos após o início de sua produção (em 1996), eis que uma unidade é encontrada em estado de abandono na cidade de Atlanta, nos Estados Unidos.
Aqui é a hora de encaixar a pergunta: desde quando um carro abandonado relativamente moderno é digno de virar notícia?
Essa é a parte do "senta que lá vem história". O EV1 foi lançado como uma experiência de mercado na segunda metade da década de 90. A General Motors queria testar a tecnologia e só produziu 1.117 unidades do compacto 100% elétrico.
À época, a própria GM enfrentou resistência da indústria, de políticos e do setor petroleiro. Em vez de vender os carros, o fabricante ofereceu aos interessados por leasing — uma espécie de financiamento em que o veículo é devolvido ao final do período contratado.
No caso do EV1, havia uma cláusula sujeitando os clientes à devolução do modelo a qualquer tempo, se solicitado pela General Motors, sob pena de aplicação de multa.
Sem dar nenhuma explicação, tanto aos clientes quanto ao mercado, a GM enviou um comunicado aos consumidores requerendo a devolução imediata de todos os EV1. O caso virou notícia, mas a empresa resistiu em oferecer explicações convincentes.
O assunto acabou se tornando um tabu industrial e até rendeu assunto para o documentário Quem Matou o Carro Elétrico? (2006). O filme contou com a participação de celebridades, como Mel Gibson e Tom Hanks, e até o advogado Ralph Nader — famoso por enfrentar a indústria automobilística nos anos 60 por questões de falta de segurança dos automóveis daquela década. 
Cerca de 20 unidades remanescentes foram desativadas e inutilizadas, sendo doadas para museus e universidades.
Na década de 90, o EV1 foi oferecido de forma extremamente limitada — apenas na região da Califórnia e algumas cidades do Arizona e Phoenix. Um ano após ser introduzido no mercado, chegou a São Francisco e Sacramento. 
O modelo era equipado com um motor elétrico que rendia 138 cavalos.
Esse projeto-piloto era considerado o mais rápido dos elétricos. Chegava a 128 km/h e tinha autonomia de 113 km na primeira versão, 257 km na segunda. Tudo isso graças às baterias desenvolvidas pela Delphi e pela Panasonic, posteriormente. 
Ao "comprar" o veículo, que tinha preço sugerido de US$ 34.000 (cerca de aproximadamente R$ 140 mil), o motorista recebia também o carregador. A bateria levava 15 horas para carregar por completo. Além disso, havia também um kit de carga rápida para 220 volts, que diminuia o tempo de recarga para 12 horas.
Apesar de inovador, o EV1 sofreu represálias. A General Motors enfrentou pressões da indústria do petróleo e por estar se inserindo em um nicho de mercado ainda pouco explorado, a montadora encerrou a produção do veículo em 1999.
Os EV1 foram retomados, confiscados e destruídos sob protesto dos entusiastas, até mesmo com episódios de prisão de manifestantes.  A GM foi acusada de sabotar o próprio projeto por conta de pressões jamais confirmadas, assim como as acusações à fábrica nunca foram confirmadas.
Atualmente, a General Motors faz grande esforço para tornar viável o Chevrolet Volt e, inclusive no Brasil, se prepara para expandir o mercado do hatch Bolt.