quinta-feira, 16 de julho de 2020

Rua Amador Bueno, Circa 1900, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Rua Amador Bueno, Circa 1900, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Data efetiva e autoria não obtidas.

Stutz Model MB Monte Carlo by Weymann 1930, Estados Unidos































Stutz Model MB Monte Carlo by Weymann 1930, Estados Unidos
Fotografia


Among the most beautiful sedans of the Classic Era, Stutz’s Monte Carlo was produced by the Weymann American Body Company of Indianapolis, using the patented French “Weymann method” with outer body panels of colored synthetic leather. The result was relatively lightweight and flexible closed coachwork, memorably advertised as “squeakproof,” which when combined with the Monte Carlo’s low, almost menacing lines, resulted in one of the all-time ultimate Stutzes.
The example offered here was one of three known to have been produced on the 1930 Model MB chassis, with the powerful ‘SV16’ engine. It resided for many years in the fabled Stutz hoard of A.K. Miller in East Orange, Vermont, from which it was finally sold in 1985, reportedly as part of a package deal to gunmaker and Stutz enthusiast, William Ruger. Still in very complete original and unrestored condition, the Monte Carlo was then acquired by the late, beloved California-based collector, Jacques Harguindeguy, and was restored by him in concert with mechanic Lloyd Buck and noted upholsterer Ken Nemanic, the latter known for his artistry in restoring Weymann bodies. Their hard work paid off in 1990 when the car was exhibited, fresh from its restoration, at the Pebble Beach Concours d’Elegance, winning Best in Class, the first of several honors it would receive in concours competition.
The Stutz was acquired in 1996 by the Blackhawk Collection, then sold in 2001 to Stanley Zimmerman. Mr. Zimmerman transferred the car in 2007 to the Automobile Driving Museum of El Segundo, California, an institution he co-founded, with the focus on maintaining cars in driving condition and sharing them in that form with the public. There the car has been well-maintained both cosmetically and mechanically, while continuing to be shown regularly at events in Southern California. Now a beautiful older restoration, it is being sold today to fund the Automobile Driving Museum’s continued operations.

Antiga Fábrica da Refrescos Ipiranga / Coca Cola, Avenida Francisco Junqueira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





Antiga Fábrica da Refrescos Ipiranga / Coca Cola, Avenida Francisco Junqueira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Edifício Martinelli, São Paulo, Brasil


Edifício Martinelli, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal N. 31
Fotografia - Cartão Postal


O Edifício Martinelli está localizado no centro de São Paulo entre as ruas São Bento, Av. São João e a Rua Líbero Badaró.
O Edifício projetado e idealizado pelo italiano Giuseppe Martinelli simbolizou o progresso da cidade na década de 1920. Mais de 600 operários trabalharam nas obras da construção iniciada em 1924. A inauguração aconteceu em 1929, com 20 andares.
Com o passar dos anos, novos pisos complementaram a construção. O objetivo de Martinelli, contudo, era chegar aos 30 andares. A obra gerou muita polêmica, pois até então não havia nenhum prédio em São Paulo com grande altura. Na época, edifícios com mais de 10 andares eram considerados muito altos.
Atualmente, o prédio é um dos principais símbolos arquitetônicos do Brasil, já foi ponto de encontro da alta sociedade paulistana.

quarta-feira, 15 de julho de 2020

Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores, Rio de Janeiro, Brasil


Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Ao longo de muitas décadas, os imigrantes chegaram pelo mar e passaram seus primeiros dias nas hospedarias públicas. De 1883 a 1966, uma ilha na Baía de Guanabara abrigou a primeira Hospedaria de Imigrantes do Brasil: a Ilha das Flores.
Criada pelo governo imperial, ela atendia ao programa de incentivo à vinda de imigrantes como força de trabalho, não apenas em substituição à mão de obra escrava, mas também para o cultivo do café. Por ali passaram italianos, portugueses, espanhóis, alemães, austríacos, russos, poloneses, franceses, ingleses, suecos, suíços, chineses, árabes, letões e judeus, entre outros grupos.
De acordo com os registros do Arquivo Nacional, apenas nos anos iniciais de funcionamento, entre 1883 e 1914, teriam estado na hospedaria cerca de 500 mil imigrantes. O segundo maior movimento aconteceu mais tarde, de 1946 a 1960, com aproximadamente 50 mil refugiados da Segunda Guerra Mundial, que aportaram no Rio de Janeiro. Em 1966, a hospedaria fechou e passou a pertencer à Marinha do Brasil.


Vista Aérea do Estádio Santa Cruz, Botafogo Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Vista Aérea do Estádio Santa Cruz, Botafogo Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil 
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Ribeirão Preto tem hoje, como equipes oficiais, o Comercial, Botafogo e Olé Brasil.
Mas já teve dezenas de times amadores ao longo da sua história.
Destes, vale ressaltar o nome de quatro clubes. A Associação Athletico Gymnasial, União Paulistano, Tiberense e Ideal Futebol Clube. O Athletico Gymnasial foi o primeiro adversário do Comercial em sua história. O clube, que no início do século já tinha renome na cidade, venceu o Leão por 3x1.
Já os outros três, União Paulistano, Tiberense e Ideal Futebol Clube, são os clubes que deram origem ao Botafogo no ano de 1918. 
A curiosa história do nome do clube já se tornou quase uma lenda urbana. Conta a história que além dos representantes dos times, membros da antiga Estrada de Ferro Mogiana e da Companhia Antarctica Paulista também estavam presentes na reunião para a formação do novo time. Em certo momento da discussão, que já estava acalorada, um dos participantes teria dito “Ou vocês definem logo o nome ou então ‘bota fogo’ em tudo e acabem com essa história”. 



Estádio do Comercial Futebol Clube, Estádio da Tibiriçá, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





Estádio do Comercial Futebol Clube, Estádio da Tibiriçá, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

O primeiro estádio da cidade e o primeiro do Comercial. Na época recebeu os primeiros duelos do Come-Fogo ainda em fase amadora. Foi desativado em 1936 e hoje o seu espaço faz parte da sede da Sociedade Recreativa de Ribeirão Preto, localizado entre a Avenida Nove de Julho e a Rua Tibiriçá.
Uma curiosidade do estádio é que ele foi um dos primeiros do estado de São Paulo a receber grama natural. A transformação do campo de terra para grama aconteceu devido a torcida comercialina ser composta pelos membros da elite da época, e as damas e cavalheiros não gostavam da poeira levantada com a terra.

Excursão do Comercial Futebol Clube, 1968, Aparecida, São Paulo, Brasil


Excursão do Comercial Futebol Clube, 1968, Aparecida, São Paulo, Brasil
Aparecida - SP
Fotografia

Nota do blog: O elenco do Comercial de Ribeirão Preto se dirigiu a cidade para "pagar uma promessa". Além disso, disputou uma partida contra o time local, o Aparecida, vencendo por 1x0, gol de Antoninho.

Disco Comemorativo do Cinquentenário do Comercial Futebol Clube, "Orgulho-me de Ter Sido um dos Construtores Deste Estádio!", 10/10/1911-10/10/1961, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Disco Comemorativo do Cinquentenário do Comercial Futebol Clube, "Orgulho-me de Ter Sido um dos Construtores Deste Estádio!", 10/10/1911-10/10/1961, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Fotografia da frente e do verso da capa do disco. Na fotografia da frente se vê a maquete do que um dia viria a ser o estádio do Comercial Futebol Clube. O estádio começou a ser construído naquele ano (1961), após a doação do terreno por Francisco de Palma Travassos, sendo inaugurado em 1964, em um jogo contra o Santos. Pela imagem, nota-se que a maquete não foi construída em sua integralidade, (não foi construída a arquibancada do lado esquerdo da imagem, ficando o estádio com o formato de um "c"), provavelmente devido a falta de recursos. De qualquer forma, uma imensa vitória para o time e sua torcida.

Vista da Área das Piscinas, Poli-Esportivo do Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Vista da Área das Piscinas, Poli-Esportivo do Comercial Futebol Clube, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Infelizmente, não existe mais. Com o tempo e falta de recursos, acabou sucateado e penhorado pela Justiça, indo a leilão para o pagamento de parte das inúmeras dívidas do clube. Adquirido por um grupo empresarial no leilão, atualmente é um terreno com mato alto, ao lado do estádio...