segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Vista Aérea Geral, Amparo, São Paulo, Brasil


Vista Aérea Geral, Amparo, São Paulo, Brasil
Amparo - SP
Foto Postal Colombo N. 28
Fotografia - Cartão Postal

Palácio Rio Branco / Palácio do Governo do Estado, Salvador, Bahia, Brasil


Palácio Rio Branco / Palácio do Governo do Estado, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador - BA
Fotografia 

Palácio Rio Branco / Palácio do Governo do Estado, Salvador, Bahia, Brasil


Palácio Rio Branco / Palácio do Governo do Estado, Salvador, Bahia, Brasil
Salvador - BA
N. 5
Fotografia - Cartão Postal


O Palácio Rio Branco é a antiga sede do governo da Bahia. Está situado em Salvador, na Praça Tomé de Sousa, onde também se encontram a Prefeitura da cidade, a Câmara Municipal e o Elevador Lacerda. A construção atual é de 1919, e seu nome é uma referência ao Barão do Rio Branco.
O palácio primitivo começou a ser construído pelo primeiro governador-geral do BrasilTomé de Sousa, em meados do século XVI, para ser o centro da administração portuguesa. No início era de taipa de pilão, recebendo posteriormente pequenas ampliações. Teve várias funções, como quartel e prisão. Abrigou Dom Pedro II, quando este veio em visita a Bahia em 1859. No fim do século XIX, ainda ostentava a velha fachada colonial portuguesa, símbolo de decadência na nascente República. Recebeu então uma profunda reforma, ficando pronto em 1900, na gestão do governador da BahiaLuís Viana. Passava então a exibir um nobre e imponente estilo neoclássico, bem ao gosto francês.
Em 10 de janeiro de 1912, o palácio foi um dos pontos atingidos pelo bombardeio efetuado na cidade do Salvador, a mando do Presidente da República Hermes da Fonseca. O prédio ficou praticamente em ruínas. Entre as várias perdas, a mais dolorosa foi a destruição do rico acervo de livros raros que ficava na parte térrea. Depois daí, começou a reconstrução, sendo reinaugurado pelo governador Antônio Muniz Sodré de Aragão, em 1919. O palácio reerguido recebeu o nome de "Rio Branco", em homenagem a um dos maiores estadistas brasileiros, o Barão do Rio Branco. Em 1984 foi feita uma restauração completa no prédio, devido ao péssimo estado de conservação em que se encontrava. Hoje abriga a Fundação Pedro Calmon, a Fundação Cultural do Estado da Bahia e o "Memorial dos Governadores".

domingo, 2 de agosto de 2020

Cartaz de Propaganda, "Plasma Phosphatado", Instituto Doyen, Porto, Portugal


Cartaz de Propaganda, "Plasma Phosphatado", Instituto Doyen, Porto, Portugal
Porto - Portugal
Coleção privada
Litografia - 145x92

Cartaz de Propaganda da Segunda Guerra, "End Goal", 1944, União Soviética, Atual Rússia - Nikolai Andreevich Dolgorukov



Cartaz de Propaganda da Segunda Guerra, "End Goal", 1944, União Soviética, Atual Rússia - Nikolai Andreevich Dolgorukov
Propaganda de Guerra - União Soviética, Atual Rússia
Cartaz - Poster

Estação Alto da Serra, Estação de Paranapiacaba, SPR, 1906, Santo André, São Paulo, Brasil


Estação Alto da Serra, Estação de Paranapiacaba, SPR, 1906, Santo André, São Paulo, Brasil
Santo André - SP
Fotografia 

Réplica e Original dos Ornamentos em Forma de Lagosta, Fonte Monumental, Praça Júlio Mesquita, São Paulo, Brasil






Réplica e Original dos Ornamentos em Forma de Lagosta, Fonte Monumental, Praça Júlio Mesquita, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: As fotos 1 e 2 são das réplicas construídas em material sem valor econômico instaladas atualmente na Fonte. A foto 3 é das originais em bronze. As originais foram substituídas devido aos constantes furtos e depredações. As poucas que sobraram estão em um depósito da prefeitura. A diferença é gritante.

Instituto Butantan, 1928, São Paulo, Brasil


Instituto Butantan, 1928, São Paulo, Brasil 
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Lagostas Originais da Fonte Monumental, Praça Júlio Mesquita, São Paulo, Brasil




Lagostas Originais da Fonte Monumental, Praça Júlio Mesquita, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Nota do blog: Encontram-se armazenadas em depósito da prefeitura no bairro do Canindé. Essas lagostas foram construídas em bronze e fazem parte do conjunto original da Fonte Monumental. São as únicas que não acabaram furtadas ou depredadas. Como são obras de arte e parte do patrimônio artístico da cidade, não foram recolocadas para evitar furtos e depredações. As lagostas atuais da Fonte Monumental são réplicas das originais construídas em um material sem valor econômico para reciclagem.

Fonte Monumental, Praça Júlio Mesquita, 22/02/1928, São Paulo, Brasil




Fonte Monumental, Praça Júlio Mesquita, 22/02/1928, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Data 22/02/1928 / Autoria não obtida.