sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Vista Panorâmica dos Sobrados Coloniais, São Luís, Maranhão, Brasil


Vista Panorâmica dos Sobrados Coloniais, São Luís, Maranhão, Brasil
São Luís - MA
Edicard
Fotografia - Cartão Postal

Vista Panorâmica do Centro, Fortaleza, Ceará, Brasil


Vista Panorâmica do Centro, Fortaleza, Ceará, Brasil
Fortaleza - CE
Edicard
Fotografia - Cartão Postal

Obelisco Pedra da Memória, Avenida Beira Mar, São Luís, Maranhão, Brasil


Obelisco Pedra da Memória, Avenida Beira Mar, São Luís, Maranhão, Brasil
São Luís - MA
Fotografia


Um monumento é uma estrutura construída para homenagear um personagem ou retomar um acontecimento histórico, e embelezar a arquitetura de uma cidade. Em São Luís, esta herança cultural está presente em diversas construções, como as fontes do Ribeirão e das Pedras, as ruínas do Sítio do Físico e as antigas fábricas Cânhamo e Santa Amélia.
Na região do Cais da Sagração, próximo ao Palácio dos Leões, uma edificação se destaca das demais. Localizada em um enclave na Avenida Senador Vitorino Freire, a Pedra da Memória é um obelisco construído em cantaria no ano de 1841, para homenagear a maioridade (e posterior sagração) do Imperador Dom Pedro II, ocorrida em 18 de julho daquele ano.
“No Maranhão, a chegada da notícia sobre a coroação do Imperador gerou três dias de festejos e comemorações, dias 14, 15 e 16 de setembro de 1841, principalmente em São Luís”, Euges Silva de Lima, professor e presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM)
O objeto de ponta piramidal outrora se destacava no Campo do Ourique – região que atualmente envolve o território localizado entre a Escola Liceu Maranhense e a Biblioteca Benedito Leite. A mudança de sede ocorreu em 1943, em virtude de reformas urbanas no local. Joaquim Vieira da Luz (escritor) liderou um movimento para preservar o monumento, que culminou com a transferência da modelagem para o local atual local.
Hoje, apesar de ter passado por limpeza e recuperação, o monumento é desconhecido da maior parte da população de São Luís. 
A construção da Pedra da Memória tomou quase três anos. Projetada em agosto de 1841 pelo tenente-coronel José Joaquim Rodrigues Lopes (do Imperial Corpo de Engenheiros), foi concluída apenas em 28 de julho de 1844, quando o presidente da Província do Maranhão em exercício, João José de Moura Magalhães, a inaugurou.
Segundo pesquisa do professor Euges Silva de Lima, presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) para o biênio 2014/2016, “no Maranhão, a chegada da notícia sobre a coroação do Imperador gerou três dias de festejos e comemorações, dias 14, 15 e 16 de setembro de 1841, principalmente em São Luís. Verdadeira festa cívica, comandada pelo presidente da província, João Antônio de Miranda, culminando com a criação de orfanato, lançamento de obras públicas e monumentos”.
As notícias da época revelam o clima de euforia com a sagração do novo Imperador é evidente. Na primeira página do Jornal Maranhense de número 27, o fato é noticiado com destaque pelo presidente provincial: “Na tarde do dia 15 houve nova e magnífica parada no campo de Ourique, para onde ainda concorrerão as pessoas mais gradas da capital, e immenso povo, ahi tive a honra ainda de lançar a pedra fundamental para uma Pyramide, que a corporação Militar inaugurou à Sagração de S. M. o Imperador”. 

Obelisco Pedra da Memória, Avenida Beira Mar, São Luís, Maranhão, Brasil



Obelisco Pedra da Memória, Avenida Beira Mar, São Luís, Maranhão, Brasil
São Luís - MA
Edicard
Fotografia - Cartão Postal


A Pedra da Memória é um monumento obeliscal localizado em São Luís, capital do estado brasileiro do Maranhão.
A construção do monumento foi iniciada em 1841 e concluída em 28 de julho de 1844; foi erigida em homenagem à maioridade do imperador Dom Pedro II.
Inicialmente ficava localizada em uma região denominada Campo de Ourique (onde hoje fica o Liceu Maranhense), nas proximidades do antigo Quartel Militar do 5º Batalhão de Infantaria. Com a sua inauguração, outras denominações também foram dadas para o logradouro, como Largo do Quartel (área da frente), que mais tarde passou a se chamar Praça da Independência (1868) e Praça Deodoro; e Largo da Pirâmide (área posterior).
Posteriormente, em 1940, foi deslocada do local original para um dos semicírculos da Avenida Beira-Mar, próximo ao Palácio dos Leões, em razão de reformas urbanas. Foi realizado um movimento liderado por Joaquim Vieira Cruz, membro da Academia Maranhense de Letras, para salvar o monumento.

Parlamento, Budapeste, Hungria



Parlamento, Budapeste, Hungria
Budapeste - Hungria
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Vista da Ponte Hercílio Luz, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil


Vista da Ponte Hercílio Luz, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil
Florianópolis - SC
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Ponte de Pedra da Cadeia, São João del-Rei, Minas Gerais, Brasil


Ponte de Pedra da Cadeia, São João del-Rei, Minas Gerais, Brasil
São João del-Rei - MG
Edicard
Fotografia - Cartão Postal

Ponte de Pedra da Cadeia, São João del-Rei, Minas Gerais, Brasil


Ponte de Pedra da Cadeia, São João del-Rei, Minas Gerais, Brasil
São João del-Rei - MG
Edicard
Fotografia - Cartão Postal


Um dos mais conhecidos marcos da cidade de São João del-Rei (MG), a ponte da Cadeia impõe-se na paisagem urbana com seus arcos e muradas de pedra, próxima da atual sede da Prefeitura Municipal. A construção se deu em 1797, depois que a antiga obra, feita de madeira, ruiu durante a passagem de uma procissão. Fez-se então a nova ponte com pedra, a primeira a utilizar este tipo de material na cidade. Erguida sobre o córrego do Lenheiro, foi inaugurada em 1849.
A iniciativa coube ao Senado da Câmara, órgão que reunia funções legislativas e de administração pública no período colonial. Outro motivo para a sua construção foi o fato de se ligar à rua da Intendência, a de maior comércio e de maior utilidade ao público naquele tempo. De acordo com as instruções da época, exigia-se a edificação "em pedra e cal (...) com três arcos de 32 palmos cada um".
O seu nome se originou após a transferência da cadeia da cidade para o subsolo da Casa da Câmara, hoje prefeitura. Muito embora, em 1926, uma lei do município lhe tenha mudado o nome para ponte Municipal, a obra ainda é conhecida como ponte da Cadeia. É formada por três arcos e tem uma cruz em pedra no meio do arco central.

Guajará-Mirim, Década de 40, Território Federal do Guaporé, Atual Estado de Rondônia, Brasil


Guajará-Mirim, Década de 40, Território Federal do Guaporé, Atual Estado de Rondônia, Brasil
Guajará-Mirim - RO
O. F. de Souza
Fotografia - Cartão Postal

Decalque Comemorativo do IV Centenário de São Paulo, 1954, São Paulo, Brasil



Decalque Comemorativo do IV Centenário de São Paulo, 1954, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia