domingo, 15 de novembro de 2020

Apóstolo São Paulo (Apóstolo São Paulo) - Edmundo Migliaccio

 





Apóstolo São Paulo (Apóstolo São Paulo) - Edmundo Migliaccio
Acervo Artístico da Câmara Municipal de São Paulo, São Paulo, Brasil
OST - 181x142 - 1956



Localizado no Salão Nobre do Palácio Anchieta, retrata o santo que dá nome à cidade, já que ela foi fundada no dia da conversão de São Paulo, 25 de janeiro.
A obra Apóstolo São Paulo foi pintada por Edmundo Migliaccio, que a doou à Câmara Municipal de São Paulo em 1957. Na tela, óleo sobre tela, o artista retratou o santo de uma forma tradicional: com auréola, segurando um livro que representa as epístolas (cartas) escritas por Paulo e uma espada. De acordo com a tradição cristã, São Paulo foi decapitado no ano 64 por ordem do imperador Nero. Como ele era cidadão romano, não podia ser crucificado. É costume nas imagens religiosas que os mártires segurem o objeto com o qual foram mortos.
Um destaque do quadro é que São Paulo, que viveu no Oriente Médio e no Sul da Itália, está representado em uma paisagem que mostra o Pico do Jaraguá, o ponto mais alto da cidade, com 1.135 metros de altitude.
Na cerimônia de inauguração do quadro, no Palacete Prates, na época sede da CMSP, o bispo auxiliar de São Paulo na ocasião, Dom Paulo Rolim Loureiro, benzeu a obra e fez elogios ao quadro e ao pintor. “Divisa-se, ao fundo o Jaraguá, torre majestosa desta cidade, que ele viu nascer, crescer, expandir-se e que tem acompanhado em todos os seus momentos de evolução, em todas as fases do seu progresso”, afirmou o religioso. “O Jaraguá, o monumento que Deus ergueu à vista dos paulistanos, para que dele aprendam a sublime lição das alturas das ascensões cívicas e religiosas, do subir constante, diuturno para as culminâncias, onde, por fim, o homem se encontra com Deus”, completou o bispo.
Desde criança, Migliaccio demostrou interesse em artes plásticas. Mudou-se para o capital para estudar no Liceu de Artes e Ofícios e no Instituto Profissional Masculino do Brás.
Migliaccio conquistou fama com seus retratos e paisagens. “Como pintor, ainda que modesto, tenho-me esforçado em transportar para a tela as imagens mais puras que caracterizam a arte pictórica”, afirmou Migliaccio no discurso de agradecimento ao receber o título de cidadão paulistano, em 30 de outubro de 1962.

Manhã de Sol em São Paulo, Brasil (Manhã de Sol em São Paulo) - Henrique Manzo



 

Manhã de Sol em São Paulo, Brasil (Manhã de Sol em São Paulo) - Henrique Manzo
São Paulo - SP
Acervo Artístico da Câmara Municipal de São Paulo, São Paulo, Brasil
OST - 67x89 - 1925


João Brícola (João Brícola) - Nicolo Petrilli

 



João Brícola (João Brícola) - Nicolo Petrilli
Acervo Artístico da Câmara Municipal de São Paulo, São Paulo, Brasil
OST - 120x85 - 1915



Nascido em 1853, o contador João Brícola foi tesoureiro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e, ao morrer, em 1914, deixou muitos de seus bens para a entidade. Era casado com Josefina Paes Briccolla, com quem teve dois filhos. O palacete que levava seu nome, na Praça Antônio Prado, também foi deixado à Santa Casa. Em 1936, a entidade transferiu o Palacete João Brícola para o Banco do Estado de São Paulo (Banespa), em troca de um outro imóvel localizado na Praça Ramos de Azevedo. O banco demoliu o Palacete João Brícola e, em seu lugar, construiu o Edifício Altino Arantes, que, inaugurado em 1947, tornou-se um dos prédios mais conhecidos de São Paulo.
O quadro foi pintado em 1915, um ano após a morte do retratado, pelo pintor italiano Nicolo Petrilli. Junto com Antonio Rocco e A. Sironi, Petrilli fundou em 1918 a Escola Novíssima, com cursos destinados à educação profissionalizante e ao ensino público feminino.

Praça Antônio Prado, Vista Tirada do Palacete João Brícola, Circa 1910, São Paulo, Brasil


 

Praça Antônio Prado, Vista Tirada do Palacete João Brícola, Circa 1910, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: O Palacete João Brícola foi demolido para a construção do Edifício Altino Arantes.

Rosas Amarelas (Rosas Amarelas) - Irisney Bosco


 

Rosas Amarelas (Rosas Amarelas) - Irisney Bosco
Coleção privada
OST - 60x80 - 2020

Pequenas Morangas (Pequenas Morangas) - Irisney Bosco


 

Pequenas Morangas (Pequenas Morangas) - Irisney Bosco
Coleção privada
OST - 40x50 - 2019

Campo de Papoulas (Campo de Papoulas) - Irisney Bosco


 

Campo de Papoulas (Campo de Papoulas) - Irisney Bosco
Coleção privada 
OST - 60x80 - 2019

Oração da Serenidade - Artigo


 

Oração da Serenidade - Artigo
Artigo



Os grupos anônimos de ajuda mútua sugerem, em seu programa de recuperação, que as pessoas admitam a existência de um Poder Superior a elas mesmas, tal como cada um queira concebê-lo.
Iniciam e encerram todas as suas reuniões proferindo a Oração da Serenidade, embora não estejam filiados a nenhuma organização religiosa, havendo lugar para pessoas de todas as crenças, inclusive aqueles que não tenham nenhuma.
“Concedei-me Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar; coragem para modificar aquelas que posso, e sabedoria para distinguir umas das outras.”
Essa oração foi extraída da Oração da Serenidade, de autoria do teólogo Rinhold Niebuhr, cuja íntegra transcrevo:
Concedei-me, Senhor a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar;
Coragem para modificar aquelas que posso e
Sabedoria para conhecer a diferença entre elas.
Vivendo um dia de cada vez;
Desfrutando um momento de cada vez;
Aceitando que as dificuldades constituem o caminho à paz;
Aceitando, como Ele aceitou,
Este mundo tal como é, e não como eu queria que fosse;
Confiando que Ele acertará tudo
Contanto que eu me entregue à Sua vontade;
Para que eu seja razoavelmente feliz nesta vida
E supremamente feliz com Ele eternamente na próxima.
Nota do blog: Serenidade é busca diária. Não é algo fácil mas, certamente, algo que vale a pena buscar!

sábado, 14 de novembro de 2020

Local Onde Seria Construído o Estádio Municipal, Pacaembu, São Paulo, Brasil


 

Local Onde Seria Construído o Estádio Municipal, Pacaembu, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia 

Fachada da Basílica de Santa Maria degli Angeli e dei Martiri, 1900, Roma, Itália

 


Fachada da Basílica de Santa Maria degli Angeli e dei Martiri, 1900, Roma, Itália
Roma - Itália
Fotografia

In questa istantanea del 1900 alcune persone ammirano la Fontana delle Naiadi e la facciata della Basilica di Santa Maria degli Angeli e Martiri. Il complesso voluto da Papa Pio IV e costruito nell’aula centrale delle Terme di Diocleziano fu eretto tra 1560 e il 1564. Il progetto e la direzione lavori fu di Michelangelo, mentre all’attuazione dell’opera badò Jacopo Del Duca (suo allievo). Si ebbero successivi interventi, ma il più importante fu quello del 1749 ad opera di Luigi Vanvitelli che non solo cambiò l’orientamento della basilica, ma ne modificò anche la facciata. Questo intervento però venne rimosso nel 1911 nel tentativo di ripristinare la facciata originale.