domingo, 21 de fevereiro de 2021

Piazza della Rotonda, 1955, Roma, Itália

 


Piazza della Rotonda, 1955, Roma, Itália
Roma - Itália
Fotografia

Quando l’ho trovata sul web mi è sembrato un dipinto e invece è una bellissima diapositiva della piazza su cui sorge il Pantheon. Un’instantanea di vita che non esiste più, la salsamenteria, il bar Antonelli e il gommista, tutte attività sparite negli anni. Bellissima la fontana di Giacomo Della Porta, imperturbabile, invece, al passare degli anni.

Congestionamento na Lapa, Junho de 1965, Rio de Janeiro, Brasil

 


Congestionamento na Lapa, Junho de 1965, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Panorâmica do Vale do Anhangabaú, 1911, São Paulo, Brasil

 


Panorâmica do Vale do Anhangabaú, 1911, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Panorama contendo a "Ola Giratória" (brinquedo na frente do Cinema Bijou) na rua de São João (atual avenida São João), o Politeama e ao fundo, o Theatro São José e Viaduto do Chá.


Lamborghini Countach LP500S by Bertone 1984, Itália

 




























Lamborghini Countach LP500S by Bertone 1984, Itália
Fotografia



“Hide the women and the kids…There’s a Lamborghini Countach 5000S on the loose, looking for heads to turn”. Car and Driver, 1983.
Although the original LP400 Countach had been striking with its combination of angular lines and wedge-shaped bodywork, it was an automotive introvert when compared to the LP400 ‘S’ that appeared in 1978, subsequently becoming the LP500 S in 1982. Sporting extravagant flaring to the wheel arches to accommodate the widest rear wheels ever fitted to a road car and an optional arrow shaped rear wing, it took the Countach from a design language disrupter to the pin-up of choice for an entire generation of car-mad teenagers.
The biggest change for the ‘5000S’ was underneath the rear engine cover where the V-12 was enlarged from 3,929 cc to 4,754 cc and fed by six dual throat 45 DCOE side-draught Weber carburetors. Although power remained the same at 375 bhp, it arrived 1,000 rpm earlier at 7,000 rpm and peak torque grew from 266 lb-ft at 5,500 rpm to 302 lb-ft at 4,500 rpm. These increases lowered the 0-60 mph time to 5.6 seconds and increased top speed to 164 mph, which enabled it to compete on a level playing field in the performance stakes with its main rival, the Ferrari 512 BB.
This Countach was purchased by its current owner in 2015, acquiring the car in California and exporting it back to Europe shortly thereafter. It was originally delivered in 1984 to Monaco in its very 1980’s colour scheme Bianco over Bianco, but subsequently exported to the United States. Its DOT federalisation plate and California BAR sticker suggest that it may have always resided in the Golden State. The accompanying CARFAX report from its time in California shows it was initially registered in 1996 at the latest, and also shows a potential odometer rollback in 2004.
Its previous owner acquired the car in 2013 and proceeded to spend in excess of $30,000 on mechanical work, which included a full engine-out overhaul, new clutch and a myriad of sundry tasks to bring the car into a very presentable state. All of the work was carried out by the well-known specialists at Fast Cars of Redondo Beach and is documented in great detail in the history file. It is noted a previous sales description, of which a copy resides in the file, that the car was in very good condition cosmetically, especially inside where the interior was said to have been excellent and recently completely retrimmed.
Since being brought to Europe in early 2016, it has benefitted from further fettling at marque specialist Top Motors, with invoices in the file showing that the car was fully prepped in June 2016 during which, in addition to the routine service, the gearbox was removed and rebuilt with new seals and synchros, the front and rear suspension refreshed with new bushings and shock absorbers, the wheel bearings replaced, the fuel tank removed for treating and the carburetors cleaned. At around the same time, it was shod with brand new set of Pirelli tyres all round.
It has been lightly used since this work was carried out, covering just 300 km and last serviced in 2019. Painted in its factory correct specification of Bianco by Biondy e Parini and with Bianco interior it is stunning to behold, guaranteed to turn heads and still able to make even the most exotic modern machinery look conservative. This is the ultimate carbureted Countach and a 1980s icon.

Vista do Arco do Triunfo, Paris, França (Vue de l'Arc de Triomphe, Paris) - Eugène Galien-Laloue






Vista do Arco do Triunfo, Paris, França (Vue de l'Arc de Triomphe, Paris) - Eugène Galien-Laloue
Paris - França
Coleção privada
Guache - 19x31

 

Propaganda "Ford Maverick", Ford Maverick, Ford, Brasil


 

Propaganda "Ford Maverick", Ford Maverick, Ford, Brasil
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sábado, 20 de fevereiro de 2021

Ponte Ferroviária Sobre o Rio Pardo, 2020, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



 

Ponte Ferroviária Sobre o Rio Pardo, 2020, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nota do blog: O que sobrou dela...

Ponte Ferroviária Sobre o Rio Pardo, 1939, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Ponte Ferroviária Sobre o Rio Pardo, 1939, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia






Era uma vez uma ponte ferroviária histórica de 120 m de extensão que cortava um rio no interior de São Paulo e foi desmontada para ser usada em rodovias na região Norte do país.
Não, peraí. A história não acabou assim, ao menos por enquanto. Após uma recomendação do MPF (Ministério Público Federal), essa ponte metálica permanecerá no mesmo local, no rio Pardo, entre Ribeirão Preto a Jardinópolis, até que o caso seja reanalisado.
Ela, que foi construída nas últimas décadas do século 19 e integrava a Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, foi fundamental para o escoamento da produção de café de cidades das regiões de Ribeirão Preto e Franca até o porto de Santos, o que alavancou o desenvolvimento econômico de uma região compreendida por ao menos 60 cidades, e tem valor histórico.
Esses foram alguns dos argumentos usados para a sua preservação, mas ela, que está inutilizada atualmente, ainda corre o risco de ser desmontada.
Um processo em curso no Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) prevê a doação da ponte ao Acre, onde partes da estrutura metálica seriam aproveitadas na construção de pontes rodoviárias naquele estado.
O governo do Acre inclusive estava, desde agosto, autorizado a tomar posse do bem, mas o MPF em Ribeirão Preto enviou pedido de paralisação do processo, que foi acatado pelo Dnit.
“Informamos que o processo de doação da ponte ao Acre está suspenso enquanto a diretoria do Dnit analisa as recomendações do MPF​”, disse o órgão federal. Ou seja, a suspensão ainda não é definitiva.
O trecho no qual a ponte foi construída era chamado de Linha do Rio Grande, que partia de Ribeirão e prosseguia até Rifaina, já na divisa com Minas Gerais. Ele passava por cidades como Jardinópolis, Brodowski, Batatais, Restinga, Franca e Pedregulho e foi inaugurado em 1886, com visita de dom Pedro 2º.
Por causa dessa importância, membros do Instituto História do Trem levaram o caso ao MPF quando souberam da decisão do Dnit, já que a entidade tem projetos de preservação do patrimônio ferroviário existente em Ribeirão Preto e a ponte faz parte dos itens a serem mantidos.
Entre os projetos está a criação de um museu ferroviário e de um trem turístico, que utilizaria a ponte sobre o rio Pardo. Além disso, a ponte está em processo de tombamento municipal.
Em seu pedido, o procurador da República André Menezes argumentou que a ponte possui “enorme potencial turístico para ambos os municípios, recebendo visitantes mesmo à míngua de qualquer estrutura de visitação no entorno” e que esse potencial deve crescer com a implantação de um parque linear em Jardinópolis, que contou com doação, pelo Dnit, do leito remanescente da Companhia Mogiana em seu território.
Ainda conforme ele, a transferência da ponte para o Acre fará com que haja o “desmonte da superestrutura metálica”.
Não é a primeira vez que um patrimônio histórico corre risco de desaparecimento em Ribeirão Preto.
Uma das duas locomotivas expostas em áreas públicas quase deixou a cidade três anos atrás.
A maria-fumaça já estava sobre um caminhão para ser transportada para Salto para fazer parte do Trem Republicano, mas ações de órgãos de preservação, do MPF e da prefeitura conseguiram barrar a partida do caminhão e a locomotiva foi devolvida ao local em que está até hoje –ao lado da estação ferroviária da cidade.

Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil (Petrópolis) - João Batista da Costa


 

Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil (Petrópolis) - João Batista da Costa
Petrópolis - RJ
Coleção privada
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Sem Título (Sem Título) - João Batista da Costa


 

Sem Título (Sem Título) - João Batista da Costa
Coleção privada
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