sábado, 27 de março de 2021

Avenida Joaquim Nabuco, Manaus, Amazonas, Brasil


Avenida Joaquim Nabuco, Manaus, Amazonas, Brasil
Manaus - AM
Fotografia - Cartão Postal

 

Obras de Pavimentação no Centro, 1937, Rio de Janeiro, Brasil


 

Obras de Pavimentação no Centro, 1937, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Fachada do Estádio, Estádio Municipal, Pacaembu, São Paulo, Brasil



 

Fachada do Estádio, Estádio Municipal, Pacaembu, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal N. 201
Fotografia - Cartão Postal

Estádio Municipal, Atual Estádio Jornalista Mário Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil


 

Estádio Municipal, Atual Estádio Jornalista Mário Filho, Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 11
Fotografia - Cartão Postal

Rua João Alfredo, Belém, Pará, Brasil


 

Rua João Alfredo, Belém, Pará, Brasil

Belém - PA
N. 67
Fotografia - Cartão Postal

Usina Coruripe Unidade Iturama, Iturama, Minas Gerais, Brasil

 







Usina Coruripe Unidade Iturama, Iturama, Minas Gerais, Brasil
Iturama - MG
Grupo Coruripe
Fotografia


Usina Raízen Unidade Tarumã, Tarumã, São Paulo, Brasil











Usina Raízen Unidade Tarumã, Tarumã, São Paulo, Brasil
Tarumã - SP
Grupo Raízen
Fotografia


Nota do blog: Antiga Usina Nova América.



 

Mercado do Porto do Sal, Belém, Pará, Brasil


 

Mercado do Porto do Sal, Belém, Pará, Brasil
Belém - PA
Fotografia

O Mercado do Porto do Sal, localizado no Bairro da Cidade Velha, foi criado em 1933 para servir como central de abastecimento e escoamento da produção vinda da região das ilhas. Surgiu a partir do movimento do Porto do Sal, que ganhou este nome no período colonial, por ser um entreposto de chegada do sal inglês.

Mercado do Porto do Sal, Belém, Pará, Brasil


 

Mercado do Porto do Sal, Belém, Pará, Brasil
Belém - PA
N. 36
Fotografia - Cartão Postal

Ônibus Dirigível Pérola / "Ônibus Zeppelin" / "Zeppelin de Belém", Circa 1948, Belém, Pará, Brasil


 

Ônibus Dirigível Pérola / "Ônibus Zeppelin" / "Zeppelin de Belém", Circa 1948, Belém, Pará, Brasil
Belém - PA
Fotografia - Cartão Postal


Os dirigíveis zepelins, nome em homenagem ao conde alemão Ferdinand Von Zeppelin, considerado pioneiro no desenvolvimento de dirigíveis rígidos no início do século XX, despertavam fascínio pela inovação, para época, e também pelas formas e dimensões.
Alguns modelos passavam de 230 metros de comprimento.
Os primeiros zepelins operaram comercialmente pela Deutsche Luftschiffahrts-AG (DELAG) em 1910. Quatro anos depois, em 1914, a DELAG já havia transportado 10.000 passageiros pagantes em mais de 1500 voos.
Durante a Primeira Guerra Mundial, os militares alemães usaram os zepelins como bombardeiros. Apenas na Grã-Bretanha, o uso desses equipamentos para fins bélicos foi responsável pela morte de mais de 500 pessoas.
O nome de Zeppelin neste setor foi tão forte que todos os dirigíveis começaram a ser chamados de zepelins, independentemente da marca que os produziam.
Questões políticas, econômicas, técnicas e principalmente o desastre de Hindenburg em 1937, em Lakehurst, perto de Nova York, que matou 35 pessoas, abreviaram o fim da era dos dirigíveis.
Mas até então, os gigantes do ar eram pura sensação. A passagem do dirigível alemão Graf Zeppelin D-LZ127, em 1930 pelo Brasil, parou milhares de cidadãos estupefatos pela grandiosidade e beleza. A primeira passagem foi em 22 de maio, em Recife.
Em 1932, o Graf Zeppelin voltava ao Brasil desta vez nos céus do Rio de Janeiro.
Além de Rio e de Recife, o Zeppelin sobrevoou capitais como São Paulo e Curitiba.
Um dos fascinados pelo Zeppelin foi o empresário Joaquim Lourenço (Joaquim Português).
Segundo registros do Museu dos Transportes da NTU – Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, ele mandou construir carrocerias de ônibus com o formato dos dirigíveis no final dos anos 1940.
Os primeiros veículos com estrutura de madeira revestida de chapas de aço sobre chassis de caminhão começaram em 1948 a circular por Belém do Pará.
Com o nome "Dirigível Pérola", o modelo se destacava pelas formas bem diferentes dos ônibus tracionais. Feitos artesanalmente em oficinas de Belém, os primeiros ônibus-dirigíveis tinham faróis nos para-lamas, somente uma porta e as janelas não tinham vidros, apenas as cortinas.
A empresa Viação Sul Americana, fundada em 1950, comprou cinco veículos, com dimensões maiores (13 janelas laterais enquanto o modelo anterior tinha 12) e operou na cidade até que em meados da mesma década, transferiu os ônibus para São Luís, no Maranhão.
Em 1955, uma pequena empresa de ônibus de Manaus encomendava em Belém cinco ônibus-zepelins. Os veículos eram maiores, com 17 janelas, todas com vidro de correr, e podiam transportar em torno de 70 pessoas sentadas.
Um dos ônibus da Sul Americana não foi parar em São Luís, mas continuou em Belém, por onde circulou até metade dos anos de 1960 pela Viação Triunfo.
A FAU – Faculdade de Urbanismo e Arquitetura da Universidade Federal do Pará entrevistou em 2013, José Miguel Abrahão Filho, um dos proprietários do ônibus zeppelin de Belém. Ele contou que os ônibus eram sucesso de público, vendiam bastante passagens, mas tinham vários problemas técnicos, como peso excessivo, aerodinâmica inadequada e gasto demasiado de pneus.
As últimas unidades foram desmontadas e a madeira foi queimada em fogueiras nas festas de São João da cidade.