terça-feira, 20 de abril de 2021

Destilaria Alcana, Nanuque, Minas Gerais, Brasil

 



Destilaria Alcana, Nanuque, Minas Gerais, Brasil
Nanuque - MG
Grupo Infinity Bio Energy
Fotografia

Nota do blog: A  Alcana foi a falência e encontra-se em condição de abandono (bem diferente das imagens acima) no momento. Abaixo posto fotos do estado atual. Porém ainda existe esperança para a Alcana pois o que sobrou foi arrematado em leilão judicial pelo grupo controlador da Usina Alcon, de Conceição da Barra/ES, que prometem reativá-la. Não vai ser fácil...
























A Alcana foi fundada em 1985, onde gerou milhares de empregos diretos e indiretos, fomentando a economia e trazendo ao município de Nanuque um ciclo de prosperidade só comparável aos tempos dos anos 50 a 60, quando a cidade contava com diversas indústrias madeireiras. Com a compra da planta industrial da Alcana pela Infinity, a era de prosperidade terminou, já que a empresa foi a falência.A massa falida (Alcana) sofreu um longo período de processos na justiça até que culminou no arremate da Alcana pela Alcon. Com a compra do parque industrial da Alcana, os novos proprietários prometem investir cerca de 150 milhões de reais, sendo 50 para a recuperação da indústria e 100 na cultura de matéria prima.

Ferrari Portofino, Itália

 














Ferrari Portofino, Itália
Fotografia


A Ferrari California foi projetada para ser uma spider. A Portofino, por outro lado, já nasceu como cupê. E isso muda pressupostos, conceitos básicos e condução de todo o projeto. Em suma, em Maranello partiram de uma folha em branco e, para desenhar a traseira e a parte central da recém-nascida, parece que se inspiraram até mesmo na famosa, e nunca esquecida, 365 GTB/4 Daytona do final dos anos 1960.
De modo que a Portofino, deixando de lado todos os parentescos com a spider anterior, ostenta simples e puras linhas de um dois-volumes. Na dianteira, porém, tem muito da 812 Superfast, e isso é certamente bom. O estilo não é um fim em si mesmo, como sempre nas Ferrari. O ar que flui por cima, por dentro e por baixo da carroceria permite obter elevada carga aerodinâmica sem recorrer a apêndices externos nem sempre visualmente agradáveis.
Na cabine, soluções já vistas nas últimas GTs de Maranello. Você senta muito baixo, encaixado e sustentado por um assento quase perfeito, com o volante pequeno e vertical, agora redesenhado – ele tem a parte inferior chata, como na 812 Superfast, mas os muitos comandos que o povoam estão mais organizados e fáceis de usar. A começar pelo manettino, que, na Portofino, tem três posições: Comfort, Sport e ESC Off (desliga totalmente as ajudas eletrônicas; só para pistas). Além disso, há uma tecla que permite ativar o ajuste dos amortecedores no próprio manettino, o botão de partida e muito mais.
Bem diante dos olhos, o conta-giros grande, em primeiro plano, é o único instrumento físico remanescente; nas laterais, duas telas TFT concentram as informações para o motorista-piloto. À esquerda ficam as relacionadas ao funcionamento da mecânica; à direita, computador de bordo, mapa do navegador e muito mais. No centro do painel, a grande tela de 10,3” da central multimídia compatível com Apple CarPlay, enquanto uma tela sensível ao toque adicional, na frente do passageiro, é uma espécie de “segunda instrumentação”. No túnel, na clássica “ponte” (de carbono), os botões que permitem engatar a marcha à ré, da caixa de câmbio e, mais embaixo, o controle de largada (ou launch control).
Bastam 14 segundos para transformar a Portofino de cupê em uma spider igualmente fascinante. O teto se divide em dois, a tampa traseira se abre como uma caixa mágica, gira e tudo se encaixa no porta-malas. Pode ser feito com o carro em movimento, mas só até 40 km/h. Aberta, a Portofino é quase tão confortável. A cabine foi alvo de um cuidadoso estudo aerodinâmico que permitiu reduzir ruídos e roncos, deixando intacta – na verdade até melhorando – a acústica do V8, que, assim que você pressiona um pouco mais o pedal do acelerador, explode em toda a sua veemência.
O 8 cilindros ganhou 40 cavalos em relação à California T. No total, agora, são 600 cv a 7.500 rpm. Quanto ao torque, essa unidade biturbo entrega grandes quantidades, e de modo diferente conforme a marcha engatada. A curva de torque, de fato, cresce junto com as marchas, até atingir seu pico de 77,5 kgfm (a 3.000 rpm!) em sétima. Sua progressão é espetacular, não há outros adjetivos.
Quando se seleciona o modo Sport, a embreagem dupla solta as marchas uma após a outra com uma rapidez impressionante. A sucessão das marchas é incrível, com o motor que gosta de girar mais e mais. Simplesmente fantástico. E essa pode ser a menor das Ferrari, mas nos encontramos em velocidades absurdas sem perceber: a marca declara um 0-100 km/h em 3,5 segundos e, melhor ainda, um 0-200 em 10,8. Um dado que fala por si mesmo.
O controle, no entanto, é sempre fácil. O peso concentrado em torno do centro de gravidade e a distribuição com 54% do peso total nas rodas traseiras garantem um equilíbrio ideal para a Portofino. A direção elétrica e o diferencial eletrônico E-Diff3, ambos herdados da 812 Superfast, fazem a diferença. Juntos, trabalham muito bem: traçam trajetórias milimétricas, enquanto os cavalos, os muitos cavalos, chegam às rodas traseiras do modo mais eficaz possível. E isso define “prazer de dirigir”.

Ferrari Portofino M, Itália











 

Ferrari Portofino M, Itália
Fotografia

A Ferrari Portofino não é apenas um dos poucos cupês-conversíveis no mercado, também é o único que pode ser comprado com mais de dois assentos - e ainda tem o desempenho extremamente picante que esperamos de um modelo da marca.
Para manter este status, a fabricante agora revela a Ferrari Portofino M, versão evoluída do cupê, com pequenas modificações no seu design e alguns ajustes na motorização e dinâmica do que a marca chamada de seu "Spider GT 2+". É o primeiro carro que a Ferrari mostra desde o início da pandemia, o que faz com que a empresa o chame de um "símbolo da viagem de redescobrimento" das ruas. As primeiras unidades serão entregues no 2º trimestre de 2021, com preços a partir de 206.000 euros.
A nova versão da Portofino recebe a letra "M" no título, que significa "modificata" (modificada em italiano), termo que a Ferrari normalmente usa em versões evoluídas de seus modelos, como foi com a Testarossa e F355. Tanto é que, se você olhar para a versão anterior, as mudanças parecem ser mínimas.
Entre as principais inovações da Portofino M está uma modificação feita no motor 3.9 V8 biturbo. Ele passou dos 600 cv para 620 cv, entregues a 7.500 rpm (um ganho de 20 cv), enquanto o torque máximo foi mantido em 77,5 kgfm entre 3.000 e 5.750 rpm. Dados oficiais da Ferrari indicam que a velocidade máxima ultrapassa os 320 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h requer apenas 3,45 segundos, enquanto a de 0 a 200 km/h leva 9,8 s.
Outra alteração importante ocorreu no câmbio automatizado de dupla embreagem com caixa banhada à óleo, passando de 7 para 8 marchas, sendo a Portofino o primeiro modelo a usar essa transmissão. Comparada com a versão anterior, ela tem um módulo da embreagem 20% menor e com uma entrega de torque 35% maior.
Não é apenas a transmissão que faz sua estreia no cupê-conversível. A Portofino M também introduz um Manettino de cinco posições, o famoso seletor de modo de condução da Ferrari, inspirado no que é usado na Fórmula 1. Além dos tradicionais modos Comfort, Wet e Sport, ainda recebe uma opção Race, que maximiza o prazer ao dirigir a máquina na pista de corrida.
O design realmente mudou pouco. A mudança mais clara está no para-choque dianteiro com um formato diferente, ganhando novas entradas de ar, inclusive uma logo à frente das caixas de roda dianteiras, o que reduz o arrasto aerodinâmico.
Por outro lado, o para-choque traseiro é um pouco menor e o difusor de ar traz um design atualizado. As saídas do escapamento também foram alteradas, perdendo o abafador de som. Por fim, as lanternas têm um novo desenho interno.
Por fim, o cupê recebeu mais equipamentos, todos oferecidos como opcionais. É possível equipar a Ferrari Portofino M com aquecimento e ventilação dos bancos, controle de cruzeiro adaptativo, monitor de ponto cego, reconhecimento de placas de trânsito e farol alto automático. Os bancos ganharam uma nova estrutura feita de liga de magnésio e estofamento de densidade variada. Segue com capota rígida retrátil e a marca não tem planos de oferecer uma variante de tecido.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Rótulo "Margarina Matarazzo", 1959, São Paulo, Brasil


 

Rótulo "Margarina Matarazzo", 1959, São Paulo, Brasil
Rótulo

A Primeira Torre Transmissora de TV, São Paulo, Brasil

 


A Primeira Torre Transmissora de TV, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

No dia 31 de maio de 1950 a cidade parou nas proximidades do Viaduto do Chá. Todos queriam ver as imensas máquinas e a antena de transmissão que iam ser instaladas no topo do Edifício Altino Arantes, pertencente ao Banco do Estado de São Paulo (Banespa), o prédio mais alto na época, com 161 metros, num ponto bem elevado da cidade. Estavam presentes técnicos da RCA Victor no saguão dos Diários Associados e o engenheiro alemão Ernest Bast no topo do prédio.

Cinema Santa Helena, Década de 50, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil


 

Cinema Santa Helena, Década de 50, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil
Campo Grande - MS
Fotografia - Cartão Postal

Cascatinha da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil


 

Cascatinha da Tijuca, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Mercedes Benz 280 S 1975, Alemanha

 
















Mercedes Benz 280 S 1975, Alemanha
Fotografia


Catraias (Catraias) - Sérgio Bertoni


 

Catraias (Catraias) - Sérgio Bertoni
São Paulo - SP
Coleção privada
OST - 75x75 - 2002

Catraia, ou catraio, é uma embarcação de pouco calado, movida a vela, a remo ou do tipo canoa motorizada, que se emprega no transporte de passageiros, e que é geralmente manobrada por uma só pessoa, o catraieiro.