quarta-feira, 21 de abril de 2021

Ford Mustang Shelby GT500 Super Snake 2009, Estados Unidos





























 

Ford Mustang Shelby GT500 Super Snake 2009, Estados Unidos
Fotografia



The 2009 Ford Shelby GT500 Super Snake was the ultimate iteration of the fifth-generation Mustang, one enjoyed only by Shelby GT500 owners with the resources to avail themselves of the special services offered by Shelby Automobiles’ famed Mod Shops program. With 500 HP on tap and SVT-tuned suspension, the “standard” Shelby GT500 offered pure power and performance like virtually no production Mustang before it; but, even that was not enough for a contingent of owners willing to test the tuning prowess of Shelby American’s engineering wizards.
Showing just 2,563 miles, or 4,125 kilometers, this Torch Red 2009 Shelby Super Snake carries CSM No. 095S0035, which is displayed on plaques adorning the dash and engine compartment and on the door sill plates. Following Shelby tradition, the Super Snake’s exterior has been modified to remove any doubt as to its pedigree. There is a carbon composite hood with full-width scoops and hold-down pins, carbon fiber front splitter, mirror covers and rocker panels, special Super Snake exterior badges and matching sill stripes, front and rear brake cooling ducts, and a full-length longitudinal stripe. Capping off the exterior cosmetics are custom Shelby-designed Alcoa 20-inch aluminum wheels wearing Pirelli P-Zero tires.
Inside is a black and red leather interior fitted with a number of specific features, including a dash-mounted cluster with Shelby signature gauges for boost, oil pressure and water temperature, the aforementioned numbered dash plaque, Ford Racing short-throw shifter, Carroll Shelby Super Snake headrest and center console lid embroidery, and other unique items.
The Super Snake’s special cosmetics are certainly notable on their own, but the performance side of the ledger is even more impressive. Fed by a cold air intake system and exhaling through Borla cat-back exhaust, the car’s supercharged 5.4L 4-cam V-8 engine churns to the tune of 800 HP through a 6-speed manual transmission to a 3.73:1 rear end. A Shelby/Eibach suspension system and Shelby Baer disc brake system with 6-piston calipers complete the transformation to Super Snake glory.

Rolls-Royce Silver Cloud III Saloon 1963, Inglaterra

 


























Rolls-Royce Silver Cloud III Saloon 1963, Inglaterra
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A História do Largo da Batata, São Paulo, Brasil


 

A História do Largo da Batata, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
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O espaço é conhecido informalmente como Largo da Batata desde o início do século XX. Porém, somente em 2012 esse nome foi oficializado, quando poucos se lembravam das razões para ser chamado como tal. Afinal, por que o nome "Largo da Batata"?
O nome Largo da Batata remete à memória pouco difundida desse lugar que, em sua configuração atual, quase nada revela de sua história. Assim como o comércio e os transportes, os alimentos são parte importante das funções históricas do coração de Pinheiros.
Até o século XX, o bairro servia basicamente como passagem. E a partir de então, foi atribuída a característica de núcleo para comercialização de produtos agrícolas, com o foco no futuro largo. Os produtores vinham de lugares como Cotia, Piedade, Itapecerica, Carapicuíba para comercializar seus produtos e o largo configurava uma conexão com o cinturão agrícola na atual região da rodovia Raposo Tavares.
Em 1910, foi inaugurado o Mercado dos Caipiras para dar suporte às vendas de alimentos. O mercado representou a fixação dessa nova funcionalidade para o bairro e, nos anos 20, o nome Largo da Batata começou a ser utilizado, informalmente, por conta da comercialização de batatas por imigrantes japoneses. Em 1928, esses mesmos japoneses criaram no largo a Cooperativa Agrícola de Cotia (CAC) e o nome Largo da Batata se fixou.
Iniciava-se, a partir do largo, a urbanização de Pinheiros. Nos anos 70, a criação da Avenida Faria Lima exatamente na área do Mercado dos Caipiras marcou o início da decadência do largo como ponto de comercialização de alimentos. O caráter do largo, então, passou a ser de transportes – a partir construção do Terminal Rodoviário de Pinheiros – e de comércio.
Em 1971, para substituir o Mercado dos Caipiras, foi inaugurado o Mercado Municipal de Pinheiros, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes e Luiz Telles, existente até hoje. Com o fechamento da CAC em 1994, restou somente esse mercado como a única pequena referência desse período que foi essencial para a fixação do largo como centralidade.
Por estar escondido entre os tapumes do terreno da antiga CAC – entre a Av. Faria Lima e a Rua Teodoro Sampaio – e as paradas de ônibus da EMTU, o Mercado de Pinheiros é pouco conhecido e raramente associado ao Largo da Batata. É dificultada, portanto, sua finalidade de perpetuar a memória do Largo como entreposto de produtos agrícolas. Em 2015, foi iniciada uma nova revitalização do mercado que poderá trazer novamente mais visibilidade para a presença da distribuição e comercialização de alimentos no local.
O nome Largo da Batata foi oficializado somente em 2012, quase um século depois, quando pouco se lembrava das razões para ser chamado como tal. Desde 2014, como parte do movimento social de reapropriação do espaço público liderado pelo coletivo A Batata Precisa de Você, uma novidade apareceu para retomar o uso do Largo da Batata como local de venda de alimentos. Foi criada a ainda pequena feira semanal de produtos orgânicos que, assim como o mercado municipal, remete à antiga funcionalidade local e, ademais, atribui sentido novamente ao nome Largo da Batata.