quarta-feira, 23 de junho de 2021

Bebedouro, Rua Washington Luís, São Paulo, Agosto de 1957, São Paulo, Brasil


 

Bebedouro, Rua Washington Luís, São Paulo, Agosto de 1957, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Bebedouro instalado na Rua Washington Luís — uma verdadeira obra de arte — quase na esquina com a Rua General Couto Magalhães onde vemos o Hotel Itajubá no pavimento superior do imóvel com seu beiral e pináculos. Abaixo foto do local atualmente.




Obras de Construção do Viaduto Jacareí, 08/05/1941, São Paulo, Brasil

 







Obras de Construção do Viaduto Jacareí, 08/05/1941, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Obras de construção do Viaduto Jacareí — no trecho entre as ruas Santo Antônio e Santo Amaro na Bela Vista.

Resumo das Diferenças de Qualidade Entre os Formatos de Vídeo e Termos Técnicos Utilizados - Artigo


 

Diferenças de Qualidade Entre os Principais Formatos de Vídeo - Artigo
Artigo


Texto 1:
Formato CAMRip:
Como o nome sugere, esse formato é ripado (extraído) de uma câmera. Ou seja, o conteúdo geralmente é gravado por uma câmera de mão ou mesmo um celular, em um cinema.
A fonte de áudio também é gravada por algum equipamento de áudio externo, como um microfone, diretamente do filme que está sendo reproduzido.
Esta é a razão pela qual em algumas versões do CAMRip vemos sombras passando, ou ouvimos pessoas conversando. Qualidade baixa.
Formato HDTS:
Para entender o HDTS, temos que discutir sobre o TS, ou Telesync. O TS é uma versão melhorada do CAMRip. Isto porque nele o filme lançado é gravado por uma câmera profissional, com uma melhor estabilização se comparada com a do CAMRip, que geralmente utiliza dispositivos de gravação de baixa qualidade.
A qualidade de áudio no TS vem do áudio direto do cinema, mas ainda é sujeito à barulhos externos.
Já o HDTS é usado para classificar um TS que foi gravado em alta definição. Porém, ainda é uma gravação no cinema e seu vídeo e áudio podem conter interferências. Qualidade média.
Formato DVDRip:
O DVDRip é melhor do que os formatos mencionados acima. Afinal, é uma cópia direta do DVD do filme, sendo posteriormente convertido em outros formatos como AVI, RMVB ou MP4.
Neste formato, os menus e as informações adicionais são removidos do vídeo para consumir menos espaço.
O DVDRip usa o codec Xvid (DivX) para vídeo e MP3 (AC3) para o áudio, o que garante uma boa qualidade de som e imagem.
Por isso, quando o DVDRip de determinado filme é lançado, frequentemente substitui os formatos anteriores disponíveis na internet. Qualidade boa.
Formato BRRip (ou BDRip):
Nesse formato, os filmes são extraídos diretamente dos discos Blu-Ray e convertidos em outros formatos, como AVI, RMVB e outros. Esses formatos de vídeo suportam uma variedade de dispositivos como DVD players, PlayStation, XBox, etc.
Normalmente, o formato do BRrip está em Matroska (.mkv).
Tanto o BRRip quanto o BDRip podem ser considerados uma versão melhorada do DVDRip. A única desvantagem deste tipo é que seu tamanho se torna maior em relação à resolução (720p ou 1080p).
Qualidade muito boa.
Formato WEBRip:
Este é um dos formatos mais comuns na web. Os WEBRips são vídeos extraídos de serviços de streaming online, como a Netflix, e depois codificados.
Eles costumam usar programas específicos para que se mantenha a qualidade transmitida do site, com resoluções de 720p e 1080p. Qualidade excelente.
Formato HDTV:
Esse tipo de formato geralmente é usado para séries de TV que são transmitidas em canais de streaming (HBO, Netflix, etc.).
Eles são capturados de uma TV com um cartão PCI DIGITAL, que transmite imagens de grande formato com mais detalhes. Por isso, geralmente possuem os melhores resultados. Qualidade excelente.
Texto 2:
CAM:
O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.
TELESYNC (TS):
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.
TELECINE (TC):
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.
R5:
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são transferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Isso permite que os filmes cheguem nas lojas ao mesmo tempo que os DVDs screeners são liberados. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original.
A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. A qualidade é melhor que dos Telecines porque no caso dos R5 é usado equipamento profissional.
Antigamente os R5 eram chamados de Telecines, DVCD screeners ou até mesmo DVD rips. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus releases de “R5″ e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.
R6:
Semelhante ao R5, embora muito menos comum, Região 6 cobre China e Hong Kong. Região 6 muitas vezes têm áudio Inglês e legendas em chinês embutidas no vídeo. Os detalhes estarão no NFO. Ocasionalmente, outras regiões podem aparecer.
SCREENER (SCR):
Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes. Dependendo do equipamento usado, a qualidade do screener pode variar de excelente se for feita de uma cópia MASTER, até muito ruim se for feita em um equipamento velho com uma cópia ruim da fita. A maioria dos screener são passados pra VCD, mas já houveram tentativas em SVCD.
Screener, geralmente, também indica qualquer um dos tipos acima. (qualidade mais baixa)
DVD-SCREENER (DVDscr):
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.
DVDRip:
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.
Blu-Ray Rip (BRRip):
Uma cópia do lançamento final do Blu-Ray. A qualidade é bem maior que um DVDRip. BRRips são lançados em MKV (Matroska).
HDDVDRip:
Uma cópia do lançamento final do HDDVD. A qualidade é bem maior que um DVDRip. HDDVDrips são lançados em MKV (Matroska).
VHSRip:
Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX.
TVRip:
Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de “PRE-AIR”, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedência.
PDTV/HDTV:
Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.
HR HDTV:
Rip HDTV em alta resolução. Normalmente tem resoluções: 960 x 528 ou 960 x 544. Um rip HR HDTV de 40-55 minutos tem em média 700 MB. Na maioria dos casos, o som AC3 5.1 original é mantido.
WEB-DL:
São episódios que foram comprados no iTunes (alguém foi lá e comprou o episódio), converteu e upou na internet para todo mundo baixar. Tem qualidade semelhante ao HDTV.
WEBRip:
É um Rip feito a partir de um stream do filme na Net, através de programas próprios para que não perca a qualidade com que ele é transmitido na Internet. A qualidade do filme pode ser excelente ou intermediária, confira as notas de áudio e vídeo presentes na postagem.
DVB:
DVB é a sigla de Digital Video Broadcasting (Emissão de Video Digital). Conhecido como padrão europeu de TV Digital, foi projetado a partir dos anos 80 pelo consórcio que hoje possui 250 integrantes de 15 países. Desde 1998, está em operação no Reino Unido, tendo chegado a outros quatro países da União Europeia e à Austrália. Está previsto para ser implantado na Índia, na Nova Zelândia e cerca de outros 20 países. Detém um mercado atual de 270 milhões de receptores.
RIP:
Muitas dessas siglas terminam com “RIP”, o que, vale notar, não tem nada a ver com morte. “Rip” em inglês é um verbo que significa “rasgar”, mas que também é usado para indicar o processo de transferência de arquivos de mídias móveis para o computador. Em outras palavras, transferir um filme de um DVD para o computador é “ripar” o filme. 
720P:
720 é o numero de linhas verticais, enquanto que o P significa progressive scan ou não entrelaçado. Normalmente tem a resolução de 1280 x 720.
1080P:
1080 é o número de linhas verticais, enquanto que o P significa progressive scan ou não entrelaçado. Normalmente tem a resolução de 1920 x 1080.
1080i:
1080 é o número de linhas verticais, enquanto que o i significa entrelaçado ou não progressive scan. Normalmente tem a resolução de 1920 x 1080.
WORKPRINT (WP):
Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.
DivX Reenc:
Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme, Nome, Grupo(1 of 2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.
Watermarks:
Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num dos cantos. Os mais famosos são as marcas d’água “Z” “A” e “Globe”.
Asian Silvers / PDVD:
São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos países, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente.
SVCD:
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.
VCD:
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.
XVCD / XSVCD:
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mais elevadas. Muito difícil de se encontrar.
KVCD e KSVCD:
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando uma resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.
KDVD:
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no mesmo DVD.
AVI:
Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.
MKV:
O MKV tem uma qualidade muito superior ao AVI. É o padrão dos novos discos em alta definição.
MPEG:
É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio – entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.
RM/RA/RMVB:
É o formato proprietário da Real Networks, uma das principais adversárias da Microsoft no segmento de multimídia online.
MOV:
Formato criado pela Apple para o Quicktime, o seu programa de multimídia – também disponível para Windows.
OGM:
Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.
VBR:
Bitrate Variável. É possível “encodar” áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.
Bitrate:
Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.
Aspect Ratio Tags:
WS – Widescreen (letterbox)
FS – Fullscreen
Codec:
É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (video) e MP3/AC3 (som).
DivX / XviD:
Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de compressão MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de “MP3 do vídeo”. Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX e é grátis, o DivX não.
NTSC / PAL:
NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem uma definição de melhor qualidade. Os dois tipos de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs.
OST:
OST significa Original SoundTrack, ou em português, trilha sonora original.
AC3:
Codec de áudio conhecido como Audio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.
AAC:
Advanced Audio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.
BIN / CUE:
Bin e Cue são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não necessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos, ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Aconselha-se o CDRWin, por ser o programa que cria esse tipo de imagem.
PROPER:
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente perguntam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.
UNRATED:
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)
LIMITED:
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.
INTERNAL:
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.
STV:
Straight To Video. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras e TVs.
REPACK/RERIP:
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.
NUKED:
Um rip pode ser “NUKADA”, banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de “TeleSyncs”, ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke. Razões para o NUKE: BAD A/R – Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos; BAD IVTC – Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto; BAD FPS – Não segue o padrão de quadros por segundo vigente; INTERLACED – Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.
DUPE:
Duplicada, já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Dupe é bem simples, se algo já existe, então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria.
SE (Special Edition):
Edição Especial
EE (Extended Edition):
Versão Estendida
DC (Director’s Cut):
Versão do Diretor
Macrovision:
Macrovision é a proteção de cópia empregada na maioria dos DVDs.
NFO:
Um arquivo de NFO é fornecido com cada filme ou jogo para promover o grupo e dar informações gerais sobre o release, tal como o formato, a fonte, o tamanho, entre diversas informações. NFO = Informações.
RARset:
Todos os filmes são fornecidos divididos em partes de 15000000 bytes compactados com o WinRAR, ou outro software de compactação, mas o WinRAR geralmente lê todos os formatos. Isso ocorre para facilitar a transferência via ftp, pois se ao transferir 700 MB de dados em algum momento o arquivo se corromper, você terá perdido um bom tempo de download. Usa-se (part01.rar > partxx.rar); (.rar > rxx) ou (001 > xxx).
Regional Coding:
Regiões dos DVDs (região 1,2,3,4,…) de acordo com a distribuição de países.
RCE:
RCE (Regional Coding Enhancement) foi projetado para bloquear players com “Multiregion”, mas teve muitas das falhas e foi superado. Há muito poucos títulos RCE agora, e era muito impopular.
SFV:
É fornecida também para cada disco um arquivo SFV. Estes são usados principalmente no local (FTP) para verificar se todos os arquivos estão completos e sem erros.
Programas: pdSFV ou o hkSFV
Subbed:
Ripagem com subtitle (legenda), local de origem do filme (poderá ser até em chinês).
UnSUBBED:
Quando foi liberado uma versão, com legenda, e após esta, liberada outra sem legenda (UnSUBBED).
SyncFIX:
Pacote que conserta a sincronia entre áudio e vídeo de um filme. Um SyncFIX é liberado quando não há necessidade de um proper para consertar o problema.
ASF:
Advanced Streaming Format. Esta é a resposta da Microsft à Real Media e à qualquer tipo de media streaming.
Frame:
A fonte básica de um filme. Um frame representa uma foto. Um filme utiliza geralmente 24 frames por segundo (dobro da quantidade de fotos necessárias passadas constantemente na sua frente para se obter noção de movimento). Imagine um desenho, onde uma moto está na direita do vídeo, ao passar os frames a moto vai se movimentando para a esquerda.
FPS:
Definição de Frames per Second, ou frames por segundo. Ajuda bastante saber isso na hora de converter legendas ou procurá-las na internet.
COR:
B&W = Black and White = Preto e Branco
Color = Colorido
DVD5:
É o tipo mais comum de DVD, simples-face e única camada (single-sided / single-layered), oferece aproximadamente duas horas de conteúdo. Perfeito para a maioria dos filmes. A maioria dos filmes lançados em DVD-R são DVD9 com a qualidade diminuída e normalmente sem os extras, áudios e tudo o que o grupo que lançou acha desnecessário, isso para ser possível gravar o arquivo baixado em um DVD comum de uma camada.
DVD9:
Normalmente chamado de “dupla-camada reverso-espiral” (RSDL – reverse-spiral dual-layer). Ele permite que se coloque um pouco menos do que 4 horas em apenas um lado do disco, com uma breve (às vezes imperceptível) mudança de camada. Às vezes este formato também é usado para filmes com menos de duas horas, gravando-se tanto a versão “tela cheia” quanto a widescreen do mesmo lado do disco e permitindo-se a escolha da versão através do menu do DVD.
Dubbed:
Significa que o arquivo não está com o áudio original, mas um dublado em outra língua indicada.
Progressive Scan e Interlaced:
Progressive Scan é o nome usado para descrever uma técnica utilizada para montar o conteúdo da tela. O modo progressive monta a tela inteira em uma única passada, transmitindo e exibindo todas as linhas da tela a cada atualização. Este processo é inverso ao Interlaced (mais comum). O modo interlaced (entrelaçado), monta em cada passagem metade das linhas da tela, as linhas pares ou ímpares, formando a ilusão de uma resolução maior e transmitindo apenas metade da imagem formada.
Nota do blog: Post especial para aqueles que adoram um "filminho". Lembrando que o blog é contra pirataria, você não deve sair em um navio e abordar outras embarcações pelos sete mares...rs.

Construção do Túnel Nove de Julho, 1936-1937, São Paulo, Brasil









Construção do Túnel Nove de Julho, 1936-1937, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Navio RMS Caronia, Circa 1956, Cunard Line, Inglaterra





 

Navio RMS Caronia, Circa 1956, Cunard Line, Inglaterra
Fotografia - Cartão Postal


RMS Caronia was a 34,183 gross register tons (GRT) passenger ship of the Cunard Line (then Cunard White Star Line). Launched on 30 October 1947, she served with Cunard until 1967. She was initially nicknamed the "Green Goddess" after Liverpool's green and white "Green Goddess" trams, and the nickname stuck. She was one of the first "dual-purpose" ships, built both for 2-class transatlantic crossings and all 1st-class cruising. After leaving Cunard she briefly served as SS Caribia in 1969, after which she was laid up in New York until 1974 when she was sold for scrap. While being towed to Taiwan for scrapping, she was caught in a storm on 12 August. After her tow lines were cut, she repeatedly crashed on the rocky breakwater outside Apra Harbor, Guam and broke into three sections.
After World War II, the Cunard White Star Line operated three ships on the Southampton—New York run. The famous RMS Queen Mary and RMS Queen Elizabeth operated a weekly express service, with the smaller and slower RMS Mauretania sailing as the third ship on the route. The company placed an order for a running mate to the Mauretania, a ship of similar speed and proportions for the transatlantic run. Ultimately this was not to be the role of the new ship, as Cunard White Star's executives decided that the new ship would be built primarily for cruising.
With that in mind, the new ship — soon to be named Caronia by Princess Elizabeth — received many different features from her Cunard White Star fleetmates. An outdoor swimming pool was a new thing, as was having bathroom / shower facilities in every cabin. However, unlike modern cruise ships her accommodation was divided into two classes on transatlantic voyages; First and Cabin.
On cruises all accommodation was sold as one class although many staterooms, both on A deck and R deck were usually allocated to Cabin Class. Even some cabins on B deck were sold on cruises. Both restaurants served the same menu in just one sitting and passengers were allocated to a restaurant dependent upon the locations of their staterooms. On short cruises to the Caribbean and South America, every cabin was offered for occupation and often, as on transatlantic crossings, there would be two sittings for luncheon and dinner.
To distinguish her from Cunard White Star's liners, the company decided to give her a different colour scheme. Instead of going for the then typical black hull with a white superstructure, Caronia received a unique livery of four different shades of "Cruising Green", making her a highly attractive and instantly recognizable vessel.
Another striking feature of the ship was her large single funnel, one of the largest ever installed aboard a ship. Like those of the later SS United States, this funnel easily caught the wind, making the ship somewhat difficult to handle. Caronia was the largest passenger ship to be built in Scotland after World War 2 until Queen Elizabeth 2 twenty years later.
1949-1959 A ship ahead of her time:
The brand new RMS Caronia made her maiden voyage on 4 January 1949 between Southampton and New York. Two more transatlantic crossings followed before the ship embarked on her first cruises from New York to the Caribbean. During her first years she spent most of the year on transatlantic crossings; only during the winter was she engaged in cruising. In 1951 she made her first world cruise. From 1952 onwards she made transatlantic crossings only in August and September, with the rest of the year dedicated to cruising; during one such cruise, she ran aground in Egypt on 12 March 1952 while transiting the Suez Canal. In May 1953 the Caronia made what was perhaps her most famous cruise, associated with the coronation ceremony of Queen Elizabeth II (who had christened the Caronia six years earlier). The ship was used as a hotel, as most of the accommodation in the United Kingdom was fully booked.
Caronia ran aground at Messina, Sicily, Italy, on 31 May 1956, but was refloated the next day. Her annual refit in November 1956 saw Caronia modernised for southern cruising with air-conditioning outfitted through the entire ship. Her world cruise of 1958 saw her suffer the most serious accident of her career. Sailing slowly out of Yokohama harbour to avoid collision with a United States Navy vessel, she was driven by high winds against the harbor′s breakwater, causing serious damage to her bow and demolishing a harbor lighthouse in the process. Fortunately the United States Navy allowed Cunard to use their drydock at the Yokosuka yard for repairs to the Caronia. That same year Caronia's autumn cruise in the Mediterranean had to be cancelled due to political tensions in the Middle East.
1959-1967 Competition catches up:
1959 saw Caronia making regular transatlantic crossings for the last time. Competition from the jet airliner meant there weren't enough passengers for her in the North Atlantic trade. From here her transatlantic crossings were repositioning voyages. The first each year being a Sterling Cruise, so called because all other Caronia cruises were paid for only in US Dollars, and taking a southerly route via the Bahamas instead of the usual direct route. Decreased passenger numbers in the North Atlantic also meant that more of Cunard's liners were rebuilt into cruise use and received a similar green colour scheme to that of the Caronia, which in 1962 were established as the line's official cruise colours when RMS Mauretania was repainted for cruising (though not otherwise significantly adapted for the role). In 1963 the heavily rebuilt and renamed RMS Franconia and RMS Carmania followed suit. By this time the Caronia's itineraries had settled into a yearly pattern, each cruise having found its ideal individual place in the calendar.
By the early 1960s other shipping companies were catching up with Cunard and building their own purpose-built cruiseships, which in addition to being better equipped than the Caronia were better suited for cruising than she had ever been. To keep up with her newer competitors, Cunard decided that in November 1965 Caronia would be drydocked for ten weeks, new suites and a lido deck built, and her interior brought up to date. 1966 brought with it a seamen's strike in Britain, which upset the Caronia's itineraries badly. As a result of climbing operating costs, 1967 was the first year when the Caronia didn't profit her owners. Due to increased competition, Cunard decided to withdraw her from service at the end of the year. Fittingly, Caronia's last voyage for Cunard was a transatlantic crossing from New York to Southampton.
1968-1974 Final years:
In early 1968 the Caronia was sold to Star Shipping, a company owned by US and Panamian interests. Renamed SS Columbia, she sailed to Greece for refitting. Cunard had allowed Caronia to fall behind her maintenance schedule, and her engines needed a major overhaul. Replacement parts were ordered from a Greek company rather than from the original manufacturer. Whilst she was being rebuilt Andrew Konstaninidis took control of Columbia, buying out the other owners of Star Line and renaming her the SS Caribia. Her refitting was completed and she was given a new all-white colour scheme. She was registered in Panama, with her tonnage reduced to 25,794 GRT under Panamanian rules (which saved dock dues). February 1969 saw the Caribia embark on her first cruise from New York to the Caribbean. The voyage was hindered by a malfunction in her waste system. Things turned for the worse on her second cruise, when an explosion in the engine room resulted in the death of one crew member and the severe scalding of another. In addition the ship lost all electrical power for twenty hours before repairs allowed her to return to port. The incident undermined public confidence in the vessel. The Caribia limped back to New York, never to make a commercial voyage again.
Plans to revive the Caribia were considered for the next five years, but she remained docked in New York and her berthing debts continued to accumulate. Finally in 1974 her owners gave in and sold the once great ship for scrap. German ocean tug Hamburg was entrusted with the task of towing the Caribia to a breaker's yard in Taiwan. Whilst near Honolulu the ship was in danger of capsizing; but repairs were made and they continued on. The two ships sailed into Typhoon Mary near Guam. The Hamburg's generators failed and her crew were forced to cut the Caribia loose to save their own vessel. The storm's winds drove the lifeless ship against Apra Harbour's breakwater, where she was wrecked.
Being a danger to local shipping, the wrecked Caribia was swiftly cut up. Before that took place, it was discovered that she had come to rest beside a Korean War era landing craft sunk in that same location. The landing craft was loaded with tons of munitions including 22mm, 40mm, 5", and 8" shells. This required the careful removal of all of these materials before removal of the Caribia could continue. Her removal was all the more urgent because the Caribia's hulk blocked Apra harbor's entrance. No commercial or military vessels could leave or enter the harbor until significant portions of her stern had first been removed. As Apra is the only deep water harbor on Guam, this made resupply of many vital commodities (e.g., petroleum products) impossible or difficult. Her life ended just 25 years after she was commissioned. Despite being probably the most forward-looking ship of her time, she was in active service for only 19 years.
Nota do blog: Abaixo imagem do naufrágio em 1974.




Estação Ferroviária, EFSC Estrada de Ferro Santa Catarina, Blumenau, Santa Catarina, Brasil


 

Estação Ferroviária, EFSC Estrada de Ferro Santa Catarina, Blumenau, Santa Catarina, Brasil
Blumenau - SC
Fotografia - Cartão Postal


A E. F. Santa Catarina foi uma ferrovia que cruzava o Vale do Itajaí, em Santa Catarina, quando inaugurada ligava as cidades de Blumenau a Warnow, em Indaial. Sua extensão máxima foi de 184 quilômetros.
Construída no início do século passado por descendentes alemães, a E. F. Santa Catarina foi inaugurada em 3 de maio de 1909 e desativada em 1971, sendo que sua última utilização na enchente de 1984 para atendimento às vítimas da catástrofe.
Seu projeto original era ligar o Porto de Itajaí até a Argentina, e se entroncaria com a linha Rio Negro - Vacaria em Ponte Alta (entre Curitibanos e Lages) e com a linha Itararé - Uruguai em Herval d'Oeste, até alcançar a fronteira em Dionísio Cerqueira. Porém, a linha jamais atingiu a Serra Geral, tendo Braço do Trombudo seu ponto máximo.
Foi uma ferrovia isolada, partindo do litoral (Itajaí) no sentido do interior, buscando as linhas da RVPSC, entretanto a linha tronco, Itajaí - São João (Agrolândia) nem o ramal, Subida (Apiúna) – Ibirama (antiga Hammonia ou Hamônia) atingiram esse objetivo.
No final da década de 1950 foi incorporada à RFFSA, porém os recursos para a expansão nunca chegavam. Isolada da malha nacional, foi caindo em desuso. Com a abertura do asfalto da BR 470, perdeu ainda mais importância.
Foi finalmente desativada em 1971 (o Ramal de Subida, que saía da localidade de mesmo nome até Ibirama, já havia sido fechado em 1964. Os planos do ramal era atingir o Norte catarinense, mas com a abertura do Tronco Sul (Rio Negro – Roca Sales), foi abandonado pela RFFSA, com a alegação que a ferrovia se tornada antieconômica, assim como várias outras no Brasil nessa época. Logo em seguida teve a retirada dos trilhos da ferrovia, sob protestos da população. E suas estações, na grande maioria, demolidas ou depredadas, pontes ruídas, e seu leito nas áreas urbanas cobertos pelo asfalto.


terça-feira, 22 de junho de 2021

São Paulo Moderno / Arquiteto Rino Levi, São Paulo, Brasil


 

São Paulo Moderno / Arquiteto Rino Levi, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
F721
Fotografia - Cartão Postal

Trecho do Jardim da Luz, São Paulo, Brasil


 

Trecho do Jardim da Luz, São Paulo, Brasil 
São Paulo - SP
N. 22
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Praça do Patriarca e Igreja de Santo Antônio, São Paulo, Brasil


 

Praça do Patriarca e Igreja de Santo Antônio, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia



Sua inauguração oficial em 13 de janeiro de 1926, ocorreu com a inauguração do monumento "Lampadário" composto por 4 luminárias — por um equívoco, denominado como "Coluna Rostral" e popularmente apelidado de "Cabidão" (deve estar esquecido em algum depósito da prefeitura). 
A imagem, mostrando o cotidiano no então bem utilizado logradouro público é de autoria e data desconhecida. No entanto podemos deduzir a época: a Galeria Prestes Maia é de 1940; ao fundo, está o ainda inacabado Edifício Barão de Iguape, construído no período entre 1956-1959. À extrema direita, o Othon Palace Hotel, inaugurado em 1954 por ocasião das comemorações do quarto centenário de São Paulo. A perfumaria Casa Fachada, instalada neste ponto desde 1914 esteve recentemente ocupada por uma loja de tênis. Na praça, os tradicionais postes de iluminação tipo 16 da Light e as quase inexistentes árvores desapareceram; a estátua homenageando José Bonifácio de Andrada e Silva, literalmente escanteada, merecia estar em uma área de melhor visibilidade. 
Nota do blog: Abaixo imagens das mudanças arquitetônicas realizadas na Praça do Patriarca. Tirando o nome, sobrou pouca coisa da concepção original...









Assembleia Legislativa / Palácio das Indústrias, 1953, São Paulo, Brasil


 

Assembleia Legislativa / Palácio das Indústrias, 1953, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotolabor N. 142
Fotografia - Cartão Postal

Com o fim do Estado Novo, o Palácio das Indústrias passa a abrigar, a partir de 1947, a Assembleia Legislativa, sendo rebatizado como Palácio 9 de Julho e perdendo todas as características arquitetônicas internas de um edifício para exposições: os estábulos são destruídos, surgem as divisórias, etc. 
O próprio Escritório Técnico Severo Villares, herdeiros de Ramos de Azevedo, executou as obras de transformação do Palácio em Assembleia Legislativa.
A despeito do nobre uso, a má apropriação dos espaços somada à falta de manutenção adequada favoreceu um rápido processo de deterioração, que, com a transferência da Assembleia para o Ibirapuera, seria ainda mais acelerado, à medida que o antigo Palácio das Indústrias passou a abrigar de tudo um pouco: destacamentos do Corpo de Bombeiros, Delegacia de Estrangeiros e repartições policiais.
Nota do blog: Data não obtida.