quarta-feira, 28 de julho de 2021

Rua Galvão Bueno, Liberdade, São Paulo, Brasil



 



Rua Galvão Bueno, Liberdade, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 143
Fotografia - Cartão Postal

Luminárias Japonesas "Suzuranto", Bairro da Liberdade, São Paulo, Brasil







Luminárias Japonesas "Suzuranto", Bairro da Liberdade, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


As primeiras luminárias, conhecidas como "suzuranto", foram instaladas nas ruas do bairro da Liberdade na década de 1970. As peças, inicialmente feitas em vidro, foram substituídas pelas de polietileno e, atualmente, as mais recentes contam com o aço em sua composição. São cerca de 1300 delas espalhadas pelo bairro.

Bairro da Liberdade, 1976, São Paulo, Brasil


 



Bairro da Liberdade, 1976, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Vista tirada do início da rua da Glória em direção à Catedral Metropolitana de São Paulo. À frente, o Largo 7 de Setembro e à direita, parcialmente, a parede do Fórum João Mendes. Em 2º plano — na esquina da avenida da Liberdade com a praça João Mendes, o edifício Altemira de Barros. Atentar às luminárias japonesas suzuranto instaladas em algumas ruas do bairro (circa 1970).

Sanatório Esperança / Atual Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, São Paulo, Brasil

 





Sanatório Esperança / Atual Hospital Municipal Infantil Menino Jesus, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Vista do Sanatório Esperança, inaugurado em 06/11/1938, na Rua dos Ingleses, Bela Vista. A história do hospital começou no início da década de 1930, com um grupo liderado pelo médico Bernardes de Oliveira. O prédio no Morro dos Ingleses podia ser visto à distância e é tombado pelo Patrimônio Histórico da Prefeitura. Enfrentando sérias dificuldades financeiras, o hospital foi municipalizado nos anos 50, passando a atender crianças de até 12 anos. Em 1956 passou a se chamar Hospital Infantil Esperança — em 1960, novamente renomeado como Hospital Infantil Menino Jesus. O local é (ou era), um dos mais concorridos na área de pediatria na rede pública.

Rua do Carmo, 1931, São Paulo, Brasil

 




Rua do Carmo, 1931, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


À esquerda, a Igreja da Ordem Terceira do Carmo e o Colégio Nossa Senhora do Carmo. À direita, o fim da Rua Anita Garibaldi, a antiga Rua do Trem. Ao fundo, a Rua Tabatinguera. Estas imagens registradas em 10/3/1931 — mostram o resultado após a instalação de lâmpadas tipo IX6000 nas luminárias.

Rua Santa Luzia, 1970, São Paulo, Brasil

 


Rua Santa Luzia, 1970, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Vista do curto logradouro — entre as ruas Conselheiro Furtado e Tomaz de Lima, bairro da Liberdade. Nesta última, a antiga Rua Bonita, nota-se ao fundo, parte do casario que seria completamente demolido. À esquerda, observa-se o belíssimo casarão que pertenceu ao italiano Felisberto Ranzini — responsável por diversos projetos quando trabalhou no Escritório Técnico de Ramos de Azevedo.
O fato histórico: Domitila de Castro e Melo, a futura Marquesa de Santos, casou-se aos 15 anos de idade com o alferes Felício Pinto Coelho de Mendonça — oficial do Segundo Esquadrão do Corpo dos Dragões da Cidade de Vila Rica. Vivendo em Minas Gerais, o casal teve três filhos, mas apenas dois sobreviveram. Em 1816, após sofrer maus tratos do marido, Domitila retornou à casa dos pais em São Paulo, levando as duas crianças. Em 1818, tentando uma reconciliação, voltam a viver juntos. No dia 6 de março de 1819, Domitila foi esfaqueada duas vezes pelo marido, sendo atingida na coxa e na barriga. Feliciano foi preso e Domitila ficou entre a vida e a morte durante dois meses. O pivô da agressão teria sido o coronel Francisco de Assis Loreno e não o incorrigível mulherengo Dom Pedro I com quem Domitila se envolveria poucos anos depois.
A curiosidade: a tentativa de assassinato ocorreu justamente na bica que existia no terreno em que Ranzini construiu sua maravilhosa residência. Parece que atualmente se instalou um coworking no local. Poucos metros abaixo vemos o edifício Ada e defronte a este vemos o Cine Nippon — especializado em películas japonesas. Ao longe, aparece a torre da Paróquia Nossa Senhora da Paz na Rua do Glicério e pouco antes, os edifícios Líbano, Esplanada e Branca de Neve. Os pontos mencionados no texto estão indicados com o asterisco.

Vista da Praça Campo de Bagatelle, 1975, São Paulo, Brasil

 


Vista da Praça Campo de Bagatelle, 1975, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Vista da Praça Campo de Bagatelle e a réplica do dirigível em homenagem ao mineiro Alberto Santos Dumont, o pai da aviação. A denominação Bagatelle se refere ao castelo parisiense, local do histórico acontecimento protagonizado por Santos Dumont e seu 14 Bis em 12/11/1906.
Nota do blog: Data 1975 / Fotografia de Waldemir Gomes de Lima.

Propaganda "Aqui Fala a Rádio Bandeirantes", Rádio Bandeirantes, São Paulo, Brasil


 

Propaganda "Aqui Fala a Rádio Bandeirantes", Rádio Bandeirantes, São Paulo, Brasil
Propaganda

Nota do blog: 1955.

Propaganda "Super Inseticida Flit", Flit, Brasil


 

Propaganda "Super Inseticida Flit", Flit, Brasil
Propaganda

Mercedes Benz 300 Sc Coupe 1956, Alemanha




































Mercedes Benz 300 Sc Coupe 1956, Alemanha
Fotografia


The Mercedes-Benz 300 is a highly significant automobile to the history of the company, as it represented the company’s robust return to production following World War II. While the firm was forced to focus on smaller automobiles for practical transportation, it also revived its racing program, for publicity and engineering purposes, and set its sights on once again becoming known as a manufacturer of luxury automobiles that would be the envy of all other companies worldwide. The 300 was the standard-bearer for that quest, based on a new tubular steel chassis with independent suspension and featuring handsome coachwork that combined the best of Classic Era and modern lines into one striking whole.
Mercedes-Benz recognized that the 300 saloon and Cabriolet D would not be sufficiently powerful and exclusive enough for their most moneyed customers. Thus, in October 1951, they introduced the 300 S, available by special-order in coupe, roadster, and cabriolet body styles, all powered by a street-tuned, triple-carbureted version of the engine from the 300 SL racing car. Each 300 S was carefully hand-crafted by the company’s skilled artisans, and enjoyed superb build quality with the very finest materials, including acres of rich solid wood trim and armchair-like seats cushioned by the thickest German leathers.
In September 1955, the 300 S was succeeded by the ultimate touring version of this platform, the 300 Sc, equipped with a new Bosch fuel-injected variant of the 300 engine. This was the fastest of the 300s and of course the most desirable; it was also the most limited, with only 200 made across all three body styles before production ended in 1958. The coupe accounted for nearly half of this number, 98 cars, which still made it one of the rarest luxury automobiles in the world.
It was natural that Paul Andrews, who enjoyed a powerful engine and comfortable interior, would gravitate to the 300 Sc, and this coupe was one of the final acquisitions made for his collection. It was purchased from a seller in Germany, with the build card, a copy of which is on file, indicating that it originally been delivered to Vienna, Austria, finished in Graphite Grey (DB 190) with Light Grey leather interior, and that it was born with the chassis, engine, and body numbers it retains today. Later, the car was changed to the current handsome and period-correct colors of Black over a Dark Green interior; at the time of acquisition, it was represented as having been mechanically restored some five years prior, with several photos of the work included in the file.
The car is very attractive cosmetically, with very good paint and good-quality chrome, Sekurit window glass, and a nicely detailed engine compartment. Equipment includes a lovely Becker radio and a full set of fitted luggage, the latter especially important for the 300 Sc’s rather unusually shaped trunk. Overall, with 24,638 kilometers (~15,310 miles) recorded at the time of cataloguing, the 300 Sc represents as an extremely high-quality example—the type of automobile that Paul Andrews deeply appreciated, as will indeed this 300 Sc’s new owner.