domingo, 9 de outubro de 2022

Quartel do 3º Batalhão de Caçadores / Piratininga, Vitória, Espírito Santo, Brasil


 

Quartel do 3º Batalhão de Caçadores / Piratininga, Vitória, Espírito Santo, Brasil
Vitória - ES
Fotografia - Cartão Postal

Propaganda "Uma Delícia Piraquê Para Cada Momento", 1958, Massas e Biscoitos Piraquê, Piraquê, Brasil


 

Propaganda "Uma Delícia Piraquê Para Cada Momento", 1958, Massas e Biscoitos Piraquê, Piraquê, Brasil
Propaganda

Propaganda "Sabonete Novo Eucalol", 1958, Eucalol, Brasil


 

Propaganda "Sabonete Novo Eucalol", 1958, Eucalol, Brasil
Propaganda

Theatro Municipal II, São Paulo, Brasil


 

Theatro Municipal II, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 25
Fotografia - Cartão Postal

Rotisserie Sportsman, São Paulo, Brasil


 

Rotisserie Sportsman, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 93
Fotografia - Cartão Postal


Terceiro Palacete Prates, onde funcionou o Grande Hotel de La Rotisserie Sportsman, o Bar Cidade de Munique e o jornal A Noite de Assis Chateaubriand.
Inicialmente tinha sido idealizado para servir de residência para o Conde de Prates.
Foi demolido em 1935, e no seu local construído o edifício Francisco Matarazzo.

Monumento à São Sebastião, 2022, Praça da Bandeira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 







Monumento à São Sebastião, 2022, Praça da Bandeira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

As colônias de imigrantes que tanto contribuíram para o desenvolvimento de Ribeirão Preto doaram alguns dos mais belos monumentos ainda existentes (embora "sobreviventes" seja o termo mais adequado para a situação em que se encontram na cidade). 
Sem pensar muito, podemos citar o monumento à Camões (doado pela colônia portuguesa) e o monumento à São Sebastião (doado pela colônia italiana), objeto deste post.
O monumento à São Sebastião é mais um que se encontra em condições insatisfatórias na cidade (vem sendo vandalizado há muitos anos).  
Procurando informações oficiais sobre o monumento, encontrei o seguinte:
A Lei nº 629 de 23 de novembro de 1957, autorizou o executivo a receber do Vice-Cônsul da Itália, José Beschizza, o monumento à São Sebastião, doado pela colônia italiana, em homenagem ao centenário da fundação do município. Além disso, a mesma lei determinou que o monumento fosse instalado na Praça da Bandeira.
Sobre a depredação do monumento, infelizmente não é coisa nova: em 20/02/1978 (44 anos atrás), o cidadão Mário Moreira Chaves reclamou ao diretor de cultura da cidade que os seguintes ornamentos desapareceram: Atributos ao guerreiro romano: elmo, folhas de louro, espada e setas de bronze; Letreiros alusivos ao padroeiro em ambos os lados da peanha e ornato de bronze com as armas da República Italiana. 
Ainda sobre o monumento, o jornal Diário da Manhã, em sua edição de 22/01/1957, apresentou reportagem sobre a inauguração, com foto do escultor Alberto Crozéra. No dia 20 de janeiro de 1957 foram encerradas as solenidades comemorativas do 1º Centenário de Ribeirão Preto, que tiveram início no dia 17 de junho de 1956 (Diário da Manhã, 22/01/1957).
Não consegui as fotos do jornal Diário da Manhã para compararmos com as atuais que tirei.
Só consegui fazer uma comparação com as fotos constantes no levantamento de monumentos públicos da Prefeitura de Ribeirão Preto (fotos de 2018). E mesmo nesse pequeno periodo de tempo (4 anos), percebe-se o desaparecimento/furto do simbolo do 1º Centenário de Ribeirão Preto (só ficou a marca do mesmo).
Do jeito que a coisa vai, resta torcer para que não furtem a estátua propriamente dita. 
Tal fato não me surpreenderia, tal o (baixo) nível de cuidado que nossos administradores tem para com a cidade, aliado a costumeira impunidade do Brasil. 
Se a Prefeitura e demais autoridades da cidade não conseguem cuidar do único monumento à São Sebastião, padroeiro da cidade, instalado ao lado da Catedral Metropolitana de Ribeirão Preto (dedicada ao referido santo), resta esperar o que?

sábado, 8 de outubro de 2022

Monumento Maçonico, Praça da Bíblia, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil










Monumento Maçonico, Praça da Bíblia, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


 

Vista, 1949, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil


 

Vista, 1949, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Belo Horizonte - MG
JT N. 179
Fotografia - Cartão Postal

IRFM Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo, Anos 70, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

IRFM Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo, Anos 70, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Em 1981 a fábrica foi vendida para a empresa Cianê de Sorocaba/SP. Encerrou as atividades em 1994. O prédio (ainda existente em parte) se encontra completamente degradado, aguardando desmoronamento pela ação do tempo. Acredito que só ainda exista em virtude de ter sido objeto de tombamento (não sei se ainda se mantém nessa condição).

Fundação Educandário Cel. Quito Junqueira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Fundação Educandário Cel. Quito Junqueira, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

A Fundação Educandário "Cel. Quito Junqueira", localizada à Avenida Cavalheiro Paschoal Innecchi, nº 500, no município de Ribeirão Preto (SP), é uma Instituição de caráter filantrópico originada da generosidade e altruísmo do casal Francisco Maximiano Junqueira, conhecido como Coronel Quito, e Theolina Zemilla de Andrade Junqueira, conhecida como Sinhá Junqueira, que legou à comunidade magníficas instituições de amparo à pobreza, incentivo à cultura e proteção às crianças e adolescentes provindos de famílias de baixa renda.
Criada em 13 de maio de 1938, inicialmente com o nome de "Abrigo de Menores de Ribeirão Preto - Educandário Cel. Quito Junqueira", tem seu primeiro estatuto registrado no ano de 1940, sendo transformada em fundação no ano seguinte, passando a denominar-se Fundação Educandário "Cel. Quito Junqueira".
Recebe seu primeiro educando no dia 19 de novembro de 1943. Reconhecida de Utilidade Pública Municipal, Estadual e Federal - pela Lei Municipal nº 975, de 5/11/1960, pelo Decreto Estadual nº 46.545 de 15/2/2002, pelo Decreto Federal nº 67.440 de 26/10/1970.
Até 1997, os educandos – crianças do sexo masculino provindas de famílias em situação de vulnerabilidade social – eram admitidos com faixa etária entre 6 e 9 anos de idade e podiam permanecer na instituição em regime de internato até atingirem sua maioridade. Todos os educandos cursavam da 1ª a 4ª série na própria instituição e, a partir daí, frequentavam as escolas públicas estaduais.
A partir de 1998, com o advento do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/90), iniciaram-se mudanças importantes na Fundação. Além do encerramento do regime de internato a concluir-se no ano de 2000, o Educandário, como tornara-se conhecido, passou a atender crianças de ambos os sexos em regime aberto. Na época, o Colégio Camillo de Mattos, que era estadual, passou a ser mantido e administrado pela Fundação Educandário e não mais pelo Governo do Estado.
Fazem parte da Fundação Educandário: o Colégio Camillo de Mattos, a Escola de Educação Infantil Dr. Fábio Musa e a Biblioteca Sinhá Junqueira.