sábado, 17 de dezembro de 2022

Volkswagen Variant II 1980, Brasil

 
















Volkswagen Variant II 1980, Brasil
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Lançada em 1977, a segunda geração da Variant foi um produto exclusivamente brasileiro. Durou apenas três anos no mercado, mas ficou marcado como o mais evoluído derivado do Fusca, principalmente no que se refere aos aspectos técnicos.
A começar pela suspensão dianteira, que utilizava o moderno sistema McPherson, substituindo o tradicional corpo de eixo duplo com com feixes de lâmina de torção e braços arrastados superpostos, adotado em toda a linha VW a ar. Na traseira, mantiveram-se as barras de torção, mas a geometria mudou totalmente, saindo o envelhecido semieixo oscilante para dar lugar ao mais eficiente braço semiarrastado. O “facão” continuou, mas apenas como elemento de ligação de cada braço à sua barra de torção.
Outra novidade era a nova distância entre-eixos, aumentada em 9,5 centímetros. mesmo assim, a Variant II era apenas 1,5 centímetros mais longa que a primeira geração do modelo. Porém, devido aos balanços mais curtos, bem como a maior área envidraçada de suas linhas retas e angulosas (típicas da época, inspiradas na Brasília e no Passat), a “nova” Variant passava a sensação de ser consideravelmente maior se comparada ao modelo que sucedeu.
Definida internamente como modelo “301”, a Variant II foi um projeto desenvolvido totalmente pela engenharia da empresa no Brasil. Lançada em setembro de 1977, como modelo 1978, ficou popularmente conhecida como “Variantão”, recebendo até mesmo apelido maldoso de “Sapatão” devido a semelhança com o VW Brasília.
Do VW Brasília inclusive foram aproveitadas várias partes, dentro da filosofia da Volkswagen de reduzir seus custos de produção. A Variant II usa do VW Brasília as mesmas portas laterais, parachoque traseiro, faróis e lanternas traseiras, indicadores direcionais dianteiros, parabrisas dianteiro, além de uma série de pequenos detalhes internos de acabamento.

Honda Civic CR-X VTI 1994, Japão

 

















Honda Civic CR-X VTI 1994, Japão
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O Honda CR-X (denominado como Honda Ballade Sports CR-X no Japão) é um automóvel esportivo compacto produzido pela Honda. A primeira geração foi vendida fora do Japão como Honda Civic CR-X.
O CR-X possuía um motor de 130 cv, tração dianteira e 2+2 lugares, tendo sofrido um restyle em 1987 e produzido até 1991. O CR-X tornou-se popular devido à sua performance, condução apurada, e excelentes consumos. A versão de 1992 foi designada em alguns mercados como CR-X del Sol.
O motor original de 1330 cc permitia-lhe consumos muito baixos, mais de uma década antes de se falar em automóveis híbridos. Este motor permitia consumos de 41 mpg em cidade e 50 mpg em circuito extra-urbano.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Mitsubishi Eclipse GS-T 1995, Japão

 


















Mitsubishi Eclipse GS-T 1995, Japão
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O esportivo Mitsubishi Eclipse foi fabricado pela Mitsubishi, Plymouth e a Chrysler, que desenvolveram em conjunto. Para esse efeito, em 1985 a empresa Diamond Star Motors foi fundada. De acordo com a Mitsubishi Motors, o Eclipse foi batizado em homenagem a um cavalo de corrida inglês do século 18 que havia vencido 26 corridas. O Eclipse foi vendido oficialmente no Japão, América do Norte, Oriente Médio, Coreia do Sul, Filipinas, Brasil e China. No final de agosto de 2011, o Eclipse final saiu da linha de montagem e foi leiloado, com os rendimentos doados para instituições de caridade. Ficou muito conhecido no longa metragem Velozes e Furiosos, pois foi o primeiro carro utilizado pelo protagonista Brian O’Conner, interpretado pelo ator Paul Walker. Também foi utilizado um Eclipse Spyder de 3ª Geração no segundo filme da franquia, pelo personagem Roman Pierce. A produção total do Eclipse foi de 906.876 unidades.
No outono de 1995, a segunda geração chegou ao mercado, nos Estados Unidos um modelo básico (sem turbo) e tinha um mecanismo diferente do Chrysler (2,0 L DOHC, código do motor: D420A). No GS-T e GSX permaneceu os motores 4G63 nos EUA, (que também estão no Mitsubishi Lancer Evolution), como em seus antecessores. Apenas o modelo básico com motor 4G63 foi para a Alemanha (até o ano 1996 a classificação de emissões EUR 1: 107 kW e EUR 2: 104 kW). Visível externamente apenas pelo escapamento duplo padrão para a versão mais antiga do Euro-1. Em contraste com o modelo anterior, houve também um “Spyder” chamado versão conversível. Esta capota conversível foi oferecida tanto com motor 2.4 litros naturalmente aspirado 4G64 com 105 kW (143 cv) e na versão 2.0-litro turbo GS-T com a 157 kW (214 cv) 4G63T.

Chevrolet Brasil 3100 Pick-Up 1963, Brasil

 

















Chevrolet Brasil 3100 Pick-Up 1963, Brasil
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A Chevrolet Brasil foi a primeira pick-up GM produzida no Brasil. Seu lançamento ocorreu em julho de 1958. A versão brasileira possui estilo único, sua cabine só foi produzida no Brasil. Trata-se de uma mistura do modelo “Advanced Design” (cabine da pick-up 1954 e 1955 1ª série) com a frente americana da série “Task Force” (pick-up 1955 2ª série até 1959). Em fins de 1962 foi introduzida uma reestilização na dianteira, com nova grade e quatro faróis.
O nome Chevrolet Brasil se deve ao fato de ser o 1º modelo produzido no mercado brasileiro. Os logotipos do modelo traziam um mapa do Brasil.

Armazém Aurora, Vila Tibério, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 


Armazém Aurora, Vila Tibério, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
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