terça-feira, 29 de dezembro de 2020

O Signo de Vênus 1955 - Il Segno di Venere

 


















O Signo de Vênus 1955 - Il Segno di Venere
Itália - 97 minutos
Poster do filme

Le cugine Agnese e Cesira vivono nella stessa casa romana con il padre della prima e la zia nubile che rimprovera alla seconda di non pensare sempre all'amore se no la rispedisce seduta stante a Milano da dove proviene. Cesira ha un lavoro da dattilografa mentre Agnese lo cerca pur contrastata da suo padre e dalla zia Tina che ritengono la ragazza pronta per il matrimonio e quindi destinata a stare a casa a badare alla famiglia con la ricca dote che suo padre le ha preparato. Tra le due ragazze c'è complicità nelle cose amorose senza che tuttavia Agnese si accorga di mettere in ombra la povera Cesira in quanto dotata di un fisico straordinario. Questo le attira tutte le attenzioni maschili comprese le volgarità e la cosa la infastidisce molto, mentre Cesira, poverina, dotata di un fisico non proprio attraente, sogna l'amore della sua vita illudendosi di trovarlo in ogni uomo che incontra. La dirimpettaia, Pina, una avvenente signora di mezza età che si diletta a fare le carte, le ha predetto che questo è il momento giusto per l'amore della vita in quanto sta attraversando il periodo chiamato "segno di Venere" che è quello in cui ogni uomo che incontra può essere quello giusto. E così per la povera Cesira inizia un turbolento periodo di incontri e frustrazioni amorose oltre ai soliti rimproveri degli zii. Dall'improbabile venditore di auto, Romolo Proietti, che le ruba ad altri per finire in prigione, dopo che la madre lo ha bastonato per benino in questura, allo spiantato Alessio Spano, poeta millantatore di rubriche radiofoniche che vive di espedienti truffando il prossimo, fino a quello che sembrava l'uomo giusto, l'allievo ufficiale dei Vigili del Fuoco Ignazio Bolognini, che finirà per innamorarsi della più bella e avvenente cugina. Cesira non può che farsene una ragione ed accettare la sorte che gli ha fatto regalare il velo nuziale, da tempo preparato e custodito per il fatidico giorno, ad Agnese pronta a convolare a nozze col bel pompiere. Alessio molto più grande di lei, ma che con i suoi modi gentili e garbati aveva saputo conquistarla, le strappa il cuore finendo tra le braccia della più coeva chiromante che oltre all'amore può offrirgli un tetto avendo quasi del tutto pagato il mutuo dell'appartamento. La vediamo andare al lavoro, prima della fatidica parola FINE, come un giorno qualsiasi ma senza affanni e rassegnata, ormai conscia del suo essere, mentre guarda dal finestrino dell'autobus la strada che la allontana da casa e ripercorre con la mente quegli ultimi intensi giorni vissuti con grandi aspettative e speranze.
Un cast stratosferico a far da cornice alla vera e grande protagonista Franca Valeri, capace di dar vita ad una donna forbita, dalle buone maniere e piena di speranze nel fiore degli anni di trovare quell'uomo agognato che non esiste. Grandi interpreti con momenti di puro divertimento specie nei quadretti nei quali appare Alberto Sordi, ladro, ballerino e con l'apice della scena in questura quando l'anziana madre lo raggiunge e lo picchia davanti a tutti. Non di meno la bravura di Vittorio De Sica, la simpatia di Peppino De Filippo, l'esuberanza di Raf Vallone e ovviamente la straordinaria e debordante bellezza della Sofia nazionale. Vanto e orgoglio italiano.

Vista do Centro do Alto da Torre da Catedral, Década de 60, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 



Vista do Centro do Alto da Torre da Catedral, Década de 60, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Em primeiro plano, o palacete construído pelo Cel. Joaquim Firmino (na Rua Tibiriçá esquina com a Rua Florêncio de Abreu). O prédio foi residência de João Pedro da Veiga Miranda e, posteriormente, sede das faculdades de Farmácia, Odontologia e Medicina. 

Vista Aérea da Recra / Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Vista Aérea da Recra / Sociedade Recreativa e de Esportes de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Sukhoi Su-57, Rússia




 

Sukhoi Su-57, Rússia
Fotografia



A Força Aérea da Rússia recebeu em 25 de dezembro de 2020 o primeiro exemplar de série do novo caça de 5a geração, stealth, Sukhoi Su-57.
A aeronave foi entregue no padrão de pintura de mancha cinza escura com bordas pixelizadas, e o numeral “01” em vermelho. Até 2024, a Força Aérea deve receber 22 exemplares, de uma encomenda inicial já contratada de 76 caças.
O Su-57 pode levar até quatro mísseis ar-ar de médio alcance guiados por radar para combates além do alcance visual (BVR, Beyond Visual Range), designados RVV-SD (ou K-77M) no compartimento central interno na fuselagem e também dois de curto alcance, K-74M2 (RVV-SD), em compartimentos laterais, conformais sob as raízes das asas. O Su-57 pode também empregar o míssil ar-ar de longa distância RVV-BD (K-37M), com alcance de até 200 km.
Os dois compartimentos internos na linha central da fuselagem, em tandem entre os motores, ou pelo menos o da frente destes, podem também acomodar grandes armas ar-superfície, como mísseis anti-navio ou mesmo bombas guiadas. Adicionalmente, o Su-57 pode levar mísseis e bombas em quatro pilones sob as asas e dois outros sob os motores em missões de ataque nas quais não se exija a capacidade stealth – nesses casos, a carga bélica pode chegar a 5.000 kg.
O caça russo de 5ª geração manteve ainda o canhão interno GSh-30-1, de 30 mm, usado nos Su-27/35 e no MiG-29, mas numa versão muito aperfeiçoada, instalado do lado direito, com o cano protuberante bem ao lado do cockpit.
O Su-57 é equipado com o sistema de radar totalmente novo NIIP Tikhomirov N036 (também conhecido como Sh121), o qual é composto de três módulos principais. O principal desses é representado por um radar de antena ativa de varredura eletrônica (AESA, Active Electronic Scanning Array), instalado no nariz e operando em banda X. Este módulo, voltado ao hemisfério frontal, é complementado por um segundo módulo, também de banda X, que emprega duas antenas de varredura lateral, instaladas logo atrás da antena principal no nariz e que expandem a cobertura angular no plano horizontal.
E o Sistema de radar inclui ainda outro módulo, com um par de antenas de varredura em banda L, instaladas nas extensões dos bordos de ataque. Essas foram adicionadas para prover uma capacidade de detecção ampliada contra aeronaves stealth, assim como para atuar na identificação de “amigo ou inimigo” (IFF, Identification Friend or Foe).
A princípio, as tecnologias stealth, como empregadas nos caças e bombardeiros do Ocidente, são dedicadas principalmente a conter os radares, tanto aerotransportados quanto em terra, que operam em banda X (comprimento de onda centimétrico); e como consequência, sua performance stealth é muito reduzida quando confrontada com radares de ondas decamétricas, operando em banda L. Isso pode ser visto também como uma inteligente solução para compensar o RCS geral do Su-57, consideravelmente maior que os dos F-22 e F-35, por meio de uma incrementada capacidade de detecção a longa distância dos caças stealth norte-americanos (antes que o próprio Su-57 possa ser detectado) numa situação real de combate aéreo.
Já o sensor da suíte eletro-óptica (EO) de busca e rastreio, integrado ao sistema de armas da aeronave, adiciona ainda mais capacidade ao Su-57 para detectar e engajar oponentes stealth. A suíte inclui o sistema 101KS-V, instalado no nariz, assim como os sensores de alerta por ultravioleta 101KS-U posicionados sob o nariz e integrados à fuselagem traseira, assim como o interferidor (jammer) eletro-óptico 101KS-O.

Dodge Charger R/T V8 1977, Brasil


























Dodge Charger R/T V8 1977, Brasil
Fotografia