quinta-feira, 29 de dezembro de 2022

Arcos do Bexiga, São Paulo, Brasil






Arcos do Bexiga, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Imagens de 2022.
 

Monumento ao Papa João Paulo I, Praça Papa João Paulo I / Praça do Papa, Jardim Paulistano, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil









Monumento ao Papa João Paulo I, Praça Papa João Paulo I / Praça do Papa, Jardim Paulistano, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog 1: De autoria de Thirso Cruz, foi instalado em setembro de 1979.
Nota do blog 2: Teve sua placa de identificação furtada, necessita de limpeza e reparos.
Nota do blog 3: Imagens de 2022.

Praça Papa João Paulo I / Praça do Papa, Jardim Paulistano, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 













Praça Papa João Paulo I / Praça do Papa, Jardim Paulistano, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nota do blog 1: Infelizmente, como a grande maioria das praças públicas da cidade, também se encontra pichada, vandalizada, precisando de jardinagem. Tais fatos, embora demonstrem zeladoria ineficiente por parte da Prefeitura, também deixam claro que falta educação e civilidade em parte da população.
Nota do blog 2: Imagens de 2022.



Obelisco Comemorativo do Centenário da Independência, Avenida Nove de Julho com Avenida Independência, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 













Obelisco Comemorativo do Centenário da Independência, Avenida Nove de Julho com Avenida Independência, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog 1: O monumento precisa de manutenção e limpeza, não tiveram nem o cuidado de efetuar o isolamento para que não sofresse danos com a realização da (desnecessária e cara) obra que ocorre desde 2020 no local.
Nota do blog 2: Imagens de 2022.





Cartuns - Alpino


 

Cartuns - Alpino
Quadrinhos

Famosa Choperia Pinguim Vendendo Chopp Marca Ecobier Como se Fosse Marca Antarctica, 2022, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 






Famosa Choperia Pinguim Vendendo Chopp Marca Ecobier Como se Fosse Marca Antarctica, 2022, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Após vídeo que mostrava barris de chopp entrando na Choperia Pinguim de marca diferente da divulgada pelo estabelecimento viralizar nas redes sociais, equipes do Procon Ribeirão Preto foram ao local e comprovaram a irregularidade.
Diferente do que diz no cardápio e nas propagandas da choperia, o chopp escuro não é da marca Antarctica, que é fortemente divulgada pelo estabelecimento. Na verdade, a bebida oferecida é da marca Ecobier.
Além desta irregularidade, os agentes encontraram outros problemas como a exposição de diversos produtos sem preço para pagamento à vista.
A choperia tem 10 dias úteis para apresentar a sua defesa.
Nota do blog 1: A ganância, a mentira, a busca pelo lucro fácil, fez a Choperia Pinguim passar essa vergonha nacional, décadas de fama e tradição foram pelo ralo por causa dessa picaretagem. 
Nota do blog 2: A verdade é que a tradição perdeu razão de ser quando a Antarctica fechou sua fábrica na cidade. Todas as lendas, inclusive a da tubulação subterrânea que trazia o chopp diretamente da fábrica da Antarctica, acabaram neste momento. A atual choperia, que até possui filial em shopping para quem não quer ir no centro, não passa de uma atração "pega-turista", similar a inúmeras outras que existem por aí.
Nota do blog 3: A cidade vive uma fase terrível, sofrendo com administradores públicos péssimos e inaptos, que estão demolindo e destruindo tudo de bom e bonito que foi construído no passado, em nome de um suposto "progresso" (que não se vê pela cidade). Infelizmente, como se vê até com a Choperia Pinguim (que é privada, imaginem com as coisas públicas), parece que não vai sobrar nenhuma tradição ou história para contar...

Instalações da Antiga Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, Década de 30, Porto de Antonina, Paraná, Brasil


 

Instalações da Antiga Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo, Década de 30, Porto de Antonina, Paraná, Brasil
Antonina - PR
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Pelé 1940-2022, Brasil

 


Pelé 1940-2022, Brasil
Fotografia

Nota do blog: Homenagem do blog ao maior jogador da história. Nunca houve e nunca haverá alguém tão privilegiado para a prática do futebol, dominava todos os fundamentos, verdadeira lenda. 

quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Fiat Fiorino LX 1991, Brasil

 










Fiat Fiorino LX 1991, Brasil
Fotografia


A autonomia e capacidade técnica da filial brasileira da Fiat foi responsável por inúmeras primazias do mercado nacional.
Entre os pioneirismos da engenharia de Betim merece destaque o segmento de picapes compactas derivadas de automóveis de passeio, inaugurado em 1978 pelo 147 Pickup e sucedido dez anos depois pela moderna Fiorino Pickup.
O utilitário pegava carona no moderno Fiat Uno, que estabeleceu novos parâmetros de conforto e ergonomia.
A capacidade de carga e o volume da caçamba eram os maiores da categoria: 620 kg e 967 litros, ganho considerável frente à antecessora Fiat City. A distância entre os eixos era a mesma do Uno, mas as portas com maçanetas comuns vinham do luxuoso Prêmio CSL.
A perua Elba colaborava com as lanternas traseiras e o acesso à caçamba era semelhante, com o vão de acesso da tampa até o nível do assoalho. O estepe continuava dividindo espaço com o motor quatro-cilindros de 1,3 litro e 58 cv (gasolina).
A versão movida a álcool ganhava 2 cv mas estava longe de empolgar: a picapinha acelerava de 0 a 100 km/h em longos 18,5 segundos e sua máxima estancava nos 135,7 km/h. Opcional, o câmbio de cinco marchas colaborava para aumentar a economia: as médias de consumo eram de 7,31 km/l na cidade e 9,91 km/l na estrada.
A Fiorino incorporava a barra estabilizadora dianteira do Uno e continuava sendo a única picape compacta com suspensão traseira independente, reforçada por um feixe de molas transversal de quatro lâminas (contra apenas três dos outros modelos). Eficientes, os freios exigiam cautela quando a caçamba estava vazia.
Seus pontos fracos eram o câmbio duro e impreciso, o acabamento espartano e o painel incompleto, sem conta-giros, termômetro do líquido de arrefecimento e manômetro de pressão do óleo.
A lista de opcionais oferecia ainda pintura metálica, ignição eletrônica, protetor de cárter, protetor do tanque de combustível, lavador do para-brisa elétrico, ar quente e filtro de ar para serviços pesados.
Lançada em 1989, a versão LX melhorava a apresentação e o desempenho da picape: a cilindrada do motor era ampliada para 1,5 litro, resultando em 71 cv a 4.700 rpm na versão movida a etanol. A velocidade máxima saltava para 146,7 km/h, mas o foco estava nas retomadas e acelerações: bastavam 16 s para ir de 0 a 100 km/h.
O acabamento interno exibia o mesmo padrão do Uno CS e o painel finalmente recebia o útil termômetro. O visual ganhava apelo esportivo com adoção de faróis de neblina, calotas integrais, frisos laterais e adesivos nas colunas B. O elevado nível de ruído era mérito exclusivo do novo motor: o rádio não existia nem como opcional.
Em 1990, a versão LX recebeu o motor argentino Sevel de 1,6 litro, com potência variando de 82 cv (gasolina) a 88 cv (etanol).
A principal novidade no ano seguinte foi a dianteira reestilizada, com faróis afilados e grade pintada na cor da carroceria. A suspensão dianteira voltou a ser aprimorada e surge a versão Heavy Duty, com santantônio atrás da cabine.
Avaliada em setembro de 1991, a Fiorino Pickup LX acelerou de 0 a 100 km/h em 13,3 s e alcançou a máxima de 156,4 km/h: fazia VW Saveiro, Ford Pampa e Chevrolet Chevy 500 comerem poeira. Além disso, ainda era mais barata, econômica, espaçosa e com maior capacidade de carga que as concorrentes.
A Fiat Fiorino Pickup ficaria ainda mais robusta em 1994, com 21 cm a mais entre os eixos e uma nova suspensão traseira com eixo rígido e molas semielípticas longitudinais. Curiosamente neste ano foi adotado o motor de 1 litro do Uno Mille, o último ainda alimentado por carburador.
Em 1995, surge a versão Trekking, com pneus 175/80 e suspensão mais alta: fez tanto sucesso que deu origem a uma versão mais simples, a Working. Foram as precursoras das versões Adventure.
A Fiorino envelheceu com a chegada da Chevrolet Corsa Pick-up e da Ford Courier, ambas com o mesmo esquema mecânico de motor transversal, tração dianteira e eixo traseiro rígido.
O lançamento da VW Saveiro de segunda geração foi a pá de cal sobre a Fiorino, que passou o bastão para a Fiat Strada na linha 1999.
Ficha Técnica:
Motor: longitudinal, 4 cilindros em linha, 1.581 cm³, comando de válvulas simples no cabeçote, alimentação por carburador;
Potência: 82 cv a 5.700 rpm;
Torque: 13 kgfm a 3.250 rpm;
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira;
Carroceria: picape fechada, 2 portas, 2 lugares;
Dimensões: comprimento 395 cm, largura 155,5 cm, altura 147,5 cm, entre-eixos 236,5 cm, peso 835 kg, pneus, 165/70 SR 13.
Teste Setembro de 1991:
Aceleração: 0 a 100 km/h: 13,29s;
Velocidade Máxima: 156,4 km/h;
Consumo: 13,1 km/l (média). Texto de Quatro Rodas.
Nota do blog: Data e autoria não obtidas.

Dacon Pag Nick 1988, Brasil

 








Dacon Pag Nick 1988, Brasil
Fotografia

A oferta de subcompactos é pequena no Brasil, mas eles estão longe de ser novidade: o empresário Paulo de Aguiar Goulart foi um dos precursores do segmento, antes da concepção de modelos como Up! e Mobi. Um de seus sucessos acabou sendo uma de suas últimas criações: o Nick, idealizado e executado pela PAG (Projets d`AvantGarde Ltda.).
Instalada em Santana de Parnaíba, a PAG foi uma divisão da Dacon S/A Veículos Nacionais (Distribuidora de Automóveis, Caminhões e Ônibus Nacionais), uma das mais famosas concessionárias Volkswagen da capital paulista.
Fundada em 1960, a Dacon se originou da antiga Comercial Lara Campos, revendedora DKW que obteve grande sucesso nas pistas. E foi nos circuitos que Paulo Goulart conheceu Anísio Campos, notório como piloto e, principalmente, como designer.
Um dos maiores sucessos da dupla foi o microcarro Dacon 828, também conhecido como Mini Dacon. Apresentado em 1982, o 828 tinha um custo de produção elevadíssimo, o que fez o engenheiro Paulo Goulart partir para outra iniciativa mais viável.
Em agosto de 1987, Paulo e Anísio decidiram criar o minicarro Nick, tomando como base a Saveiro. A distância entre os eixos era encurtada em cerca de 34 cm e os balanços dianteiro e traseiro eram reduzidos ao máximo, limitando seu comprimento a 3,04 metros. A dianteira mantinha faróis e piscas originais, mas recebia para-choque, grade e capô em fibra de vidro.
A traseira era feita com o mesmo material sintético, formando um pequeno porta-malas sobre a caçamba remanescente. O para-choque trazia a inscrição PAG (as iniciais de Paulo) em letras de baixo-relevo e a tampa do porta-malas era ancorada pela parte inferior. Delicadas alças apoiadas sobre as lanternas da VW Quantum simulavam a queda do teto.
A avaliação do curioso carrinho foi publicada na edição 333 de QUATRO RODAS em abril de 1988. Pesando 40 kg a menos que a Saveiro eimpulsionado pelo motor Volkswagen AP de 1,6 litro e 90cv, acelerou de 0 a 100 km/h em 11,7 segundos – e chegou aos 160 km/h. Os freios traseiros do utilitário eram superdimensionados, com tambores e cilindros de roda maiores que os do Gol.
Apesar de sua proposta urbana, a exclusividade do PAG Nick fazia com que muitos o encarassem como um esportivo. Não era tão rápido ou veloz quanto o Gol GTS, mas fazia o Ford Escort XR3 e o Fiat Uno 1.5R comerem poeira. O entre-eixos reduzido conferia agilidade incomum, mas o tornava instável em retas longas e curvas de alta velocidade.
O melhor era aproveitar seu lado prático: com pouco mais de 3 metros, cabia praticamente em qualquer vaga. Outro ponto negativo era o acabamento, simples e com pouco isolamento acústico. A solução foi adotar acessórios da própria Dacon, inspirados nos Porsche (o fabricante de Stuttgart era representado no Brasil pela concessionária de Paulo).
Sua única evolução veio em 1989: agora montado sobre o monobloco do Voyage, o Nick L mantinha a mesma distância entre os eixos para oferecer quatro lugares. A versão dois lugares também era montada sobre o sedã da VW, mas continuava com o entre-eixos reduzido e uma extensão da cabine sobre as linhas originais. O motor passou a ser o 2.0 do Santana.
Apesar do preço elevadíssimo, a produção artesanal da PAG mal conseguia dar conta da demanda – e por isso menos de 150 unidades foram produzidas até 1991. Naquele ano ocorreu a abertura das importações e o endinheirado público do Nick migrou para importados, como Peugeot 205 XSi, Citroën AX GTi e Civic VTi.
A Dacon segurou as pontas por cinco anos, mas encerrou as atividades em 1996. E apesar do pouco tempo de vida, o legado de Paulo Goulart e Anísio Campos permanece até hoje na mente dos entusiastas brasileiros.
A antiga sede da empresa, localizada no encontro das avenidas Cidade Jardim e Brigadeiro Faria Lima, em um dos centros empresariais mais nobres de São Paulo, permanece como recordação de uma das épocas mais felizes da nossa indústria.
Teste:
Aceleração: 0 a 100 km/h – 11,7 s;
Velocidade máxima: 160 km/h.
Ficha técnica:
Motor: long. 4 cil. em linha, 1.596 cm3, comando de válvulas simples, carburador, 90 cv a 5.600 rpm, 13 kgfm a 2.600 rpm;
Câmbio: manual de 5 marchas, tração dianteira;
Dimensões: comp. 304 cm, largura 160 cm, altura 137,5 cm, entre-eixos 202 cm, peso 868 kg.