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quinta-feira, 6 de março de 2025

Modas 1959-1961, São Paulo, Brasil

 


Aeroporto de Congonhas, 09/08/1959.


Aeroporto de Congonhas, 09/08/1959.


Aeroporto de Congonhas, 09/08/1959.


Aeroporto de Congonhas, 27/07/1960.


Praça da Sé (edifício Mendes Caldeira em construção), 12/10/1959.


Praça da Sé (detalhe da foto anterior), 12/10/1959.


Praça da Sé, 23/10/1959.


Praça da Sé (detalhe da foto anterior), 23/10/1959.


Parque do Estado, 18/10/1959.


Parque do Estado, 18/10/1959.


Parque do Estado, 18/10/1959.


Ipiranga, 25/10/1959.


Ipiranga, 25/10/1959.


Ipiranga, 07/02/1960.


Ipiranga, 07/02/1960.


Ipiranga, 07/02/1960.


Ipiranga, 07/02/1960.


Ipiranga, 07/02/1960.



Ipiranga, 07/02/1960.


Ipiranga, 07/02/1960.


Ipiranga, 1961.


Ipiranga, 1961.


Ipiranga (detalhe da foto anterior), 1961.


Ipiranga, 1961.


Ipiranga, 1961.


Ipiranga, 1961.


Ipiranga, 1961.



Modas 1959-1961, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Data 1959-1961 / Crédito para Takashi Hiratsuka.



sexta-feira, 10 de janeiro de 2025

Prédio Sede da Vasp, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil


 

Prédio Sede da Vasp, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Destaque para a bandeira do Brasil, as faixas verde-amarelas e a frase "Avante Brasil" na fachada do prédio, provavelmente alusivas à Copa do Mundo de 1970.
Nota do blog: Data efetiva não obtida (provavemente 1970) / Autoria desconhecida.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Degradação do Prédio Sede e Instalações da Vasp, 2023, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil

 


Prédio sede da Vasp no Aeroporto de Congonhas.


Prédio destinado à manutenção de aeronaves.


Prédio anexo da sede.


Área do complexo.


Instalações do complexo.


Vista parcial do prédio administrativo.


Vista parcial do interior do prédio sede.


Prédio sede.


Vista de hangar que era da empresa.


Hangar central de manutenção.


Prédio da empresa.


Vista das instalações.





Degradação do Prédio Sede e Instalações da Vasp, 2023, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia





A Vasp teve sua falência decretada em 2008.
Desde então, suas antigas instalações no aeroporto de Congonhas vem se degradando, sendo furtadas e sofrendo com os efeitos do tempo.
As imagens acima mostram o atual estado do prédio sede e demais instalações do complexo.
Existe um projeto de transformar parte do local, arrematado em leilão judicial em 2017, em um empreendimento comercial, porém, até o momento, está parado.
Além disso, houve também a tentativa de vender o prédio sede da Vasp em leilão judicial, porém a iniciativa foi suspensa (decisão judicial de 24/07/2014) devido existir dúvida quanto ao real dono do imóvel (a União ajuizou ação contra a Vasp, entendendo ter o domínio sobre o imóvel de cerca de 15 mil metros quadrados, localizado no perímetro do aeroporto de Congonhas. A Vasp alega ser dona do prédio, pois o edifício foi concedido à aérea pelo governo estadual paulista na década de 1980. Para instalar o aeroporto de Congonhas em São Paulo, o governo estadual desapropriou terras no local e assinou com a União um contrato de concessão para a manutenção, aparelhamento e exploração do aeroporto. O contrato previa que, ao fim do prazo de 25 anos, as edificações passariam para o patrimônio da União. Com o fim do contrato de concessão, a União assumiu o serviço aeroportuário por meio da Infraero. O imóvel que estava em posse da Vasp, no entanto, não tinha sido devolvido para o controle da União. No processo, a justiça entendeu que a posse do imóvel sempre foi da União e, consequentemente, não pode ser leiloado pela aérea. Assim, a matrícula do imóvel foi bloqueada e a posse do edifício concedida à União, por intermédio da Infraero).
Resumindo, a situação está bem enrolada, sem prazo para resolução...
Nota do blog: Data 2023 / Crédito das imagens iTechdrones.


Prédio Sede da Vasp, 1970, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil

 




Prédio Sede da Vasp, 1970, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Destaque para a bandeira do Brasil, as faixas verde-amarelas e a frase "Avante Brasil" na fachada do prédio, da época do regime militar, provavelmente alusivas à conquista da Copa do Mundo de 1970 pela Seleção brasileira de futebol.
Nota do blog: Data 09/1970 / Autoria desconhecida.

terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Boeing 737-300 da Vasp, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil


 

Boeing 737-300 da Vasp, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Aeronave Boeing 737-300 da Vasp utilizada na Ponte Aérea Rio-São Paulo.
Ao fundo, vemos o Pico do Jaraguá e aeronaves Lockheed L-188 Electra da Varig também usadas nesse trajeto. Também é possível observar uma aeronave Embraer EMB 120 Brasília da Rio-Sul, empresa subsidiária da Varig.
Nota do blog: Data início da década de 90 / Fotografia de Gianfranco Beting.

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Vista Parcial do Aeroporto de Congonhas, Década de 1950, São Paulo, Brasil


 

Vista Parcial do Aeroporto de Congonhas, Década de 50, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Data década de 50 / Crédito para Werner Haberkorn.

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Torre do Aeroporto de Congonhas, Década de 50, São Paulo, Brasil


 

Torre do Aeroporto de Congonhas, Década de 50, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


A fotografia mostra obras no Aeroporto de Congonhas.
Imagem do livro "Eis São Paulo", página 84, Editora Monumento, 1954.
Nota do blog: Data década de 50 (provável) / Autoria não obtida.

sábado, 1 de junho de 2024

Mural "Bartolomeu de Gusmão", Dezembro de 1961, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil







Mural "Bartolomeu de Gusmão", Dezembro de 1961, Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

A imagem mostra aspecto de um mural de autoria de Aldemir Martins que existia na sala de pesagem de bagagens do Aeroporto de Congonhas, representando o padre Bartolomeu de Gusmão. 
Não é possível afirmar se a imagem mostra o mural completo ou apenas um aspecto do mesmo.
Consta que o mural foi inaugurado em 1958 e destruído durante a década de 60.
Nota do blog: Data 12/1961 / Crédito das informações para Mariana Pabst Martins / Crédito da fotografia para Takashi Hiratsuka.

terça-feira, 28 de maio de 2024

domingo, 20 de fevereiro de 2022

Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil





Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 103
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog: Data não obtida.

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil





Aeroporto de Congonhas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Foto Postal Colombo N. 33
Fotografia - Cartão Postal

Texto 1:
Chegada do avião Sud Aviation Caravelle no Aeroporto de Congonhas, 1957. Muitas pessoas foram a pista para ver a novidade. Eram outros tempos...
Em 23 de junho de 1955 foi lançado o primeiro avião de passageiros a jato com turbinas na fuselagem. O Caravelle podia atingir velocidade de 800 quilômetros por hora e foi usado primordialmente em voos dentro da Europa.
O lançamento do novo avião representou uma verdadeira revolução na história da aeronáutica. Até 1955, a aviação civil conhecia apenas as aeronaves movidas a hélice. A história do Caravelle, como foi chamado o novo avião, começou em 1951, quando o governo francês resolveu incentivar a criação de uma alternativa para o DC-3, da norte-americana McDonnel Douglas.
A solução mais interessante parecia ser a construção de um bimotor a jato, inédito no mundo. Um ano depois, construtores franceses de aviões foram convidados a apresentar um projeto nesse sentido. A tarefa imposta pelo Ministério da Aviação da França era viabilizar uma aeronave que transportasse até 65 passageiros, mais a carga, a uma velocidade de 700 quilômetros por hora.
Venceu o projeto da Société Nationale de Constructions Aéronautiques Sud-Aviation. A empresa havia planejado um avião que poderia ser usado tanto em conexões dentro da Europa como em viagens transatlânticas. Era o SE 210 Caravelle, em alusão aos navios usados na época dos Grandes Descobrimentos.
Em vez de usar motores franceses, foram escolhidos motores britânicos da marca Rolls-Royce. Os dois protótipos iniciados em 1953 foram apresentados ao público durante a Exposição de Aeronáutica de Paris em 23 de junho de 1955. Tratava-se de uma enorme questão de prestígio para a aviação francesa.
Uma semana antes, o piloto francês Pierre Navot havia testado com êxito um dos protótipos. O sensacional para a época era a colocação das turbinas. Para melhorar a aerodinâmica, elas haviam sido presas em gôndolas diretamente na fuselagem, na parte traseira do avião, o que também diminuiu os ruídos para os passageiros.
As principais vantagens aerodinâmicas do novo avião eram sua grande estabilidade, a liberdade da circulação de ar ao longo da fuselagem e o seu eixo longitudinal. Outra sensação era que o Caravelle podia manobrar e decolar apenas com um dos motores.
Outras novidades do avião de 32 metros de comprimento eram as escadas, situadas atrás das asas, as janelas triangulares e a velocidade de até 800 km/h. O modelo fez tanto sucesso que seu conceito foi copiado pelas norte-americanas Boeing e McDonnel Douglas nos respectivos modelos 727 e DC-9.
O último Caravelle deixou o centro de montagem em Toulouse St. Martin, na França, em 1973. No total, foram produzidos 282 aviões do modelo.
Texto 2:
Era o chamado "programa de índio" de muitos paulistanos. Dependendo do ponto de partida e sem as facilidades da avenida 23 de Maio e outras artérias que nos levavam ao aeroporto, o trajeto era cansativo. Mesmo assim iámos, dizendo que era para tomar um cafezinho, quando a real intenção era ver as aeronaves "subindo e descendo". A imagem do post mostra a chegada do "Caravelle", o primeiro avião de passageiros com turbinas na fuselagem.
Texto 3:
Lembro do meu pai ter me levado uma vez, nos anos 80, para ver os aviões no Aeroporto de Congonhas. Na época havia uma cooperativa de rádio-táxi que usava as cores branco e vermelho operando no local, não esqueço dos Chevrolet Opala que utilizavam. Texto do Blog.
Texto 4:
"Hoje em dia tem uns espíritos de porco que teimam em tentar argumentar que São Paulo não combina com bicicleta: porque tem trânsito, porque a cidade não é plana, porque aqui não é Amsterdam, porque a rua só para os carros é um direito sagrado da classe média…
Em 1957 essa cultura intolerante ainda não tinha se desenvolvido tanto, e as bicicletas estavam mais integradas à vida da cidade. Tinha bicicleta até na pista do aeroporto!
A foto é da chegada do Caravelle, o primeiro jato de passageiros com turbinas na fuselagem. As pessoas foram à pista, em Congonhas, para ver a novidade de perto. O avião pousou direitinho e ninguém saiu por aí resmungando que bicicleta atrapalha." Texto de Martin Jayo.
"Permita-me uma pequena explicação sobre a bicicleta no pátio do aeroporto, já que a presença dela não tem nada a ver com a 'integração delas à vida da cidade', como o seu texto tentou associar. Sempre, em todos os aeroportos e bases aéreas do mundo, nos usávamos bicicletas para nos deslocarmos no pátio, entre hangares, até a estação de passageiros, etc. As áreas dos aeroportos são muito grandes, as distâncias são imensas e como o terreno é sempre necessariamente plano, as bicicletas acabaram surgindo naturalmente como veículo de deslocamento interno.
Atualmente, nos grandes aeroportos e por causa do grande número de veículos de pista, a presença delas diminuiu bastante, mas na época dessa foto era assim. A bicicleta que aparece nessa fotografia não é uma bicicleta que veio da rua, é de alguém da oficina que veio ver a novidade, quando na década de 50 o Caravelle fez uma viagem promocional pelas três Américas, daí ele foi para Porto Alegre, depois para Montevidéu e Buenos Aires.
Todas as pessoas que aparecem nessa foto, inclusive o cidadão da bicicleta, é gente do aeroporto e das companhias de aviação que foram conhecer o avião, não é gente que veio da rua, não são pessoas de fora que acessaram o pátio livremente." Texto do Cmte. Wanderley Duck.
"Obrigado pela explicação, Wanderley. Creio que você tem razão em parte: há pessoas na foto que parecem mesmo trabalhar no aeroporto ou em cias. aéreas. É o caso dos vários homens de quepe. Por outro lado, também há gente de fora, inclusive crianças! Veja por exemplo o menino de calças curtas entre as duas bicicletas…" Texto de Martin Jayo.
"Bom dia Martin, correndo o risco de parecer arrogante, sou obrigado a lhe dizer que a minha razão não é em parte, é total. Começo explicando a você o porquê das crianças: nesse dia alguns dos funcionários levaram os seus filhos. Aliás, isso não falha, por mais que a gente avise que não é para trazer, nessas ocasiões sempre aparece alguém trazendo os filhos. Outra hora eu lhe conto o dia em que os Menudos (lembra deles?) chegaram por aquele aeroporto e a quantidade de gente que apareceu com as filhas pré-adolescentes.
Voltando à foto, eu tenho em algum lugar o relato desse dia, porque ele foi histórico para nós da aviação. Na verdade o que eu tenho fala mais sobre essa visita promocional ao Rio de Janeiro e a Porto Alegre, que foi mais importante do que a visita à São Paulo, porque era nessas cidades que ficavam as sedes das companhias que acabaram comprando o avião.
Mas, voltando novamente a falar dessa passagem por São Paulo, a aeronave foi parqueada no pátio do pavilhão das autoridades, não sei se você conhece Congonhas e aonde fica esse pavilhão, e o acesso por ali é de fácil controle, porque tem só uma porta e depois uma grande escadaria. Foi por lá que entraram controladamente os convidados e apenas os convidados. Já os funcionários com os seus “eventuais convidados” vieram pela pista mesmo.
Anos depois, quando chegaram os primeiros Boeing 737 comprados pela VASP, aí foi compra mesmo e não visita promocional, eles também foram parqueados nesse mesmo no pátio do pavilhão das autoridades, mas aí o controle foi maior e poucos funcionários puderam chegar até eles. Um grande abraço." Texto de Cmte. Wanderley Duck.
"Obrigado mais uma vez pelos comentários! No fundo, creio que estamos concordando: a pista está cheia de gente, incluindo funcionários, convidados e curiosos, ainda que estes últimos sejam filhos ou parentes dos funcionários…
Quando às bicicletas, a ironia do post fica reforçada. Na cidade dos anos 50, elas 'ajudavam' os aviões; na cidade atual elas 'atrapalham' até mesmo os carros. Isso simboliza bastante bem a regressão que tivemos na forma como tratamos a bicicleta." Texto de Martin Jayo.
Eu gosto dos textos do Martin, mas fazer apologia ciclística nessa fotografia foi uma bola fora. O Cmte. Wanderley Duck nao deixou dúvidas sobre isso. Texto do Blog.