quarta-feira, 22 de maio de 2019

Foto Curiosa - Humor

Foto Curiosa - Humor
Jacaré de verdade tomando sol na piscina em um jacaré inflável
Humor


O americano David Jacobs foi supreendido neste domingo pela cena de um jacaré relaxando na piscina da casa onde passava o fim de semana com a família em Miami, nos Estados Unidos. Para além do susto, a cena foi também engraçada já que ele estava sobre uma boia que era a reprodução de um animal da mesma espécie.

David imediatamente ligou para o dono da casa onde estava hospedado, que entrou em contato com a guarda ambiental para que o jacaré fosse removido para outro local. Segundo o morador da Georgia, a família avistou o animal pela primeira vez em um lago que fica próximo à residência no dia anterior, sábado.
Em entrevista ao jornal "Miami News Times", David disse que foi informado pelas autoridades locais que é época de acasalamento dos jacarés e, por isso, eles têm sido vistos com mais frequência na região.

Avenida 9 de Julho, 1935, São Paulo, Brasil


Avenida 9 de Julho, 1935, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Ponta da Praia, 1926 e 1944, Santos, São Paulo, Brasil



Ponta da Praia, 1926 e 1944, Santos, São Paulo, Brasil
Santos - SP
Fotografia

Rua Formosa, 1911, São Paulo, Brasil - Aurélio Becherini





Rua Formosa, 1911, São Paulo, Brasil - Aurélio Becherini
São Paulo - SP
Fotografia


A Rua Formosa foi aberta em 1853, facilitando o acesso da região do Acu (o início da então Ladeira do Acu) com a do Piques (atual Praça da Bandeira). Estas áreas eram separadas por um terreno elevado. A urbanização da Rua Formosa ocorreu de maneira lenta em comparação com outras vizinhas. Muitos criticavam a contradição existente entre sua precária condição e o adjetivo que a nomeava. Exatamente no nº 53, foi o inicial endereço do escritor Monteiro Lobato na cidade. Sentenciou: “Este pedaço de rua é o meu primeiro desapontamento na São Paulo de hoje!” (Fonte: Marques, 1966, pag.220). Portanto, residindo neste local, sua família foi inquilina do Conde de Prates.
Eduardo Prates da Fonseca, nascido em São Paulo (1860-1928), obteve do Papa Leão XIII, o título de Conde de Prates, em reconhecimento pelos serviços prestados à coletividade e à própria igreja. Em todos seus documentos assinava simplesmente Conde de Prates. Era casado com Antonia dos Santos da Silva Prates, filha do Barão de Itapetininga e tinha também parentesco, através de sua mulher, com o Barão deTatui. Era sua cunhada a Baronesa de Rio Claro. Estas influentes ligações familiares explicam as origens de sua imensa fortuna — constituída de fazendas de café e gado e imóveis no centro de São Paulo.
Veja na primeira foto, o casario com a frente para a citada rua. Ao fundo, vê-se a chaminé da fábrica de chapéus do alemão João Adolfo Schritzmeyer (falecido em 1902 e sepultado na Consolação), instalada na Ladeira do Piques, atual Rua Quirino de Andrade. Na segunda imagem, os quintais das referidas casas, voltados para o vale. É possível avistar o ribeirão Anhangabaú onde a fábrica despejava resíduos químicos utilizados na produção dos chapéus. Tempos atrás, abordei e publiquei este assunto.
Como curiosidade, veja a extensa relação dos imóveis pertencentes ao Conde de Prates — apenas na ‘feia’ Rua Formosa. Não se justificaria ser nomeada como Rua do Conde Prates?

A Travessia do Mar Vermelho (The Crossing of the Red Sea) - Nicolas Poussin





A Travessia do Mar Vermelho (The Crossing of the Red Sea) - Nicolas Poussin
National Gallery of Victoria Melbourne
OST - 155x215 - 1633-1634


The Crossing of the Red Sea is a painting by Nicolas Poussin, produced between 1633 and 1634. It depicts the crossing of the Red Sea by the Israelites, from chapter 14 of the book of Exodus. It was made as part of a pair of paintings (the other being The Adoration of the Golden Calf) commissioned by Amadeo dal Pozzo, Marchese di Voghera of Turin, a cousin to Cassiano dal Pozzo, Poussin's main sponsor in Rome. By 1685 the pair had passed to the Chevalier de Lorraine and in 1710 they were bought by Benigne de Ragois de Bretonvillers.
In 1741 the pair was bought from Samuel by Sir Jacob Bouverie, whose son William became the first Earl of Radnor. The Earls of Radnor owned the pair from then until 1945, when it was split for the first time and The Adoration of the Golden Calf was sold to the National Gallery in London. The Crossing of the Red Sea was acquired by Kenneth Clark for the National Gallery of Victoria in 1948 using money from the Felton Bequest, a fund originally left to the gallery in 1904 by the industrialist Alfred Felton. In 2011 it underwent a major conservation project.

A Adoração do Bezerro de Ouro (The Adoration of the Golden Calf) - Nicolas Poussin

A Adoração do Bezerro de Ouro (The Adoration of the Golden Calf) - Nicolas Poussin
National Gallery Londres
OST - 153x211 - 1633-1634


The Adoration of the Golden Calf is a painting by Nicolas Poussin, produced between 1633 and 1634. It depicts the adoration of the golden calf by the Israelites, from chapter 32 of the Book of Exodus

It was made as part of a pair of paintings (the other being The Crossing of the Red Sea) commissioned by Amadeo dal Pozzo, Marchese di Voghera of Turin, a cousin to Cassiano dal Pozzo, Poussin's main sponsor in Rome. By 1685 the pair had passed to the Chevalier de Lorraine and in 1710 they were bought by Benigne de Ragois de Bretonvillers. 

In 1741 they were bought from Samuel by Sir Jacob Bouverie, whose son William became the first Earl of Radnor

The Earls of Radnor owned the pair from then until 1945, when it was split for the first time and The Adoration of the Golden Calf bought by the National Gallery in London for £10,000, half of which was contributed by the Art Fund.  

Moses climbed Mount Sinai to receive the tablets of the Ten Commandments. During his absence the Israelites built an idol with Aaron's help and worshipped it with song and dance. On his return, Moses was so angered by this that he smashed the tablets (Exodus: 32).

'The Adoration of the Golden Calf' and its companion piece, 'The Crossing of the Red Sea' were made for Amadeo dal Pozzo, a cousin of Poussin's major Roman patron, Cassiano dal Pozzo. The paintings stayed together until 1945 when the National Gallery acquired 'The Adoration'.

Poussin took the design for the group of dancers from his 'Bacchanalian Revel before a Term of Pan' (also in the Collection) another picture of pagan celebration, but turned the group through 180 degrees. The even distribution of blue, red and orange throughout the painting helps to unify the composition
 as a whole, but colour, for example the white of Aaron's cloak, is also used to isolate individual figures. Poussin also used emphatic gestures in order to tell the story.

terça-feira, 21 de maio de 2019

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Monumento do Centenário / Monumento à Independência, São Paulo, Brasil



Monumento do Centenário / Monumento à Independência, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 118
Fotografia - Cartão Postal


O Monumento à Independência do Brasil, também chamado de Monumento do Ipiranga ou Altar da Pátria, é um conjunto escultórico em granito e bronze pertencente ao Parque da Independência. Localiza-se na cidade de São Paulo, às margens do Riacho do Ipiranga, no lugar histórico onde D. Pedro I teria proclamado a independência do Brasil do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves em 7 de setembro de 1822. O Monumento foi inaugurado como parte das comemorações ao centenário da independência, em 1922, embora tenha sido concluído apenas quatro anos depois.
Em 1953 fora iniciada a obra da cripta Imperatriz Leopoldina e depois em 1972 foi acrescido à esta os restos mortais de D. Pedro I, e em 1984 D. Amélia. Já 2000 fora desenhado pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) uma forma de acesso ao interior do monumento onde jazem os restos mortais destes, chamando o espaço de Capela Imperial.
O Monumento foi inaugurado ainda incompleto em 1922, tendo sido finalizado quatro anos mais tarde, em 1926. É parte integrante do conjunto urbanístico do Parque da Independência, onde se encontra também o edifício-monumento erguido em 1890, que hoje abriga o Museu do Ipiranga, além da Casa do Grito.
Em sua cripta está instalada a Capela Imperial, construída em 1952 para abrigar os restos mortais de Dom Pedro I (embora o seu coração tenha ficado na Igreja da Lapa, no Porto), de sua primeira esposa, a imperatriz D. Leopoldina de Habsburgo, e também de sua segunda esposa, a imperatriz D. Amélia de Leuchtenberg.
Dom Pedro I e D. Amélia foram trasladados do Panteão dos Braganças em Lisboa, e D. Leopoldina foi transladada do Convento de Santo Antônio no Rio de Janeiro.
O conjunto é tombado nas três esferas do poder executivo.
Foi idealizado e executado pelos italianos Ettore Ximenes, escultor, e Manfredo Manfredi, arquiteto, por ocasião do primeiro centenário da independência.

Propaganda "Amazonas, Agora Mais Perto de Você", AME Amazonas 1600, AME Amazonas Motocicletas Especiais, Brasil


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A Amazonas Motocicletas Especiais (AME) é uma fabricante de motocicletas de nacionalidade brasileira, idealizada na década de 1970 por Luiz Antonio Gomi e José Carlos Biston, que criaram um protótipo com mais de 300 kg e com motor de Volkswagen Fusca de 1600 cc a ar.
A Amazonas também era conhecida na época de sua criação como "Motovolks", e este primeiro modelo AME 1600 Turismo Luxo da empresa foi a primeira motocicleta do mundo a ter marcha à ré. No ano de 1978 este projeto dos dois mecânicos foi vendido ao Grupo Ferreira Rodrigues, o modelo possuía dimensões exageradas de 2,32 m de comprimento e 1,67mts de entre eixos, sua velocidade máxima em testes era entre 133 km/h e 144 Km/h e seu consumo de 11 km/l na cidade e 16 km/l em estrada. E o modelo chegou a ser exportado para outros países como Alemanha, Estados Unidos, França, Japão e Suíça. Sua produção foi encerrada em 1988, e a empresa fechou no ano seguinte. Em 2007 a empresa decidiu retomar as atividades com novos modelos, e com a colaboração da empresa Loncin Corporation da República Popular da China que produz quadriciclos e motocicletas. Em 2009 a empresa decidiu novamente fechar sua atividade no Brasil, e o projeto da implantação de uma fábrica na Zona Franca de Manaus ficou apenas no papel. Atualmente Jose Carlos Biston está morando na cidade de Panorama - SP.
A história da indústria automotiva brasileira foi fortemente marcada por modelos seus fora-de-série. Modelos com carroceria de fibra sobre chassi próprio ou emprestado de modelos consagrados, com conjunto mecânico popular e confiável não são uma peculiaridade nossa, mas foram muito mais prolíficos por aqui. Foi a consequência de um mercado fechado e da abundância dos modelos VW a ar, que sobravam em nossas estradas – além, é claro, da inventividade típica dos brasileiros.
O Puma é, sem dúvida, o melhor exemplo. O fora-de-série nasceu em 1967, com mecânica DKW, mas foi a partir do ano seguinte, com a adoção do chassi do Karmann-Ghia, que o Puma tornou-se verdadeiramente popular – tanto que permaneceu no mercado até a reabertura das importações, em 1990. Era uma prova da versatilidade da base Volkswagen, mais uma vez: por mais que não fosse exatamente rápido, o Puma colocava a tração traseira e o entre-eixos curto do Karmann-Ghia em um pacote mais esportivo — especialmente com os motores 1.600 a 2.100 feitos por encomenda.
Mas qual seria o limite da versatilidade dessa plataforma Volkswagen? Daria, por exemplo, para pegar o motor boxer de quatro cilindros e colocar em… uma moto?
A resposta é uma só: sim. Seu nome era AME Amazonas, e ela era uma moto enorme com motor e câmbio de Fusca. Tinha até marcha-a-ré, e custava nada menos que o equivalente a seis exemplares da Honda CG125, que foi lançada no Brasil em 1976 e tornou-se a moto mais vendida do País.
A AME Amazonas, que começou a ser produzida em série, em 1978 era exatamente o oposto de uma CG: uma moto gigantesca e potente, criada para atender ao público que já não podia mais comprar motos da Harley Davidson por conta da proibição de veículos importados (que foi o que motivou a nacionalização da Honda CG em primeiro lugar).
A história da Amazonas, contudo, começa pouco antes. Em 1976, dois amigos mecânicos chamados Luiz Antonio Gomide e José Carlos Biston, de São Paulo/SP, construíram a Motovolks, um protótipo com motor boxer VW de 1.500 cm³ e câmbio manual de quatro marchas. A parte superior do quadro usava uma mistura de componentes Harley e Indian, enquanto a parte inferior era feita sob medida para acomodar um motor boxer VW 1500 e o câmbio manual de quatro marchas vindos do Fusca.
Uma observação importante: colocar um motor boxer em uma moto não é novidade. Os cilindros opostos são uma característica das motos BMW, que aposta na configuração por seu tamanho compacto, simetria (o que ajuda bastante em um veículo de duas rodas) e centro de gravidade baixo.
A transmissão era adaptada para a moto de forma tão simples que parece mentira: as duas engrenagens do diferencial eram soldadas, uma coroa era instada no lugar de uma das semi-árvores, e uma enorme corrente era responsável por levar a força para a roda traseira. A embreagem era específica para a moto, assim como o trambulador (no pé esquerdo, como se tornou o padrão das motos). Os freios usavam discos de Ford Corcel; dois na dianteira e um na traseira, com cilindro-mestre de Fusca.
Era uma simplicidade que funcionava, e a Motovolks até que tinha um visual bacana: inspirada nas Harley customizadas da época, tinha tanque de combustível em forma de caixão, guidão alto, banco de dois níveis e encosto para o passageiro. Com 1,69 metro de entre-eixos, 2,24 metros de comprimento e 330 kg na balança, era preciso usar a marcha à ré para manobrar a moto. Para usar a marcha reversa havia uma alavanca separada – a ré no pedal poderia ser confundida com as outras marchas e causar problemas. Além disso, o volante do motor precisou ser aliviado: o torque e o peso do conjunto mecânico faziam com que a moto inclinasse para o lado sob aceleração, e a menor inércia do volante modificado resolveu o problema. O motor de arranque do Fusca também foi aproveitado, assim como seu sistema elétrico. O quadro de instrumentos, porém, vinha de um Simca. E nunca chegou a funcionar de verdade.
Reza a lenda que outros quatro exemplares da Motovolks foram feitos por Gomide e Biston, mas não se sabe do paradeiro deles. E esta história poderia ter acabado por aí caso um empresário paulista chamado Daniel Ferreira Rodrigues, dono do grupo Ferreira Rodrigues, não tivesse entrado nela.
Ferreira Rodrigues tomou conhecimento da moto e achou que ela era a solução perfeita para outro problema: a falta de motos na frota da Polícia Militar, que utilizava motos da Harley sucateadas por falta de componentes de manutenção. Não havia outra motocicleta de grande porte fabricada no Brasil, e a Motovolks seria a primeira.
O projeto básico da Motovolks foi, então, comprado pela Ferreira Rodrigues e modificado para produção em série. Foi aberta uma nova empresa, a Amazonas Motocicletas Especiais Ltda., ou simplesmente AME. Era uma referência direta à grandeza da Amazônia, a maior floresta tropical do planeta – a AME Amazonas 1500, como foi chamada, era a maior moto que se podia comprar no mundo em termos de deslocamento naquela época, e provavelmente também em tamanho. E depois ainda foi adotado o motor VW 1600 da Brasília, com 64 cv. Em ambos os casos, o motor recebia dois carburadores Solex, um de cada lado, que ficavam bem proeminentes no conjunto.
A industrialização deu à moto criada por Gomide e Biston uma cara mais bonita e melhor acabamento, além de incorporar, ao longo dos anos, mudanças ao projeto que melhoravam a ciclística da Amazonas 1500/1600 – cujo peso subiu para 384 kg.
Não era exatamente um veículo prático, mas suas dimensões avantajadas tinham apelo, assim como a robustez de seu conjunto mecânico, que simplesmente não quebrava. Não demorou para que, da mesma forma que o Puma, a Amazonas ganhasse admiradores lá fora. Foram importadas unidades para vários países, como EUA, Japão e Reino Unido, e no total foram fabricados cerca de 450 exemplares entre 1976 e 1988, sendo 100 deles destinados à Polícia Militar de SP e à Polícia Rodoviária Federal.
Dito isto, a imprensa internacional não foi muito gentil com a Amazonas: uma publicação americana avaliou um exemplar em 1987 e disse que seu projeto era primitivo demais e que seu acabamento transpirava amadorismo. No entanto, havia críticas interessantes: o motor, por exemplo, poderia ter sido um componente estrutural, aumentando a rigidez do chassi e reduzindo peso. Do modo como a Amazonas era montada, o que acontecia era o oposto.
De certa forma, isto ajuda a entender por que a Amazonas deixou de ser fabricada logo que apareceram os primeiros sinais de que as importações poderiam ser abertas novamente surgiram. Dito isto, sua estranheza e sua inegável resistência e facilidade de manutenção, além do porte avantajado, garantiram que a Amazonas conquistasse uma dedicada base de admiradores que persiste até hoje.
Tanto que, entre 1990 e 1992, uma evolução da Amazonas tentou a sorte. A chamada Kahena ST1600 trazia um novo chassi, mais compacto e leve, e uma postura mais esportiva, inspirada nas supermotos da década de 90, incluindo nos grafismos da carroceria. Era uma moto um pouco mais leve, mas ainda tinha seus 300 kg.
Diferentemente do que ocorre com a Amazonas, o número de exemplares da Kahena que foram fabricados é desconhecido.

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Nota do blog: A "Yamaha mais moderna do mundo", a "cinquentinha"...rs.