terça-feira, 20 de agosto de 2019

Uma Vista de Pompeia, Itália (Uma Vista de Pompeia) - Luigi Bazzani

Uma Vista de Pompeia, Itália (Uma Vista de Pompeia) - Luigi Bazzani
Pompeia - Itália
Coleção privada
OST

Natureza Morta (Natureza Morta) - Anônimo


Natureza Morta (Natureza Morta) - Anônimo
Coleção privada
OST - 50x67

Edifício Altino Arantes e Edifício Banco de São Paulo, São Paulo, Brasil



Edifício Altino Arantes e Edifício Banco de São Paulo, São Paulo, Brasil 
São Paulo - SP
Revista Life - Estados Unidos
Fotografia

Filosofia de Internet - Humor



Filosofia de Internet - Humor
Humor

Filosofia de Internet - Humor


Filosofia de Internet - Humor
Humor

Avenida Tiradentes, 1930-1933, São Paulo, Brasil


Avenida Tiradentes, 1930-1933, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


A esquina da Rua Três Rios onde vemos à esquerda a antiga caixa d'água demolida em razão da abertura da Praça Coronel Fernando Prestes, bairro do Bom Retiro. À direita, as edificações componentes da Escola Politécnica: o Edifício Paula Souza e ao lado, o atual Edifício Ramos de Azevedo. Como se observa, um problema crônico na cidade: buracos nas ruas e cartazes emporcalhando postes e muros.

Avenida Tiradentes, 1938, São Paulo, Brasil - Konrad Voppel

Avenida Tiradentes, 1938, São Paulo, Brasil - Konrad Voppel
São Paulo - SP
Fotografia


Em 1938, o fotógrafo alemão Konrad Voppel registrou esta impressionante imagem da citada avenida em direção à Estação da Luz. À extrema direita, parte da antiga caixa d'água, que seria demolida em razão de obras na Praça Coronel Fernando Prestes, bairro do Bom Retiro.

Avenida São João, 1954, São Paulo, Brasil


Avenida São João, 1954, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

É possível observar o Cine Broadway e o Cine Ritz.
Nota do blog: Imagem de 1954 / Autoria não obtida.

Obras da Estação da Sé do Metrô, São Paulo, Brasil



Obras da Estação da Sé do Metrô, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Monumento à Duque de Caxias, São Paulo, Brasil


Monumento à Duque de Caxias, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


O Monumento à Duque de Caxias é uma estátua de bronze platinado (cavalo e cavaleiro) acima e granito Mauá no pedestal retratando as batalhas do Duque de Caxias. Mede 158,8 x 410 x 132 cm.
A ideia de construção do monumento de homenagem ao Duque de Caxias surgiu em 1939, quando o general Maurício José Cardoso comandava a 2ª Região Militar. Ele iniciou o movimento para a arrecadação de fundos junto à comunidade paulistana. Em fins de 1941, foi instituído um concurso internacional de maquetes para homenagear o Duque, considerado o maior herói militar brasileiro.
Victor Brecheret foi o vencedor, entre 30 concorrentes, concebendo um modelo de gesso de um monumento que, ao todo, tem aproximadamente 48 m de altura. Dois tipos de materiais foram utilizados: o granito e o bronze patinado. Cada um deles mereceu um tratamento diferente e o conjunto, como um todo, exalta a vida militar do Duque.
No granito, foi feito um trabalho ornamental que destaca diversos momentos da vida de Caxias: as suas vitórias, as suas alegrias e o seu enterro. É uma forma de mostrar, de maneira bastante moderna e dentro dos mesmos princípios que seguia na criação do célebre Monumento às Bandeiras, no qual trabalhava na época, um painel da vida do militar que obteve, em sua carreira, as maiores glórias possíveis, sendo respeitado como guerreiro e como político.
Os baixo-relevos em granito têm os seguintes temas: Pacificação, Caxias falando ao povo de Bagé (fala as mulheres da cidade, oferecendo paz e trabalho após o fim do conflito dos gaúchos com o império), Reconhecimento do Humaitá, Caxias com seus três generais, Batalha de Itororó (Caxias com a espada desembainhada toma o comando perante os soldados adversários vencidos e pronuncia a célebre frase: “Que me sigam os que são brasileiros”) e Enterro de Caxias (ele pediu que o seu caixão fosse carregado apenas por seis milicianos, sem pompas e honras).
Em bronze patinado, foi realizada a figura do Duque de Caxias sobre o seu cavalo com a espada levantada. Com aproximadamente 18 toneladas, ela foi fundida no Liceu de Artes de Ofícios de São Paulo, onde Brecheret iniciou os seus estudos, em 1912, indo, no ano seguinte, para Roma.
Escultura clássica no seu conceito estético, a figura do Duque de Caxias impressiona pelas proporções gigantescas e mostra nítida influência de monumentos heroicos semelhantes que Brecheret conheceu quando estudou na Europa, no início da carreira, os quais posteriormente superou em busca de sua própria maneira de representar o seu povo.
O monumento, com uma altura equivalente a um prédio de 12 andares, seria colocado no Vale do Anhangabaú, de modo que poderia ser avistado de qualquer ângulo. Era o local que Brecheret preferia, mas a obra foi transferida para a Praça Princesa Isabel, onde está localizada até hoje. Infelizmente, como a inauguração ocorreu somente em 1960, o artista, que faleceu, em São Paulo, em 17 de dezembro de 1955, não pôde ver a estátua em seu local definitivo.