quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Edifício CBI Esplanada, São Paulo, Brasil





Edifício CBI Esplanada, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia



O CBI Esplanada é o primeiro arranha-céu do Vale do Anhangabaú, no centro da cidade de São Paulo, O edifício foi inaugurado em 1951, localizado na Praça de Azevedo, esquina com a Rua Formosa. Seus 31 andares e 50 mil metros quadrados de área causaram grande impacto na paisagem do centro de São Paulo sendo então considerado a maior estrutura em concreto armado do mundo.
Foi desenvolvido pelo arquiteto Lucjan Korngold, e concluído em 1948. O edifício é exemplar da fase inicial da arquitetura moderna brasileira. Com vista para alguns dos mais impor­tantes marcos do centro da cidade, como o Viaduto do Chá, o Theatro Municipal e a Praça Ramos de Azevedo, o edifício integra uma paisagem que vem sendo revitalizada graças ao empenho do poder público e da iniciativa privada.
O projeto de reforma e modernização da antiga sede do Automóvel Clube de São Paulo elaborado pela Piratininga Arquitetos Associados, manteve plena sintonia com o esforço conjunto de renovação da região, já que o edifício sofreu pichações e outros vandalismos.
O edifício CBI Esplanada é considerado o primeiro arranha-céu do vale do Anhangabaú, apresentando um total de altura de 105 metros de altura, contando com trinta e três pavimentos e um significativo número de escritórios e lojas presentes nele. Este é um dos maiores prédio de concreto da América Latina.
O Edifício CBI Esplanada, sigla para Companhia Brasileira de Investimentos, está localizado na Praça Ramos de Azevedo. Para a construção desse edifício, a Municipalidade aprovou, em 1938, um projeto, de autoria de Elisiário Bahiana, de construção complementar ao hotel.
O início da obra aconteceu em 1941, com a execução das fundações, mas não teve continuidade por razões desconhecidas. Em 1946, o Escritório Técnico Lucjian Korngold, em nome de Octávio Guinle, protocolou um estudo sobre o modelo para uma nova edificação, em substituição ao projeto aprovado em 1938.
Lucjan Korngold, arquiteto responsável pelo projeto, era polonês, formado na primeira turma da Faculdade de Arquitetura de Varsóvia, na Polônia. Com uma visão arquitetônica moderna, o projeto previa uma edificação dividida em três blocos, sendo dois para escritórios e um para o hotel que complementaria o Esplanada Hotel.
Korngold propôs uma fachada independente da estrutura, com linguagem arquitetônica moderna e se configurando como um elemento diferenciado na paisagem do Vale do Anhangabaú, que abrigava prédios com uma estilística clássica.
O processo de aprovação da obra demorou aproximadamente dois anos, pois os técnicos da Prefeitura não estavam familiarizados com esta nova linguagem arquitetônica, que fugia do padrão estabelecido pelas construções ao redor, como o Theatro Municipal, localizado ao seu lado, mas foram utilizados os mais avançados meios da época.
Em 1948, o alvará foi emitido quando as obras já estavam bem adiantadas, autorização dada por órgão municipal permitindo que determinado imóvel seja ocupado, foi concedido logo depois, em 1951.
A edificação se tornou uma referência estilística para as edificações modernas construídas no Centro de São Paulo, sendo essencial para que outras obras, como essa, fossem feitas próximas ao local.
A indústria imobiliária na cidade de São Paulo testou um desenvolvimento acelerado com destaque para a verticalização da área central no final da década de 1930, consequência do aumento da população na área. Nessa época, a capital paulista apresentava-se como a maior metrópole industrial da América Latina, e seu lucro contribuía com praticamente a metade do produto industrial de todo país, um aspecto importante para que houvesse uma modernização da região.
Localizado próximo de monumentos importantes para a construção de visual da cidade, como o Parque do Anhangabaú e o Theatro Municipal, o prédio teve como intuito ser feito ao lado Esplanada Hotel. Construído entre os anos de 1920 e 1923, pelos franceses Emile Viret e Gabriel Marmorato, o Esplanada Hotel, de sete andares, era vista como a primeira referência na cidade de São Paulo.
Em 1938, foi protocolado o pedido da aprovação de um prédio na rua Formosa para complemento do Esplanada Hotel. O projeto do Esplanada Apartamentos, proposto como ampliação do tradicional hotel, previa uma construção de 28 andares, totalizando uma área de 35.800 m². Sua construção foi pensada, além dos intuitos econômicos, como uma necessidade dos empreendedores, imigrantes italianos que enriqueceram na América, em identificar a sua presença na paisagem na cidade estrangeira.
Um dos primeiros pontos abordados pelos órgãos envolvidos no procedimento, foi a questão da altura do prédio, já que, por ser um arranha-céu, contrariava o padrão das edificações próximas, distantes da verticalização. No entanto, a novidade trazida pelo projeto e o programa de construção, além de ser uma iniciativa empresarial de uma família, tinha fortes laços tanto na política, como na economia do Estado, que garantiram um tratamento privilegiado ao seu processo de construção.
Após algumas modificações exigidas, tanto esteticamente, como funcionalmente, o projeto do CBI Esplanada foi aprovado podendo ter o início em 1941. No entanto, por motivos não esclarecidos em documentos sobre o edifício, a obra foi interrompida e, em fevereiro de 1946, um novo requerimento foi enviado à prefeitura.
Depois de um novo requerimento ter sido encaminhado à prefeitura, o processo para a construção, conduzido pelo Escritório Técnico Lucjan Korngold, em nome de um grupo de proprietários encabeçados pelo Dr. Octavio Guinle, pedia por uma pesquisa de modelos de construções e plantas aprovadas nos processos de 1938 e 1941, para obter-se uma base sólida para o projeto que rompia com o que já era esperado para agregar ao Parque do Anhangabaú.
O novo requerimento feito à Prefeitura de São Paulo previa um edifício dividido em três blocos, sendo dois deles para escritórios e o outro para abrigar um hotel no Parque Anhangabaú. Dessa forma, procurando aproveitar as fundações do projeto original do arquiteto Elisiário Bahiana, Korngold garantiu a unidade do conjunto.
No meio do caminho, algumas dificuldades surgiram e a falta de familiaridade dos técnicos da Prefeitura de São Paulo com a arquitetura moderna atrasou o processo de aprovação do projeto por aproximadamente dois anos. O argumento usado para negar a aprovação era de que o edifício seria um elemento estranho à paisagem já estabelecida com o conjunto de outras edificações. Nesse caso, o CBI Esplanada romperia com o equilíbrio do conjunto arquitetônico formado por prédios como o Theatro Municipal, o Esplanada Hotel, o Edifício da Light, o Edifício Matarazzo, e os dois palacetes do Automóvel Club e da Prefeitura de São Paulo.
Passados alguns anos, desde sua entrada na Prefeitura e da entrega das plantas substitutivas e da documentação exigidas, o retardamento na aprovação começou a preocupar os investidores que investiam no andamento do projeto.
Em 1947, foi encaminhado um pedido ao prefeito Abrahão Ribeiro solicitando urgência na aprovação, para que, dessa forma, os procedimentos pudessem ser encaminhados. O prefeito determinou a liberação do alvará, porém, logo depois, o arquiteto Christiano Stockler das Neves assumiu a Prefeitura, forçando o encaminhamento do processo à Comissão Revisora, para que passasse por mais um filtro antes de sua execução como prédio.
Depois da paralisação das obras por aproximadamente dois anos, a permissão condicional foi concedida com o compromisso da apresentação de novas fachadas, projeto que foi apresentado inicialmente. Entretanto, no mês seguinte, Stockler das Neves deixou o cargo e, em meio a todas as burocracias exigidas, os pareceres dos técnicos municipais foram favoráveis a uma nova análise, liberado em abril de 1948.
Construído com a técnica de concreto e vedação em alvenaria, o edifício abriga um bloco de 33 andares que ambientam uma área total de 55.000 m², com fachada em balanço, independente da estrutura, mantendo o que já havia sido feito do projeto original do arquiteto Elisiário Bahiana.
Na composição das fachadas sul, norte e leste, uma grelha ortogonal marca a separação dos pavimentos, na horizontal, e o ritmo vertical dos módulos estruturais, servindo também de quebra-sol e protegendo contra a chuva, pontos que, ao longo do tempo, podem deteriorar a estrutura.
As janelas são metálicas, de vidraças, com abertura do tipo maxim-ar, possibilitando absoluta ventilação e iluminação quando aberta, com os módulos inferior e superior fixos. Nos altos das fachadas há um coroamento que se incorpora visualmente ao alinhamento das fachadas e abrange os 3 últimos andares, recuados conforme determinado pelo Código de Obras.
A fachada oeste, voltada para o Hotel Esplanada, possui uma solução mais simples em relação às demais, com dois pares de janelas basculantes menores - um par em cada extremidade. A parte central desta fachada é cega por corresponder ao núcleo de circulação vertical interno com 4 elevadores junto à parede lateral do edifício.
Para que se garantisse a ventilação e iluminação dos cômodos constrúidos, foi projetado um andar racionalista, com flexibilidade permitida com o agenciamento dos núcleos de circulação e conjuntos de sanitário.
Esta planta livre é consequência da modulação estrutural a permitir que o andar tenha diferentes ocupações: de modo integral ou em até quatro salões de grandes dimensões. O revestimento desses pavimentos é de argamassa texturizada imitando mármore travertino, com acabamento em pintura látex.
O prédio possui dois núcleos de elevadores que atendem às suas laterais. Esses elevadores foram projetados como blocos verticais que agem como pivôs da estrutura, ou seja, absorvendo as cargas de todas as vigas e conduzindo um equilíbrio ao peso sustentado por cada andar do edifício.
A entrada pela Praça Ramos de Azevedo tem portão pantográfico metálico com bandeira fixa de grade metálica. O outro acesso se dá pelo Parque Anhangabaú, exclusivamente para pedestres e ao lado da agência do Banco do Brasil. O revestimento do térreo é de mármore travertino.
Em 1992, o Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP) foi tombado com outras construções em torno da área do Vale do Anhangabaú, local histórico do centro da capital paulista. Foi determinada a preservação de seus aspectos externos de construção, sem recomendações adicionais em reconhecimento à sua importância como obra arquitetônica.
Dessa forma, foi afastada uma eventual descaracterização que poderia acontecer durante a construção do projeto de Lucjian Korngold, que romperia com o estilo clássico, como do Theatro Municipal, predominante na área do Parque Anhangabaú, com o avanço de uma etapa de serviços que vieram a ser indispensáveis para a conservação das condições para a sua ocupação e funcionamento dos serviços, os quais seriam prestados.
Tais alterações previstas, envolviam reformas na estrutura para a recuperação e modernização de suas redes de instalações elétricas, de telefonia, informação e hidráulicas, além dos equipamentos de segurança e o saneamento.
A recuperação de suas fachadas, mediadas pela arquitetura modernizada do projeto arquitetônico, foi essencial para o seu reconhecimento como patrimônio cultural da cidade.
Com padrão corporativo de ocupação, o CBI Esplanada está sendo constantemente reformado pelos proprietários e tem uso comercial e institucional, sendo a sede de empresas dos segmentos de contabilidade, auditoria e órgãos públicos, acomodando, inclusive, o Sindicato Contabilistas São Paulo.
Localizado próximo a estação de Metrô Anhangabaú, o edifício, ainda destoante de alguns dos outros prédios ao redor no Parque do Anhangabaú, assume o local como um ponto turístico para muitos, principalmente para os profissionais formados na área de arquitetura.
Atualmente, o prédio é considerado dos maiores edifícios de concreto armado da América Latina.

Edifício CBI Esplanada, São Paulo, Brasil



Edifício CBI Esplanada, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotolabor N. 143
Fotografia - Cartão Postal


O CBI Esplanada é o primeiro arranha-céu do Vale do Anhangabaú, no centro da cidade de São Paulo, O edifício foi inaugurado em 1951, localizado na Praça de Azevedo, esquina com a Rua Formosa. Seus 31 andares e 50 mil metros quadrados de área causaram grande impacto na paisagem do centro de São Paulo sendo então considerado a maior estrutura em concreto armado do mundo.
Foi desenvolvido pelo arquiteto Lucjan Korngold, e concluído em 1948. O edifício é exemplar da fase inicial da arquitetura moderna brasileira. Com vista para alguns dos mais impor­tantes marcos do centro da cidade, como o Viaduto do Chá, o Teatro Municipal e a Praça Ramos de Azevedo, o edifício integra uma paisagem que vem sendo revitalizada graças ao empenho do poder público e da iniciativa privada.
O projeto de reforma e modernização da antiga sede do Automóvel Clube de São Paulo elaborado pela Piratininga Arquitetos Associados, manteve plena sintonia com o esforço conjunto de renovação da região, já que o edifício sofreu pichações e outros vandalismos.
O edifício CBI Esplanada é considerado o primeiro arranha-céu do vale do Anhangabaú, apresentando um total de altura de 105 metros de altura, contando com trinta e três pavimentos e um significativo número de escritórios e lojas presentes nele. Este é um dos maiores prédio de concreto da América Latina.



Feira na Praça Roosevelt, Anos 60, São Paulo, Brasil


Feira na Praça Roosevelt, Anos 60, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Propaganda "O Maior Negócio do Brasil", Edifício Mendes Caldeira, São Paulo, Brasil


Propaganda "O Maior Negócio do Brasil", Edifício Mendes Caldeira, São Paulo, Brasil
São Paulo -SP
Propaganda

Edifício Mendes Caldeira, São Paulo, Brasil








Edifício Mendes Caldeira, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Artigo


Na cidade de São Paulo estamos acostumados em ver desaparecer, num piscar de olhos, casarões, sobrados e muitos imóveis os quais nos acostumamos a ver todos os dias. Porém, algumas vezes somos surpreendidos por grandes implosões de edifícios. De todas estas implosões, nenhuma foi mais marcante para São Paulo quanto a do Edifício Mendes Caldeira.
Anunciado em jornais como Correio Paulistano e O Estado de S.Paulo em junho de 1960 como “O maior negócio do Brasil“, o Mendes Caldeira surgia como o maior arranha céu já construído na região da Praça da Sé. Naquela época só haviam prédios baixos ao redor da Catedral Metropolitana de São Paulo, e o novo e moderno edifício, com sua ousadia, prometia ter suas unidades vendidas em tempo recorde.
Em 1960 a situação da Praça da Sé era bem diferente de hoje. A cidade tinha saído há pouco tempo das comemorações do IV Centenário e ainda lucrava com as realizações de 1954. A Catedral da Sé estava quase 100% concluída (suas torres só seriam terminadas em 1967) e a praça estava fervilhante e concorrida.
Em um tempo que Faria Lima, Berrini não existiam como endereços de escritórios, e ter o seu na Praça da Sé era um excelente negócio, pois estaria no coração da maior cidade da América Latina e próximo a tribunais, bancos e diversos órgãos públicos.
Cumprindo suas expectativas, o Mendes Caldeira teve suas unidades vendidas rapidamente e em 1961 foi inaugurado, começando a funcionar como um dos maiores edifícios não somente de São Paulo, mas de todo o Brasil.
O edifício era grande e destoava de todos os seus vizinhos, a Prefeitura jamais deveria ter aprovado uma construção com gabarito de altura que disputava de igual para igual com as torres da Catedral da Sé, um enorme equívoco urbanístico.
Toda esta grandiosidade, aliada a um projeto moderno e arrojado desenvolvido pelos arquitetos Jorge Zalszupin e Lucjan Korngold tinha tudo para fazer do edifício um dos grandes ícones da arquitetura moderna paulistana.
Entretanto, o Edifício Mendes Caldeira estaria no epicentro de uma questão importantíssima para o desenvolvimento da capital paulista: A Estação Sé do Metrô.
As obras da Estação da Sé e do Metrô de São Paulo como um todo estavam indo bastante lentas e no início da década de 70, começou-se a discutir que talvez fosse necessária a desapropriação e demolição de alguns dos prédios que ficavam entre a Praça da Sé e a Praça Clóvis Bevilacqua.
Entre eles dois ícones de São Paulo, o Palacete Santa Helena, representando a São Paulo antiga e o Mendes Caldeira representando a São Paulo contemporânea de então.
Até hoje não está muito claro quais os reais motivos que tornaram a implosão do Mendes Caldeira algo impossível de se reverter.
Pesquisando sobre o fato é possível encontrar uma série de fatores, como atraso no cronograma de obras, corrupção e até indícios de uma falha geológica que poderia causar o desabamento do edifício durante os trabalhos no subterrâneo.
A desapropriação do Mendes Caldeira custou ao Metrô 26,8 milhões de cruzeiros.
O edifício de 36 mil toneladas virou entulho em 16 de novembro de 1975. Pela primeira vez no País a demolição por picaretas era substituída pelo novo método de implosão. Durante semanas, 360 quilos de explosivos foram colocados em 972 furos, nos pilares do edifício de 30 andares com 364 escritórios. O Metrô convidou mil pessoas e credenciou 300 jornalistas para o espetáculo que mudou a paisagem do centro, unindo as praças Clóvis Bevilacqua e a Sé. São Paulo parou para assistir o prédio desaparecer em 9 segundos.
O Palacete Santa Helena e outros vizinhos já haviam desaparecido do cenário urbano. A implosão decretou o fim do Edifício Mendes Caldeira e também o fim da divisão entre as Praças da Sé e Clóvis Bevilacqua.
Atualmente é difícil explicar aos paulistanos mais jovens que no local existem duas praças e não uma só. A confusão é até compreensível e mostra que hoje não faz o menor sentido manter os dois nomes de praça.
Alguns anos mais tarde, já com o metrô em operação, as duas praças seriam reinauguradas e entregues aos paulistanos, e por muito tempo estiveram bem cuidadas, sendo um excelente ponto turístico da cidade, bem diferente de hoje.
Provavelmente jamais saberemos ao certo as reais razões e circunstâncias que levaram o Edifício Mendes Caldeira a ser demolido. É um segredo guardado a sete chaves pelos envolvidos na época. A única coisa que podemos afirmar, com certeza, é que não foram apenas “motivos republicanos”, para ficar em um termo bem atual...

Implosão do Edifício Mendes Caldeira, São Paulo, Brasil


Implosão do Edifício Mendes Caldeira, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Praça da Sé, São Paulo, Brasil

Praça da Sé, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Obras da Estação da Sé do Metrô, São Paulo, Brasil


Obras da Estação da Sé do Metrô, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Praça da Bandeira, 1952, São Paulo, Brasil


Praça da Bandeira, 1952, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Trojan 200 1962, Inglaterra










Trojan 200 1962, Inglaterra
Fotografia



Dundalk Engineering in Ireland, formerly repairers of locomotives, took over production of the Kabine from Heinkel in 1958—a logical step since half of Heinkel production was sold to the British Isles.
Peter Agg, Lambretta’s British distributor, negotiated the deal for manufacturing the Heinkel-I by Trojan and received motors from Heinkel themselves. Similar to the German Heinkel and Irish Heinkel-I, the Trojan was built with some British-sourced components, including Armstrong shock absorbers, Wilmot-Breeden latches, and Wipac or Miller lamps. A right-hand-drive version was built, and the car was available in both three- and four-wheel versions.
This Trojan 200 is a rare, three-wheeled, left-hand-drive version with metric instrumentation, apparently intended for export to the Continent. Presented in a lovely light-blue-over-black-leather colour scheme, this is an interesting, seldom-seen microcar.