sábado, 28 de setembro de 2019

Antigo Palácio do Trocadéro e Torre Eiffel, Exposição Universal, Paris, França

Antigo Palácio do Trocadéro e Torre Eiffel, Exposição Universal, Paris, França
Paris - França
Fotografia - Cartão Postal

Uma exposição universal é uma manifestação cultural pública. A primeira exposição universal da História ocorreu em Londres em 1851. Seu tema era o trabalho das indústrias de todas as nações. Atualmente existe um órgão internacional, criado em 1828, responsável pela organização destas exposições, o Bureau International des Expositions.
Desde sua criação as exposições universais “têm como objetivo principal o ensino para o público, fazendo um inventário dos meios dos quais dispõe o homem para satisfazer as necessidades de uma civilização e fazendo emergir em um ou mais campos da atividade humana o progresso realizado e as perspectivas para o futuro”.
A exposição universal de 1889 não foi a primeira exposição internacional em território francês, mas ficou famosa, dentre outras muitas razões, pelo tema da exposição, pela celebração do centenário da República, ou da Revolução francesa, e principalmente pela construção deste que será o símbolo da capital francesa: a Torre Eiffel.
Desde sua construção a Torre fascinou os parisienses causando muita polêmica. Ela deveria ser desmontada logo após o término da exposição, mas felizmente seu construtor, Gustave Eiffel, conseguiu uma autorização para que ela permanecesse no Champs de Mars. A Torre Eiffel era a entrada da exposição, que contava com outras instalações, como o imponente Palácio das indústrias, a galeria das máquinas, o palácio dos engenheiros e o Palácio das Belas Artes, além de um Grande Domo Central e uma fonte. Nesse espaço também foi construído o Palácio do Trocadéro, demolido e substituído pelo “Palais de Chaillot” construído para a exposição de 1937.


Antigo Palácio do Trocadéro, Exposição Universal, Paris, França

Antigo Palácio do Trocadéro, Exposição Universal, Paris, França
Paris - França
Fotografia - Cartão Postal


O Ancien Palais du Trocadéro foi um palácio de exposições existente no 16º arrondissement de Paris.
O palácio era uma construção de inspiração mourisca realizada pelos arquitetos Gabriel Davioud e Jules Bourdais para a Exposição Universal de Paris de 1878. Foi destruído e substituido pelo Palais de Chaillot para a Exposição Universal de Paris de 1937. Acolheu, até à sua destruição, o Museu dos Monumentos Franceses (Musée des monuments français) criado por Alexandre Lenoir. O Jardim do Trocadéro foi realizado por Jean-Charles Alphand.
Como o atual Palais de Chaillot, o Ancien Palais du Trocadéro comportava duas alas em forma de semi-círculo, cuja estrutura foi, efetivamente, conservada. Contudo, o palácio desenhado por Davioud reunia-as por uma parte central (no lugar onde se encontra atualmente a esplanada), circular e flanqueada por duas torres, no estilo mourisco ou neo-bizantino, o que não acontece com o atual Palais de Chaillot.

Antigo Palácio do Trocadéro, Paris, França

Antigo Palácio do Trocadéro, Paris, França
Paris - França
N. 9
Fotografia - Cartão Postal


O Antigo Palácio do Trocadéro (Ancien Palais du Trocadéro) existiu no lugar onde se ergue o atual Palácio de Chaillot.

Estação do Metrô na Place Blanche no Boulevard de Clichy, Paris, França

Estação do Metrô na Place Blanche no Boulevard de Clichy, Paris, França
Paris - França
N. 64
Fotografia - Cartão Postal

Estação do Metrô na Place de Clichy, Paris, França

Estação do Metrô na Place de Clichy, Paris, França
Paris - França
Fotografia - Cartão Postal

Place de Clichy, Paris, França

Place de Clichy, Paris, França
Paris - França
N. 113
Fotografia - Cartão Postal

Volkswagen Voyage, Brasil





Volkswagen Voyage, Brasil
Fotografia

Segredo industrial, o Gol três-volumes estampou a capa de nossa edição de março de 1981. O mistério da Volkswagen só foi desvendado em julho. O Voyage era o segundo filho da família BX, concebida pela equipe do engenheiro alemão Philipp Schmidt especialmente para o Brasil.
O Voyage era o meio-termo entre as limitações do Gol e as virtudes do Passat. Superou o primeiro em aproveitamento de espaço e recebeu do segundo o motor 1.5 refrigerado a água. Com comando de válvulas no cabeçote para trabalhar em altas rotações, era bem mais silencioso que o boxer a ar utilizado por Gol, Brasília e Fusca.
Outra diferença em relação ao Gol era o conjunto óptico dianteiro semelhante ao do Passat, com enormes faróis retangulares ladeados por piscas verticais. A traseira também tinha personalidade própria, com leve inspiração nos primos alemães Derby e Jetta. A VW não fazia questão de esconder que o objetivo era roubar clientes do Chevrolet Chevette.
Já veterano, o compacto da GM sentia o peso dos oito anos no mercado e era penalizado pela antiga concepção de motor dianteiro e tração traseira, com menor aproveitamento de espaço interno e maior perda mecânica. A tração dianteira do Voyage era mais eficiente: no nosso teste foi  de 0 a 100 km/h em 15,78 segundos e atingiu a máxima de 146,34 km/h.
“O maior problema do Voyage era o coeficiente aerodinâmico de 0,50, uma verdadeira parede”, relata Bob Sharp, ex-diretor de competições da VW. “Para melhorar a velocidade nas pistas foi preciso homologar uma série de anexos aerodinâmicos. Por outro lado, seu monobloco era o mais rígido dos automóveis da família BX, graças à ausência da terceira porta presente no Gol e na Parati.”
Enquanto isso, o Chevette foi todo renovado para 1983 e a Fiat se apressou para criar o sedã Oggi. No mesmo ano, o Voyage recebeu o motor MD 270, com cilindrada ampliada para 1,6 litro e calibrado para oferecer torque e potência em rotações mais baixas. Apresentada no mesmo período, a carroceria de quatro portas não teve a mesma aceitação no mercado.
Fez sucesso na América Latina, onde recebeu motores diesel e foi rebatizado como Gacel, Amazon e Senda. O câmbio de cinco marchas veio só em 1985, com o motor AP de 1,6 litro e bielas longas. A versão Super apareceu no ano seguinte com supressão de cromados, interior do Gol GT e motor AP de 1,8 litro e 94 cv.
A primeira reestilização ocorreu em 1987: frente mais baixa e para-choques envolventes foram necessários para encarar projetos modernos como o Ford Escort e Fiat Prêmio. Embarcou para os EUA e Canadá em 1988, levando injeção eletrônica e o nome Fox. Poucos foram vistos na Europa, mas vários foram para o Iraque após o fim da produção do Passat nacional.
Em 1990, o Voyage foi afetado por uma das atitudes mais discutíveis da Autolatina: a oferta do motor AE 1600, o velho Ford CHT com comando de válvulas no bloco. Criticado pela falta de torque e potência, dava o troco no baixo consumo: 10,38 km/l na cidade e 14,88 km/l na estrada.
A última reestilização foi em 1991, com alterações nos faróis, grade e lanternas. Em 1993, veio a versão Sport, com o mesmo motor do Gol GTS. A produção nacional foi encerrada em 1994: o Voyage de primeira geração marcou presença em nosso mercado até 1995, importado da Argentina.
Produzido em 1981, este exemplar pertence ao colecionador Leonardo Braz e não tem as entradas de ar abaixo do para-choque. “Acredito se tratar de um pré-série que usaria o motor refrigerado a ar do Gol. Só conheço duas fotos de Voyage nessa condição: um protótipo fotografado no pátio de fábrica e o que foi publicado por QUATRO RODAS em março de 1981.” 


Moulin Rouge, Salão e Cinema, Place Blanche, Paris, França

Moulin Rouge, Salão e Cinema, Place Blanche, Paris, França
Paris - França
Fotografia - Cartão Postal


Ópera Nacional de Paris, Paris, França

Ópera Nacional de Paris, Paris, França
Paris - França
N. 5M
Fotografia - Cartão Postal

Parque do Anhangabaú, São Paulo, Brasil

Parque do Anhangabaú, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotolabor N. 38
Fotografia - Cartão Postal