terça-feira, 22 de outubro de 2019

Rua 9th e Capitólio Estadual do Texas, 1949, Austin, Texas, Estados Unidos


Rua 9th e Capitólio Estadual do Texas, 1949, Austin, Texas, Estados Unidos
Austin - Estados Unidos
Fotografia

Rua 8th, 1949, Austin, Texas, Estados Unidos

Rua 8th, 1949, Austin, Texas, Estados Unidos
Austin - Estados Unidos
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Último Dia de Operação dos Bondes Antes da Substituição por Ônibus, 1940, Austin, Texas, Estados Unidos


Último Dia de Operação dos Bondes Antes da Substituição por Ônibus, 1940, Austin, Texas, Estados Unidos
Austin - Estados Unidos
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Vista de Austin, 1916, Texas, Estados Unidos

Vista de Austin, 1916, Texas, Estados Unidos
Austin - Estados Unidos
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Filosofia de Internet - Humor


Filosofia de Internet - Humor
Humor

Linha do Tempo da Honda CG 125, Brasil


Linha do Tempo da Honda CG 125, Brasil
Artigo


Muitos motociclistas no país aprenderam a pilotar em uma Honda CG 125. Tanto que ela se tornou o veículo mais vendido no mercado brasileiro, com cerca de 7 milhões de unidades.
Em 31 de janeiro, a Honda anunciou sua “morte” – a produção do modelo foi encerrada no final do ano passado devido à obrigatoriedade da adoção de freios ABS ou CBS (freios combinados) a todas as motos zero-km até o fim de 2019.
A marca entendeu que não havia sentido investir em um produto que representa menos de 10% da família CG, dominado pela “irmã maior” CG 160.
Por ser uma moto tão emblemática no mercado nacional, reunimos aqui os fatos mais marcantes de sua trajetória em 42 anos de existência.
1976 – A primeira geração da CG 125, também conhecida como Bolinha, estreou a linha de produção da fábrica da Honda em Manaus (AM). Tinha motor de 125 cm³ com 10,4 cv de potência. O Rei Pelé foi chamado para ser o garoto-propaganda da moto.
1978 – A versão Ecco tinha uma profusão de cromados, câmbio rotativo de quatro marchas e sistema de economia de combustível. O motor de quatro tempos era um diferencial por ser menos poluente que os motores de dois tempos.
1981 – O modelo foi o primeiro no mundo a receber um motor a álcool, além de contar com câmbio de cinco marchas – oferecido na versão a gasolina apenas dois anos depois.
Apesar de o preço ser o mesmo, o consumo da novidade era 18% maior, fato compensado pelo preço mais baixo do etanol.
1983 – Versão a gasolina recebe o câmbio de cinco marchas. O design também foi atualizado, com linhas mais retas, novos piscas, lanternas e comandos no guidão, além de para-lama traseiro na cor da moto.
A balança traseira ficou mais longa, o guidão, mais alto tanque, os pneus aumentaram e o modelo passava a contar com 12 litros.
1989 – A versão Today era apresentada com 74 alterações no chassi e 70 no motor de 124 cm3 de cilindrada e 12,5 cv, incluindo sistema de ignição mais moderno CDI (ignição de descarga do capacitor).
No mesmo ano chegava a versão Cargo para uso comercial, com assento individual e bagageiro cromado reforçado. Também recebia todas as alterações da Today.
1994 – A moto passa a se chamar CG 125 Titan após passar por diversas mudanças estéticas, como tanque mais arredondado para melhorar o encaixe das pernas e com capacidade aumentada para 13 litros. A garupa ganhava duas alças laterais, nova rabeta e tampas laterais.
1995 – Uma versão feita exclusivamente para importação tinha características diferenciadas para atender às legislações locais como capa de corrente integral, piscas exclusivos e farol redondo com lâmpada amarela. O modelo foi exportado para França, Inglaterra e Portugal.
2001 – A CG Titan recebeu a nomenclatura KS e passou a contar com conjunto óptico com lentes de policarbonato, novo design do painel, traseira com rabeta e lanterna integradas, assento mais largo, guidão mais alto e melhor encaixe das pernas do piloto.
Também trazia tecnologia Tuff-up no pneu traseiro, que retardava o esvaziamento em caso de furo.
2003 – Para comemorar as cinco milhões de unidades produzidas no Brasil, a CG 125 ganhava pintura dourada exclusiva.
2006 – Chega a versão CG 125 Fan, que trazia uma novidade no motor: a válvula Pair, que injetava oxigênio próximo da válvula de escapamento para diminuir as emissões de gases poluentes.
2018 – Chega ao fim a produção da icônica CG 125. O modelo continua à venda em 2019 até o fim dos estoques.














O Adeus da Honda CG 125, O Veículo Mais Vendido Até Hoje no Brasil, Artigo



O Adeus da Honda CG 125, O Veículo Mais Vendido Até Hoje no Brasil, Artigo
Artigo

Você sabe qual é o veículo mais vendido do Brasil na história? Se o Volkswagen Gol automaticamente lhe veio à cabeça, você está enganado.
Porque não estamos falando de carro, mas de veículo mais vendido. Portanto, esse título pertence a uma moto: a CG 125, considerada o “Fusca” das motos por sua popularidade e manutenção fácil e barata.
Com cerca de 7 milhões de unidades vendidas no mercado brasileiro (o Gol tem cerca de 6,6 milhões) em 42 anos (só perde para a VW Kombi, que foi produzida por 63 anos), a CG 125 acaba de sair de linha.
Isso significa que o Gol ainda pode ultrapassá-la, embora outras versões da linha CG, com motor de 160 cm³, continuem na ativa.
Apesar de ter feito muito sucesso durante sua existência, o modelo acabou evoluindo pouco durante os últimos anos e perdeu espaço para a versão CG 150, lançada em 2003, que virou CG 160 em 2016 – no ano passado, as vendas da 125 representaram menos de 10% da família CG.
A gota d’água que fez com que a Honda decidisse colocar um ponto final na produção é obrigatoriedade para todas as motos novas virem equipadas de série com freios ABS ou CBS (freios combinados) até o fim de 2019.
Segundo a empresa, não valeria o investimento justamente pelo fraco desempenho nas vendas. É o mesmo motivo que decretou o fim de modelos como o Fiat Mille e a VW Kombi, que saíram de linha por não atenderem a legislação que obrigava veículos zero km a virem com airbags e ABS de série.
A moto foi extremamente importante na história da Honda, motivando, inclusive, a construção da fábrica da marca na Zona Franca de Manaus, em 1976.
A CG 125 foi ainda a primeira motocicleta no mundo com motor álcool, lançada em 1981 (atualmente roda apenas com gasolina, enquanto a 160 é flex).
Apesar do fim da produção, o modelo continua disponível nas lojas e será vendido até acabarem os estoques. 


Largo das Lavadeiras, Bairro da Bela Vista, 1949, São Paulo, Brasil


Largo das Lavadeiras, Bairro da Bela Vista, 1949, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Nota do blog 1: Esses prédios/cortiços hoje seriam próximos da atual Câmara Municipal, entre as ruas Santo Amaro e Japurá. O córrego que as lavadeiras utilizavam para a atividade, provavelmente, seria o córrego do Bexiga (passava por baixo do viaduto Jacareí, desaguando no córrego Itororó, na praça da Bandeira).
Nota do blog 2: O "Largo das lavadeiras" não era um largo propriamente dito, era uma área de terreno vazio que recebeu esse nome por parte da população em razão daquela atividade.
Nota do blog 3: Lado esquerdo, rua Santo Amaro; lado direito, rua Japurá (existe hoje no local o Condomínio Dr Armando de Arruda Pereira, aproximadamente rua Japurá número 55).

Palácio Rio Negro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil


Palácio Rio Negro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
Petrópolis - RJ
Fotografia - Cartão Postal

Palácio Rio Negro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil


Palácio Rio Negro, Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
Petrópolis - RJ
Fotografia - Cartão Postal