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sábado, 21 de dezembro de 2019
Fórum, Botucatu, São Paulo, Brasil
Fórum, Botucatu, São Paulo, Brasil
Botucatu - SP
Foto Postal Colombo N. 16
Fotografia - Cartão Postal
Porto Flutuante, Manaus, Amazonas, Brasil
Porto Flutuante, Manaus, Amazonas, Brasil
Manaus - AM
Fotografia - Cartão Postal
O Porto de Manaus é um porto fluvial brasileiro localizado
no município de Manaus, capital do estado do Amazonas.
Considerado o maior porto flutuante do mundo, atende aos estados do Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre e áreas do norte
do Mato Grosso.
Foi projetado por ingleses e inaugurado em 1907, quando a cidade vivia o
auge do ciclo da borracha. Atualmente, é administrado
pelo Governo do Estado do Amazonas.
Localizado à margem esquerda do rio Negro distante, 13 km da confluência com o rio Solimões,
o Porto de Manaus constitui a principal entrada para o estado do Amazonas. Sua
estrutura permite receber vários navios de qualquer tamanho, mesmo durante as
grandes vazantes. O cais flutuante compõe-se de duas partes distintas: a
primeira em forma de um T, serve para a atracação de navios de cabotagem. A
segunda parte é o trapiche que liga as balsas flutuantes à ponte móvel.
Além de servir para embarque e desembarque de passageiros e
mercadorias que vão e vem das cidades do interior do estado, recebe
grandes transatlânticos com turistas de várias
partes do mundo. Também desembarca produtos destinados ao Polo Industrial de Manaus, assim como
serve de embarque para produtos fabricados na cidade e que se destinam a várias
partes do Brasil e do mundo.
No fim do século XIX,
a explosão da borracha impulsionava cada vez mais o fluxo comercial e trazia
grandes lucros para o Amazonas. Toda essa intensa atividade necessitava de um ponto
equipado com a melhor infra-estrutura e tecnologia disponível na época para dar
suporte ao escoamento do látex, extraído na região que tinha como destino os
grandes centros comerciais do mundo. A estrutura existente no local necessitava
de uma ampliação que desse suporte para atracação de navios de grande calado.
Oficialmente as obras de melhoramento do Porto de Manaus tiveram início em 7 de
outubro de 1902, em solenidade que contou com a presença do governador do
estado Dr. Silvério Nery.
As obras foram realizadas por etapas:
- Em 1903, foi construída a Casa de Máquinas (hoje sede do
Museu do Porto), o armazém nº 7 e um cais provisório.
- Em 1904, foram construídos os armazéns nº 9 e 10, a torre
metálica para a caixa d’água, as linhas férreas destinadas aos serviços dos
armazéns do Porto, o cais do Roadway e instalações dos primeiros geradores de
eletricidade.
- Em 1905, foram calçadas as áreas em torno dos armazéns nº 9 e
10.
Construiu-se um pequeno muro de arrimo na base dos mesmos
armazéns e um plano inclinado em frente ao armazém nº 7.
- Em 1906, foi erguido o prédio da Alfândega e Guardamoria, o segundo trecho do
cais de alvenaria, o prolongamento da plataforma de madeira, o armazém nº 0 e a
ponte flutuante do Roadway.
Star Wars A Ascensão Skywalker - Star Wars Episode IX The Rise of Skywalker
Star Wars A Ascensão Skywalker - Star Wars Episode IX The Rise of Skywalker
Estados Unidos - 141 minutos
Poster do filme
"Ilha da Madeira", Antigo Estádio da Portuguesa, São Paulo, Brasil
"Ilha da Madeira", Antigo Estádio da Portuguesa, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Antigo estádio da Portuguesa, no mesmo local onde hoje é o
Estádio do Canindé. Por possuir arquibancadas de madeira e ser praticamente
ilhado pelo Rio Tietê na época, recebeu o apelido carinhoso de “Ilha da
Madeira”. Ao fundo é possível ver o restante do bairro, com destaque para a
igreja de Santo Antônio do Pari. Fotografia de meados dos anos 60. Com a
retificação do rio, ele deixou de ser uma ilha e passou a se localizar na
marginal.
Estação do Norte, Atual Estação Integrada do Brás, São Paulo, Brasil
Estação do Norte, Atual Estação Integrada do Brás, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Mundo Ilustrado N. 42
Fotografia - Cartão Postal
Clube de Regatas Tietê, Década de 30, São Paulo, Brasil
Clube de Regatas Tietê, Década de 30, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Prugner N. 37
Fotografia - Cartão Postal
Clube de Regatas Tietê, São Paulo, Brasil
Clube de Regatas Tietê, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Rosenhain & Meyer
Fotografia - Cartão Postal
São Paulo - SP
Rosenhain & Meyer
Fotografia - Cartão Postal
O Clube de Regatas Tietê foi uma agremiação de
esportistas fundada em 1907 por Victor Leite Mamede e Júlio Ribeiro, membros da
elite portuguesa presente na cidade de
São Paulo. Em seu início, o clube tinha como principal esporte a regata, uma
espécie de corrida entre barcos a vela. O clube se localizava às margens
do Rio
Tietê, em São Paulo.
Hoje a estrutura que foi produzida pelos seus sócios pertence à
prefeitura de São Paulo e faz parte do Parque do Tietê. Um complexo esportivo
aberto, com pistas de corrida e dois campos verdes, além de cinco quadras
poliesportivas, sendo uma delas cobertas, e quadras de tênis.
A história do Clube de Regatas Tietê se iniciou em 1907. No
momento em que o Clube de Regatas São Paulo expulsou Victor Leite Mamede e
Júlio Ribeiro do clube de natação. Com apoio de outros remadores presentes na
elite portuguesa, os dois dissidentes do CRSP fundaram às margens do Rio Tietê
o novo clube. Isso se iniciou pois os atletas de São Paulo que procuravam este
tipo de esporte não tinham tanta facilidade na locomoção para as praias de
Santos. Por isso, iniciaram-se organizações às margens do Rio Bandeirantes e
Tietê para que suportassem essa demanda.
Sua localização se dava no Bom Retiro, colado ao rio. Em 105
anos de existência, o clube contou com honrarias invejáveis diante das outras
entidades presentes na cidade. Perto das águas, suas maiores contribuições se
deram no campo aquático na natação, remo e vela.
As organizações eram dominadas pelo Clube
Espéria, entidade que estava às margens do mesmo rio do outro lado da
margem. Com o surgimento próximo de um novo clube, ambos passaram a ser rivais
daquele pequeno recorte. Além disso, protagonizaram a cena paulista na primeira
década do século passado ao criarem a prova de Travessia da Margem.
As competições eram realizadas na Região da Ponte Grande. O
espaço era delimitado por pessoas e flutuadores com cordas e raias. Ao todo,
eram provas de 150 a 300 metros e a prova mais famosa possuía uma extensão de
5500 metros (o que seria da Ponte das Bandeiras até a Ponte da Vila Maria). Em
1935, 1936 e 1947, a disputa foi vencida pelo jovem João
Havelange (que mais tarde tornou-se presidente da Fifa).
Com o tempo, além da natação, os clubes passaram a ter
rivalidades em outros esportes. Futebol, tênis, basquete, patinação e atletismo
tornaram-se o carro-chefe desta agremiação. As cores do clube eram vermelhas e
pretas, sendo chamados de "vermelhinhos da beira do rio". Seu símbolo
era uma bola vermelha, com bordas pretas e um "T" preto sombreado em
seu centro.
Em seus melhores momentos, o clube contou com mais de 35 mil
sócios. O clube ainda na década de 40 contava com ações sociais e para a
população mais próxima permitia aulas e práticas dos esportes. A natação e o
tênis tornaram-se tradição após os sucessos de Maria Lenk e Maria Esther Bueno.
Com a urbanização paulista, a ponte que ligava o Clube Espéria
e o Clube de Regatas Tietê foi demolida para dar espaço às pistas que foram
construídas. Com isso, as margens do Rio foram desaparecendo e os processos de
dificuldade para a prática do esporte foram aparecendo.
Em março de 1972, as regatas, por exemplo, passaram a ser
treinadas e competidas apenas na raia olímpica da USP, perto do Rio
Bandeirantes, no Butantã.
Em 1884, após uma crescente urbanização na cidade de São Paulo,
o Rio Tietê recebeu sua primeira interferência civilizatória. O Projeto de
Regularização do Rio Tietê e Dique Marginal, liderado pelo engenheiro João
Pereira Ferraz, tinha como principal motivação a retificação do rio, da Ponte
Grande até Osasco, exatamente onde se inicia o Clube de Regatas Tietê. A ideia
deste projeto era apenas dar direção e limitar certas distribuições do Rio.
Este projeto não foi foi inteiramente executado por falta de
dinheiro. Todavia, as pequenas reformas produzidas não diminuíam sua navegação
ou a vazão das cheias que ali ocorriam. Até por isso vários clubes foram
montados em sua margem, para aproveitar este feito dos projetos do governo do
estado de São Paulo.
Graças a este tipo de ação, as várzeas do rio permitiam que
campos fossem semeados perto dos clubes. Enquanto isso, a população também se
assentava perto das margens em virtude do acesso que o rio permitia por sua
navegação, proximidade e água.
Apesar das atividades que eram produzidas pelas agremiações que
ficavam à margem do rio, as águas já eram poluídas naquele momento histórico,
porém, não como atualmente. Por isso, em 1913 foi apresentado o Projeto de
melhoramentos para o Rio Tietê, com autoria de Pacheco e Silva. A ideia do
engenheiro era prevenir o despejo desenfreado de lixo no rio.
Contudo, em 1922, este projeto é deixado de lado e dá espaço
para os projetos de modernização que a cidade de São Paulo projetava. Com o
desenvolvimento de José António da Fonseca, tentou-se construir um canal de 108
metros, canalizado através de diques com 4,5 metros de altura. Tudo isso para
construir, nas margens, pistas com 20 metros de largura para os automóveis da
época e que garantisse um canal secundário no leito do rio para a navegação.
Este plano foi duramente criticado pois não dava condições propícias para a
navegação, ainda que melhorasse a higiene do Rio.
Desta maneira, outro plano é produzido em 1924, onde seus
apoios se davam na defesa contra enchentes, melhor navegação e afastar os
esgotos para jusantes da cidade de São Paulo.
Com a constante urbanização e a necessidade de locomoção dos
carros, os planos de navegação deram espaço para a construção de vias
terrestres, o que interferiam nas margens do rio Tietê. Com o plano de avenidas
de Prestes Maia, em 1924, a situação parecia insustentável e a navegação do rio
cada vez mais era deixada de lado. Com isso, todo o desenvolvimento dos clubes
foi deixado às margens.
Na década de 50, com o desenvolvimento acelerado e extremamente
voltado para as indústrias automotoras, os projetos da avenida marginal Tietê
se aceleraram. Os primeiros trechos foram da Ponte das Bandeiras até o Morumbi.
Com um projeto mal feito, foi necessário constantes atualizações e novas obras
na marginal, o que, cada vez mais, poluía o rio que passava ao lado.
Os planos de habitação buscavam retirar as posses de pessoas
que habitavam nas margens, já que eram áreas de proteção, mas não tinham
fiscalização. Com isso, em 1968, novos planos de urbanização implicavam na
construção de auto-estradas para aumentar o fluxo de transportes na região
industrial que ligava a cidade de São Paulo e não permitir que se criassem mais
habitações perto do rio. Registradas em Z7, como zonas estritamente
industriais, o processo de automação e modernização culminou na alienação das
necessidades do próprio rio.
Estes processos foram decisivos para o que chegaria nos
próximos anos e acabaria com as ações do Clube Tietê. Após a década de 70,
outras cidades passaram a construir saneamento básico para sua própria
população. Ao mesmo tempo, o rio não possuía mais acesso para navegação e para
os banhistas, já que haviam rodovias que passavam por ali. Com isso, dejetos
que vinham da região metropolitana e não eram tratados desembocavam no rio
Tietê, se tornando um depósito de lixo.
Na década de 2000 iniciou-se o processo de despoluição do Rio
Tietê pela SABESP. Em São Paulo, de 24%, o esgoto tratado passou para 68%.
Todavia, o problema maior está no caminho pelo qual o rio faz em todas as
cidades da região metropolitana. Por exemplo, Guarulhos, hoje, conta com quase
2 milhões de habitantes e possui apenas 13% de seu esgoto tratado, e todo ele é
despejado no Rio Tietê.
Por isso, apesar da política de despoluição da cidade de São
Paulo, o Rio Tietê ainda continua com uma taxa elevada, não permitindo muitas
vezes o tratamento de sua água ao sair da capital do estado. O rio continua
morto no entorno da capital por cerca de 130 quilômetros, entre Itaquaquecetuba
e Cabreúva. Desta maneira, a cidade de São Paulo necessita de um ajuda do
estado, não só da própria prefeitura.
Na década de 1980, o Clube já passava por dificuldades
financeiras em decorrência da falta de estrutura para suas atividades e,
consequentemente, monetização. Os sócios já não se interessavam tanto pelo
espaço e nem era mais rentável para aluguel de eventos. Sendo assim, a
agremiação se viu obrigada a tentar uma concessão privada para que sustentasse
os gastos e mantivesse o clube funcionando.
Com a ajuda de seus maiores atletas (Maria Lenk, Maria Esther e
Abílio Couto), o envolvimento de seus sócios e a tradição do Clube Tietê,
conseguiram mover com uma concessão de 30 anos de uma empresa. Em 2012, após
uma série de brigas judiciais, o Clube Tietê contava com uma dívida trabalhista
de quase 35 milhões de reais e foi obrigado a ser fechado. Seu patrimônio,
prédio e 95 mil metros quadrados de terra foram confiscados e atribuídos a
Secretaria do Esporte e Lazer do estado de São Paulo.
Desde seu início, o projeto de revitalização contava com a
intenção de tornar o complexo Tietê um espaço público dominado pela população.
A secretaria de esportes e lazer de São Paulo procurou maneiras de permanecer
com o espaço, reformá-lo e ainda "devolvê-lo" para a sociedade.
Em 2014, no governo de Fernando
Haddad, o então prefeito de São Paulo acionou o planejamento, tombou o
complexo esportivo fornecido pela o Clube Tietê e montou o Parque Ecológico do
Tietê.
Neste momento, as obras se iniciaram e tiveram como principal
foco a revitalização do espaço. Do conjunto inicial que foi confiscado, apenas as
piscinas, que apresentavam rachaduras, não foram reaproveitadas. Do contrário,
todos os espaços presentes foram reformados. No lugar das piscinas foi
construída uma grande área de lazer com gramado sintético e pista de caminhada.
Hoje o parque é de acesso gratuito e conta com horários para
aluguel de quadra também. Diferente de sua criação, não é mais um ambiente da
elite paulistana. Concentram-se vários tipos de classes sociais no terreno da
várzea do Bom Retiro.
Mesmo após as estratégias adotadas, em 2016, ainda com algumas
casas restantes, um lote de terras próximo a área foi vendido irregularmente. O
terreno, de um milhão de metros quadrados, era do antigo Clube de Regatas
Tietê. Em 2012, a área começou a ser leiloada para quitar dívidas. Três anos
depois, em 2015, a instituição adquiriu um terço do espaço por 15 milhões de
reais. O processo se iniciou antes de ser tomada pelo governo e só foi
descoberto anos depois.
A reinauguração oficial do espaço ocorreu com um concerto do
grupo americano de rap dos anos 90, Public
Enemy, em dezembro de 2016.
Recentemente, em busca de revitalização do espaço, o governo da
cidade de São Paulo propôs junto ao Programa Clube Escola, a utilização do
espaço ali presente. O ideal do projeto consiste em tornar o espaço público um
instrumento norteador da política pública de ensino e aprendizagem, nas
unidades esportivas administradas ou ligadas à SEME (Centros Educacionais e
Esportivos – CEEs, Centros Educacionais Unificados – CEUs e Clubes da
Comunidade – CDCs). Com as atividades atreladas a secretaria do esporte e lazer,
as atividades propostas buscam planejar suas metodologias e mecanismos para a
propagação e difusão do modelo institucional e técnico-pedagógico do Programa
Clube Escola.
Além dos complexos esportivos pertences ao espaço que antes era
do Clube do Tietê, houve, em 2003, a criação da Faculdade Zumbi dos Palmares.
Esta instituição usufrui do parque, possui espaços acoplados a ele e também
possui projetos na região do parque do Tietê. A Faculdade Zumbi dos Palmares é
uma instituição comunitária, sem fins lucrativos, que visa a inclusão e a
formação qualificada de profissionais e diversidade étnico racial.
Chácara Wanderley, Atual Bairro do Pacaembu, São Paulo, Brasil
Chácara Wanderley, Atual Bairro do Pacaembu, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Vista parcial do bairro Pacaembu na época que este local era
conhecido como “Chácara Wanderley”, no início do século XX. No alto vê-se o
Asilo dos Expostos. Hoje esse local situa-se próximo as ruas Itajaçu, Príncipe
de Mônaco e Senador João Lira. Interessante também notar as araucárias.
Secretaria da Agricultura e Polícia Central, São Paulo, Brasil
Secretaria da Agricultura e Polícia Central, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Rosenhain & Meyer
Fotografia - Cartão Postal
Colégio Estadual do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil
Colégio Estadual do Paraná, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Foto Postal Colombo N. 32
Fotografia - Cartão Postal
O Colégio Estadual do Paraná (CEP), conhecido por
Colégio Estadual, é um tradicional estabelecimento de ensino público paranaense,
localizado na cidade de Curitiba. Considerado o maior e o mais antigo colégio
público do estado,
atende a cerca de 4.700 estudantes.
O CEP é uma instituição vinculada
à Secretaria de Estado da Educação, localizada no bairro Alto da Glória e sua sede ocupa uma
área total de 40.000 m². A edificação comporta quarenta e sete salas de aula,
cinco Laboratórios de Informática,
laboratórios específicos para as disciplinas de Química, Física, Biologia, Matemática e Língua Portuguesa, três laboratórios de Prótese Dentária, salas especiais para a Escolinha
de Arte e para o Centro de Línguas do Colégio Estadual do Paraná (CELICEP ou
Centro de Línguas Estrangeiras Modernas - CELEM) com oferta de cinco idiomas
(alemão, espanhol, francês, inglês e japonês), ampla área de Educação Física e desportos,
inclusive piscinas, ginásio,
campos de futebol, basquete e vôlei e pista de atletismo.
Além de todos estes ambientes, há o auditório Bento
Mossurunga, o salão nobre, o refeitório, o Museu Guido
Straube e o Planetário Prof.
Francisco José Gomes Ribeiro.
Além de todos estes espaços também fazem parte do CEP, o
Canteiro de Obras (Colégio Estadual do Paraná (localizado no bairro Santa
Felicidade) e o Observatório Astronômico Professor Doutor Leonel Moro
(localizado no município de Campo
Magro, Região Metropolitana de Curitiba).
Em 1974, o CEP foi transformado em um Órgão de Regime Especial,
possuindo assim autonomia relativa e maior orçamento. Esta situação fez com que
o Colégio Estadual se tornasse um dos poucos colégios públicos do estado
sem eleição para diretores,
pois sendo uma autarquia, o diretor é nomeado diretamente pelo Governo do
Paraná, fato que acabou em 2010, graças ao então Governador Orlando
Pessuti, que logo após assumir o governo colocou em votação a PL (Projeto
de Lei) que incluía o CEP nos colégios com eleição direta para Diretor Geral e
Auxiliares. Apesar de deixar de ser uma autarquia do Governo, o Regime Especial
continua valendo.
O Colégio Estadual possui um espaço físico privilegiado pela
localização e tamanho da áreas que é disponibilizado não apenas para seus
estudantes, professores e funcionários,
mas que acolhe diferentes eventos artísticos, científicos e culturais do Estado
e da capital, consistindo assim num espaço integrado às necessidades sociais da
comunidade, como a Banda Sinfônica Bento Mossurunga.
O colégio oferece o Ensino Fundamental e Ensino
Médio: Curso Técnico Integrado e Curso Técnico Subsequente. Também possui
um Centro de Línguas (CELEM), cursos de artes e treinamentos em diversas
modalidades esportivas.
Em 1846 foi criado o Licêo de Curitiba, futuro Colégio
Estadual, em uma casa alugada no "Largo da Matriz", atual Praça
Tiradentes. A fundação do futuro Colégio Estadual do Paraná se deu pelo, então,
presidente da província de São Paulo, o barão de Suruí - Marechal Manuel da Fonseca
Lima e Silva. Em 1854, inaugurou-se a
primeira sede na rua da Assembleia (atual Alameda Dr. Muricy), sendo que
em 1857 é
instalada no Licêo a primeira Biblioteca Pública da Província (atual Biblioteca Pública do Paraná).
Em 1872, o Governo Provincial adquiriu para a sede do Licêo um
imóvel situado na rua Aquidaban (atual rua Emiliano Perneta), pertencente ao
Comendador Manuel Antônio Guimarães, o Visconde de
Nacar e hoje é o Instituto de Educação Professor Erasmo Pilotto.
No ano de 1876, o Licêo foi transformado no Instituto
Paranaense. Com a reforma do ensino em 1892, o Instituto
Paranaense foi denominado Gymnásio Paranaense. No dia 22 de maio de 1880, o
Instituto Paranaense foi visitado pelo Imperador D. Pedro
II.
Em 1904 foi fundada uma nova sede na rua Borges de Macedo
(atual Secretaria de Estado da Cultura). Em 1918, é criado no Palacete
Loureiro, o Gymnásio Paranaense Internato, sendo que em 1925 muda sua sede para
o Colégio Diocesano e Seminário (atual Colégio Marista Paranaense).
Em 1942, o então Gymnásio Paranaense passou a ser nominado
Colégio Paranaense. No mesmo ano a a Reforma Capanema transforma o curso
fundamental em curso ginasial, com quatro anos de duração, e o curso
complementar em curso colegial, de três anos, com o clássico e o científico.
Em 1943, a instituição de ensino passou a ser denominada
Colégio Estadual do Paraná. Em abril do mesmo ano o Colégio Paranaense
(Internato) desvinculou-se do Estado.
A nova sede do Colégio Estadual do Paraná seria na "Praça
Santos Andrade", onde hoje está o Teatro
Guaíra, contudo, a área foi considerada pequena e em 1944, é desapropriada
a Chácara da Glória, na Rua João Gualberto, iniciando-se a construção da atual
sede. A construção do prédio atual foi iniciada pelo interventor Manoel
Ribas e terminada pelo seu sucessor constitucional, o governador Moisés
Lupion e foi inaugurado em 29 de março de 1950.
A Rádio Emissora do Colégio Estadual do Paraná, criada em 1949,
é a atual Rádio Educativa.
A atual sede foi inaugurada em 1950 pelo Presidente da
República General Eurico Gaspar Dutra e pelo Ministro da
Educação e Cultura, Professor Clemente Mariani. Em 1951 foi inaugurada a área
desportiva (piscinas, ginásio, pista e campo).
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