domingo, 19 de janeiro de 2020

sábado, 18 de janeiro de 2020

Teatro Nacional e Estação Rodoviária, Brasília, Distrito Federal, Brasil


Teatro Nacional e Estação Rodoviária, Brasília, Distrito Federal, Brasil
Brasília - DF
Foto Postal Colombo N. 160
Fotografia - Cartão Postal

Theatro Muncipal e Praça Ramos de Azevedo, São Paulo, Brasil


Theatro Muncipal e Praça Ramos de Azevedo, São Paulo, Brasil 
São Paulo - SP
Revista Life - Estados Unidos
Fotografia

Retificação do Rio Grande ou Jurubatuba, Um dos Formadores do Rio Pinheiros, São Paulo, Brasil


Retificação do Rio Grande ou Jurubatuba, Um dos Formadores do Rio Pinheiros, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


O Rio Jurubatuba (ou Rio Grande, como é conhecido próximo às suas nascentes) é um importante rio da região metropolitana de São Paulo. Suas águas formam o rio Pinheiros após o encontro com o rio Guarapiranga, na região sul de São Paulo.
Deste modo, os rios Grande, Jurubatuba e Pinheiros formam um único curso d'água, com nascentes situadas na Serra do Mar e com a foz no rio Tietê. A construção do barramento que deu origem à represa Billings, na década de 1920, criou uma ruptura em seu curso natural, que descaracterizou a noção de continuidade desses corpos hídricos.
Em suas nascentes, próximo à divisa entre os municípios de Santo André e Santos, recebe o nome de Rio Grande. Na sequência, passa por Rio Grande da Serra e por São Bernardo do Campo, formando o braço principal da Represa Billings. Adentra a região sul de São Paulo, e após a Billings é nomeado por Rio Jurubatuba, até o encontro com Rio Guarapiranga. Deste ponto em diante é nomeado como Rio Pinheiros, até sua foz no Rio Tietê.
Em alguns momentos, o fluxo do Rio Pinheiros é revertido, para evitar enchentes na capital paulista ou para abastecer a represa Billings.
Alguns de seus afluentes são o Rio Pequeno, o Rio das Pedras e o Ribeirão Pires, que dá nome à cidade homônima, entre outros.

Rio Pinheiros Antes da Retificação do Leito, 1930, São Paulo, Brasil


Rio Pinheiros Antes da Retificação do Leito, 1930, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Estação Alto da Serra, Estação de Paranapiacaba, SPR, Santo André, São Paulo, Brasil


Estação Alto da Serra, Estação de Paranapiacaba, SPR, Santo André, São Paulo, Brasil
Santo André - SP
N. 99
Fotografia - Cartão Postal

Viaduto na Serra, SPR, Estado de São Paulo, Brasil


Viaduto na Serra, SPR, Estado de São Paulo, Brasil
Estado de São Paulo - SP
N. 34
Fotografia - Cartão Postal

Trecho da Ferrovia SPR São Paulo-Santos, Estado de São Paulo, Brasil


Trecho da Ferrovia SPR São Paulo-Santos, Estado de São Paulo, Brasil
Estado de São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Escadaria da Penha, Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil


Escadaria da Penha, Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França / Igreja da Penha, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 68
Fotografia - Cartão Postal

Dodge Dart, Brasil






Dodge Dart, Brasil
Fotografia

Menor e mais barato modelo da divisão Dodge, o Dart foi apresentado nos EUA em 1960 e logo assumiu o posto de mais vendido da marca.
Seu sucesso atravessou a década e chegou ao Brasil em 1969, mercado em que o compacto americano se tornou um de nossos maiores e mais sofisticados automóveis.
A história do nosso Dart começa nos anos 50, quando a Chrysler Corporation decidiu reforçar sua participação no mercado europeu.
A expansão do grupo consolidou-se em 1963, ao assumir o controle da francesa Simca, em São Bernardo do Campo (SP) desde 1958. Por uma obra do destino, a filial brasileira da Simca originou a Chrysler do Brasil S.A. em 1967.
Com quatro portas e quase 5 metros de comprimento, a quarta geração do Dart era bem atual frente ao irmão americano, lançado só três anos antes nos EUA.
Oferecido em versão única, ocupou a lacuna entre o Chevrolet Opala e o Ford Galaxie e destacou-se pela harmonia de estilo e pelo charme do vidro traseiro côncavo.
Igualmente atual era o V8 de 5,2 litros, o maior já feito no Brasil. Era o mesmo usado nos caminhões Dodge, com câmaras de combustão em formato de cunha e válvulas acionadas por tuchos hidráulicos.
Tinha torque e potência de sobra para os 1.480 kg do Dart: 41,5 mkgf a 2.400 rpm e 198 cv a 4.400 rpm. O primeiro teste oficial confirmou as impressões que o jornalista Expedito Marazzi teve ao avaliar uma unidade pré-série.
O Dart era o carro brasileiro mais veloz: precisou só de 33 segundos para percorrer 1.000 metros, chegou a 173 km/h e foi de 0 a 100 km/h em 12 segundos. Era rapidez suficiente para agradar até o tricampeão de F-1 Jackie Stewart.
Apesar de ser o rei da estrada, o V8 era notório pelo consumo: os 6,6 km/l a 100 km/h constantes eram acentuados pelo tanque de apenas 62 litros, resultando em autonomia pouco superior a 400 km.
O comportamento dinâmico era prejudicado apenas pelo pesado eixo traseiro, um problema em pisos irregulares. Os freios a tambor nas quatro rodas não contavam com assistência a vácuo.
O primeiro contra-ataque ao Dart veio da Ford. A principal novidade para 1970 foi uma versão mais simples e barata do Galaxie, equipada com o motor de 4,8 litros e 190 cv.
A Chrysler se valeu da mesma fórmula e respondeu com a versão “super-standard” com grade dianteira sem pintura, estofamento simplificado e supressão de frisos e calotas integrais.
A partir da oferta do “super-standard”, o Dart comum assumiu a denominação De Luxo: mais de 10.000 unidades foram produzidas em 1970. A carroceria cupê foi a maior novidade da Chrysler para a linha 1971 de tal forma que o sedã passou a representar só 30% da produção do Dart.
Teto revestido de vinil e direção hidráulica entraram para a lista de opcionais, seguidos pelo câmbio automático Chrysler A-727 de três marchas, ar-condicionado e freios dianteiros a disco.
Recém-lançado, o Dart Gran Sedan fez o Dart Sedan De Luxo sair do catálogo Dodge em 1973: poucas unidades foram produzidas, quase sempre destinadas a frotas de empresas e agências governamentais.
A situação só foi revertida no modelo 1975: a ignição eletrônica como item de série foi a única alteração significativa até 1978. As modificações mais extensas vieram na linha Dodge 1979: a reestilização baseada no Dart americano de 1974 deixou o nacional 18 cm maior.
Além da nova grande dianteira, o tradicional par de lanternas verticais deu lugar a quatro horizontais. O tanque de combustível passou a comportar 107 litros e o câmbio manual de quatro marchas com alavanca no assoalho entrou para a lista de opcionais.
Mas o fim estava próximo: a venda da Chrysler Europe ao Grupo PSA, em 1978, era um indício de que o mesmo poderia ocorrer com a filial brasileira.
Os rumores se concretizaram e, em julho de 1979, a Chrysler do Brasil foi adquirida pela Volkswagen: as últimas unidades do Dodge Sedan De Luxo deixaram a fábrica de São Bernardo do Campo em 1981.