segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Vista Parcial da Praça Clóvis Bevilácqua, 1953, São Paulo, Brasil


Vista Parcial da Praça Clóvis Bevilácqua, 1953, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Ao fundo, as instalações do Corpo de Bombeiros na Rua Anita Garibaldi, a antiga Rua do Trem que terminava na Rua do Carmo. Ao lado direito do tradicional poste de iluminação tipo 21 da Light — e não visível — está o Palácio da Justiça.

Rua João Alfredo, Atual Rua General Carneiro, 1910, São Paulo, Brasil - Aurélio Becherini


Rua João Alfredo, 1910, São Paulo, Brasil - Aurélio Becherini
São Paulo - SP
Fotografia

A elegância feminina na Rua João Alfredo, antiga Ladeira do Palácio, atual Rua General Carneiro na esquina com rua 25 de Março. 

Travessa do Comércio, Atual Rua do Comércio, 1911, São Paulo, Brasil


Travessa do Comércio, Atual Rua do Comércio, 1911, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


A Travessa do Comércio — antigo Beco do Inferno —, atual Rua do Comércio. A se destacar, a incrível elegância feminina e a ostensiva propaganda nos cartazes. Ao fundo, parte da fachada frontal do prédio onde estava sediada a S/A Moinho Santista, que, posteriormente, após reforma, abrigou a empresa Comind S/A de Investimentos Imobiliários.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Países Com Armas Nucleares - Artigo







Países Com Armas Nucleares - Artigo
Artigo


Nações que comprovada ou supostamente possuem armas nucleares são por vezes referidas como clube nuclear. Existem atualmente nove Estados que conseguiram detonar armas nucleares. Cinco são considerados "estados com armas nucleares" (EAN), um estatuto reconhecido internacionalmente pelo Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP). Em ordem de aquisição de armas nucleares, estes países são: os Estados UnidosRússia (Estado sucessor da União Soviética), o Reino UnidoFrança e China.
Desde que o TNP entrou em vigor em 1970, três Estados que não faziam parte do Tratado têm realizado testes nucleares, nomeadamente ÍndiaPaquistão e Coreia do Norte. A Coreia do Norte assinou o TNP, mas retirou-se do tratado em 2003Israel também é amplamente acreditado como um país dotado de armamento nuclear, mas se recusa a confirmar ou negar essa condição. O estatuto dessas nações não é formalmente reconhecido por organismos internacionais, já que nenhum deles faz parte do TNP. A África do Sul chegou a desenvolver armas nucleares, mas em 1991 o então presidente do país, Frederik de Klerk ordenou o desmantelamento de todas as bombas.
Em 2005, o Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) classificou o Irã como um país em inconformidade com o TNP em uma rara decisão sem consenso. Por três vezes o Conselho de Segurança da ONU impôs sanções contra o Irã quando este se recusou a suspender seu enriquecimento não declarado. O Irã alegou que as sanções são ilegais e o obrigavam a abandonar seus direitos dentro do TNP de desenvolver tecnologia nuclear pacífica.


Selo "200 Anos do Museu Nacional 1818-2018", 2018, Brasil




Selo "200 Anos do Museu Nacional 1818-2018", 2018, Brasil
Série Museus Brasileiros
Selo



Em dezembro de 2018 foi lançado o selo comemorativo pelos 200 anos do Museu Nacional. O selo faz parte da Emissão Postal Comemorativa e da Série Mercosul: Museus brasileiros – Museu Nacional. A escolha da homenagem não veio à toa, além de completar 200 anos, em 2018 o Museu Nacional sofreu uma enorme tragédia com o incêndio do prédio do palácio em setembro, acontecimento que representou uma enorme perda para todo o país.
A imagem presente no selo, feita por um drone, retrata o antigo prédio do palácio do Museu Nacional, cercado por palmeiras e outras árvores e, em cima, um céu azul, límpido. No canto superior direito, há a figura da harpia, uma das maiores aves de rapina do mundo e que pertence ao acervo do museu, sobrevoando e observando o prédio. Ao lado desse conjunto, estão a logo do Mercosul e a logo comemorativa dos 200 anos do museu.
Em primeiro plano se destaca o prédio que abriga o Museu Nacional. A imagem foi feita a partir de drone mostrando o entorno do prédio, um bosque formado por palmeiras e diferentes espécies de árvores. A construção no centro da imagem nos traz a percepção do MN como uma joia em seu estojo. O conjunto é recortado contra um céu azul onde à direita, na área superior, a imagem da harpia harpyja, a grande ave símbolo do Museu, que faz parte do acervo, sobrevoasse o prédio. À direita, fora da imagem principal, a logo do Mercosul e a abaixo, a logo que foi desenvolvida em comemoração ao aniversário dos 200 anos, em linhas que representam a fachada da construção. A arte do selo utiliza fotos, técnica da aquarela e desenho a traço.
O Museu Nacional foi criado em 1818 como sinal da disposição da Coroa Portuguesa em se comprometer com o desenvolvimento científico, promotor do progresso da nação. É, assim, a mais antiga instituição nacional dedicada à ciência geral. Em 1892 passou a ocupar o antigo Paço Imperial de São Cristóvão – também sede da primeira Assembleia Constituinte Republicana –, representando a união de valiosos bens e de importantes referências da história ao abrigar, num mesmo espaço, história política, artes e ciência.        Conforme crescia o interesse pelos elementos da história natural do Brasil e se abriram as fronteiras da nação, as grandes expedições de exploração começaram a cobrir nosso território. Parte do material coletado destinava-se à instituição, que se firmou paulatinamente no cenário científico mundial como importante centro de pesquisas, com o aporte progressivo das elites científicas que se formavam no próprio país, estabelecendo-se como parceiro dos grandes museus de história natural do mundo. Nas últimas décadas do século XIX, firmou-se como um viveiro de iniciativas culturais e científicas, centro dos debates veementes que se travavam, por exemplo, a respeito da teoria da evolução. Passou a contar com cursos públicos regulares e a dispor, a partir de 1876, de um veículo próprio de divulgação, os Archivos do Museu Nacional, a mais antiga publicação científica periódica do país.
Além disso, ao longo de sua história, recebeu visitas de personalidades ilustres da ciência universal, como Albert Einstein, Santos Dumont e Marie Curie. 
Em 1946, o Museu foi integrado à então Universidade do Brasil (UB), passando a dispor de uma estrutura organizacional de molde universitário, sobretudo a partir da Reforma Universitária que marcou a transformação da UB em UFRJ. As atividades acadêmicas são hoje desenvolvidas no âmbito de seis departamentos (Antropologia, Botânica, Entomologia, Geologia e Paleontologia, Invertebrados e Vertebrados), onde se encontram as coleções científicas constituídas desde o início do século XIX, além de laboratórios e gabinetes de pesquisa e cursos de pós-graduação.
No Museu Nacional se produz conhecimento e educação nos mais diferentes níveis. As atividades acadêmicas e de extensão são intensas. Seus pesquisadores atuam fortemente nos programas de pós-graduação, formando capital humano para o futuro do país em várias áreas do conhecimento, da biodiversidade às ciências sociais. Seus alunos nucleiam diversos centros de pesquisa nacionais e realizam parcerias internacionais, procurando contribuir para o desenvolvimento do país! Além disso, há programas específicos voltados para o ensino básico, envolvendo, ressalte-se, o mais antigo Setor de Assistência ao Ensino em museus existente no país, possibilitando aos jovens alunos que expandam seus horizontes e despertem em si o apreço pela Ciência.
Dois meses depois de ser comemorado o Bicentenário do Museu, na noite de 2 de setembro de 2018, um dos mais significativos monumentos históricos brasileiros e boa parte de seu inestimável patrimônio arderam em chamas. O efeito devastador do fogo transcendeu as fronteiras nacionais. Não apenas o Brasil perdeu parte de sua história, representada pelo acervo riquíssimo em arte e ciência, outras nações e outros povos também foram afetados com a perda de tesouros relacionados a sua identidade e desenvolvimento. 
Link: http://www.selosefilatelia.com/PastaLancamentos2018/Editais/13b.pdf

Meme do Gato na Mesa / Meme da Mulher Gritando Com o Gato - Artigo



Meme do Gato na Mesa / Meme da Mulher Gritando Com o Gato - Artigo
Artigo

“Mulher gritando com o gato na mesa” é um meme que utiliza duas imagens, sendo uma delas a uma mulher gritando enquanto outra tenta segurá-la, enquanto na outra há um gato com ar de confuso sentado em uma mesa em frente de um prato de salada.
O meme é usado para demonstrar situações onde alguém perde a paciência e grita com outra pessoa, que fica sem entender nada, ou se sentindo injustiçada.
O meme surgiu entre usuários do Twitter em maio de 2019, porém sua popularidade no Brasil começou a aumentar a partir de julho.
De onde vieram as imagens do meme da mulher gritando com o gato?
Apesar do meme apresentar a imagem da mulher e do gato, essas imagens não tem nada a ver uma com a outra, e só começaram a ser usadas juntas como meme.
A primeira foto, da mulher gritando e apontando o dedo para alguém, faz parte de uma cena do reality show americano “The Real Housewives of Beverly Hills”, que acompanha a vida de sete mulheres ricas.
No dia 5 de dezembro de 2011, foi exibido o episódio "Malibu Beach Party From Hell”. Nele, a participante Taylor Armstrong chora durante uma discussão, enquanto Kyle Richards tenta acalmar sua amiga.
No dia seguinte à exibição do episódio, o jornal online Daily Mail publicou um artigo contando sobre o que havia acontecido nele, e em sua imagem de destaque eles usaram a foto que anos depois ficou famosa como meme, da Taylor chorando e gritando, enquanto sua amiga a segura.


Já a imagem do gato apareceu na internet apenas em junho de 2018, quando o usuário do Tumblr deadbefordeath postou a fotografia de um gato branco com olhar de confuso, sentado em uma mesa em frente a um prato de salada. O usuário intitulou a foto como “ele não gosta de vegetais”.
O gatinho da imagem se chama Smudge, e devido a popularidade da sua foto no Tumblr, ele acabou ganhando uma conta no instagram (@smudge_lord) que hoje já contém mais de 350 mil seguidores.


E como as duas imagens viraram o meme?
Até maio de 2019, as duas imagens eram usadas separadamente como reações no Twitter e outros sites. Porém, no dia 1 de maio, a usuária @MISSINGEGIRL criou uma publicação com as duas imagens, com a legenda “essas fotos juntas estão me fazendo sair do controle”.


Um dia depois, outros usuários do Twitter e do Reddit começaram a criar suas próprias versões usando a montagem com as duas fotos, fazendo com que o meme se popularizasse em toda a rede.
E se você quiser criar sua própria versão do meme da mulher gritando com o gato, é só utilizar a imagem abaixo e editar colocando sua legenda.


Obras de Alargamento da Avenida São João, São Paulo, Brasil


Obras de Alargamento da Avenida São João, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Obras do alargamento da estreita Rua de São João, a futura avenida. À esquerda, a Rua do Seminário (antiga do Hospital Militar); na esquina, o Mercadinho da São João desmontado em 1914 e transferido para a Rua Anhangabaú sob o Viaduto de Santa Ifigênia. À direita, a Rua Formosa onde vemos as instalações do Teatro Polytheama que seria destruído por um incêndio em 27/12/1914. Ao fundo, os recém-concluídos Palacetes Prates 1 e 2. Vemos ainda — no terreno da Companhia Antarctica Paulista —, o início da construção do Cinema Central. Inaugurado em 27/12/1916, teria breve existência e no início da década de 1920 encerraria suas atividades. O belo prédio foi adquirido pelo governo que nele instalou a Coletoria Federal que posteriormente viria a ser a conhecida Delegacia Fiscal. No plano das avenidas do prefeito Prestes Maia, viria abaixo em 1947. De autoria desconhecida, a imagem foi registrada entre 1911-1912, período em que se iniciou o 1º trecho do alargamento — entre a Rua Formosa e Largo do Paissandu. 

Açougue no Mercado do Anhangabaú, São Paulo, Brasil


Açougue no Mercado do Anhangabaú, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Cena do açougue no Mercado do Anhangabaú implementado sob o Viaduto de Santa Ifigênia. Através da Lei nº1083 de 30/4/1908 já se cogitava a transferência do Mercadinho da São João para este local — a Lei nº1814 de 23/9/1914 oficializou o projeto. É flagrante a “timidez” dos funcionários e proprietário do estabelecimento. Como seria a conservação das carnes caso não houvesse sistema de refrigeração? O mercado teria funcionado neste local até 1924. No entanto, segundo o Ato nº415 de 9/2/1933 teria permanecido até o início da década de 1930.

Vila Itororó, 1938, São Paulo, Brasil - Konrad Voppel


Vila Itororó, 1938, São Paulo, Brasil - Konrad Voppel
São Paulo - SP
Fotografia

Em 1938, o fotógrafo alemão Konrad Voppel registrou esta cena da Vila Itororó na Rua Martiniano de Carvalho. Observar em 2º plano, o Vale do Itororó onde seria aberta a Avenida 23 de Maio. Ao lado, a Rua Barão de Ijuí entre os bairros da Bela Vista e Liberdade. 

Filosofia de Internet - Humor


Filosofia de Internet - Humor
Humor