quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Quarto em Nova York, Estados Unidos (Room in New York) - Edward Hopper


Quarto em Nova York, Estados Unidos (Room in New York) - Edward Hopper
Nova York - Estados Unidos
Sheldon Museum of Art, Lincoln, Nebraska, Estados Unidos
OST - 73x93 - 1932


Room in New York is a 1932 oil on canvas painting by Edward Hopper that portrays two individuals in a New York City flat. It is currently in the collection of the Sheldon Museum of Art. The painting is said to have been inspired by the glimpses of lighted interiors seen by the artist near the district where he lived in Washington Square.
The scene of a brightly lit room is contained within the dark sill of a window. The stark framing makes the room the main focus, drawing the eye and giving realness to the action of peeping into a space where the subjects are unaware they are being watched. The genuineness of spying is a product of Hopper’s artistic process. He admitted the inspiration for Room in New York came from "glimpses of lighted interiors seen as I walked along city streets at night." Despite the snapshot-esque quality of the scene, it is actually no one particular window or moment Hopper peered into but rather a culmination of many different narratives he saw as he roamed New York City. The act of peering gives the viewer the sense that what is being seen is wholly real and unfiltered; “the self-absorbed figures do not know of his presence; otherwise, they would be embarrassed, startled, or otherwise uncomfortable.” Thus, the narrative Hopper portrays is one of unapologetic realness. The harsh lines and blocks of color that frame the scene not only divide the space between viewer and subject but also divide space within the room itself. Hopper places a door almost exactly center to divide the work into two distinct halves horizontally, isolating the man and the woman into their respective sides. While the man reads the newspaper, his counterpart plays the piano with her back to him. Blocks of color delineate space and suggest suggest a lack of movement. Art historian and scholar Jean Gillies argues that the less details the viewer has to look at, the slower the eye will move across the work. The idea comes from the notion that when viewing a work of art, the eye jumps from detail to detail in order to perceive the whole. By reducing the number of elements, Hopper creates a slow moving or even still scene. Gilles argues the formal techniques function to give the subjects a timeless quality as if they are frozen in that instant.
A majority of scholars focus on loneliness and alienation as the theme of Hopper's work.
Art historian Pamela Koob points out that the "solitary figures in Hopper’s paintings may well be evocations of such contented solitude rather than the loneliness so often cited." The evidence for contentedness comes from Hopper’s own notion that a work of art is an expression of the creator’s “inner life” -- According to his wife Jo Hopper, he loved his inner life to the point that he could “get on fine without the interruption from other humans.”
In addition to the main theme of alienation, a variety of other factors are highlighted in Hopper's work. Hopper himself describes it as, “you know, there are many thoughts, many impulses that go into a picture, not just one". Some scholars have asserted that Hopper’s clearly defined shapes and figures might be a relic of his previous work in advertising. While it was well known Hopper gave himself very little credit when talking about his longtime work as a book and magazine illustrator, some of the formal qualities seen in commercial work tend to appear in his oil paintings. Specifically, art historian Linda Nochlin argues that Hopper still held on to "vestiges of its figural conventions, its spatial shorthand, and its coy puritan stiffness of contour." These rigid formalities in regard to shape are what Nochlin argues gives Hopper’s work an undeniably American look.
The feeling of separation often connected to the New York City flat is a running theme in Hopper’s work. In particular, Hopper’s pieces that contain two main subjects cut deep to the idea of loneliness. Hopper’s couples tend to be a man and woman in close proximity and yet completely oblivious to one another. While these estranged pairs appear in many of Hopper’s works, art historian Joseph Stanton suggests that Hotel by a Railroad might be something of a companion piece to Room in New York. Stanton points out the couple by the railroad might actually be the same couple in Room in New York, just three or four decades older. In both works, the dresses the women wear are the same color and the extremely dark hair and pale skin furthers the likeness between them. Likewise, the men in both paintings wear black suits without the jacket. Beyond the physical similarities of the two couples, the notion of physical closeness yet complete alienation ties the two works together.

Avenida Sete de Setembro, Bagé, Rio Grande do Sul, Brasil


Avenida Sete de Setembro, Bagé, Rio Grande do Sul, Brasil
Bagé - RS
Fotografia - Cartão Postal

Ministério da Indústria, Rio de Janeiro, Brasil


Ministério da Indústria, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 52
Fotografia - Cartão Postal

Faculdade de Direito, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil


Faculdade de Direito, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil
Recife - PE
J. D.
Fotografia - Cartão Postal


A Faculdade de Direito do Recife da Universidade Federal de Pernambuco (FDR-UFPE) é uma instituição de ensino superior localizada na cidade do Recife, capital do estado de Pernambuco, Brasil. Foi criada em 11 de agosto de 1827 — então com sede em Olinda —, juntamente com a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, sendo estas as duas mais antigas faculdades de Direito do país.
É uma unidade da Universidade Federal de Pernambuco, e ministra cursos de graduação e pós-graduação em Direito.
Na célebre Faculdade de Direito do Recife estudaram importantes personalidades da história brasileira, como o Barão do Rio Branco, Paulo Freire, Joaquim Nabuco, Eusébio de Queirós, Castro Alves, Raul Pompeia, Nilo Peçanha, Ruy Barbosa, Clóvis Bevilaqua, Tobias Barreto, Sílvio Romero, Teixeira de Freitas, Rosa e Silva, Graça Aranha, Augusto dos Anjos, Franklin Távora, Álvaro Lins, Fagundes Varella, João Pessoa, Pontes de Miranda, Epitácio Pessoa, Ariano Suassuna, Miguel Arraes, Assis Chateaubriand, Câmara Cascudo, José Lins do Rego, Aurélio Buarque de Holanda, Marco Maciel, Guimarães Júnior, dentre diversos outros nomes.
A instituição foi fundada pelo Imperador Dom Pedro I do Brasil através da Carta Imperial de 11 de agosto de 1827, a qual criou dois "Cursos de Sciencias Jurídicas e Sociaes" no país recém-independente: um instalado no Convento de São Francisco, em São Paulo (atual Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo) e outro no Mosteiro de São Bento, em Olinda (antiga Faculdade de Direito de Olinda). Esta última, por razões pragmáticas, foi transferida para o Recife, capital da Província de Pernambuco, em 1854, recebendo a denominação atual.
Nos seus primeiros anos, ocupou o claustro do Mosteiro de São Bento e o atual prédio da Prefeitura e de Olinda. Após sua transferência para o Recife, passou a ocupar um velho casarão na Rua do Hospício, pouco adequado às suas funções e por isso apelidado pelos estudantes de "pardieiro". Em 1912, depois de concluídas as obras pelo Governo da República, mudou-se para o palácio onde funciona até hoje, na praça Adolfo Cirne, em frente à atual Câmara Municipal do Recife e ao Parque Treze de Maio. O prédio, tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, foi construído por José de Almeida Pernambuco, ocupando uma área de 3.600 metros quadrados, no centro de uma área ajardinada; seu projeto arquitetônico, eclético, com predominância do estilo neoclássico, é de autoria do arquiteto francês Gustave Varin.
Em 1942, junto com outras escolas de nível superior tradicionais da capital pernambucana, como a Faculdade de Medicina do Recife, a Escola de Engenharia de Pernambuco e a Escola de Belas-Artes de Pernambuco, passou a integrar a Universidade do Recife (UR), que se tornaria, em 1965, na atual Universidade Federal de Pernambuco. Hoje, constitui o Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Pernambuco (CCJ - UFPE), mantendo, entretanto, a denominação de Faculdade de Direito do Recife (FDR).
A Faculdade, desde os seus primeiros anos de existência, atuava não apenas como um centro de formação de bacharéis, mas, principalmente, como escola de Filosofia, Ciências e Letras, tornando-se célebre pelas discussões e polêmicas que empolgavam a sociedade da época. A instituição viveu tempos gloriosos durante o Segundo Reinado, sob a influência de Tobias Barreto, Joaquim Nabuco e Castro Alves.
Nela nasceu e floresceu o movimento intelectual poético, crítico, filosófico, sociológico e jurídico conhecido como a Escola do Recife, também chamada de "Geração de 1871", com grande repercussão no Império entre os anos de 1860 e 1880, tendo por líder incontestável o jurista sergipano Tobias Barreto. O movimento se notabilizou pela crítica devastadora ao clericalismo e ao neoescolasticismo vigente nos estudos jurídicos da época, bem como pela introdução da doutrina alemã no pensamento nacional, pela divulgação da obras de autores germânicos até então inéditos na vida intelectual brasileira, como Rudolf Von Jhering.
A Faculdade de Direito do Recife ganhou notoriedade pela grande quantidade de alunos egressos que desempenharam papéis fundamentais na história política, intelectual e artística do Brasil, tais como o Barão do Rio Branco, pai da diplomacia brasileira; Joaquim Nabuco, líder da abolição da escravatura; os ex-presidentes da República Epitácio Pessoa e Nilo Peçanha; os juristas Clóvis Bevilaqua, Pontes de Miranda, Tobias Barreto, Teixeira de Freitas, Aníbal Bruno, Pinto Ferreira e Ruy Barbosa (havendo este último estudado na FDR os dois primeiros anos); o filólogo Aurélio Buarque de Holanda; o jornalista Assis Chateaubriand; os poetas Castro Alves, Augusto dos Anjos, Fagundes Varella, Guimarães Júnior, Carlos Pena Filho, Mauro Mota e Oscar Brandão da Rocha (autor da letra do Hino de Pernambuco); os escritores Raul Pompeia, Franklin Távora, José Lins do Rego e Ariano Suassuna; o filósofo Raimundo de Farias Brito; o educador Paulo Freire, os governadores João Pessoa, Miguel Arraes e Marco Maciel (ex-vice-presidente da República); os ensaistas Sílvio Romero e Graça Aranha; o folclorista Câmara Cascudo; o historiador Capistrano de Abreu; o músico Capiba; o crítico literário Álvaro Lins; o líder revolucionário Francisco Julião, entre diversos outros.
É a segunda faculdade de direito do Brasil que mais formou ministros do Supremo Tribunal Federal, perdendo apenas da Faculdade de Direito da USP. Na atualidade, destacam-se inúmeros ex-alunos, como o compositor Alceu Valença; o embaixador e poeta Geraldo Holanda Cavalcanti; diversos juristas, como Marcelo Neves, Roque de Brito Alves, Cláudio Souto, José Souto Maior Borges, João Maurício Adeodato, o ex-procurador geral da República Geraldo Brindeiro, o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça Francisco Falcão; os ex-ministros Roberto Freire e Bruno Araújo; o empresário da educação Janguiê Diniz, sem contar os vários membros da magistratura, do Ministério Público e da advocacia atualmente em exercício.

Vista Parcial, Blumenau, Santa Catarina, Brasil


Vista Parcial, Blumenau, Santa Catarina, Brasil
Blumenau - SC
Fotografia - Cartão Postal

Guarujá, São Paulo, Brasil


Guarujá, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 479
Fotografia - Cartão Postal

Vista Parcial, São Paulo, Brasil








Vista Parcial, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotolabor N. 20
Fotografia - Cartão Postal


Praça do Mercado / Ancoradouro, 1907, Rio de Janeiro, Brasil


Praça do Mercado / Ancoradouro, 1907, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 48
Fotografia - Cartão Postal

Avenida São João, São Paulo, Brasil


Avenida São João, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Leme / Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil


Leme / Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
N. 64
Fotografia - Cartão Postal