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quinta-feira, 21 de maio de 2020
Os Dragões de Pedra Portuguesa na Calçada do Jardim do Museu do Ipiranga, São Paulo, Brasil - Artigo
Os Dragões de Pedra Portuguesa na Calçada do Jardim do Museu do Ipiranga, São Paulo, Brasil - Artigo
São Paulo - SP
Artigo
O complexo do Museu do Ipiranga, um dos pontos turísticos mais
importantes do país, possui um detalhe que poucas pessoas percebem: as calçadas
da entrada principal do Parque da Independência.
Formadas por pedras portuguesas, o local tem um belo desenho de
dragões (ou grifos), que se tornaram tema de um belo debate histórico na
cidade. Vale dizer que a Prefeitura de São Paulo diz que os grifos
seriam para “enobrecer o jardim do Museu”.
Entretanto, existe uma outra explicação que muda até o conceito
das figuras: elas seriam, na verdade, dragões. E a justificativa é muito
simples: quando proclamou a independência do Brasil, Dom Pedro I era escoltado
pela Cavalaria de Guarda Dragões da Independência.
O ano oficial da criação dos atuais Dragões da Independência é
1808, quando foi organizado o 1º Regimento de Cavalaria do Exército. O dia 13
de maio foi escolhido para assinatura do decreto de sua criação, pois era
aniversário de Dom João VI, então príncipe regente.
Em 1936, por meio de decreto, o então 1º Regimento de Cavalaria
passou a ostentar a denominação histórica “Dragões da Independência”. Era a
concretização da ideia do deputado Gustavo Barroso, que sugeriu esse título em
um projeto de lei na Câmara dos Deputados, em 1917.
A farda característica dos Dragões da Independência foi
concebida pelo pintor francês Jean Baptiste Debret, durante a missão artística
francesa no Brasil, em 1816. O fardamento homenageia a Imperatriz Maria
Leopoldina, arquiduquesa da Áustria, e tem inspiração na tropa de Cavalaria de
Dragões daquele império.
Quando foram transferidos do Rio de Janeiro para Brasília, em
1968, os Dragões da Independência ficaram subordinados ao Comando Militar do
Planalto.
A unidade é responsável, juntamente com o Batalhão da Guarda
Presidencial, pela proteção dos palácios da Alvorada, do Planalto, do Jaburu e
da Residência Oficial da Granja do Torto. O cerimonial militar da Presidência
da República também é atribuição da unidade. Texto do São Paulo in foco.
Dia do Estudante de Direito / 19 de Maio / Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, São Paulo, Brasil - Artigo
Dia do Estudante de Direito / 19 de Maio / Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, São Paulo, Brasil - Artigo
São Paulo - SP
Fotografia
O Dia do Estudante de Direito foi escolhido em homenagem a
Santo Ivo, considerado o advogado dos pobres e que dedicou sua vida a cuidar
dos menos favorecidos, sendo assim, o santo padroeiro dos advogados. É,
portanto, um reconhecimento à dedicação daqueles que se preparam para exercer
profissões ligadas à justiça. Comemora-se também o Dia Nacional da Defensoria Pública, instituição voltada para a orientação
jurídica, a promoção dos direitos humanos e a defesa dos direitos individuais e
coletivos.
No Brasil, o curso de Direito está associado às Ciências Humanas e as faculdades de direito mais antigas são a Faculdade de Direito do Recife e a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Depois da Escola de Cirurgia da Bahia (1808), são as mais antigas instituições de ensino superior do país. Em 1822, o Visconde de São Leopoldo propôs ao parlamento a criação de um curso jurídico no Brasil. Mas foi só em 1827 que um decreto imperial estabeleceu a criação de dois cursos – um no Recife e outro em São Paulo – destinados a formar governantes e administradores públicos.
Ainda pequena à época, a cidade de São Paulo viu sua vida transformada com a criação da “Academia de Direito do Largo de São Francisco”. Instalada em um velho convento do século XVII, dali partiram importantes correntes políticas da História do Brasil, como o abolicionismo propagado por Joaquim Nabuco e o movimento republicano de Prudente de Moraes. Rapidamente se tornou um dos polos da intelectualidade nacional e foi, ao mesmo tempo, celeiro dos ideais de modernização e transformação da sociedade e também bastião de uma aristocracia cafeicultora e escravocrata.
Desde o início, a Faculdade de Direito pertenceu ao governo central, passando do Império para a República e, com a criação da Universidade de São Paulo (USP), em 1934, passou a integrá-la. Durante os governos militares no país, foi núcleo do Movimento Estudantil e, mais a frente, propagadora da campanha pelas eleições diretas, lançando o slogan “Diretas, direito nosso”. Atualmente é uma das maiores referências acadêmicas do Brasil, dispondo de periódicos próprios, como a Revista da Faculdade de Direito, a Revista do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social e a Revista Discente Digital da Faculdade de Direito da USP.
Ainda no mesmo local, o prédio histórico – hoje tombado como patrimônio histórico do Estado de São Paulo – abriga importante acervo cultural, como os vitrais da escadaria e o mobiliário do Salão Nobre e da Sala da Congregação, bem como pinturas e esculturas de artistas renomados. Importante também é a sua biblioteca, cujo acervo começou a ser formado ainda em 1825, e foi a primeira biblioteca pública de São Paulo. Texto da Biblioteca Nacional.
No Brasil, o curso de Direito está associado às Ciências Humanas e as faculdades de direito mais antigas são a Faculdade de Direito do Recife e a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Depois da Escola de Cirurgia da Bahia (1808), são as mais antigas instituições de ensino superior do país. Em 1822, o Visconde de São Leopoldo propôs ao parlamento a criação de um curso jurídico no Brasil. Mas foi só em 1827 que um decreto imperial estabeleceu a criação de dois cursos – um no Recife e outro em São Paulo – destinados a formar governantes e administradores públicos.
Ainda pequena à época, a cidade de São Paulo viu sua vida transformada com a criação da “Academia de Direito do Largo de São Francisco”. Instalada em um velho convento do século XVII, dali partiram importantes correntes políticas da História do Brasil, como o abolicionismo propagado por Joaquim Nabuco e o movimento republicano de Prudente de Moraes. Rapidamente se tornou um dos polos da intelectualidade nacional e foi, ao mesmo tempo, celeiro dos ideais de modernização e transformação da sociedade e também bastião de uma aristocracia cafeicultora e escravocrata.
Desde o início, a Faculdade de Direito pertenceu ao governo central, passando do Império para a República e, com a criação da Universidade de São Paulo (USP), em 1934, passou a integrá-la. Durante os governos militares no país, foi núcleo do Movimento Estudantil e, mais a frente, propagadora da campanha pelas eleições diretas, lançando o slogan “Diretas, direito nosso”. Atualmente é uma das maiores referências acadêmicas do Brasil, dispondo de periódicos próprios, como a Revista da Faculdade de Direito, a Revista do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social e a Revista Discente Digital da Faculdade de Direito da USP.
Ainda no mesmo local, o prédio histórico – hoje tombado como patrimônio histórico do Estado de São Paulo – abriga importante acervo cultural, como os vitrais da escadaria e o mobiliário do Salão Nobre e da Sala da Congregação, bem como pinturas e esculturas de artistas renomados. Importante também é a sua biblioteca, cujo acervo começou a ser formado ainda em 1825, e foi a primeira biblioteca pública de São Paulo. Texto da Biblioteca Nacional.
Cartaz de Propaganda, “Cervejaria Americana de Viúva Catharina de Castro”, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil
Cartaz de Propaganda, “Cervejaria Americana de Viúva Catharina de Castro”, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil
Juiz de Fora - MG
Coleção privada
Guache - 34x24
Raríssimo cartaz original de propaganda do início do séc. XX,
da famosa cervejaria mineira situada na Rua da Gratidão 675 - Juiz de Fora.
Casa de Correção / Presídio Tiradentes, São Paulo, Brasil
Casa de Correção / Presídio Tiradentes, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Construída em taipa de pilão, era um estabelecimento destinado
a recuperar presos, uma grande inovação na época. Foi projetada, para abrigar
trezentos detentos. Após a Proclamação da República, passou a chamar-se
Presídio Tiradentes. Em 1972, num episódio polêmico, o prédio secular foi
demolido. O que dele restou, foi apenas o Arco do presídio, defronte ao local
que, hoje, abriga o auditório da Fundação Padre Anchieta. O Arco foi tombado
pelo Condephaat em 1987.
Abertura do Túmulo de Estácio de Sá, Igreja de São Sebastião, Morro do Castelo, 15/01/1922, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Abertura do Túmulo de Estácio de Sá, Igreja de São Sebastião, Morro do Castelo, 15/01/1922, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
O túmulo foi removido em 1922 da Igreja de São Sebastião no Morro do Castelo (que seria demolida), sendo depois transferido para a nova Igreja de São Sebastião construída na Tijuca. Estácio de Sá foi o fundador da cidade do Rio de Janeiro.
Abertura do Túmulo de Estácio de Sá, Igreja de São Sebastião, Morro do Castelo, 15/01/1922, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Abertura do Túmulo de Estácio de Sá, Igreja de São Sebastião, Morro do Castelo, 15/01/1922, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
O túmulo foi removido em 1922 da Igreja de São Sebastião no
Morro do Castelo (que seria demolida), sendo depois transferido para a nova
Igreja de São Sebastião construída na Tijuca. Estácio de Sá foi o fundador da cidade do Rio
de Janeiro.
Cabine do Telégrafo, Morro do Castelo, 28/03/1920, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Cabine do Telégrafo, Morro do Castelo, 28/03/1920, Rio de Janeiro, Brasil - Augusto Malta
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Cartaz de Propaganda, “Vinho Velhos do Porto J.E.S.”, Porto, Portugal
Cartaz de Propaganda, “Vinho Velhos do Porto J.E.S.”, Porto, Portugal
Porto - Portugal
Coleção privada
Guache - 39x29
Raríssimo cartaz original de
propaganda do início do séc. XX, dos famosos vinhos velhos do Porto da antiga
casa de "João Eduardo dos Santos" fundada em 1845.
O Espadachim do Rei (O Espadachim do Rei) - Henrique Bernardelli
O Espadachim do Rei (O Espadachim do Rei) - Henrique Bernardelli
Coleção privada
Aquarela - 50x35 - 1907
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