sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Ruínas do Quartel e da Fundição de Ouro, 1930, Antiga Capital do Estado do Mato Grosso, Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso, Brasil


 

Ruínas do Quartel e da Fundição de Ouro, 1930, Antiga Capital do Estado do Mato Grosso, Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso, Brasil
Vila Bela da Santíssima Trindade - MT
Fotografia


Rua de Santo Antônio, 1930, Antiga Capital do Estado do Mato Grosso, Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso, Brasil


 



Rua de Santo Antônio, 1930, Antiga Capital do Estado do Mato Grosso, Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso, Brasil
Vila Bela da Santíssima Trindade - MT
Fotografia

Comemoração do 2º Centenário da Cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, Antiga Capital do Estado do Mato Grosso, 1952, Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso, Brasil


Comemoração do 2º Centenário da Cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, Antiga Capital do Estado do Mato Grosso, 1952, Vila Bela da Santíssima Trindade, Mato Grosso, Brasil
Vila Bela da Santíssima Trindade - MT
Fotografia


Vila Bela da Santíssima Trindade é um município brasileiro no estado de Mato Grosso, Região Centro-Oeste do país. Localiza-se no Alto Guaporé e sua população em 2019 foi de 16.128 habitantes.
Primeira capital de Mato Grosso, a pequena Vila Bela da Santíssima Trindade é um dos municípios com maior potencial turístico de Mato Grosso.
No centro de Vila Bela estão as ruínas de uma catedral do período colonial. Ela é um símbolo da cidade e constitui o marco de uma história que começa em 1752. Naquela época, a descoberta de riquezas minerais na região do Rio Guaporé fez com que Portugal se apressasse em povoá-la, temendo que os vizinhos espanhóis fizessem o mesmo. Foi, então, criada a Capitania de Mato Grosso e sua capital instalada em 19 de março de 1752 com o nome de Vila Bela da Santíssima Trindade.
Enquanto foi capital, obteve um progresso muito grande devido aos investimentos em infraestrutura e incentivos fiscais para os novos moradores. No entanto, as dificuldades de povoar a região (distância, doenças, falta de rotas comerciais) e o estabelecimento de um importante centro comercial em Cuiabá acabaram forçando a transferência da capital em 1835. Os moradores abandonaram a região, deixando casas, estabelecimentos comerciais e escravos para trás.


quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Panorama, Avenida São João, São Paulo, Brasil


Panorama, Avenida São João, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

Avenida São João em direção à Praça Antônio Prado, vista do Largo do Paissandu, em 1920. Ainda não existia o Edifício Martinelli (obras iniciaram somente em 1924). O prédio que seria da Delegacia Fiscal ainda abrigava o Cine Central.

Vale do Anhangabaú, 1973, São Paulo, Brasil


 

Vale do Anhangabaú, 1973, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Moinho Central / Moinho Fluminense, Anos 70, São Paulo, Brasil




Moinho Central / Moinho Fluminense, Anos 70, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Localizado ao lado da linha férrea, o Moinho Central está presente na região desde a primeira metade do século 20.
Ele é oriundo de um período de ouro da atividade fabril paulistana, quando a cidade ainda tinha por toda sua extensão, chaminés fumegantes e um ritmo frenético de operários que faziam mover a indústria nos mais variados ramos e segmentos.
Pouco conhecido do paulistano atual, o Moinho Central é de longe o maior moinho da capital. Em tamanho, só pode ser comparado ao Moinho São Jorge, que ainda está em atividade, na vizinha cidade de Santo André.
O período áureo deste moinho é compreendido entre os anos 1930 e 1955, quando sua atividade esteve no auge. Entretanto, seu declínio acompanhou o declínio industrial da capital e logo esta enorme construção foi abandonada. Nos anos 1990 o local foi invadido e tornou-se uma grande favela que não se ocupou apenas dos terrenos laterais da construção, mas também do prédio principal e até dos silos.
O Moinho Central chegou até a ter uma estação de trem própria e na sua plataforma, hoje destruída, havia até alguns anos uma placa amarela com a inscrição “Estação Moinho Central”. O trem provavelmente não era para embarque de passageiros, mas para embarque dos produtos do moinho.
A soma da deterioração do espaço, a ocupação ilegal e a incapacidade do poder público em remover os moradores da “favela do moinho” para um lugar mais digno, foi a fórmula perfeita para o desastre que veio a acontecer no final de 2011: o trágico incêndio provocado por uma própria moradora do local.
A negligência de anos foi revelada em poucos dias. O incêndio escancarou a população da cidade o despreparo de Gilberto Kassab em conduzir a cidade e em resolver seus problemas mais urgentes. A rapidez e eficiência do Corpo de Bombeiros contrastava com a morosidade da Prefeitura de São Paulo em resolver o que fazer com o edifício.
A solução para o problema não poderia ser a menos indicada: implodir o edifício. Optaram por mandar abaixo um prédio que visivelmente ainda resistia bravamente e que poderia ser recuperado e transformado em algo útil a sociedade. Não adiantou, a opção pela demolição estava certa e o que se viu a seguir foi uma sucessão de erros, números que mudavam a cada entrevista e o prédio continuando de pé.
O primeiro espanto foi a contratação às pressas de uma empresa sem licitação. O segundo, a quantidade de TNT anunciada para a implosão: 800kg. Em 1987, por exemplo, para a demolição do edifício da CESP, na avenida Paulista, foram utilizados 40kg.
Bastou alguns segundos após a implosão para a população que assistia vibrar com o fracasso da operação. Pouco depois, um desconcertado Prefeito Gilberto Kassab dava nota 10 para a implosão. No dia seguinte os 800 quilos de dinamite viraram 400 e até o Ministério Público estranhou.
Começou então, a demolição por máquinas do velho moinho.
Hoje sem mais o edifício em pé, percebe-se que pouco está se falando na imprensa sobre o Moinho Central. A urgência da mídia com outros fatores já levou a tragédia e a implosão para lá de suspeita ao esquecimento. Qual será o destino do local? E das famílias?
Chama a atenção que até o momento não há qualquer movimentação em demolir os silos do moinho. Espero que algo seja feito e que os silos não fiquem por ali esperando uma próxima tragédia.
Mas enfim, qual o nome do Moinho? No dia do incêndio e nos dias que se sucederam a tragédia, a imprensa chamou o local dos mais diversos nomes, como “Favela do Moinho”, “Moinho do Bom Retiro” etc. Mas o nome real do local é Moinho Central e o nome da empresa que operava ali era Moinho Fluminense S/A com escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro.







quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Vale do Anhangabaú, Anos 50, São Paulo, Brasil


Vale do Anhangabaú, Anos 50, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Acervo IMS
Fotografia

Nota do blog: Na época era comum propagandas de produtos em construções que estavam sendo realizadas.

Fiat Tempra 2.0 Turbo 1994, Brasil

















Fiat Tempra 2.0 Turbo 1994, Brasil
Fotografia

Colégio Marista Arquidiocesano, 1945, São Paulo, Brasil



Colégio Marista Arquidiocesano, 1945, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Administrado por freis capuchinhos e padres seculares, originalmente localizado na avenida Tiradentes, bairro da Luz, o Colégio Marista Arquidiocesano foi fundado em 1858 com o nome de Colégio Diocesano. A partir de 1908, os irmãos Maristas passaram a administrar a tradicional instituição de ensino. Em 26/05/1929 foi lançada a pedra fundamental para a construção deste belo prédio na Vila Clementino — inaugurado em 25/01/1935. A imagem, de autoria de Aristodemo Becherini (filho do célebre fotógrafo italiano Aurélio Becherini) foi registrada em 1945.

Demolição Parcial da Igreja e Convento do Carmo, 02/01/1943, São Paulo, Brasil



Demolição Parcial da Igreja e Convento do Carmo, 02/01/1943, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Após a demolição da igreja e convento do Carmo em 1928 — para a construção da Secretaria da Fazenda de São Paulo e alargamento da Avenida Rangel Pestana — restou a Igreja da Ordem Terceira do Carmo e sua torre. A igreja teria suas estruturas abaladas em razão das obras da Secretaria da Fazenda — vemos na cena, a preparação do terreno. Nesta imagem muito significativa vemos à direita, a Ladeira do Carmo (trecho inicial da Avenida Rangel Pestana); em 2º plano, os quarteirões sendo arrasados para a abertura da Praça Clóvis Bevilácqua. De autoria de João Alberto José Robbe, a foto foi registrada em 2/1/1943 do alto do Edifício Guarany na esquina da Rangel Pestana e Rua Alexandria.
(1) Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo.
(2) Ginásio de Nossa Senhora do Carmo inaugurado em 1899 e reformado em 1912 na Rua da Boa Morte, atual do Carmo.
(3) Palácio da Justiça, inaugurado em 1933 e reinaugurado em 1942.
(4) Capela do Menino Jesus e Santa Luzia, inaugurada em 1901 na Rua Tabatinguera.
(5) Edifício Altemira de Barros na esquina da Praça João Mendes e Avenida da Liberdade.
(6) *Edifício Santa Margarida na esquina da Avenida da Liberdade e Rua Álvares Machado.
(*) Defensoria Pública do Estado De São Paulo