sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Peças de Mortadela do Frigorífico Morandi, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



Peças de Mortadela do Frigorífico Morandi, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog 1: Década de 50.
Nota do blog 2: Existe um quadro no Carrefour do Ribeirão Shopping com essa imagem.

Frigorífico Morandi, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil





 

Frigorífico Morandi, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Inaugurado em 1 de setembro de 1946 por Rômulo Morandi e seus filhos, o Frigorífico Morandi funcionou em área situada na rua Municipal.
Do antigo complexo, hoje existe apenas parte do muro na Via Norte (imagem 2 do post).
Nota do blog: Data e autoria das imagens não obtidas.





Mercado de São José, 1880, Recife, Pernambuco, Brasil


 

Mercado de São José, 1880, Recife, Pernambuco, Brasil
Recife - PE
Acervo IMS
Fotografia 

Mercado de São José, Recife, Pernambuco, Brasil






 

Mercado de São José, Recife, Pernambuco, Brasil
Recife - PE
Fotografia 


Inaugurado em setembro de 1875, o Mercado de São José tem arquitetura em ferro típica do século XIX. A inspiração veio do mercado público de Grenelle, em Paris. O projeto, elaborado por encomenda da Câmara Municipal do Recife, provavelmente é de Victor Lenthier, engenheiro da casa, à época. O detalhamento ficou a cargo do engenheiro Louis Léger Vauthier, contratado também para acompanhar a execução das estruturas de metal na França. É um dos monumentos pernambucanos, reconhecido e tombado pelo Patrimônio Histórico. A construção levou mais de dois anos, extrapolando o prazo estipulado para o empreiteiro José Augusto de Araújo. O custo também foi onerado pelas modificações introduzidas por Vauthier, para adequar o empreendimento ao clima tropical.
O Mercado de São José ocupa uma área coberta de 3.541 metros quadrados. Mede 48,88 m de frente por 75,44 m de fundo. O prédio é formado por dois pavilhões, com 377 compartimentos de diversos produtos; 27 pedras de peixe; 34 barracas internas – para vender comidas e caldo de cana – e outras 70 espalhadas pela calçada do pátio. Atualmente, são 545 boxes no total. Artesanato em barro, corda e palha fazem do mercado polo de atração turística. É, também, ponto tradicional do comércio de pescado. Semanalmente são vendidos, ali, cerca de 1,3 toneladas de peixe e 400 kg de crustáceos.
Em 1787, o local onde está instalada a Praça Dom Vital ou Praça do Mercado, no Bairro de São José, chamava-se Ribeira de São José. Ali se mantinha um pequeno comércio de verduras e frutas. Em 1817, o local era descrito assim: um mercado junto de uma igreja, onde são oferecidos montões de raízes de mandioca, bananas, ananases, cajus, mangas e laranjas. Hoje, o mercado comercializa, além do artesanato variado, de peixes e crustáceos, charque, outras carnes e cereais.
Antes de tornar-se Ribeira de São José, o local era denominado Terreno dos Coqueiros, depois Ribeira dos Peixes. Pertencia a Belchior Alves Camelo e a sua mulher, Joana Bezerra, que os doou, por escritura lavrada em 16 de abril de 1655, aos padres capuchinhos.
Ao longo de mais de 125 anos de história, o Mercado de São José sofreu várias reformas. A primeira delas, em 1906, levou dez meses. Em 1941, foram substituídas as venezianas de madeira e vidro por combogós de cimento, mais duráveis. Em novembro de 1989, um incêndio destruiu parte do mercado, danificando a estrutura. A obra para reconstrução durou um ano e, em 12 de março de 1994, ele foi reinaugurado com grande festa. Em 1998, o mercado foi novamente restaurado.

Mercado de São José, Recife, Pernambuco, Brasil


 

Mercado de São José, Recife, Pernambuco, Brasil
Recife - PE
Fotografia - Cartão Postal


Praça da Sé, Circa 1900, São Paulo, Brasil

 




Praça da Sé, Circa 1900, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Acervo IMS
Fotografia

Avenida Ipiranga, São Paulo, Brasil

 


Avenida Ipiranga, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Vista da avenida Ipiranga em direção à Cásper Líbero. À direita, na esquina da ainda estreita Rio Branco, o belíssimo Palacete Martins Costa projetado por Ramos de Azevedo e construído em 1932. Para efeito de localização, no térreo do imóvel está instalado o conhecido restaurante Sujinho.
Mais à frente, o cruzamento da rua Santa Ifigênia. Observe no canteiro central ao longo da avenida, os tradicionais postes de iluminação tipo 16 da Light.
Nota do blog: Data circa 1945-1950 / Crédito para Sebastião de Assis Ferreira.

Uma Sessão de Música Policial, São Paulo, Brasil


 

Uma Sessão de Música Policial, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia - Cartão Postal

À direita, uma parte da fachada lateral do antigo Palácio do Governo que posteriormente foi demolido para a reconstrução da Igreja e do Colégio dos Jesuítas.
À esquerda (ao fundo), é possível ver a arborização que existia.

MG SA Tourer Coachwork by Charlesworth 1963, Inglaterra






































 

MG SA Tourer Coachwork by Charlesworth 1963, Inglaterra
Fotografia

Launched at the 1935 Motor Show, the SA represented a new departure for MG. The first all-new model to be introduced since the company's acquisition by Morris Motors, it was considerably larger than any previous MG and caused a certain amount of consternation amongst enthusiasts who feared an abandonment of virtues embodied by the marque's nimble sports cars. They need not have worried, for although based on the Wolseley Super Six and aimed at the luxury car market, the SA received sufficient input from MG founder and designer Cecil Kimber to transform it into a car worthy of the famous octagon badge. Originally of 2,026cc, the overhead-valve Wolseley six had been enlarged to 2,288cc by the time SA production commenced and was further stretched to 2,322cc in 1937. With 75bhp the SA could cruise comfortably at 60-70mph and had a genuine top speed approaching 85mph. A Tickford-bodied drophead coupé and Charlesworth-bodied open tourer completed the range. By the time production ceased in 1939, 2,738 SAs of all types had left the factory.
One of approximately 20 Charlesworth-bodied tourers built, this is an extremely rare MG; indeed, of the 90 SA tourers of all types completed, it is believed there are only 18 survivors.
This SA Tourer was despatched from MG's Abingdon works to Charlesworth on 27th April 1936 and was first registered as 'MG 4856', indicating that it was likely sold via the famous London MG dealer, University Motors. The MG was later taken to the USA where it formed part of Gene Ponder's well-known collection in Marshall, Texas. In 2007 the SA was sold at auction to John O'Quinn, who passed away before taking possession his purchase. The next known owner, from 2011, was British-car collector Barry Alexander of Sarasota, Florida. Although it had been cosmetically restored around 15 years previously, the MG required much additional work to make it properly roadworthy. Surprisingly, it was discovered that a previous owner had fitted a Toyota five-speed gearbox, which, although incorrect, has greatly enhanced the MG's driveability. Fewer than 600 miles have been covered since the rebuild.
The current vendor purchased the MG in March 2015 (bill of sale on file). Since then the car has been checked-over by an engineer friend of many years experience and brought up to excellent order. Works carried out included fitting new brake cylinders, fuel pump, suspension shackles and bushes, while the SU carburettors have been upgraded. The accompanying tool kit and owner's handbook are believed original.