quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Prédio Comercial na Rua Visconde de Inhaúma com Rua Duque de Caxias, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 



Prédio Comercial na Rua Visconde de Inhaúma com Rua Duque de Caxias, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: O imóvel já foi utilizado por vários comércios, como a Padaria Cinelândia e várias farmácias.

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Antiga Sede do Arquivo Nacional, 1941, Rio de Janeiro, Brasil


 

Antiga Sede do Arquivo Nacional, 1941, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia 

Nota do blog: Ficava na Praça da República n. 26.

BMW 320D, Alemanha - Jeremy Clarkson

 


BMW 320D, Alemanha - Jeremy Clarkson
Fotografia



Nas últimas semanas, eu me diverti muito com vários repórteres da BBC nos dizendo que hoje as pessoas decidem que carro comprar com base no quanto danoso ele é ao meio ambiente. Sem dúvida, isso é verdade dentro da BBC, e é por isso que boa parte dos funcionários vai ao trabalho pedalando bicicletas dobráveis. Porém, no mundo real, as pessoas não dão muita bola a emissões ou ao politicamente correto. Você pode usar trabalho escravo para produzir um carro que use como combustível uma mistura de cianeto e potássio, mas se ele vier com uns acessórios grátis e garantia de cinco anos, é capaz de vender aos montes.
Para as pessoas, o custo-benefício é importante. Como também é a economia de combustível, o conforto, o prazer ao dirigir e a confiabilidade. O que sai do escapamento é irrelevante. E também, estranhamente, o estilo. Sim, é estranho. Ninguém escolheria ter filhos feios nem deliberadamente encheria sua casa com móveis que fossem desagradáveis ao olhar. E, no entanto, todos os anos milhares de pessoas compram carros com o apelo estético de uma ferida aberta.
Acho que nunca antes na história da indústria automotiva o mercado esteve tão cheio de automóveis feios. Monstruosidades desajeitadas com rodas finas e entupidas de detalhes de estilo desnecessários e linhas de teto que parecem ter sido desenhadas para que as pessoas no banco de trás possam usar cartolas.
Eu olho para o Citroen Cactus e me pergunto: “O que é isso? Por que ele tem plástico bolha na lateral?” Mas fica claro que muitas pessoas pensam de forma diferente, porque as ruas estão cheias deles. É a mesma coisa com o novo Lexus NX. Por que eles deixaram uma criança de 4 anos de idade com fixação em lasers espaciais a cargo do estilo? E então você tem o MINI Countryman e, quase ia esquecendo, o novo Jeep Cherokee. É espantoso. Porque o que eles fizeram foi pegar o velho Pontiac Aztec e combiná-lo com um sapo de boca grande.
No entanto, há uns poucos fabricantes que estão nadando contra a correnteza da feiura. A Kia é um deles. E a BMW outro. É claro, a gigante alemã pode colocar no mercado coisas horríveis como o X3, mas seus sedãs e cupês são magníficos, com linhas prejudicadas apenas pela maldição da familiaridade. O Série 5, em particular, é uma obra-prima.
E o Série 3 que eu estava usando na semana passada não fica muito atrás. Você olha para ele e pensa: “Por que diabos alguém escolheria comprar um Audi, um Mercedes-Benz ou um Lexus em vez dele?”
Uma das razões, é claro, é que os BMW são famosos por ser fonte de problemas no inverno europeu. Na, verdade, a principal razão pela qual o Reino Unido trava sempre que neva um pouco ou há uma geada leve é que cada rua, ou estrada, do país fica bloqueada por um BMW, com seus grandes pneus traseiros patinando e seu motorista em pânico preenchendo os formulários do seguro, sabendo que, mesmo que o acidente ainda não tenha acontecido, ele ocorrerá.
Bom, com o BMW que eu estava dirigindo recentemente isso não ocorre, porque ele tem tração nas quatro rodas. Esse carro já estava disponível na Europa continental há quase uma década, mas até agora os engenheiros da BMW não achavam haver razão para incorporar a tração integral aos modelos com volante no lado direito. A previsão do tempo para este inverno é que ele será rigoroso – e a BBC culpará a Volkswagen. Mas no novo BMW 320d com xDrive (tração 4×4) você estará numa boa.
Há, no entanto, aspectos negativos nos dias em que não estiver nevando. Em primeiro lugar, ele custa mais. É razoável: há muitas engrenagens e peças a mais. Mas o adicional é de 1.500 libras (R$ 8.700), e isso é o que os economistas chamam de “muito”.
E tem mais. O espaço entre o console central e a caixa de roda é bem apertado, o que significa que, sempre que quer ir mais rápido, você acaba apertando o freio. E, mais importante, o consumo aumentou bastante. A versão com tração nas quatro rodas faz 2,3 km/l a menos do que a de tração traseira. E é mais lenta.
Portanto, há um alto preço a pagar para o carro conseguir chegar até a rua numa manhã gelada de inverno, quando você acorda e descobre que geou forte na madrugada. No fim das contas, é possível que você não vá a lugar algum, porque seu vizinho escorregou até um poste com seu Série 3 de tração traseira e bloqueou a rua.
Então, fica a seu critério optar pelo xDrive ou não. Só você saberá se suas necessidades compensam os pontos negativos. De qualquer forma, você terá um carro encantador. Tirando o incômodo da caixa de roda, a posição de dirigir é sublime e a espessura e a textura do volante são perfeitas.
Se nas primeiras versões o sistema de controle iDrive da BMW era um amontoado de submenus ininteligíveis e absurdos, hoje é um exemplo de bom senso e lógica, qualidades que você acha por todo o carro. O espaço no banco traseiro, o tamanho do porta-malas, a forma como tudo funciona e o rodar: é como se você mesmo o tivesse projetado.
Naturalmente, tenho algumas críticas. A direção – elétrica – não tem a fluidez que costumava ser marca registrada da BMW, quando se intitulava a empresa que oferecia o “puro prazer de dirigir”. E os sensores de ré são estupidamente pessimistas. “Você vai bater! Você vai bater!!!”, gemem histericamente, quando você ainda está a metros do carro de trás.
Ah, e tem o motor a diesel. Dois anos atrás, os ecovidentes falavam que o diesel era o combustível do futuro. Mas daí um dia eles saíram da cama e decidiram que não, porque ele vai causar o aquecimento global que resfriará o planeta – ou algo do tipo. É difícil saber como esse pessoal pode prever como será o clima daqui a 1 000 anos, enquanto os supercomputadores meteorológicos não conseguem dizer com certeza como será o tempo amanhã à tarde.
Então, eu vou ignorá-los e afirmar que o motor a diesel do BMW é ótimo. Seu som é muito bom, tem um torque imenso e na estrada se limita a um murmurar suave. Além disso, você fará mais quilômetros por litro do que com a versão a gasolina. O que, como dissemos no início, importa bem mais do que quantas moléculas de óxido de nitrogênio você está deixando pelo caminho.

Porsche Cayenne, Alemanha - Jeremy Clarkson



 

Porsche Cayenne, Alemanha - Jeremy Clarkson
Fotografia



Eu dirigi várias vezes um Bentley Continental, e nunca cheguei a pensar algo como “humm, gosto da opulência e da sensação estranha desse brutamontes civilizado, mas gostaria de comprar uma versão desse carro que tivesse uma velocidade máxima ligeiramente menor, fosse bem menos dócil ao volante e consideravelmente mais caro”. A Bentley recentemente lançou um SUV grande que atende a tudo isso. Ele recebeu o nome de Bentayga e, na essência, é um Continental que foi estragado. Ele também é meio feio, mas mesmo assim eu garanto que vai vender muito. Na parte da cidade dominada pela Chanel, você não conseguirá se mover por causa dessas coisas.
A Lamborghini também está trabalhando em um supercarro com roupagem de SUV. Pelo que sei, ele se parecerá com um Aventador com pernas de pau, o que significa que será como um Aventador mais lento, menos econômico e pior nas curvas. E que também vai vender bem.
A demanda por SUVs de luxo está frenética. Recentemente, estive num sofisticado clube de campo e causei agitação no estacionamento. Todos olhavam meu VW Golf com a boca aberta de admiração. “Como você veio até aqui nisso?”, exclamavam. Quase todos os outros vieram num Range Rover preto. De fato, o Range agora está tão popular que a empresa-irmã da Land Rover, a Jaguar, fez um concorrente, o F-Pace, que será lançado no primeiro semestre. Ele será ideal, imagino, para aqueles que optarem por não comprar outro SUV, o Maserati Levante, que estreia em Genebra.
É fácil entender por que essas marcas estão tão interessadas em produzir SUVs. As margens de lucro são enormes, porque estão vendendo tecnologia relativamente barata a preços gourmet. E quando digo gourmet, quero dizer caro mesmo.
Um sedã tem de ser rápido, confortável e refinado, e tudo isso custa milhões para desenvolver. Um SUV só precisa ser grande e ter um monte de botões. E isso custa relativamente pouco. Para um exemplo prático extremo disso, dê uma olhada debaixo da carroceria das opções produzidas nos EUA. Eles são meras caminhonetes com vidros escurecidos. Racionalmente, então, SUVs não fazem sentido. E, no entanto…
Sei que andar em um SUV é como convidar todos os pobres da cidade para vê-lo fazer uma fogueira com maços de dinheiro. Sei que SUVs são ridículos, mas tenho de admitir que minha criança interior gosta de estar ao volante de um caminhão de brinquedo turbinado tamanho gigante.
E foi por isso que fiquei feliz quando a Porsche me disse que poderia usar um Cayenne Turbo S nas festas de fim de ano. Hoje em dia, o Cayenne é um carro antiquado.
Em 2014, ele recebeu um ligeiro facelift, que incluiu luzes diurnas de leds, mas assim que você entra nele, percebe que é velho. A central multimídia, por exemplo, que na maioria dos carros modernos pode ser medida em palmos, no Cayenne é do tamanho de um selo. E veja só: para ligar o motor, você tem de colocar a chave em uma fenda e então girá-la. Isso é tão esquisito hoje em dia…
Outra coisa que não mudou ao longo dos anos é seu estilo. E isso não é algo bom. Ele não era de encher os olhos, e a idade não melhorou as coisas. Ele ainda dá a impressão de que seus designers estavam obcecados em fazer sua frente parecer um 911 e então, quando seus esforços falharam, tiveram um ataque de raiva e desistiram do resto do carro.
No entanto, não há como fugir do fato que num aspecto importante o Porsche está atualizado: ele é extremamente rápido. Insano. De revirar os olhos. Sob o capô está um V8 4.8 biturbo de 562 cv. E isso o torna – já que a produção do 918 Spyder está encerrada – o carro mais potente que a Porsche fabrica. Ele é tão potente que detém o recorde de volta de Nurburgring para SUVs, tendo baixado o tempo do Range Rover Sport SVR em quase 15 segundos.
E ele não é rápido apenas para um SUV. Em linha reta, de 0 a 100 km/h. ele envergonha o motorista de um Aston Martin V8 Vantage. E também chega bem perto dos 290 km/h de velocidade máxima do Aston.
Meu carro de teste trazia o escapamento esportivo, opcional, que produz um ronco profundo e crepitante, do tipo que assusta cachorros. E que também ajuda a mascarar o som das bombas de combustível, as quais, eu presumo, devem ser um pouco como as bombas d’água usadas no combate a incêndios.
Para tentar manter todo esse peso e potência sob controle, há muitos botões, sendo que, quando pressionado, cada um torna a experiência um pouco menos agradável. Escolhi o acerto mais macio e, para ser honesto, não foi ruim. Claro que, mesmo no modo esportivo, não é um 911 (ele é alto demais para isso), mas ao menos você não fica pensando: “Oh não! Vou bater a qualquer momento.” E isso é o melhor que você pode esperar num carro como este.
Maiores distâncias de frenagem. Menores velocidades de contorno de curva. Maior consumo. Isso é o que você paga para toda a maior… hum… er… altura? Vão livre em relação ao solo? Tração no fora de estrada?
Sim, você tem tudo isso e um monte de truques eletrônicos espertos, mas a verdade é que um carro grande e pesado como este não consegue transpor uma colina coberta por grama molhada. A única maneira de contornar isso é colocar pneus para uso fora de estrada, mas se você fizer isso, voltar para casa será um pesadelo de barulho e indocilidade.
O que nos traz de volta ao início. Por que gastar quase 120.000 libras (R$ 690.000) num Cayenne Turbo S se ele não serve nem para as condições fora de estrada que há na Inglaterra? Por que não comprar, em vez dele, um Panamera? Ou um BMW 530d? Ou uma Toyota Hilux?
Admita. Você quer um SUV grande porque faz parte do estilo de vida atual. Ele diz às pessoas que você tem uma casa de campo. Ele diz que dinheiro não é problema. Tudo isso faz parte da natureza humana. É idiota, mas é como somos.
A questão, porém, é: tendo decidido adquirir um SUV grande, você deveria optar por um Cayenne Turbo S, com sua esquisita fenda para a chave de ignição e central multimídia do tamanho de um selo?
Bem, se você quiser o SUV mais rápido da estrada, sim. Mas tenha em mente que, dentro de mais ou menos um ano, quando a Bentley e a Lamborghini tiverem lançado seus concorrentes, ele não será mais.

Audi A4, Alemanha








Audi A4, Alemanha
Fotografia



Demorou, mas chegou. A atualização de meia vida do Audi A4, apresentada na Europa em maio de 2019, estreia agora no Brasil. Ele é facilmente reconhecível pelos novos faróis de led, que podem ter tecnologia Matrix, e pela nova grade, mais larga e com três pequenas entradas de ar sob o capô.
Na traseira, também há novas lanternas e no interior quem se destaca é a central multimídia com tela de 10,1 polegadas e a mesma interface presente nos novos Audi A6 e A7. Além disso, dependendo da versão, tem quadro de instrumentos digital com tela de 12,3 polegadas.
São três versões, partindo do A4 Prestige de R$ 229.990, que tem carregador por indução para smartphones, partida sem chave, portas USB traseiras, volante multifuncional revestido de couro, rodas aro 18″, câmera de ré e monitor de pressão dos pneus. Teto solar elétrico é opcional.
A versão intermediária Prestige Plus custa R$ 259.990 e soma ar-condicionado automático de três zonas, bancos dianteiros com ajustes elétricos, piloto automático adaptativo, teto solar elétrico, kit exterior S line, aviso de saída de faixa, faróis Full LED e lanternas traseiras com setas dinâmicas. Também entra na lista navegador nativo na central e quadro de instrumentos digital. Head-up display é o único opcional.
Ambas permanecem com o motor 2.0 TFSI (turbo a gasolina), que gera 190 cv e 32,6 kgfm. É por usar o ciclo B (semelhante ao Miller), mais eficiente que o Otto, convencional, que ele não chega aos 230 cv e 35,7 kgfm do 2.0 TSI do Volkswagen Jetta GLI, de R$ 167.150.
Na versão mais cara, Performance Black, de R$ 304.990, o motor é um 2.0 turbo de 249 cv e 37,7 kgfm com tração integral quattro. Além disso, tem acabamento interno piano black, bancos que combinam couro e Alcantara, volante esportivo e assistente de estacionamento automático. Mas head-up display, sistema de com Bang & Olufsen, assistente de mudança de faixa e faróis de led Matrix ainda são opcionais.

Construção do Ginásio do Ibirapuera, 1966, São Paulo, Brasil


 

Construção do Ginásio do Ibirapuera, 1966, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia 


Hoje foi noticiado que o CONDEPHAAT rejeitou o pedido de tombamento do complexo.
Até Fevereiro uma concessionária será escolhida e o local demolido para dar lugar a um novo shopping, hotel, pista de skate, playground e uma arena multiuso para receber eventos esportivos e shows. 
Os atletas que ocupavam os alojamentos do Centro de Excelência serão transferidos para a Vila Olímpica Mário Covas no Butantã e por convênio para cidades na Grande São Paulo. 
E assim, mais um patrimônio da cidade irá se perder...

Estação de Gaturamo / Estação de Bonfim Paulista, Década de 40, Atual Distrito de Bonfim Paulista, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 


Estação de Gaturamo / Estação de Bonfim Paulista, Década de 40, Atual Distrito de Bonfim Paulista, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Distrito de Bonfim Paulista - Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nota do blog: Em 30/11/1944, o distrito antes chamado "Villa Bonfim", passou a chamar "Gaturamo". Posteriormente, em 30/12/1953, a denominação foi novamente alterada, desta vez para "Bonfim Paulista", nome que vigora até hoje.

Cédula de Contribuição do PTB, Brasil



 

Cédula de Contribuição do PTB, Brasil
Cédula

Vista Aérea Noturna, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 


Vista Aérea Noturna, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia 

Trecho Praça IV / Praça XV de Novembro, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil






Trecho Praça IV / Praça XV de Novembro, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Photo Sport
Fotografia - Cartão Postal

Nota do blog 1: A imagem retrata a praça XV de Novembro e o Quarteirão Paulista.
Nota do blog 2: Embora não seja uma imagem rara, o diferencial desta postagem é que encontrei o verso do cartão postal. E para minha surpresa, não era uma emissão normal. Trata-se de uma emissão especial para o Rotary Club de Ribeirão Preto, provavelmente encomendada à Photo Sport para distribuir entre seus associados e amigos, em virtude da posse da nova diretoria para os anos 1931-1932. Tal fato nos permite situar a imagem em, provavelmente, 1929-1930.