segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Volkswagen Karmann Ghia 1200 Cabriolet 1967, Alemanha










Volkswagen Karmann Ghia 1200 Cabriolet 1967, Alemanha
Fotografia

Recognised almost as readily as the immortal Beetle itself, and with a cult following all of its own, the Karmann-Ghia was, in its maker's own words: "A Volkswagen for people who can't stand the sight of a Volkswagen". Hand built by Karmann at its Osnabrück works, VW's top-of-the-range coupé married a modified export Beetle floor pan, running gear and engine/transmission package to stylish coachwork designed by Carrozzeria Ghia's Luigi Segre. The concept first appeared at the Paris Auto Show of 1953 and entered production in 1955 in 1,200cc form.
The Karmann-Ghia kept abreast of mainstream Beetle developments, gaining all-synchromesh transmission and progressively larger and more-powerful engines as time progressed. A cabriolet appeared in 1957 and in 1959 the car's front end underwent a subtle restyle with raised headlamps and enlarged nose intakes. The Karmann-Ghia was an immense success in the USA, where the majority of the circa 445,000 produced found homes.


 

A Perua Chevrolet Monza Que Quase Foi Fabricada no Brasil - Artigo












A Perua Chevrolet Monza Que Quase Foi Fabricada no Brasil - Artigo
Artigo

No fim da década de 70 a General Motors do Brasil estava em ebulição: todos os esforços estavam concentrados no Projeto J, que daria origem ao Monza no começo da década seguinte.
O plano original previa três tipos de carrocerias: hatch, sedã e perua, que seriam lançadas nesta ordem. Mas só as duas primeiras chegaram efetivamente às concessionárias.
A proposta da perua Monza não é exatamente novidade e a imprensa automotiva da época chegou a anunciar seu lançamento. Mas até hoje nunca ninguém tinha visto como seria o carro em sua versão final – e agora, 38 anos depois, esse segredo é finalmente revelado.
Em dezembro de 1979 dois modelos da perua Monza em argila, de tamanho real, foram construídos pela GM do Brasil: um duas portas e o outro quatro portas. A versão duas portas era exclusiva do País, pois aqui o mercado na época dava preferência a este tipo de carroceria.
A Monza SW quatro portas acabou sendo efetivamente lançada e vendida em outros países, como Inglaterra, batizado de Vauxhall Cavalier Estate, e Austrália, Holden Camira Wagon.
O projeto nacional recebeu o OK para ir em frente e em outubro de 1981 ficou pronto o único protótipo da perua Monza construído no Brasil. O cronograma da época previa seu lançamento em 1985.
Um dos destaques era a enorme área lateral envidraçada, típico da época para as stations, com uma fina divisão ao meio e estendendo-se quase até o fim da carroceria graças a uma coluna traseira com perfil bastante fino. O vidro do banco traseiro seria basculante.
A tampa do porta-malas tinha cortes bem retos, em uma solução semelhante à que foi adotada para a Ipanema muitos anos depois. As lanternas traseiras eram exclusivas, assim como as rodas.
A tampa do porta-malas tinha ainda uma particularidade curiosa: sua parte superior formava uma espécie de aerofólio, que ajudaria o vento a ser direcionado para o vidro traseiro, evitando acúmulo de sujeira. O protótipo, aliás, não tinha limpador traseiro.
A GM aproveitou a construção do protótipo para compará-lo às suas outras peruas: a Marajó, que ali também era um protótipo, já com a frente nova do Chevette, lançada apenas em 1983, e a Caravan. Nota-se que a perua Monza obviamente ocuparia o espaço intermediário, mas seu porte estava bem mais próximo da Marajó do que o da Caravan.
Como se sabe a station do Monza nunca chegou ao mercado oficialmente, sendo que a Envemo aproveitou a brecha para lançar uma versão genérica, batizada Camping, em 1984, produzida sob encomenda a partir da versão sedã – mas pouquíssimas unidades foram fabricadas. Seu porta-malas era de fibra de vidro e as lanternas eram reaproveitadas do Monza original.
A razão para a perua Monza nunca ter chegado às lojas, apesar de ter avançado até a fase de protótipo, a última antes da decisão final de produção, é incerta. O mais provável é que a GM tenha entendido que o modelo criaria concorrência interna para a própria Marajó e Caravan e, assim, o investimento necessário não se justificaria.
Estas imagens, que levaram quase quatro décadas para chegar ao público, fazem parte do acervo do Instituto General Motors, instalado em São José dos Campos. O IGM abriga toda a rica história da fabricante no País e gentilmente cedeu as imagens com exclusividade para o MIAU, Museu da Imprensa Automotiva.







Propaganda "Chevrolet Monza Perua Camping", Envemo, Brasil


 

Propaganda "Chevrolet Monza Perua Camping", Envemo, Brasil
Propaganda

Nota do blog: Eu nunca vi uma na rua. Devem valer um bom dinheiro hoje...

Piazza del Popolo, Circa 1880, Roma, Itália


 

Piazza del Popolo, Circa 1880, Roma, Itália
Roma - Itália
Fotografia

Siamo in Piazza del Popolo nel 1880 ca, il fotografo è posizionato con le spalle alla Porta e inquadra il centro della piazza con le vie del tridente: via del Babuino, via del Corso e via di Ripetta. L’obelisco è uno dei tredici obelischi antichi di Roma, è alto più di 25 metri. Portato a Roma dall’Egitto per volere di Ottaviano Augusto era collocato insieme a quello del Quirinale lungo la spina centrale del Circo Massimo.

domingo, 27 de dezembro de 2020

Quiosque da Praça XV de Novembro, Circa 1920, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


Quiosque da Praça XV de Novembro, Circa 1920, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Segundo Rubem Cione, esse quiosque substituiu a antiga Matriz nos primeiros anos do século XX, logo após sua demolição em 1905. Segundo consta, teve sua cobertura demolida em 1921, recebendo outra na cor branca passando a ser chamado de “Trianon da Praça XV”, na gestão do prefeito João Rodrigues Guião. Baseado na altura da tomada, na posição do sol e na vegetação ao fundo, o fotógrafo estava posicionado numa das janelas do Theatro Carlos Gomes. Complementando a informação, a rua em primeiro plano é a Visconde de Inhaúma.

Escola Estadual Otoniel Mota, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Escola Estadual Otoniel Mota, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Com inauguração solene em 1 º de abril de 1907, esse foi o primeiro ginásio do interior e o terceiro do Estado, criado por decreto legislativo de 27 de dezembro de 1906. O ato da inauguração foi presidido pelos Drs. Jorge Tibiriçá, presidente do Estado, e Gustavo de Oliveira Godoy, secretário do Interior.
Funcionou provisoriamente em um prédio espaçoso, alugado pela Câmara Municipal, com dotação material feita pelo governo estadual. No ano de 1907, foi oferecido apenas o 1º ano do curso, para o qual requereram matrícula 77 alunos, dos quais apenas 45 conseguiram a habilitação nos exames de suficiência. Desses, foram aprovados 16 alunos, em todas as matérias, nos exames finais de promoção na primeira época. Em 31 de dezembro de 1907, era diretor o sr. Antônio Rodrigues Alves Pereira, e o secretário era Augusto Ribeiro de Loyolla. Os professores: Otoniel Mota, de português; Joaquim de Macedo Bittencourt, de francês; João Pedro da Veiga Miranda, de italiano; Fábio de Sá Barreto, de aritmética e álgebra; Renato Jardim, de geografia e cosmografia, Francisco Eusébio de Aquino Leite, de desenho, Otto Beust, de ginástica e exercícios militares.
Juntamente com outras 122 escolas públicas da capital e do interior , seu prédio foi tombado pelo Conselho do Patrimônio Histórico, Arqueológico , Artístico e Turístico do Estado de São
Paulo (CONDEPHAAT), pelo alto valor histórico na evolução educacional do Estado de São Paulo.
Nota do blog: Imagem de 1920 / Photographia Lami.

Mercado Municipal, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil




Mercado Municipal, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal

Primeiro Grupo Escolar / Escola Estadual Guimarães Júnior, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Primeiro Grupo Escolar / Escola Estadual Guimarães Júnior, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia - Cartão Postal

Rei Alberto I da Bélgica em Visita ao Primeiro Estádio do Comercial Futebol Clube, Estádio da Tibiriçá, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Rei Alberto I da Bélgica em Visita ao Primeiro Estádio do Comercial Futebol Clube, Estádio da Tibiriçá, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Segundo o jornal "Correio do Povo" de 05/10/1920, "os soberanos belgas e a sua comitiva continuam a ser carinhosamente tratados pelos directores e altos funccionarios da Companhia da Fazenda de Guatapara, não se cansando de externar o seu reconhecimento pela dedicação e solicitude com que têm sido tratados na sua excursão pelo Estado de S. Páulo. Os reis regressarão hoje a esta capital, em trem especial, que partirá entre 7 e 7 1/2 da manhã, devendo chegar aqui, mais ou menos, ás 18 horas. Esteve hontem em Ribeirão Preto, onde chegou inesperadamente, em automovel, vindo de Guatapara, S. M. o rei Alberto, que viajou em companhia do dr. Alves Lima, director presidente da Companhia Fazenda de Guatapara. Depois de visitar varios pontos da cidade, o rei Alberto dirigiu-se para o stadium do Commercial Foot-Ball Club, onde assistiu á primeira fase de uma partida entre os clubs Palestra italia, desta capital e Commercial, interessando-se muito pelo desenrolar do jogo, e indagando sobre a nacionalidade dos jogadores."

Vista Aérea do Obelisco Comemorativo ao Centenário da Independência, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



 

Vista Aérea do Obelisco Comemorativo ao Centenário da Independência, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Na época situado na Avenida Independência (atual Nove de Julho) com Rua Tibiriçá. Atualmente está no cruzamento da Avenida Nove de Julho com Avenida Independência.