sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Mercedes Benz 300 SL Roadster 1963, Alemanha

 































Mercedes Benz 300 SL Roadster 1963, Alemanha
Fotografia

Created to spearhead Mercedes-Benz's return to competition in the post-war era, the 300 SL debuted in the 1952 Mille Miglia, finishing 2nd and 4th overall. Wins in the Carrera Pan-Americana and at Le Mans followed, and the 300 SL was on its way to becoming part of motor sporting legend. Max Hoffman, the Mercedes-Benz importer for North America, believed there would be a market for a road-going version and managed to convince the factory that such a car would be a success.
The first racers were open-topped but before the '52 season's end the distinctive 'Gullwing' doored Coupé had appeared. Launched in 1954, the production 300 SL retained the spaceframe chassis of the racer and was powered by a 2,996cc, overhead-camshaft, inline six canted at 45 degrees to achieve a lower, more aerodynamic bonnet line. Using direct fuel injection, this state-of-the-art power unit produced 215 horsepower, which was transmitted to the road via four-speed gearbox. Suspension was independent all round by wishbones and coil springs at the front, with swing axles and coil springs at the rear.
Tested by the respected American magazine Road & Track in 1955, the 300 SL accelerated from 0-60mph (0-96km/h) in 7.4 seconds, going on to achieve a top speed of 140mph (225km/h): outstanding figures for its day. It was, arguably, the world's first supercar.
Clearly the 300 SL Coupé would be a hard act to follow yet the Roadster version, introduced just three years later, succeeded in bettering its closed cousin's already exemplary road manners. Built with conventional doors, the 300 SL Roadster was introduced in May 1957 and was an immediate hit with the 1950s Jet Set of royalty, actors, and socialites. The production of an open 300 SL involved altering the cockpit area, where the spaceframe was redesigned to permit lower sills for improved access. At the same time the rear suspension was changed to incorporate low-pivot swing axles, a move that greatly improved both roadholding and handling. Disc brakes were standardised from March 1961, while towards the end of production a small batch of Roadsters was completed with an aluminium cylinder block.
The 300 SL Roadster sold well for a car that cost more than a Ferrari 250 GT California Spyder and would out-live the 300 SL Coupé by several years. Roadster production ceased in 1963 after 1,858 cars had been built, and today the model is both rare and highly sought after.
The 14th from last 300 SL Roadster completed, this car is one of 26 manufactured in January and February 1963 and one of the highly prized 200 examples built with disc brakes and an all-aluminium engine (copy of data sheet available). Delivered new to Germany, the car received its first service at Daimler Benz, Stuttgart on 23rd December 1963 at 570 kilometres, as can be seen in its original service booklet. On file, this service booklet was duly filled out and stamped until a distance of 69,800 kilometres had been covered.
The current vendor, owner of a collection of mainly Mercedes-Benz cars, purchased the 300 SL in 1982 at circa 79,000 kilometres from a Mr Siegfried Kuebe of Heidelberg, who appears to have been only its third owner. Some 12,000 kilometres have been covered during the vendor's ownership, making the distance travelled from new circa 91,500 kilometres. In spite of covering only a modest 300-or-so kilometres annually, the car has always received the necessary maintenance and servicing.
The 300 SL was restored cosmetically around 20 years ago when it received a bare-metal re-spray from blue in its more appropriate silver livery, while the red leather interior was re-trimmed. Never used for rallies, the car has nevertheless been exhibited at various concours d'élégance events where it has been a regular contender.
This beautiful 300 SL Roadster comes with German historic registration papers and fresh TüV valid until December 2021. Ultra rare and presented in very good condition, it would make an exhilarating yet extremely practical touring companion. Indeed, there cannot be many better ways of travelling to a classic event, taking part and driving home.

Volkswagen Saveiro Summer 1996, Brasil

 





















Volkswagen Saveiro Summer 1996, Brasil
Fotografia

Nota do blog: Verde Nice.

Volkswagen Kombi 2011, Brasil

 

























Volkswagen Kombi 2011, Brasil
Fotografia

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Parque Dom Pedro II, São Paulo, Brasil


 

Parque Dom Pedro II, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
TP 44
Fotografia - Cartão Postal


De autoria do fotógrafo Theodor Preising, registrada na década de 1920, vemos a verdejante e bem cuidada vegetação na saudosa área de contemplação e lazer destruída em nome da tal viabilidade viária e progresso. Atualmente, o cenário do entorno se transformou mas a passarela me parece que sobreviveu.
Nota do blog: Essa postal é uma variação de outro já existente no blog (vide abaixo). A diferença entre eles consiste em uma pessoa posando para a foto encostada na grade (postal inicial do post).







Desfile no Estádio do Pacaembu, 07/09/1962, São Paulo, Brasil

 





Desfile no Estádio do Pacaembu, 07/09/1962, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Nota do blog: Parece ser um desfile de homenagem conjunta referente ao 7 de Setembro e bicampeonato mundial de futebol de 1962. Dá gosto de ver o civismo de antigamente, infelizmente hoje não temos nem sombra disso.

A Abertura dos Portos no Brasil por Dom João VI em 1808 - Artigo


 A Abertura dos Portos no Brasil por Dom João VI em 1808 - Artigo
Artigo

Em 28 de janeiro de 1808, o então príncipe regente, d. João, ordenava na Bahia a abertura dos portos às nações amigas. Apesar de ter sido criada em caráter interino e provisório, as dimensões de tal medida afetaram substancialmente as relações entre Portugal e Brasil. Mas, o que de fato significou a abertura dos portos?
Para a compreensão do peso desse decreto é necessário retornar um pouco no tempo e perceber como ocorriam as ligações entre metrópole e colônia. A colonização da América, desde os primórdios, foi estabelecida tendo por base o cultivo de produtos essencialmente tropicais e altamente comercializáveis no mercado europeu, dentro de um sentido de produção complementar à economia metropolitana. Mais conhecido como Antigo Sistema Colonial, essa forma de colonização específica da época moderna, alicerçava-se em três pilares básicos: o exclusivo comercial, a escravidão e o tráfico negreiro, por meio dos quais a colônia era vista como um espaço propiciador para a acumulação primitiva de capital na Europa.
A escravidão e o tráfico negreiro se inseriam na lógica do Sistema Colonial por serem meios proporcionadores de alta rentabilidade para a concentração de capital no Reino. Já o exclusivo comercial, eixo central do sistema, consistia no monopólio pela Metrópole de tudo que saía e entrava nas possessões. Assim, a produção colonial (matérias-primas) era comprada por um preço mais baixo e as importações seguiam para a colônia por um preço mais alto, uma vez que ela só podia comprar da metrópole. Tal produção colonial, voltada essencialmente para a exportação, era gerada nas grandes propriedades rurais prosperadas a partir da mão-de-obra escrava. Essas eram as linhas gerais do exclusivo ou pacto que dominou as relações coloniais.
Com a progressiva importância que o Brasil ganhou para Portugal, sobretudo a partir de meados do século XVIII, o pacto se tornou algo ainda mais fundamental. O estabelecimento de uma política que tencionava a prosperidade do Reino reforçou ainda mais os laços entre a mãe-pátria e os seus domínios, ainda que dentro de uma nova roupagem, a qual visava também ao crescimento da colônia. A partir de ideias reformista-ilustradas, objetivava-se ajustar o Reino, reinserindo-o na competição econômica entre as potências europeias e, igualmente, contendo as manifestações de crítica ao sistema por parte dos colonos. Nessa política mercantilista ilustrada que considerava a relação metrópole e colônia como partes complementares, acreditava-se ser por meio da América - pela exploração das suas riquezas naturais - bem como pela experimentação do cultivo de novos produtos agrícolas como cochonilha, anil, linho (ver ANRJ, fundo Secretaria de Estado do Brasil, códices 67 e 106, dentre outros), que se aumentariam as exportações e se desenvolveriam as manufaturas do Reino.
O contexto continental europeu posterior à Revolução Francesa trouxe para Portugal um clima de instabilidade em suas relações diplomáticas, sobretudo, com Inglaterra e França, países posicionados em lados opostos nesse momento. Os conflitos entre os dois reinos acabaram por ecoar em Portugal, que manteve enquanto pôde uma política de neutralidade. Entretanto, o Bloqueio Continental estabelecido pela França, que considerava todos os aliados dos ingleses como inimigos e suscetíveis de invasão, acarretou em Portugal uma aliança mais definida à Inglaterra, opção esta já tomada em outros momentos de sua história. Com a ameaça mais frequente de incursão francesa, a alternativa de transferência da Corte para o Brasil - parte mais importante do Reino - pensada em outras ocasiões, foi levada a efeito, embarcando a família real para a América em 1807.
O decreto de abertura dos portos marcou uma nova era para o Brasil. Muitos historiadores, como Maria Odyla da Silva Dias, por exemplo, percebem-no como um marco em nosso processo de emancipação política. Ocorreu uma inversão do pacto colonial e o princípio da interiorização da metrópole na América portuguesa. A cidade do Rio de Janeiro, que passou à condição de Corte, assumiu o antigo lugar de Lisboa como entreposto comercial entre as colônias e os demais países.
Num primeiro momento, quem mais usufruiu a liberdade de comércio com o Brasil foi a Inglaterra. Em ofício encaminhado ao visconde de Anadia, datado de 4 de janeiro de 1808, dias antes de o príncipe regente aportar em terras americanas, o governador de Pernambuco, Caetano Pinto de Miranda Montenegro, indagava como deveria proceder com os ingleses em relação ao pacto colonial: "Sendo proibido no Brasil todo comércio com estrangeiros que modificações se devem agora fazer a respeito dos ingleses? Como devem eles ser recebidos? Quais gêneros e fazendas hão de ser admitidas a despacho? Que direitos hão de pagar as mesmas fazendas?" (ANRJ, Série Interior, IJJ9 237 / ver sala de aula). Os tratados de 1810, firmados com essa potência acabaram por assegurar tais indícios, uma vez que as taxações para a importação de produtos ingleses (15 %) eram menores do que para os produtos reinóis (16%).
A quebra do monopólio, por outro lado, proporcionou o desenvolvimento de ramos de atividades que até então eram proibidos; ela foi seguida de outras leis estimuladoras do comércio. Este foi o sentido do alvará de 1º de abril de 1808 que autorizava a abertura de fábricas e manufaturas em todas as partes do Império, revogando o de 5 de janeiro de 1785. Exemplo significativo desse aspecto foi o requerimento de Ignácio de Sequeira Nobre à Junta do Comércio para abertura de uma fábrica de vidros na Bahia e no Rio de Janeiro (ANRJ, Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação, cx. 386, pac. 01). Como esse, existem vários outros encaminhados a essa Junta que foi reinstalada no Rio de Janeiro em 23 de agosto de 1808 dentro dessa mesma política, tendo como uma de suas atribuições o envio de pareceres sobre abertura de fábricas.
Link para ver e baixar o documento original:
http://historialuso.an.gov.br/images/media/Abertura%20dos%20portos.pdf?fbclid=IwAR2jFz-X4aPps36GcWNMYlMDWicl6KA2bKU490h_jYpNCTdSlySZ7X0g4Lw

Entrega de Jeep Willys, Cia. Cipan, São Paulo, Brasil


 

Entrega de Jeep Willys, Cia. Cipan, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Esta preciosidade está localizada na Rua Olímpia de Almeida Prado, cerca de um quarteirão de distância da Avenida General Olímpio da Silveira, na Barra Funda.
O local em questão, por muitos e muitos anos, foi o escritório central e oficinas da Cia. Cipan, grupo concessionário brasileiro posteriormente absorvido pelo Grupo Caltabiano.