sábado, 13 de fevereiro de 2021

Paisagem (Paisagem) - Helvécio Morais

 






Paisagem (Paisagem) - Helvécio Morais
Coleção privada
OST - 55x85

Volkswagen Golf GTI, Alemanha - Jeremy Clarkson

 



Volkswagen Golf GTI, Alemanha - Jeremy Clarkson
Fotografia


Vejo que Mr. Banksy está por aí de novo. Desta vez ele pintou uma pessoa horrorosa na lateral da casa de alguém em Bristol, e agora corretores imobiliários estão dizendo que essa casinha de nada, que fica onde, dizem, na ladeira mais íngreme da Inglaterra, pode chegar a valer 5 milhões de libras.
Sério? A casa ainda é a mesma. Mas ela agora tem no seu final de telhado uma atraente obra de arte criada por famoso artista local, mas a arte está do lado de fora da propriedade. Desse modo, se o preço da casa disparou, o valor deve ficar para os vizinhos… Porque eles são os que podem vê-la.
Os proprietários, enquanto isso, agora terão que ir para a cama à noite imaginando se algum vagabundo está usando álcool metílico para remover a pintura, pois isso diminuirá o instantaneamente valor da sua casa em cerca de 4,7 milhões de libras. O que Mr. Banksy lhes deu virou um pesadelo.
Fico imaginando que se o Mr. Banksy gosta de dar sua arte para estranhos, ele deve parar com as pinturas em suas casas e muros de jardim. Em vez disso, deve colocá-las em carros.
Eu estava pensando sobre isso porque recentemente dirigi o novo Volkswagen Tiguan. É um SUV perfeitamente sensato, bem construído e bem-pensado. Como quaisquer outros com esse jeito que emporcalham o mercado neste momento. Ele não se destaca em nada. A menos que tivesse um Banksy na porta do motorista…
Talvez eu devesse fazer uma coisa. Sou razoavelmente bem conhecido, assim eu poderia à noite entrar sorrateiramente na sua garagem e pintar uma figura de qualquer coisa que me venha á cabeça na tampa do porta-malas, depois acharia um site para que todo mundo soubesse que o carro é realmente um autêntico Clarksy.
O único problema disso, claro, é que não demoraria para eu ser preso e ter que ir à um tribunal, onde uma mulher posuda com saia de tweed me chamaria de vândalo, diria ser inapropriado pintar um nu no carro de um estranho e me condenaria a algum trabalho comunitário.
Mas vamos voltar ao trabalho, que é escrever uma matéria de mil palavras sobre o Tiguan… Não dá. Seria como escrever sobre uma posta de peixe ou uma garrafa de leite. Ele tem um motor 2-litros, algumas janelas e ar-quente. Desse modo vou deixar o tempo de lado e lhe mostrar outra coisa. Acabou.
Passemos para outro carro que dirigi faz pouco tempo, o novo VW Golf GTI. Nisso sou especialista. Quando gravamos o programa “Who Wants to Be a Millionaire?” eu sempre me reunia antes com os suarentos participantes e explicava que se lhes perguntassem sobre mitologia grega ou a escritora Hilarty Mantelm, ou pavê, ou árvores, ele deveriam telefonar para um amigo, ou perguntar para a plateia — ou se mandarem do estúdio, pois o “pergunte ao anfitrião não adiantaria nada.
Um deles invariavelmente me pergunta o que eu sei, e é muito fácil. Rock progressista de 1971 a 1976 e o Golf GTI Mk 1. Conheço também um pouco do Mk 2, mas depois as coisas começam a ficar confusas porque o Mk 3, Mk 4, Mk5 e Mk 6 são todos um pouco entediantes. Então veio o Mk 7 (a sétima geração, última produzida no Brasil), comprei um. Era um carro incrível — prova de que uma cosa pode realmente ser tudo para todos os homens — mas agora ele se foi e em vez dele temos o Mk 8.
De início, as coisas parecem bem, pois ele tem o mesmo chassi do Mk 7 e o mesmo motor, logo o desempenho também é igual. Todavia, fora isso as coisas começam a parecer menos boas, porque o carro… hum, não é.
Ele é, falando de uma maneira geral, de mesmo comprimento do carro anterior, mas de algum modo parece maior e mais flácido. E realmente não há mudanças no desenho que distingam esse modelo — o ícone — de seus insossos irmãos. Ele não sai gritando GTI.
Há também alguns problemas dentro, o principal deles o sistema de infotenimento, projetado por entusiastas de laptop que crêem que só porque uma facilidade pode ser aplicada, deve sê-lo. Não deveria, porque quando se tem possibilidade de mudar a emissora de rádio, escolher novo destino, ajustar a suspensão ou mudar o peso do volante, você está a caminho de terminar numa tela que confunde e incomoda qualquer um que tenha mais de 12 anos.
Os chefões das empresas precisam aprender a dizer a esses fetos que empregam para trabalhar com esses sistemas que, a menos que se comportem como adultos, não haverá mais sorvete na hora do chá.
Fora isso, contudo, o interior do Mk 8 é uma sinfonia de bom gosto e bom senso, com alguma história embutida. Pode-se, por exemplo, ter o mesmo estofamento que o Mk 1 tinha. E se o câmbio for o manual, a manopla do câmbio é a mesma bola de golfe.
Tem mais. No Mk 7 — e isso é o que me torna o perfeito anfitrião do “Who Wants to Be a Millionaire? por conhecer o assunto — não é possível ter teto solar se o carro tiver rodas de 19 polegadas. Não sei por que, mas me preocupa. Diz-se que é porque com as rodas grandes a carroceria se flexionaria, levando à quebra do vidro do teto solar. Mas de qualquer maneira pode-se ter um agora.
Não porque se deveria, pois teto solar é perda de tempo e dinheiro. Não adicionam nada ao carro senão ruído.
Dirigindo? Céus, como é bom. Mais do que bom, é excepcional. A falta de uma baixa exuberante sugere que o onipresente motor 2-litros turbo foi calibrado para salvar ursos, mas há sempre um baixo e continuo rosnar dos escapamentos para se saber que na verdade não foi que aconteceu. Ele é realmente rápido.
E como é ágil. Não importa que ajuste de suspensão se escolha — este carro simplesmente ama ser tocado rápido numa estradinha secundária. E quando se trata apenas de voltar para casa, é confortável e também tem boas maneiras. Essa é parte do truque que não se vê em outros hatches rápidos. Eles são bons de curva ou muito moles. O Golf GTI é as duas coisas…
Dizem que John Lewis vende somente o que se precisa, não o que se quer. É onde se vai comprar pias ou travesseiros. Caso se queira um broche de diamante junto com partes de primeira peruca do Elton John, deve-se procurar outro lugar. O Golf GTI é então o John Lewis dos carros. Se você acha que o local parece um tanto tranquilo, avise-me. Qualquer noite dessas vou até lá com alguns pincéis e dou uma animada no ambiente…


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

BMW M550i xDrive, Alemanha - Jeremy Clarkson

 













BMW M550i xDrive, Alemanha - Jeremy Clarkson
Fotografia


Se você pegar o coronavírus – vamos ser sinceros, você o pegará – a hora boa é esta, faz muito frio aqui na Inglaterra, onde moro. Pois você pode refestelar-se no seu quarto e saborear queijos e beber vinho, sabendo que mesmo podendo se levantar não haverá onde ir e nada para fazer.
Por bobeira, peguei esse desgraçado em 22 de dezembro, o que vale dizer que perdi o dia de Natal, a véspera do Ano Novo e as brincadeiras que faço todos os anos para meus vizinhos e seus filhos. E, para tornar as coisas piores, eu também não pude andar no meu novo Bentley.
Passei muitas horas agradáveis no verão com um ótimo vendedor – que aprendeu tudo de relações com clientes com os comissários de bordo da British Airways – , quando pude escolher que tipo de couro eu gostaria e qual o tipo de madeira. “Quer nogueira americana?”
Finalmente, depois de esperar sete meses ele chegou: o primeiro novo Flying Spur que saiu da incrivelmente movimentada linha de produção. Fiquei muito contente e fiquei dando voltas em torno dele esfregando as mãos e soltando expressões de admiração para mim mesmo ao puxar e empurrar os dois botões ricamente cromados, parecidos com os dos órgãos de igreja, para controle da ventilação.
Meu avô sempre teve Bentleys e tenho certeza de que ele adoraria saber que seu neto fez o mesmo.
Mas eu não podia sair. Nem mesmo descer a escada. O máximo que podia fazer era me sentar perto da janela do quarto e olhar os grandes e brilhantes discos de freio enferrujando e amarronzados.
Fiquei preocupado com ele ficar triste, entregue na sua nova casa, e descobrir que seu novo dono não estava interessado nele. Como se tivesse caído nas mãos de um daqueles sujeitos do Oriente Médio que compram um Ferrari e o deixa no estacionamento do aeroporto durante cinco anos.
Depois de dias, quando finalmente pude sair do depósito de garrafas em que meu quarto se transformou, desesperado para ir a algum lugar, meu tempo se voltou contra mim de novo, o terceiro lockdown havia começado. Desse modo fiquei confinando novamente e, mesmo que eu fosse um anticorpo ambulante, o fato é que eu estava confinado.
Fiquei feliz da vida por poder ir à loja da cidade para comprar jornais e leite, mas de alguma maneira pareceu-me ilícito usar o Bentley para uma missão tão trivial. Seria como ir aos EUA num ônibus espacial. Assim, por meu velho Range Rover estar no hospital para receber novos turbocompressores, resolvi usar o carro que me fora enviado durante o período de Festas. E que também estava sem nada fazer há duas semanas.
Era um BMW Série 5 de alguma versão. Claro, notei ao entrar nele que havia um emblema M no para-lama dianteiro, mas isso não quer dizer mais nada, porque a BMW coloca esse emblema em tudo hoje em dia. Aposto que no banheiro do escritório central em Munique o rolo de papel higiênico tem o logo Motosport.
Mas quando apertei o botão de partida o motor entrou imediatamente em funcionamento com os mesmos ruído e emoção de uma reunião do comitê do parlamento galês sobre iniciativas para melhorar a segurança nas estradas.
E depois de trazer a alavanca seletora para trás duas vezes para o carro andar para frente, agradeci a Deus pelo volante de direção com aquecimento, e só, enquanto dirigia pela estradinha que leva à rua..
Ao sair da loja vi que na tampa do porta-malas havia a informação de que se tratava de um M550i, mas — de novo — isso não quer dizer muito atualmente.
Houve um tempo em que o primeiro dígito dizia qual BMW era e os dois últimos, a cilindrada. Um 325, por exemplo, era um série 3 com motor de 2.5 litros; um 730, série 7 com motor de 3 litros. Mas agora, a BMW puxa os dois números de uma sacola.
Para eu mesmo ver como ele era, esperei chegar ao fim da estradinha antes da “eu não disse?” pisada forte no acelerador. Meu Deus, que surpresa! O silencioso e despretensioso sedã de quatro portas deu um pulo como se tivesse levado uma marretada do Martelo do Thor na traseira.
Acha que o M5 era rápido? Esta coisa parece deixar o M5 parado. Inteirando-me mais, sob o capô está um motor V8 de 4,4 litros turbo – que quase não faz barulho – de 530 cv, que chegam às quatro rodas por meio de um câmbio de oito marchas.
Essa é a razão de pular tão rápido, muita potência e tração nas quatro rodas. Nos dias seguintes, o tempo fez tudo de ruim que pode fazer no inverno, motivo para o Bentley continuar parado fora da minha casa e eu ir a toda parte naquele incrível BMW.
Mas preste atenção: não pense que ele é apenas uma solução temporária para preencher o espaço até que o novo M5 seja lançado, pois ele é mais do que isso. Francamente, considero o M5 será apenas um 550i mais ruidoso e desconfortável.
Comecei a procurar coisas que me desagradam, mas não achei nada. Não gostei do comportamento da direção dos últimos BMWs de alto desempenho — o último M3 que guiei era chocante de tão ruim — mas este era rápido quando se queria e macio quando não.
É a mesma história com o rodar e estabilidade. Sem mexer em nenhum dos botões que alteram a suspensão, ele era ágil e rápido como um dardo nas estradas rurais e uma Harley-Davidson Fat Boy na autoestrada.
Os bancos são perfeitos, como é a posição de dirigir, e não é preciso ser Bill Gates ou ter 12 anos para usar o sistema de infotenimento. E mais, os faróis são capazes de iluminar São Paulo mesmo que você esteja no Rio.
Há toneladas de espaço na traseira e há mais espaço no porta-malas do que num Lincoln Continental. E tudo isso envolto numa carroceria tão completamente desprovida de ostentação que você pode dirigir numa pandemia e ninguém notar.
Audi e Mercedes têm carros similares a este, mas ambos emitem ruído de Tarzan e têm extensões de para-lamas que mais parecem enchimento de ombros dos personagens de Dinasty. O “Beemer”, enquanto isso, não procura de modo algum comunicar a potência que é capaz de entregar. Gostei realmente disso.
Acho que neste ponto devo explicar que há muitos modelos série 5. Há um diesel e um híbrido plug-in, e até versões “mais simples” vêm com algum tipo sistema de recarga, que agrada os ursos polares, nada interessantes — menos que você goste de falar sobre os benefícios da espécie.
Mas o fato é que o perfeito e fabuloso 550i é a estrela mais brilhante. Dito isso, gostei de ver a traseira dele. Pois, finalmente, eu poderia levar meu novo Bentley para passear. Fomos ao correio ontem. Amanhã devo levá-lo a Burford para evitar eventual congestionamento. Tempos emocionantes, estes.

Jeep Renegade, Estados Unidos - Jeremy Clarkson

 












Jeep Renegade, Estados Unidos - Jeremy Clarkson
Fotografia


Cerca de uma semana após o início do último lockdown, decidi sair de férias. Chega! Fazia semanas que não via o sol, meses que não sentia calor e tive o Covid-19. Então não corria o risco de pegá-lo novamente ou transmiti-lo.
Sim, eu sabia que não deveria ir embora e que teria sérios problemas com algum “espião” se fosse pego, mas decidi colocar uma grande máscara facial e uma camiseta dizendo “Eu sou Piers Morgan”e correr o risco.
Fiz algumas pesquisas, encontrei um local no Caribe que estava aberto para turistas e até alguns voos. Portanto, diria às autoridades que precisava fazer pesquisas importantes para o trabalho, embalar um frasco de remédio e cair fora.
Eu estava muito animado. Gosto de mexer com autoridades. Muito cedo em minha carreira escolar, decidi que, antes de sair, quebraria todas as regras disciplinares. E então, tendo conseguido isso aos 16 anos, decidi quebrar algumas que eles não haviam sequer imaginado.
Fumar na capela, presenciar uma aula inteira de química nu da cintura para baixo e dar uns “cavalos-de-pau” nos novos campos esportivos no Audi 80 da minha mãe. Uma noite, até coloquei araldite nas fechaduras de cada porta da escola inteira.
Tive essa atitude toda a minha vida e, por isso, quando me dizem para usar máscara, manter distância e ficar em casa, acho mais fácil pensar: “Certo. Boa ideia. Estou indo para uma ‘ilhota’ no Caribe”.
De jeito nenhum eu teria sido pego. Eu até descobri que não tinha trabalho na televisão até abril, então ninguém veria o bronzeado. Mas então, apenas dois dias antes da partida, percebi que, na verdade, minhas férias seriam eticamente erradas. Então, por mais que eu não goste de ser o idiota da escola, desistir de ir.
Tem mais. Não fui ao Barnard Castle e não fiz orgia num apartamento de Manchester com um colega e alguns jovens entusiastas do Instagram. E, na maior parte do tempo, não saí a menos fosse absolutamente necessário.
Isso fez com que, por muitos dias, não conseguisse dirigir o Jeep Renegade que estava testando. É o carro que mais demonstra virilidade já produzido. É um Jeep, o que significa ser possível rastrear sua herança genética até a máquina da Segunda Guerra Mundial que o General George Marshall descreveu como “a maior contribuição da América para a guerra moderna”.
E é chamado de Renegade, o que significa ser o tipo do carro que fuma um charuto, usa poncho e pergunta aos rivais se eles acham estar com sorte.
Até mesmo os níveis de acabamento foram baseados diretamente do catálogo de Clint Eastwood: tem o Longitude, o Night Eagle e o Trailhawk, e tudo isso é muito estranho, porque se você arrancar os emblemas e a carroceria, o que se encontra debaixo é um Fiat 500X…
Portanto, não me importei em não dirigi-lo. Porque alguém iria querer dirigir um rato em roupa de pistoleiro?
No entanto, nevou e mudou tudo. Sim, o governo ainda dizia que todos nós deveríamos permanecer em casa, lavando as mãos e usando preservativo no rosto sempre que falássemos, mas quando você tem um carro com tração nas quatro rodas e neva, nenhuma diretriz governamental vai mantê-lo dentro de casa.
Você suportou o consumo de combustível, a culpa e o péssimo comportamento durante todo o ano. Então, no único dia em que o tempo realmente faz esse carro valer a pena, você inventa uma razão para simplesmente sair e dar uma voltinha nele.
Portanto, decidi ser essencial dirigir o “Clint Rato” a uma aldeia próxima para comprar uma comida. E no caminho testemunhei um estranho fenômeno que a neve proporciona aos motoristas de 4×4.
Em um dia normal, se você estiver em uma estrada de pista única e um grande off-road estiver vindo na direção oposta, espera-se que você se afaste. Mas quando está nevando, ocorre exatamente o contrário. Pessoas com 4×4 irão prazerosamente até a beirada, ou cercas-vivas e margens quase verticais para te deixar passar. É uma maneira de mostrar que foram sábios ao comprar um “SUV de shopping”.
Eu encontrei um homem vindo na direção oposta em um BMW X5 e foi divertido. Ele estava tão determinado a demonstrar a destreza off-road de seu 4×4 que quase o capotou. Outro acenou alegremente e foi parar num lamaçal com seu Mercedes Classe G.
Agora, a esta altura, você provavelmente está esperando eu afirmar que estava no perfeito controle do meu pequeno Jeep e não precisava de motoristas se aproximando e se suicidando por minha causa. Mas isso seria inútil, porque o Jeep, realmente, não inspirava confiança.
Dá para escolher entre muitos modelos e diversos motores. A maioria tem apenas tração nas duas rodas, o que significa não serem realmente Jeeps. Mas o meu era um híbrido plug-in com tração nas quatro rodas chamado Trailhawk 4xe.
Vamos começar com os pontos negativos. Custando 36,5 mil libras (R$ 271,2 mil em conversão direta), é mais caro do que se imagina e, com quase 1,6 tonelada, também mais pesado. Além disso, a direção não é precisa, o motor é áspero, a caixa de câmbio está sempre indecisa, o barulho do vento chega a ser engraçado e o interior parece um centro musical Sanyo do final dos anos 1970.
E agora é hora de passar para os pontos realmente ruins. Não há nenhum lugar confortável para apoiar o pé esquerdo ao dirigir, os assentos têm o mesmo conforto de uma cadeira de rodas e, embora o desempenho tenha bons números na ficha técnica, não há evidência disso na vida real.
E o mesmo com o consumo de combustível. A informação é de que faz cerca de 54 km/litro, mas os registros sugerem que no mundo real ele dificilmente roda a metade disso.
Mas, e quanto à habilidade off-road? Bem, o distintivo Trailhawk significa que completou com sucesso a trilha Rubicon de 35 km que atravessa grande parte das montanhas de Sierra Nevada na Califórnia, e isso parece impressionante.
Mas eu dirigi por essa rota e posso relatar que é principalmente granito, que tem um nível de aderência entre cola e as luvas de Tom Cruise em “Missão Impossível – Protocolo Fantasma”. Se uma roda estiver tocando o solo, mesmo que ligeiramente, você será capaz de continuar.
Oxfordshire na neve é ​​uma proposta totalmente diferente e, como resultado, o Jeep continuou acelerando como se eu tivesse selecionado inadvertidamente o modo “relaxante intestinal” em vez de “Neve” nas configurações. E, é claro, pneus normais significam serem inúteis quando as coisas se complicam.
Também me preocupo com as complexidades de um sistema híbrido em que um motor elétrico e uma bateria de íon-lítio são usados ​​para impulsionar as rodas traseiras e o motor a combustão para mover as dianteiras. Isso dura muito tempo? O que acontece se você tentar cruzar um curso d’água? Você vai acabar eletrocutando todas as trutas?
Na verdade, apague isso. Eu não me preocupo definitivamente com isso. É irrelevante, porque você não vai comprar esse carro. Aliás, ninguém, a menos que seja alguém completamente louco.
Nota do blog: Embora tenha um acabamento relativamente bom, é uma compra que foge completamente do aspecto racional no custo-benefício. E olhe que esse das fotos é muito superior aos vendidos no mercado brasileiro. Um carro com um consumo de combustível excessivamente alto, um "pinguço". Não consigo entender como consegue ser um dos líderes de vendas no Brasil (país onde o preço do combustível é absurdo), para mim um verdadeiro mistério, o cara compra porque gosta, acha bonito, não tem outra explicação...

Ferrari F12 TDF 2016, Itália


























Ferrari F12 TDF 2016, Itália
Fotografia

Originally owned by Indianapolis Motor Speedway and Team Penske owner Roger Penske and driven just 449 miles, this 2016 Ferrari F12tdf is one of only 799 produced worldwide. As befits a man who has excelled at the pursuit of speed and victory his entire life, the F12tdf demands respect for its approach to achieving supercar superiority. It is truly a demanding driver’s machine, one that requires a mental recalibration to appreciate the capabilities that qualify it to carry on the Tour de France tradition as the ultimate front-engined road Ferrari.
The numbers are telling: its all-alloy 6.3L DOHC V-12 engine borrows from Ferrari’s F1 racers to deliver an increase over the “standard” F12’s 730 HP and 509 lb-ft of torque to 769 HP at 8,500 RPM and 520 lb-ft, the latter almost all in at just 2,500 RPM. A 7-speed dual-clutch F1 transmission features tighter ratios and microsecond shifts, combining with F1 traction control to launch passengers to 60 MPH in a hair-raising 2.9 seconds; top speed, if you dare, exceeds 210 MPH. With controls off, the F12tdf is the province of only the most skilled racing driver, but its virtually unobtrusive array of computer controls and precise programming modes that can be tailored to the individual transform it into one of the most exhilarating and rewarding Ferraris imaginable.
Presenting in brilliant Rosso Corsa with a red and black interior and red-painted brake calipers behind 20-inch alloys fitted with Pirelli P-Zero rubber, this formerly Penske-owned example builds on that breathtaking performance with almost $55,000 in optional extras to drive its exclusivity to a level foreseen only by the Ferrari brain trust. Carbon fiber has been substituted in place of standard materials in the engine filter box cover, under-door covers, headlight and fog lamp enclosures, and on exterior trim, vents, intakes and rear diffuser. Alcantara lines the seating surfaces, headliner and boot, with carbon fiber again used for the rear shelf and bench trim. An air compressor, car cover, battery tender, books, tools, two keys and the factory window sticker complete this superb and exclusive offering.

Filosofia de Internet - Humor


 

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Humor

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