quarta-feira, 14 de abril de 2021

Beneficência Portuguesa, 1887/1919, São Paulo, Brasil



 

Beneficência Portuguesa, 1887/1919, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo 1887/1894/1919 - W. Luiz P. de Souza
Fotografia 

Igreja da Consolação, 1905/1919, São Paulo, Brasil



 

Igreja da Consolação, 1905/1919, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo 1887/1894/1919 - W. Luiz P. de Souza
Fotografia 

Vale do Anhangabaú, 1896/1919, São Paulo, Brasil



 

Vale do Anhangabaú, 1896/1919, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo 1887/1894/1919 - W. Luiz P. de Souza
Fotografia 

Nota do blog: Vale do Anhangabaú / Parque do Anhangabaú.

terça-feira, 13 de abril de 2021

Estação Ferroviária de Bonsucesso, Junho de 1950, Rio de Janeiro, Brasil


 

Estação Ferroviária de Bonsucesso, Junho de 1950, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Viaduto Florêncio de Abreu, 1936, São Paulo, Brasil


 

Viaduto Florêncio de Abreu, 1936, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Largo de São Bento, São Paulo, Brasil


 

Largo de São Bento, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Rosenhain & Meyer
Fotografia - Cartão Postal


Vista tomada a partir do trecho final da Rua São Bento.
No canto direito (em 1º plano), um trecho da fachada do edifício inaugurado em 1888 para sediar o Grande Hotel Paulista e que posteriormente abrigaria a filial do Hotel D’ Oeste.
À esquerda, a antiga Igreja de São Bento, inaugurada em 1634, e que sofreu sucessivas reformas e ampliações ao longo dos anos. Foi demolida no final da década de 1900 para a construção da atual Igreja e Mosteiro, cujas obras ocorreram entre 1910 e 1922.
No centro da imagem (ao fundo), o trecho inicial da Rua Florêncio de Abreu.

Madona Rockefeller / Madona e Menino com o Jovem São João Batista (Madonna and Child with Young Saint John the Baptist) - Sandro Botticelli


 

Madona Rockefeller / Madona e Menino com o Jovem São João Batista (Madonna and Child with Young Saint John the Baptist) - Sandro Botticelli
Coleção privada
Têmpera, óleo e ouro sobre painel - 46x36


This charming picture shows the Virgin and Child seated outdoors on a parapet decorated with a gilded relief. Facing to the left, the Virgin holds the nude Christ child who bends forward toward his cousin, the young Saint John the Baptist. The latter -- the patron saint of the city of Florence -- kneels on bended knee and clasps his hands in adoration; his mantle is the same reddish purple as the Virgin's dress and his belt echoes the color of her blue cloak. Beyond the parapet is a sunny landscape with jagged rocks in the middle ground and a winding river in the distance. The dimensions of the panel suggest that it was intended for private devotional use. The depiction of maternal and filial love made it eminently suitable for the domestic market.
Some early writers such as Herbert Horne (1908), Wilhelm von Bode (1921), Adolfo Venturi (1925), and Jacques Mesnil (1938) believed the painting involved some studio participation. More recently Miklós Boskovits (2004) was uncertain of the picture's status, but the attribution is generally accepted by other scholars including Herman Ulmann (1893), Yukio Yashiro (1925), Raimond van Marle (1931), Bernard Berenson (1932), and Carlo Gamba (1936). After some initial doubts, Richard Lightbown (1989) confirmed the attribution in the second edition of his monograph, and in the new catalogue of the Pinacoteca Ambrosiana, the present author (2005) concluded that it is "a late autograph work." Keith Christiansen (verbally, 2009) and Laurence Kanter (verbally, 2009) agree.
For the dating there is a consensus favoring the early 1490s. The Virgin is comparable to the Virgin in the Cestello Annunciation (c. 1489-1491) in the Uffizi. Her drapery has a fluidity unlike the dry rigidity found in later works such as the Mystic Nativity (dated 1500/1501) in the National Gallery, London. Drawing attention to the relief panel, Kanter dates the painting to about 1493. Christiansen, who notes that the stylized rocky landscape is typical of Botticelli and not his studio, dates it a few years later. The diaphanous veil that holds back the Virgin's blonde tresses is a particularly Botticellian detail that accentuates the sinuous grace of the picture. The closest analogy for the figure type occurs in Botticelli's exquisite tondo in the Pinacoteca Ambrosiana in Milan, the so-called Madonna del Padiglione, which most scholars date 1493.
With regard to the relief, Lightbown (1989) wrote, "This is one of the few direct quotations from the antique in Botticelli's work, and its vigorous rendering of the densely moving forms shows that Botticelli was as sensitive as any of his contemporaries to the character and style of classical sculpture". The nude horsemen and other details in the relief are picked out with gold highlights, a technique he first used in his monumental murals in the Sistine Chapel, especially for the reliefs on the large triumphal arch in the Punishment of the Rebels (1481-1482). The artist used the same gold for the striated haloes, the folds of the Baptist's mantle, and the pattern on the Virgin's mantle (a motif associated with the picture's first owner?). The relief has been seen as a symbol of the world ante and extra Revelationem (Cornini, 2004). Such an erudite interpretation may be valid; but the relief may simply reflect late 15th-century interest in antiquity, represented at exactly the same time by the Battle of the Centaurs, carved by the sixteen-year-old Michelangelo during the brief period from around 1491 to 1492 which he spent with Lorenzo the Magnificent.

O Correto é Biscoito ou Bolacha? - Artigo

 


O Correto é Biscoito ou Bolacha? - Artigo
Artigo


Texto 1:
Ambos são corretos, mas “biscoito” entrou primeiro na língua portuguesa, e esse é o único critério em que é possível apontar um vencedor. Os dois termos são equivalentes no que diz respeito à legislação e também são ambos válidos quando se aplica sua etimologia ao modo que o alimento é produzido hoje no Brasil. O país é atualmente o segundo maior produtor de biscoitos/bolachas do mundo, com 1,2 mil toneladas fabricadas por ano, segundo a Associação Nacional da Indústria de Biscoitos (Anib). Também segundo o órgão, o produto está presente em 99,9% dos lares brasileiros e a média adquirida pelas pessoas em cada visita ao mercado é de 700 g.
O resultado definitivo da briga mais famosa da Internet
Round 1: Etimologia do biscoito
“Biscoito” vem do latim bis (duas vezes) + coctus (cozido) e chegou ao português pela palavra francesa “bescuit”, que surgiu no século 12. O nome vem da prática de assar o alimento duas vezes para que ficasse menos úmido e durasse mais sem estragar. A prática de assar mais de uma vez se aplica à bolacha (biscoito recheado) dos dias de hoje, porque ela vai ao forno quatro vezes
Round 2: Etimologia da bolacha
“Bolacha” vem de “bolo” (do latim “bulla”, objeto esférico) com o sufixo “acha”, que indica diminutivo. A palavra holandesa “koekje” significa a mesma coisa e gerou termos como “cookie” e “cracker”. Para diferenciar dos biscoitos, convencionou-se que koekje e derivados são os que utilizam um componente levantador, como o fermento. Os produtos brasileiros utilizam, então podemos chamar de bolachas
Round 3: Legislação
Quem regula o produto é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que considera os dois termos como sinônimos. Eles são definidos como: “produto obtido pelo amassamento e cozimento conveniente de massa preparada com farinhas, amidos, féculas fermentadas, ou não, e outras substâncias alimentícias”. E, sim, o órgão leva em consideração as variações com cobertura e recheio e diz que é mesmo tudo igual
Round 4: Inserção na língua portuguesa
O desempate vem do fato de que as duas palavras entraram na língua portuguesa em momentos diferentes. O registro mais antigo que a reportagem encontrou para “bolacha” é de 1543. Já para “biscoito”, o registro encontrado é de 1317, ainda na forma “bíscoyto”. Há quem diga, porém, que “biscoito” só entrou no português no século 15 – ainda assim, décadas antes de “bolacha”
O que dizem as fabricantes:
Nestlé –“A Nestlé entende os dois termos como corretos, porém utiliza “biscoito” em suas marcas por essa ser uma convenção da indústria brasileira”.
Bauducco –“Não há um motivo específico para a nomenclatura “biscoito”, é uma convenção da categoria. Não existe um termo correto, tanto que a legislação utiliza o termo ‘biscoito ou bolacha'”.
M. Dias Branco -“O uso da nomenclatura é uma questão regional. A M. Dias Branco usa “biscoito” como padrão para definir seus produtos”.
Mondelez -“Na Mondelez Brasil, os produtos são denominados “biscoitos”. A justificativa para o uso do termo é que é o mesmo da entidade de classe Anib”.
Texto 2:
As palavras são utilizadas como sinônimos tanto pela indústria alimentícia quanto pelos órgãos reguladores. Porém, na prática, o biscoito e a bolacha se diferenciam pelo modo de preparo e formato.
As bolachas costumam ser secas e ter um formato mais plano. Já o biscoito pode ser seco ou úmido, e possui um formato mais arredondado.
O que é biscoito?
O biscoito é um alimento produzido com massa de farinha de diferentes cereais, gordura ou levedura. Pode possuir açúcar ou não. Assim como recheio ou cobertura, e pode ser encontrado em diferentes formatos, porém dificilmente em uma forma mais plana.
O termo biscoito vem do latim bis e coctus, que significa "cozido duas vezes". Isto em alusão ao seu antigo modo de preparo, onde o alimento era assado duas vezes para que ficasse menos úmido.
O biscoito se originou com os gregos, que misturaram mel, leite e canela na preparação do pão egípcio. O alimento era produzido inicialmente por escravos e apenas no século XVII começou a se popularizar na Europa.
O que é bolacha?
A bolacha é produzida com os mesmos ingredientes do biscoito, mas a diferença é que geralmente é mais seca. Além de possuir um formato plano.
Como exemplo, temos a Bolacha Maria, criada em 1874. Ela foi feita em comemoração às bodas da duquesa da Rússia Maria Alexandrovna com o Duque de Edimburgo.
O termo bolacha vem do latim bulla (objeto esférico) mais o sufixo diminutivo acha.
Biscoito ou bolacha? O que diz a legislação?
Apesar da distinção, a Anvisa, órgão regulador dos produtos alimentícios no Brasil, considera os temos biscoito e bolacha como equivalentes.
Essa definição leva em consideração a presença ou não de cobertura, recheio, além de diversos formatos e texturas.
Já segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), tanto o termo bolacha quanto biscoito estão corretos. Apesar disso, o termo "biscoito" foi o primeiro a entrar para a língua portuguesa.
Qual é o termo utilizado em cada região?
Se de acordo com a legislação, os dois termos estão corretos e existem na língua portuguesa, qual seria o melhor para utilizar? A resposta varia de acordo com a região do Brasil.
No geral, a indústria alimentícia costuma usar mais o termo biscoito na embalagem. Além disso, o termo é mais utilizado na maior parte das regiões do Brasil, incluindo Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.
Por outro lado, o termo bolacha é amplamente utilizado no estado de São Paulo e na região sul do Brasil.
Nota do blog: Eu sou da "turma da bolacha"...rs.




Nash-Healey Roadster by Pinin Farina 1953, Estados Unidos / Inglaterra / Itália

 






















Nash-Healey Roadster by Pinin Farina 1953, Estados Unidos / Inglaterra / Itália
Fotografia

This 1953 Nash-Healey roadster was owned for many years by the well-known enthusiast Jacques “Frenchy” Harguindeguy, noted for his ownership of many of the great coachbuilt French classics and for winning Best of Show at the 2000 Pebble Beach Concours d’Elegance. Following Harguindeguy’s passing in 2007, the Nash-Healey, still in very good original condition, was acquired by his friend, noted restorer Brian Hoyt, who meticulously restored it to the highest standards. Afterward, the car was part of the well-known Paris-based Tom Harrington Nash collection, receiving a FIVA identification card in his ownership before returning stateside to join the Elkhart Collection.
Today, showing 63,658 miles at the time of cataloguing, the car is beautifully and correctly finished, with straight body panels, exactingly fit, and an exceptional interior in virtually unused condition save for minor stretching. The connoisseur’s eye will be drawn to such details as the original serial number and body tags, which remain in place; optional wire wheel covers; and the careful attention to detail executed throughout, including the correct, original aluminum cylinder head and dual Carter YH carburetor setup.
An especially fascinating feature is the removable hardtop, one of three known surviving prototype tops built by a California custom shop at Nash Motors’ behest in 1954. The design of the hardtop is ingenious; it fits to the conventional soft top’s hold-downs at both the windshield frame and the rear deck and has a full headliner and wraparound backlight, similar to the closed Le Mans coupe. A restored canvas soft top is, of course, in place, and can be used as desired with the hardtop removed. As best as can be determined, of the three surviving hardtops this is the only one restored and mounted on a car.
This is likely among the finest Nash-Healeys in the world, deserving of the most discerning collection.


Rua Líbero Badaró, 1917/1919, São Paulo, Brasil







Rua Líbero Badaró, 1917/1919, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Álbum Comparativo da Cidade de São Paulo 1887/1894/1919 - W. Luiz P. de Souza
Fotografia