sábado, 3 de julho de 2021

A Crucificação (The Crucifixion) - Seguidor de Rogier van der Weyden

 


A Crucificação (The Crucifixion) - Seguidor de Rogier van der Weyden
Coleção privada
Óleo sobre painel - 32x49 - Circa 1500


The modest dimensions of this tiny triptych indicate that it was intended for the private devotional use of its owner, most probably a pious member of the wealthier burgher class, and its small size would have made it easy for transportation or suitable for a private oratory. The subject of the Crucifixion encouraged meditation on and contemplation of the sufferings of Christ and the Virgin in line with the practice of the Modern Devotion, a religious movement that began in the fourteenth century and lasted until the Reformation.
The compositions of all three panels derive from the much larger triptych of the Crucifixion in the Kunsthistorisches Museum, Vienna, painted in Brussels around 1440 by the most famous and influential Northern painter of the mid-fifteenth century Rogier van der Weyden. The present triptych differs from that in Vienna in that it omits the pair of donors at the base of the cross, and the distinctive blue angels in the sky above. In place of the donors kneels a single female figure, wearing the rich attire normally associated with the Magdalene before her conversion or a wealthy donor. Similarly, the wings are arranged in the opposite fashion with St Veronica now shown on the left wing holding the cloth with which she mopped Christ’s brow on the path to Calvary and which subsequently bore His image, and Mary Magdalene on the right wing, holding the jar of ointment with which she bathed Christ’s feet in the house of Simon the Pharisee. The colours of their robes have been reversed and two female companions added. Although much changed from Rogier’s original the landscape is similarly a unified whole spread unbroken across all three panels, with a contemporary city representing Jerusalem in the distance.
Rogier van der Weyden was one of the most profound and influential painters of the 15th century. His dramatic, highly emotional paintings influenced every Netherlandish painter of the following generation, and had an international impact far beyond the circles of his large workshop in Brussels. The central panel of the present triptych, for example, recurs with variations in a painting by the late fifteenth-century Bruges Master of the Legend of Saint Catherine now preserved in the Prado in Madrid, and was still being used by Ambrosius Benson in another work a generation later today in the Musée des Beaux-Arts in Brussels. The present triptych was probably also painted in that city early in the same century. The distinctive almost calligraphic handling of the foliage in the landscape recalls the work of the so-called ‘Master of the Embroidered Foliage’, a follower of Van der Weyden active there in the late fifteenth and early sixteenth century.

Área de Construção do Futuro Estádio Municipal do Pacaembu, 1926, São Paulo, Brasil

 


Área de Construção do Futuro Estádio Municipal do Pacaembu, 1926, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia


Vista da área onde foi erguido o Estádio Municipal do Pacaembu — o edital de construção foi vencido pelo Escritório Severo & Villares.

Avenida da Liberdade, 15/05/1930, São Paulo, Brasil


 

Avenida da Liberdade, 15/05/1930, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Vista registrada em 15/05/1930 da Avenida da Liberdade em direção ao Paraíso. À esquerda — no número 87 da época, esquina da Rua Américo de Campos ao lado do Largo da Pólvora — a entrada da residência de Manuel Joaquim de Albuquerque Lins, presidente (governador) do Estado de São Paulo no período de 1908-1912. Pouco mais à frente, após a Rua Barão de Iguape, a torre da Igreja Metodista. Repare que no lado oposto, a Casa de Portugal ainda não existia.

Milburn Electric Model 27 Brougham 1917, Estados Unidos

 



















Milburn Electric Model 27 Brougham 1917, Estados Unidos
Fotografia


Texto 1:
The Milburn of Toledo, Ohio, was similar in design to many other electric automobiles of its era, often being built with a phone booth-shaped body, and steered using a tiller bar. However, its design – by Karl Probst, the industrial designer who would go on to create the legendary Jeep – was unusually lightweight, enabling the Milburn to reach a top speed of 19 mph and cover 60 miles between charges.
With production of 4,000 cars between 1915 and 1923, the Milburn proved one of the most popular electric cars of its era. Survivors are tracked by an enthusiastic club and are always much admired whenever they are seen, either on a show field or drifting silently down a city street.
The Model 27 brougham offered here has been part of the Richard L. Burdick Collection since the early 1980s, and was restored by the collection’s own mechanics some years ago in carmine and dove grey, with a conversion to operate on modern 12-volt batteries. Much of the restoration is older and thoroughly patinaed, but would still present use for occasional driving or local cruise-ins, with the eyepopping mauve interior sure to be the object of much admiration. Importantly, the brougham retains its original diamond tube bumpers and is the only known surviving Milburn with limousine-style carriage lamps, on the sides of the body; its painted wire wheels and whitewall tires are both authentic factory options.
Texto 2:
Na mídia especializada não se fala em outra coisa. Quase que diariamente as gigantes da indústria automobilística apresentam novos modelos elétricos ou híbridos, ao mesmo tempo em que anunciam prazos para o fim da produção de carros com motores a combustão.
No entanto, carros elétricos não são nenhuma novidade. Nos primórdios da história do automóvel, eles disputavam mercado com modelos com motores a combustão e movidos a vapor (que logo sucumbiram). Na virada do século XIX para o XX, os veículos movidos a eletricidade eram extremamente populares chegando até a dominar o mercado por um determinado período. Mas então os motores a combustão se desenvolveram e os carros elétricos acabaram entrando em extinção.
Mas como era um carro elétrico fabricado há mais de 100 anos? Esse das fotos é um Milburn Electric Model 27 Brougham fabricado em 1917. Nesse ano, alguns modelos mais populares como Columbia Eletric e Baker Eletric já não eram mais fabricados. Mas permanecia em linha o mais vendido de todos: o Detroit Eletric, que chegou a ter produção mensal de 2.000 unidades, em uma época em que poucos podiam comprar um automóvel.
O Milburn não era dos modelos mais baratos. Custava US$ 1.585, uma quantia muito considerável. Era muito leve, com carroceria alta, estilo “cabine telefônica” (não lembra o carro da Vovó Donalda?). O interior parecia mais uma pequena sala de estar. Não havia volante, nem painel de instrumentos. Era guiado por meio de duas alavancas na lateral esquerda. Em frente ao “sofá” dos ocupantes ficavam dois instrumentos simples. Um que informava a milhagem e a velocidade e o outro com informações sobre a carga elétrica e a amperagem. Ao lado deles, dois bancos extras rebatíveis, de costas — que se ocupados, deviam atrapalhar bastante a visão do motorista. Os pedais ficaram meio “perdidos” no meio do assoalho. Tudo bem estranho!
Uma curiosidade: ele foi projetado por Karl Probst, o engenheiro responsável pelo projeto do primeiro Jeep, aquele protótipo apresentado pela Bantam, mas que acabou perdendo a concorrência para o consórcio Willys/Ford, para a produção de Jeeps para o Exército Americano durante a II Guerra Mundial.
O motor elétrico era traseiro e extremamente simples. Possuía 12 baterias comuns interligadas, de 6 volts (que no caso deste exemplar, foram substituídas por de 12 volts), sendo oito na dianteira e 4 na traseira. A velocidade máxima era de apenas 25 milhas por hora e a autonomia 60 milhas com uma carga completa.
A Milburn foi fundada em 1869, mas teve vida curta como fabricante de automóveis, já que começou a produzir seus carros elétricos em 1915, quando esse segmento já havia perdido a força. Fabricou também pequenos caminhões elétricos.
Em 1919 sua fábrica em Toledo, Ohio (mesma cidade-sede da Willys) sofreu um incêndio de grandes proporções. Para ajudar em sua recuperação financeira, passou fabricar também carrocerias de Oldsmobile e em 1923 acabou sendo comprada pela General Motors, que começou a fabricar ali o Buick.
Ao longo desses apenas 8 anos, a Milburn produziu cerca de 4 mil unidades. Este exemplar restaurado que serviu de modelo para nossa matéria foi vendido em um leilão promovido pela RM Sotheby’s em outubro de 2018 e foi arrematado por US$ 63.250.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

Morro da Rua Tonelero, 1907, Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil


 

Morro da Rua Tonelero, 1907, Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal


Pico da Agulhinha, também conhecido como Agulha do Inhangá.
A Rua Tonelero está localizada no bairro de Copacabana. Seu nome vem da Batalha dos Toneleros.
Em 5 de agosto de 1954, a Rua Tonelero foi palco da tentativa de assassinato de Carlos Lacerda, o principal adversário político do então presidente Getúlio Vargas. O episódio ficou conhecido como o atentado da Rua Tonelero.
Ganhou importância histórica por se tornar o marco da derrocada do presidente da República Getúlio Vargas, culminando com seu suicídio, alguns dias depois.

Flâmula "Brasil Bi-Campeão Mundial", 1958-1962, Brasil


 

Flâmula "Brasil Bi-Campeão Mundial", 1958-1962, Brasil
Fotografia

Praça Sete, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil


 

Praça Sete, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Belo Horizonte - MG
Fotografia - Cartão Postal
N. 302

São Vicente, São Paulo, Brasil




 

São Vicente, São Paulo, Brasil
São Vicente - SP
Preising N. 306
Fotografia - Cartão Postal

Inauguração do Retrato do Presidente Getúlio Vargas, 1939, Diretoria Regional dos Correios e Telégrafos de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil


 

Inauguração do Retrato do Presidente Getúlio Vargas, 1939, Diretoria Regional dos Correios e Telégrafos de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog: Tínhamos até "inauguração do retrato", eram outros tempos...

A Nova Usina Junqueira / A Maior Usina de Açúcar da América do Sul, Igarapava, São Paulo, Brasil


 

A Nova Usina Junqueira / A Maior Usina de Açúcar da América do Sul, Igarapava, São Paulo, Brasil
Igarapava - SP
Fotografia

Nota do blog: Publicado na revista "O Cruzeiro" de 02/01/1932.