Blog destinado a divulgar fotografias, pinturas, propagandas, cartões postais, cartazes, filmes, mapas, história, cultura, textos, opiniões, memórias, monumentos, estátuas, objetos, livros, carros, quadrinhos, humor, etc.
sábado, 25 de setembro de 2021
Avenida Meira Júnior e Avenida Independência, Década de 70, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Avenida Meira Júnior e Avenida Independência, Década de 70, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Nota do blog: Em primeiro plano, Avenida Meira Júnior, ao fundo, Avenida Independência.
Ao fundo, à direita, vemos o edifício Mônica na Rua Bernardino de Campos esquina com a Avenida Independência; à esquerda, vemos o edifício Gisele que está no começo da Avenida Presidente Vargas, de frente a praça (demolida em virtude da construção do túnel).
Prédio da Faculdade de Medicina e do Hospital das Clínicas, Década de 70, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Prédio da Faculdade de Medicina e do Hospital das Clínicas, Década de 70, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Maquete do Ginásio Municipal / Cava do Bosque / Complexo Esportivo Elba de Pádua Lima, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Maquete do Ginásio Municipal / Cava do Bosque / Complexo Esportivo Elba de Pádua Lima, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Foto Esporte
Fotografia - Cartão Postal
Predinhos da Avenida Meira Júnior, 1970, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Predinhos da Avenida Meira Júnior, 1970, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia
Os predinhos foram construídos pela extinta Construbalbo.
Nota do blog: Data 1970 / Autoria desconhecida.
Pista dos Carrinhos Bate-Bate, Parque Shangai, Década de 1940, São Paulo, Brasil
Pista dos Carrinhos Bate-Bate, Parque Shangai, Década de 1940, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Banco Auxiliar de São Paulo S/A, São Paulo, Brasil
Banco Auxiliar de São Paulo S/A, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Houve uma época – e isso perdurou por muito tempo – que banco era sinônimo de confiança. As pessoas depositavam seus recursos, suas economias nas instituições por conta da reputação de seus administradores. Temos nomes icônicos que fizeram a história do setor bancário no Brasil e um destes é de Alberto Bonfiglioli (Bolonha 1897 – São Paulo 1967), fundador do Banco Auxiliar de São Paulo.
De família tradicional da cidade de Bolonha, abre seu negócio em São Paulo o promissor banqueiro e industrial que havia se formado pela Faculdade de Comércio em 1918. Como parte de sua carreira, em 1928, era gerente da firma de despachos aduaneiros Carraresi & Cia. que posteriormente se transformou na Cia. Comissária Alberto Bonfiglioli.
Em 1938, a empresa se instala num pequeno prédio, mas de sólida aparência, na rua 3 de dezembro, no centro de São Paulo e simultaneamente, em suas instalações, também funcionava a Casa Bancária Alberto Bonfiglioli & Co. que viria a se tornar o Banco Auxiliar de São Paulo S/A (1942), depois simplesmente Banco Auxiliar S/A, instituição financeira de destaque em sua época.
Mas o grupo Bonfiglioli crescia e acabou se mudando em 22 de junho de 1948 para sua nova sede própria na tradicional “rua dos bancos”, a Rua Boa Vista hoje número 192 (na época 68/74).
Neste endereço passaram a funcionar não só as empresas financeiras do grupo, mas também a “CEASPA” Cia. Edificadora Auxiliar de São Paulo que foi responsável pela abertura de alguns conhecidos bairros da cidade. Talvez o mais conhecido seja o Jardim Bonfiglioli (região do Butantã) além do Jardim Maria Luiza (região do Rio Pequeno), o Jardim Trussardi (cujo nome foi dado em homenagem a outros diretores da CEASPA), o Jardim d’Abril (em Osasco), Jardim São Marco (região da Freguesia do Ó) entre outros.
O grupo também atuava no setor industrial, afinal, pela sua atividade aduaneira, Bonfiglioli acabou se associando a outras três famílias e fundou a CICA – Cia. Industrial de Conservas Alimentícias, com sede na cidade de Jundiaí e que ficou nacionalmente conhecida pela qualidade de seus produtos destacando-se o extrato de tomate “Elefante” e seu lema “Se a marca é CICA, bons produtos indica”.
Mas tudo começou a mudar já no início da década de 1980, quando o país passava por uma enorme crise econômica. O banco começou a perder credibilidade no mercado, foi perdendo depósitos e posições no mercado obrigando a pagar mais para reter seus clientes e isso começou a chamar ainda mais a atenção para a frágil situação da instituição.
Finalmente, em 19 de novembro de 1985, foi decretada a liquidação do banco (juntamente com o tradicionalíssimo Comind) numa operação que até hoje é cercada de questionamentos, porém já esquecida do grande público, mas não por aqueles que perderam grande parte de suas economias.
As agências foram desmanteladas e vendidas numa velocidade recorde e tudo se acabou. Eram 44 empresas que formavam a Corporação Bonfiglioli com sua sede na Avenida 9 de julho 4.877, seu centro de dados na rodovia Anhanguera, seu centro de artes e exposições na Rua Augusta, além do prédio da Rua Boa Vista.
Até hoje o prédio da Rua Boa Vista é conhecido – nos meios imobiliários – como edifício Bonfiglioli, porém nada lembra os tempos de glória, pois a agência se transformou num estacionamento, a entrada do lado esquerdo numa espécie de quiosque e a da direita, a entrada do prédio, fechada e com ar de total abandono. Nem mesmo o nome do edifício tem mais na fachada.
Para fazer frente aos compromissos do banco a CICA teve que ser vendida e assim foi transferido seu controle acionário para a o grupo italiano Ferruzzi.
Atualmente a lembrança dos Bonfiglioli na cidade, além do bairro homônimo, é o edifício Comendador Alberto Bonfiglioli na Avenida Paulista, 1.048 onde ele morava e, inclusive, existe um busto seu no jardim de entrada. Texto de J. Vignoli.
Rua Rio Bonito, 1928, São Paulo, Brasil
Rua Rio Bonito, 1928, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Na fotografia podemos ver as máquinas e os funcionários da prefeitura trabalhando para o nivelamento e pavimentação da rua, além de algumas crianças curiosas do lado esquerdo da foto e duas pessoas na entrada de uma casa à direita.
Ao fundo é possível ver a grandiosa fábrica Orion – umas das pioneiras do bairro – como a única construção imponente da região. Apesar da mesma ter mudado para outra cidade, o prédio continua lá, firme e forte.
É importante dizer que esta pavimentação da Rua Rio Bonito não foi feita com asfalto. Na época as opções disponíveis eram paralelepípedos, concreto e macadame. Esta última foi a escolhida para esta e demais ruas da região.
A pavimentação das ruas da região do Belenzinho, Brás e Pari tinham sua matéria prima originada da já extinta usina de pedra britada da Rua Bresser. A areia utilizada nas obras vinha da jazida do Canindé.
O macadame é um tipo de pavimento para estradas desenvolvido pelo engenheiro escocês John McAdam por volta de 1820. O nome macadame é uma homenagem a ele. Texto de D. Nascimento.
Nota do blog: Abaixo imagem atual do local.
Rainha Marta (Rainha Marta) - Mariana Rodrigues
Coleção privada
Acrílica e pastel sobre tela - 80x50 - 2020
A Rainha Marta foi identificada como uma das líderes dos quilombos de Iguaçu, localizados no Recôncavo da Guanabara. Às margens de rios e riachos, principalmente Iguaçu e Sarapuí, se instalaram quilombos desde o começo do século xix, que permaneceram ativos até as vésperas da abolição em 1888. Em meados de julho, os jornais noticiavam o resultado dos ataques feitos contra vários desses quilombos, quando teriam sido capturados mais de vinte habitantes, entre os quais Marta, “intitulada rainha do quilombo”. Além de cuidar das roças de mandioca, ela atuava como intermediária nas trocas mercantis entre os quilombolas e os taberneiros locais. A Rainha Marta dos quilombos do Recôncavo da Guanabara deve ter agregado poder, liderança e prestígio a ponto de ser considerada a rainha do mocambo.
Assinar:
Postagens (Atom)











