quarta-feira, 2 de março de 2022

Calçadão de Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil


 

Calçadão de Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia

Imagem do belíssimo Calçadão, inspirado no da Praça do Rossio em Lisboa, Portugal (que representa o encontro das águas do Rio Tejo com o Oceano Atlântico). Ele mede cerca de 4,15 quilômetros e percorre as praias do Leme e de Copacabana. Foi construído pelo prefeito Pereira Passos em 1906. Originalmente as ondas eram perpendiculares ao comprimento da calçada. Somente com a reforma da década de 70 que ganharam o sentido atual, paralelo à calçada. Na sua construção foram usados calcita branca e basalto negro vindos de Portugal (também "importaram" um grupo de calceteiros para fazer a manutenção). O estilo curvilíneo do calçadão atual foi delineado a partir de 1970 com o aumento da faixa de areia, alargamento das pistas da orla e com o trabalho de Burle Marx, que manteve o desenho original mas aumentou as curvas.
Nota do blog: Lugar lindo, o problema é o que a foto não mostra, cerca de três ou quatro ruas de distância à direita, onde o perigo de vida começa. Uma pena que seja assim...

Filosofia de Internet - Humor


 


Filosofia de Internet - Humor
Humor


Nota do blog: Tome cuidado com o que você pede, você pode conseguir...rs.

Propaganda "Ele Só é Caro Quando Sai da Fábrica", 1974, Caminhões Scania, Saab-Scania do Brasil S/A, Brasil

 



Propaganda "Ele Só é Caro Quando Sai da Fábrica", 1974, Caminhões Scania, Saab-Scania do Brasil S/A, Brasil
Propaganda

Nota do blog: Segundo a propaganda "tudo que é bom custa caro"...rs. 

Propaganda "O Segredo Está em Começar Gastando Menos e Continuar Assim Milhares de Quilômetros Depois", 1974, Linha VW 75, Volkswagen, Brasil


 

Propaganda "O Segredo Está em Começar Gastando Menos e Continuar Assim Milhares de Quilômetros Depois", 1974, Linha VW 75, Volkswagen, Brasil
Propaganda

Propaganda "A Volkswagen Sempre Falou a Sério Sobre a Economia de Seus Carros", 1974, Volkswagen, Brasil


 

Propaganda "A Volkswagen Sempre Falou a Sério Sobre a Economia de Seus Carros", 1974, Volkswagen, Brasil
Propaganda

Nota do blog: Propaganda do "aceleredor VW de dois estágios".

Entrada do Estádio Palestra Itália, Sociedade Esportiva Palmeiras, São Paulo, Brasil


 

Entrada do Estádio Palestra Itália, Sociedade Esportiva Palmeiras, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

O Uso de Cápsulas do Composto "UC-II 40 MG + Move 100 MG" no Tratamento de Artrite, Artrose, Lesões, Entre Outras Doenças - Artigo

 


O Uso de Cápsulas do Composto "UC-II 40 MG + Move 100 MG" no Tratamento de Artrite, Artrose, Lesões, Entre Outras Doenças - Artigo
Artigo



"UC-II" (colageno tipo 2) 40mg + "Move" 100mg, em cápsulas.
Descrição:
O colágeno é uma proteína fibrosa presente na pele, tendões, ossos, dentes, vasos sanguíneos, intestinos e cartilagens, correspondendo a 30% da proteína total e a 6% em peso do corpo humano. 
Também é encontrado em diversos tecidos de animais. 
"UC-II" é um colágeno do tipo II, não desnaturado, derivado da cartilagem de frango. É fabricado através de um processo de produção não enzimático, à baixas temperaturas, o que garante a obtenção de um colágeno puro, sem alteração molecular, com atividade biológica inalterada. "UC-II" é o único produto deste tipo disponível em doses de 40mg para serem consumidas uma vez ao dia. 
Estudos publicados comprovaram que "UC-II" é duas vezes mais eficaz do que a glucosamina + condroitina na promoção conjunta de conforto, mobilidade e flexibilidade das articulações.
"Move" é um anti-inflamatório natural, capaz de diminuir a dor e a inflamação nas articulações.
Informações do produto:
"UC-II" é capaz de dessensibilizar o sistema imunológico, desta forma prevenindo o ataque autoimune às nossas cartilagens. Por consequência há um bloqueio da inflamação, sem a qual o paciente não apresenta mais o quadro de dor. 
Quando o organismo não ataca mais exacerbadamente as cartilagens, é reestabelecida a homeostase entre quebra e síntese do colágeno tipo II, devolvendo a mobilidade e o conforto ao paciente, promovendo melhora da qualidade de vida.
"Move" é um ingrediente natural, contendo no mínimo 20% de akba biodisponível, que apresenta comprovadamente propriedades antinflamatórias, melhorando a dor e a qualidade de vida do paciente de forma segura e natural. 
Estudos realizados com "Move" comprovaram melhora significativa nos níveis de dor e funções físicas em pacientes com osteoartrite em apenas 5 dias após o início do tratamento.
Principais indicações:
"UC-II" é indicado para humanos e animais nos casos abaixo, acompanhados de dor e inflamação articular: artrose e osteoartrose, artrite e osteoartrite, artrite reumatoide, poliartrite reumatóide juvenil, lesão articular, lesão da cartilagem, prevenção e fortalecimento articular, ajuda a manter a saúde das articulações, promove maior conforto das articulações inflamadas, melhora a mobilidade e flexibilidade das articulações.
"Move" tem ação anti-inflamatória, promove a inibição da 5-lipoxigenase (fundamental no processo de inflamação das articulações), inibe tnf- (importante citocina pró-inflamatória de presença fundamental na osteoartrite, sendo responsável pela ativação de linfócitos, estimulação da liberação de enzimas proteolíticas pelos macrófagos e produção de outras citocinas inflamatórias como a IL-6 e IL-13), reduz a dor e o desconforto articular.
Nota do blog: Recomendo que converse com seu médico à respeito desse composto. No meu caso vem ajudando bastante no alívio da dor. Talvez seja de grande valia para você também.

Por Que Dar Gorjeta é Quase Obrigatório nos EUA - Artigo

 


Por Que Dar Gorjeta é Quase Obrigatório nos EUA - Artigo
Artigo



Você vai com seu parceiro a um restaurante nos Estados Unidos, lê o cardápio, pede dois pratos de US$ 15 e uma garrafa de vinho de US$ 20. Total: US$ 50.
Mas você acaba pagando US$ 60. Ao pagar em restaurantes você tem que pagar cerca de um quinto adicional da conta.
O pagamento é concebido como uma recompensa voluntária para agradecer o bom tratamento recebido, mas na prática ele é quase obrigatório, independentemente de o serviço ter sido excelente ou desastroso.
E isso acontece não apenas em restaurantes. Em bares, no cabeleireiro, no hotel ou no táxi, o cliente presume que tem que deixar uma generosa "tip", palavra que significa "gorjeta" em inglês.
E, caso algum cliente ainda não conheça essa etiqueta, a conta costumar vir com um lembrete ("gorjeta sugerida: 18%, 20% ou 22%)". Alguns estabelecimentos chegam a acrescentar a "taxa de serviço", dando ao cliente a opção de aumentar sua contribuição.
Muitos estrangeiros hesitam ou se irritam ao dar gorjetas nos EUA. A origem da cultura americana de "tip" vem de fora do país.
"Se um homem com seu cavalo se hospeda em uma pousada, além de pagar a conta, ele deve dar pelo menos um shilling (moeda inglesa) ao garçom e seis pence à empregada, ao noivo e ao engraxate, o que equivale a meia coroa."
Este texto escrito na Inglaterra em 1795 por um jornalista anônimo é citado no livro Tipping: An American History of Social Gratuities (Gorjeta: Uma História Americana de Gorjetas Sociais, em tradução livre) de Kerry Segrave.
O historiador diz que nos EUA não havia prática de se dar gorjetas pelo menos até 1840.
O viajante inglês John Fowler visitou uma cidade do Estado de Nova York em 1830, onde registrou a seguinte despesa: "total, 81 centavos; garçom 0, empregada e botas, idem; e cortesia e agradecimento pelo tratamento. Algo semelhante seria visto na Inglaterra? Levará algum tempo até que isso vire um costume por lá."
Fowler, um famoso engenheiro ferroviário, acreditava que a eliminação das gorjetas seria uma tendência exportada dos EUA para a Europa. Mas aconteceu justamente o contrário.
A cultura das gorjetas decolou nos EUA no final do século 19 e início do século 20, quando os americanos importaram esse costume da Europa, onde era mais comum, explica o doutor em psicologia social William Michael Lynn, autor de mais de 70 publicações sobre este fenômeno.
Assim, uma vocação elitista motivou os primeiros americanos a dar gorjeta em seu próprio país, imitando os costumes da aristocracia europeia.
No entanto, enquanto no Velho Continente o hábito não se consolidou em todos os estratos sociais, do outro lado do Atlântico ele pegou. Por quê?
A emancipação dos escravos nos EUA no final do século 19 teve um papel fundamental, diz Saru Jayaraman, ativista dos direitos trabalhistas e presidente da organização One Fair Wage.
"Restaurantes e empresas de hospitalidade queriam continuar a ter mão de obra negra gratuita, então adotaram essa cultura da Europa e transformaram a gorjeta de um incentivo extra do salário. Então eles falaram para os negros: nós vamos te contratar, não vamos te pagar, mas você pode receber gorjetas", explica ela.
Ao longo do século 20, a cultura da "gorjeta" se estabeleceu nos EUA, mas não sem resistências — seis Estados aboliram temporariamente essa prática em 1915, opositores proeminentes como o ex-presidente William Howard Taft surgiram e grupos anti-gorjeta foram formados — até que em 1966 a gorjeta foi definitivamente consolidada quando o Congresso promulgou a cláusula "Tip Credit".
Esse sistema permite que empresários do setor de serviços paguem a determinados funcionários um salário inferior ao salário mínimo, supondo que isso será complementado pela generosidade dos clientes.
Assim, hoje nos EUA o salário mínimo para trabalhadores que recebem gorjetas é de US$ 2,13 (quase R$ 11) por hora.
No entanto, apenas Porto Rico e 15 dos 52 Estados mantêm o salário mínimo federal. No resto do país, ele é maior e varia de US$ 2,33 (R$ 12) em Wisconsin ou US$ 6,60 (R$ 34) em Illinois a US$ 12,50 (R$ 64) em Nova York e US$ 13 (R$ 67) na Califórnia.
"Basicamente vivo de gorjetas", diz Diana, 30, que trabalha como garçonete em um restaurante peruano em Miami.
Seu salário é de US$ 6,98 (R$ 36) por hora, o mínimo legal na Flórida, que chega a uma média de cerca de US$ 1,2 mil (R$ 6,1 mil) por mês.
No entanto, contando as gorjetas, sua renda mensal passa de US$ 4 mil (R$ 20 mil) brutos. "O que me pagam por hora mal dá para cobrir os impostos", diz ela à BBC News Mundo.
Com seu trabalho como garçonete, Diana pagou seus estudos universitários, ajudou sua família e até poupou um pouco.
E se as gorjetas são boas para os trabalhadores de restaurantes, na vida noturna elas são ainda maiores.
"Na minha experiência, em uma noite você pode ganhar entre US$ 300 e US$ 1 mil (R$ 1,5 mil e R$ 5 mil). Depende do tipo de festa e do ambiente, se você presta um bom serviço e se você é bonito. Eu sou bonita e noto que me dão mais gorjetas", explica Silvia, uma chef cubana de 36 anos que trabalha no bar em boates e festas particulares em Miami.
A relação entre gorjetas e aparência física, gênero ou raça de quem as recebe tem sido objeto de estudo e também motivo de polêmica.
Um relatório da consultoria IPUS CPS publicado na revista especializada Eater indicou que entre 2010 e 2016 os funcionários brancos nos EUA ganharam em média US$ 7,06 (R$ 36) em gorjetas por hora, ante US$ 6,08 (R$ 31) para os latinos, US$ 5,57 (R$ 28) para os negros e US$ 4,77 (R$ 24) para asiáticos.
Além disso, garçons brancos, pouco mais da metade do total, responderam por 78% dos empregos em restaurantes de alta gastronomia, onde as gorjetas são maiores.
De acordo com um estudo mais recente, realizado pela One Fair Wage em Nova York em 2020, garçons brancos ganham US$ 5 (R$ 25) a mais por hora do que garçonetes negras.
"Homens brancos sempre recebem mais gorjetas devido ao preconceito implícito dos trabalhadores americanos", diz a presidente da ONG.
Jayaraman diz que a One Fair Wage não pede a abolição das gorjetas, mas leis que igualam o salário mínimo de todos os trabalhadores, considerando que a dependência de gorjetas coloca os empregados — principalmente mulheres e minorias — em uma posição mais frágil.
"Se você vive quase inteiramente de suas gorjetas, você é muito vulnerável ao preconceito e ao assédio do cliente. É por isso que nossa indústria tem as maiores taxas de assédio sexual nos EUA, juntamente com enormes disparidades entre mulheres, pessoas de cor e homens brancos que recebem gorjetas", denuncia.
Nota do blog: Eu, por princípio, sou contra gorjeta. Acho que todos os trabalhadores tem que receber pagamento diretamente do seu empregador, que é para quem eles trabalham, exatamente como acontece com a imensa maioria dos segmentos comerciais / industriais.
Qual a lógica de uma pessoa ter que pagar o salário de um funcionário de uma empresa de propriedade de um terceiro, da qual é cliente, para atendê-lo? O correto não seria o proprietário dessa empresa pagar seus próprios funcionários, para atender seus clientes, exatamente como acontece com a imensa maioria das atividades econômicas pela mundo?
Ter que pagar um funcionário de uma determinada empresa (da qual você é cliente) para obter um "bom atendimento" é algo que beira o absurdo (se você não for bem atendido, não comprará mais naquele local).
Ninguém deveria ter que trabalhar por gorjetas, ter sua renda baseada na boa vontade de outras pessoas. O correto é ter um salário, direitos e deveres, saber o quanto vai receber em troca da venda de sua mão-de-obra.
Sempre paguei gorjetas mas nunca concordei com isso. Sempre achei uma "tática" dos comerciantes para não remunerar seus funcionários com justiça, tercerizando o pagamento para os clientes. Acho, inclusive, que os estabelecimentos faturariam mais se ao invés de usar essa "tática", pagassem seus funcionários de maneira regular.
Finalizando, deixo claro o princípio que uso no tocante ao tema: se tiver que optar entre dois comércios, um que paga seus funcionários regularmente não cobrando gorjeta dos clientes e outro que usa essa "tática", vou sempre optar pela primeira. É o meu modo de combater essa prática que considero errada.

terça-feira, 1 de março de 2022

Derretimentos de Gelo no Rio Sena, Perto de Bennecourt, França (Déblâcle de la Seine, Près Bennecourt / Break-up of the Ice on the Seine, Near Bennecourt) - Claude Monet

 




Derretimentos de Gelo no Rio Sena, Perto de Bennecourt, França (Déblâcle de la Seine, Près Bennecourt / Break-up of the Ice on the Seine, Near Bennecourt) - Claude Monet
Bennecourt - França
Walker Art Gallery, Liverpool, Inglaterra
OST - 65x100 - 1893




This picture was painted in 1893 and shows the River Seine - in northern France - near to Monet's home at Giverny. It is early morning or late afternoon and the time of year is probably February as the ice breaks up and flows downriver. It is assumed that most of the picture was painted on the spot and Monet may have been attracted to the view precisely because the ice on the water produced such a complex mix of colours. This picture is one of a series of views of the frozen Seine painted during the particularly severe winter of 1892/93. Monet is on record as having complained about the bitter coldness while he worked. By this period Monet was increasingly painting pictures in series. He described how he first decided to take up this approach: "When I began I was like the others; I believed that two canvases would suffice, one for grey weather and one for sun. At that time I was painting some haystacks that had excited me and that made a magnificent group, just two steps from here. One day, I saw that my lighting had changed. I said to my stepdaughter: "Go to the house, if you don't mind, and bring me another canvas!" She brought it to me, but a short time afterward it was again different:" Another! Still another!" And I worked on each one only when I had my effect, that's all. It's not very difficult to understand" Despite the large amount of work done out-of-doors on the painting Monet also almost certainly did a substantial amount of fine-tuning of his colour in his studio. The surface of the picture is complex with long snaking strokes of pinky-lilac and green in the water and with Monet's distinctive diagonal tick-like strokes in the cloudy sky and high river-bank. By 1890 Monet complemented his on-the-spot Impressionist practice with extensive re-working in the studio. This resulted in many pictures with close-toned atmospheric harmonies. This is most famously evident in his Rouen Cathedral and haystack series, but can also be seen in this work. Traditionally landscape painters had settled for a general approximation to a particular time of day or fall of light in their pictures. Until the 1830s nearly all landscapes were painted in the artist's studio, although sketches were often done out-doors. There were also certain conventions about composition and the use of dark shadow that many artists followed. From about 1830 several landscape artists began to do more of their pictures out-of-doors and to use blonde, paler tones in an attempt to get closer to the specific and extremely varied appearance of real light shining on foliage or water. From the mid-1860s Monet and the Impressionists took this new direction further. Monet argued that all of a picture should be painted 'in front of the motif' and he was fond of declaring that he actually had no studio. He and his fellows were particularly attracted to the mundane bank-side landscape of the River Seine in the outer suburbs of Paris, where ordinary people came to swim or walk or boat on a Sunday afternoon-views which included lots of reflected light, few shadows and bright clear vistas.

Manhã Nublada / Os Derretimentos de Gelo, França (Matin Brumeux / Débâcle / Morning Haze) - Claude Monet






Manhã Nublada / Os Derretimentos de Gelo, França (Matin Brumeux / Débâcle / Morning Haze) - Claude Monet
França
Philadelphia Museum of Art, Filadélfia, Estados Unidos
OST - 65x100 - 1894