segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Propaganda "Fiat 147 L, Econômico e Funcional", 1980, Fiat 147 L, Fiat, Brasil






Propaganda "Fiat 147 L, Econômico e Funcional", 1980, Fiat 147 L, Fiat, Brasil
Propaganda


 

Faixa Presidencial Brasileira - Artigo


 

Faixa Presidencial Brasileira - Artigo
Artigo


O Palácio do Planalto guarda a sete chaves duas versões da indumentária, que é cobiçada por políticos há 112 anos. Fora da sede do Poder Executivo, só a peça usada por Juscelino Kubitschek é acessível para o público —o paradeiro de todas as outras é desconhecido.
O ex-presidente Lula mandou fazer a atual faixa presidencial. Encomendada pelo petista em novembro de 2003, o distintivo foi comprado por R$ 55 mil após um conturbado processo de licitação iniciado em janeiro de 2006 —e retomado no fim de 2007.
Erros e questões burocráticas da Presidência da República frustraram os planos de Lula de inaugurar o segundo mandato com uma faixa nova. A peça foi usada em público pela primeira vez durante os desfiles do feriado de 7 de Setembro de 2008, em Brasília.
Feito de náilon e cetim, o distintivo tem na parte superior um brasão bordado com fios de ouro 18 quilates. O símbolo é uma referência às Armas Nacionais do Brasil.
Um broche de ouro, enfeitado com 21 pedras de diamantes, completa a composição.
A compra da faixa atual: 
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso entregou ao petista, na cerimônia de posse de 2003, a mesma faixa que havia sido usada pelos ex-presidentes Fernando Collor de Mello e Itamar Franco.
O modelo, que é mantido até hoje no acervo da Ajudância de Ordem da Presidência, foi criado como um aceno à primeira bandeira republicana do Brasil, hasteada de 1889 até 1960, período em que o país só tinha 21 unidades federativas reconhecidas.
O petista considerou que o tecido, frágil e desbotado, não fazia jus ao que ele afirmava ser "uma nova era da política no Brasil", determinando a abertura de licitação para compra de uma faixa nova.
À época chefe do cerimonial do Planalto, o diplomata Paulo Cesar de Oliveira coordenou o processo de fabricação da versão atualizada da faixa presidencial, enfeitada com 27 estrelas, para representar o Distrito Federal e todos os Estados que passaram a existir com o fim do regime militar.
Cores vivas, novas medidas e corte mais elaborado completavam a rol de diretrizes para a confecção do adereço.
Em 1990, José Sarney entregou ao recém-eleito Collor a mesma faixa que os ex-presidentes militares Ernesto Geisel e João Figueiredo usaram no regime.
No ano seguinte, a peça foi descartada e substituída por um modelo idêntico que, depois de ter sido vestido por Collor, foi repassado a Itamar, FHC, Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e Bolsonaro.
A faixa estreada por Collor em 1991 foi aposentada e está guardada num cofre do Planalto. O distintivo foi visto pela última vez com Temer, em 2017. Desde que assumiu a chefia do Executivo federal, Bolsonaro só usou em eventos importantes a indumentária encomendada por Lula.
Dilma usou na inauguração de seu segundo mandato a peça desbotada, estreada por Collor em 1991. O motivo é que a indumentária mais moderna não havia sido encontrada a tempo da cerimônia de posse.
Em 2017, uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) apontou que a faixa comprada por Lula em 2008 havia de fato desaparecido.
Pouco tempo depois, apurou-se que o item estava guardado num cofre, sem o broche de ouro que completa a peça. A Polícia Federal acabou encontrando a joia embaixo de um armário nas dependências da Presidência (parece piada, mas não é).
Onde ficam as faixas presidenciais?
A versão mais recente, comprada por Lula em 2008, ficou exposta num móvel de vidro próximo ao gabinete do presidente da República por alguns meses após Bolsonaro assumir o cargo. Atualmente, só o termo de posse e a foto oficial do mandatário eleito em 2018 foram deixados no local.
Além do Planalto, entidades como o Memorial JK (que mantém o distintivo usado por Kubitschek, em Brasília) e a Fundação da Memória Republicana Brasileira (que guarda uma réplica da faixa que Sarney deu a Collor em 1990) também podem abrigar itens presidenciais de interesse público e cultural.
É possível que a ditadura tenha dificultado o controle e a manutenção das faixas confeccionadas desde 1910. O uso da indumentária foi instituído naquele ano pelo então presidente Hermes da Fonseca, o primeiro a passar a faixa a um sucessor.
Faixas presidenciais são artigos históricos comprados com dinheiro público. A lei determina que elas sejam conservadas em acervos, sob os cuidados de órgão da União, como o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).
Nenhum mandatário de plantão é obrigado a comparecer à cerimônia de posse do sucessor. Na ausência do presidente, o vice-presidente da República, seguido pelos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado e do STF (Supremo Tribunal Federal), têm competência para participar do rito.
Do ponto de vista jurídico, a passagem da faixa é meramente simbólica. Com ou sem o distintivo, a diplomação do presidente eleito como chefe do Executivo é garantida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A sessão solene de posse do presidente eleito é realizada no Congresso Nacional.

Monumento "Homenagem aos 160 Anos de Ribeirão Preto", Parque das Artes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil



 

Monumento "Homenagem aos 160 Anos de Ribeirão Preto", Parque das Artes, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

Nota do blog 1: Trata-se de um monumento de metal baseado no símbolo da Multiplan / Ribeirão Shopping.
Nota do blog 2: Imagens de 2022.

Parque das Artes / Parque Dr. Fernando de Freitas Monteiro da Silva, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 
































Parque das Artes / Parque Dr. Fernando de Freitas Monteiro da Silva, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

O Parque Dr. Fernando de Freitas Monteiro da Silva / Parque das Artes foi inaugurado em 15/06/2016, no bairro Nova Aliança. A iniciativa é uma parceria do grupo Multiplan, controlador dos shoppings Santa Úrsula e Ribeirão Shopping.
O local possui 68 mil metros quadrados, sendo 45 mil metros de área de vegetação e cerca de 23 mil metros cobertos por uma série de três lagos artificiais interligados. O espaço conta com pista de corrida e caminhada com mais de 1.500 metros de extensão e três metros de largura, quatro praças de convivência, bancos de material ecológico e pergolados com primaveras e árvores nativas da região.
O local conta com três portarias para controle de acesso, pontes e passarelas com piso em material ecológico, posto policial com vagas para viaturas, sanitários masculino, feminino e com acessibilidade, bebedouros de água e lixeiras de coleta seletiva. O paisagismo conta com a troca de 40 mil metros quadrados de grama, árvores de médio e grande porte (Ipê Amarelo, Ipê Roxo, Canafistula, Angico, Cedro, Resedá, Acácia Imperial), flores diversas.
Nota do blog 1: Localizado na Rua Joaquim Simões Gomes, 420, Nova Aliança.
Nota do blog 2: Imagens de 2022.





Rua Monsenhor Celso, 1928, Curitiba, Paraná, Brasil


 

Rua Monsenhor Celso, 1928, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia

Nota do blog: Vista para a Praça Tiradentes.

Monumento ao Professor Electro Bonini, Praça Rotatória Professor Electro Bonini, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 


Monumento ao Professor Electro Bonini, Praça Rotatória Professor Electro Bonini, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Nota do blog: Fica na Praça Rotatória localizada no bairro Ribeirânia, na Avenida Costábile Romano, no cruzamento com a Avenida Leão XIII.

domingo, 13 de novembro de 2022

Farol de Itapuã, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Farol de Itapuã, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Édition de la Mission de Propagande
Fotografia - Cartão Postal

Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


 

Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Porto Alegre - RS
Édition de la Mission de Propagande
Fotografia - Cartão Postal

Qual o Correto: "Haja Vista" ou "Haja Visto"?


 

Qual o Correto: "Haja Vista" ou "Haja Visto"?
Artigo



A forma correta da expressão usada com o sentido de “veja”, “basta ver”, “considerando-se”, “tendo em conta”, “tendo em vista” é “haja vista”, locução verbal invariável, que não admite flexão de gênero nem de número, qualquer que seja o elemento a que se refira.
Formada pela terceira pessoa do singular do imperativo afirmativo do verbo “haver” mais o substantivo “vista”, tem como objeto direto a palavra ou as palavras que lhe seguem.
“A situação tende a se agravar, haja vista o descaso das autoridades.”
“Haja vista os últimos acontecimentos, é possível que as provas sejam adiadas.”
Com sentido diferente de “haja vista”, conforme explica o Professor Pasquale Cipro Neto, podemos encontrar registros, embora não tão frequentes, da expressão “haja visto” em construções como esta:
“Espero que ela haja visto o meu comunicado.”
Nesse caso, a expressão verbal é formada pela terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo do verbo “haver” e pelo particípio do verbo “ver”.
Vale ressaltar que, na língua corrente, hoje o uso mais comum é do auxiliar “ter” no lugar de “haver”.
“Espero que ela tenha visto o meu comunicado.”

Praça Generoso Marques, Curitiba, Paraná, Brasil


 

Praça Generoso Marques, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia