terça-feira, 18 de junho de 2024

Inauguração do Estádio Olímpico, 1953, Roma, Itália

 










Inauguração do Estádio Olímpico, 1953, Roma, Itália
Roma - Itália
Fotografia

Texto 1:
Imagens da inauguração do Estádio Olímpico de Roma, em 17/05/1953.
O partida inaugural foi Itália x Hungria, placar 3x0 para os húngaros.
A Hungria tinha uma grande seleção, comandada por Ferenc Púskas (foi vice-campeã na Copa do Mundo de 1954).
Texto 2:
L'inaugurazione ufficiale del nuovo stadio così ricostruito, ribattezzato dei Centomila in ragione della capacità massima prevista, avvenne il 17 maggio 1953 alla presenza del capo dello Stato Luigi Einaudi; gli eventi sportivi in programma furono l'incontro di ritorno della Coppa Internazionale 1948-53 tra Italia e Ungheria e l'arrivo della sesta tappa del Giro d'Italia Napoli-Roma. L'Ungheria vinse 3-0 con un goal di Nándor Hidegkuti, primo marcatore ufficiale nel nuovo impianto, e due di Ferenc Puskás; dopo la fine dell'incontro il pubblico assisté all'arrivo della tappa del Giro d'Italia in cui Giuseppe Minardi regolò in volata i sei ciclisti in fuga con lui fino al traguardo. La domenica successiva vi si tenne anche il primo incontro di club, la gara della 33ª giornata della serie A 1952-53 tra Lazio e Juventus vinta dai bianconeri 1-0 con un goal di Pasquale Vivolo, singolarmente presente anche nella partita di una settimana prima contro l'Ungheria come sostituto di Boniperti a inizio secondo tempo. Trecho de texto da Wikipédia.
Nota do blog: Imagens 1 a 6, data 17/05/1953, crédito para Alessandro Zita (fotografias de seu pai) / Imagem 7, data 17/05/1953, autoria não obtida.

Antigas Instalações do Colégio Madre Mazzarello / Patronato e Ginásio Industrial Madre Mazzarello / Casa Madre Mazzarello / Atual Centro Universitário Moura Lacerda, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

















Antigas Instalações do Colégio Madre Mazzarello / Patronato e Ginásio Industrial Madre Mazzarello / Casa Madre Mazzarello / Atual Centro Universitário Moura Lacerda, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia

As imagens mostram as antigas instalações do Colégio Madre Mazzarello, atual Centro Universitário Moura Lacerda. É possível observar as ampliações que as instalações sofreram após a compra do imóvel pelo Moura Lacerda.
Localizado nas ruas João Ramalho e Capitão Salomão.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito por Jaf.

Centro Universitário Moura Lacerda, Rua Padre Euclides, Campos Elíseos, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil

 




























Centro Universitário Moura Lacerda, Rua Padre Euclides, Campos Elíseos, Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil
Ribeirão Preto - SP
Fotografia


Essa história começa em 11 de agosto de 1902, data em que nasceu Oscar de Moura Lacerda, em Angatuba (SP). Ele era o segundo filho mais velho de seis irmãos. Aos 18 anos, mudou-se com a família para Ribeirão Preto, onde chegou a ser telegrafista da então Companhia Mogiana de Transportes, empresa coligada à famosa Companhia Mogiana de Estradas de Ferro, que desbravou o interior paulista escoando a produção de café até a capital e o porto de Santos.
Aqui, Oscar matriculou-se na antiga Escola de Commercio Ruy Barbosa, fundada em 23 de maio de 1923, pelo professor Djalma Porto. Em 1924, o colégio foi adquirido pelo professor Arthur Bilac, que passou a denominá-lo Instituto Commercial do Rio de Janeiro, sendo uma filial da instituição carioca. No final do mesmo ano, o Instituto foi comprado pelo professor Antônio Furtado de Medeiros que, em 8 de janeiro de 1928, vendeu-o ao professor Oscar de Moura Lacerda. Veio, então, a mudança de nome para Instituto Commercial de Ribeirão Preto, valorizando os laços com a cidade. Detalhe importante é que Oscar foi aluno e professor da Instituição antes de adquirí-la. Ao longo de sua vida, formou-se em Contabilidade, Odontologia e Direito.
Na transição dos anos 20 para os anos 30, o Instituto foi submetido ao crivo da então Superintendência e Inspetoria Geral de Ensino Comercial. Segundo documento daquele período, a avaliação foi muito rigorosa. Da estrutura oferecida ao aluno à qualificação do corpo docente, nada escapou aos olhos do fiscal Paulo Gusmão, que chegou a analisar até mesmo a postura do diretor. “O Sr. Professor Oscar de Moura Lacerda pareceu-me estar à altura da função que exerce. Moço ainda, porém criterioso e esforçado. Demonstrou também uma grande boa vontade com relação a tudo quanto indaguei, observei e aconselhei”, relatou.
Ao redigir sua conclusão, o fiscal ainda ressaltou o compromisso da Instituição com Ribeirão Preto. “Pelo que vi e observei do Instituto Commercial de Ribeirão Preto, julgo concluir bem, dizendo ser propósito firme do mesmo não desmerecer as honrosas e brilhantes tradições do glorioso município paulista que lhe deu o nome”, disse.
Em 1932, quando a Instituição criou o curso superior de Administração e Finanças, o segundo do gênero no Brasil e o primeiro do Estado de São Paulo, passou a ser a “Faculdade de Sciencias Economicas de Ribeirão Preto”, sob a gestão da Instituição Universitária Moura Lacerda. Daí em diante, o desenvolvimento foi acelerado, com a abertura de novos cursos e a criação do Gymnasio de Ribeirão Preto, em 1935, embrião do futuro Colégio Moura Lacerda.
Com o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e a queda do então presidente Getúlio Vargas, o país entrou em um período democrático que teve como ponto máximo a eleição do presidente Juscelino Kubitscheck, em 1955, com base em um discurso desenvolvimentista sob o slogan “50 anos em 5”. A essa altura a Faculdade já ocupava o histórico prédio da Rua Duque de Caxias, após ter passado por imóveis nas ruas Amador Bueno e Barão do Amazonas, todos no centro da cidade.
Na primeira metade da década de 60, o Brasil vivia um clima de grande instabilidade política. Em janeiro de 1964, o ex-presidente e então senador da República, Juscelino Kubitschek, visitou Ribeirão Preto e, no Theatro Pedro II, foi paraninfo na colação de grau da 18ª turma de formandos do curso de Ciências Econômicas da Instituição. Pouco mais de dois meses depois dessa formatura, veio o golpe militar que implantou uma ditadura que duraria 21 anos. O próprio JK viria a ser um dos políticos mais perseguidos pelo regime de exceção.
No final dos anos 60, a Faculdade procurava uma sede mais ampla, tendo em vista seus planos de crescimento e melhoria contínua da qualidade de ensino. Em 1968, foi aberto o tradicional curso de Engenharia Civil e, em 1969, os cursos de Letras, Pedagogia, Administração, Ciências Contábeis e Matemática.
Em 1972, a Instituição adquiriu o prédio situado na Rua Padre Euclides, nos Campos Elíseos. Ao mudar-se para a nova e definitiva sede, foi criado o curso de Educação Física. A sede da Rua Padre Euclides foi fundamental para o salto de desenvolvimento que a Instituição planejava. Deu-se a estrutura de que a instituição precisava para implantar novos projetos. Para se ter uma ideia, já na década de 70, a instituição contava um laboratório de computação e até um sistema de captação e transmissão de conteúdo em circuito interno de TV, com equipamentos de ponta instalados também nas salas de aula. O fundador da Instituição sempre foi um homem aficionado por tecnologia, princípio que acompanhou a trajetória da Instituição.
Em 1972, o renomado arquiteto Oscar Niemeyer concluiu o projeto que foi encomendado no ano anterior para a construção da segunda unidade da Instituição, em uma área com mais de um milhão de metros quadrados, nas imediações da Rodovia Anhanguera.
Em um documento escrito e assinado pelo próprio Niemeyer para o descritivo do projeto, o arquiteto menciona o desafio de buscar o melhor caminho para viabilizar a construção. “Encontrar a forma compacta e econômica, o detalhe simples, os acabamentos apropriados, é no caso a tarefa principal do arquiteto. É nosso interesse, particularmente, pois sentimos que a convicção e o idealismo também estão presentes”, afirmou.
Outro fato marcante com Oscar Niemeyer foi a colaboração que ele e sua equipe deram à implantação do curso de Arquitetura e Urbanismo, do Moura Lacerda, em 1981. Em uma carta, enviada na mesma época ao Dr. Oscar Luiz de Moura Lacerda, filho do fundador, o arquiteto apresenta uma série de sugestões para a formatação do programa do curso. “Nele, certas disciplinas serão dadas em função do trabalho nos ateliês, o que as torna mais práticas e mais ligadas aos problemas e programas do mundo atual”, disse, com sua visão humanizada e inovadora.
Em outro trecho da carta, Niemeyer sugere que o curso do Moura Lacerda esteja alinhado às diretrizes que ele defendia como membro da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “Acreditamos que o sistema proposto estabelece diretrizes novas para o aprendizado da arquitetura e, por essa razão, pretendo, como presidente do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Unesco, apresentá-lo como minha primeira contribuição”, afirmou o arquiteto que, ao encerrar, disse, “agradecendo sua confiança”. As orientações de Oscar Niemeyer foram incorporadas aos princípios que até hoje norteiam o curso de Arquitetura e Urbanismo do Moura Lacerda.
Em 1979, o Prof. Oscar de Moura Lacerda, fundador da Instituição, faleceu aos 76 anos. Na ocasião foram feitas inúmeras homenagens em reconhecimento ao sólido trabalho que desenvolveu. Além de educador, que era sua principal vocação, Prof. Oscar também havia atuado de forma marcante nas áreas política e jurídica, tendo colaborado com diversas entidades e, ainda, participado da fundação do jornal Correio de Ribeirão Preto. Dirigiu vários veículos de comunicação da cidade e foi agraciado com mais de 200 títulos honoríficos e comendas, entre eles, o de cidadão emérito de Ribeirão Preto.
Após o falecimento do patriarca, o maior desafio de seus herdeiros foi dar continuidade aos trabalhos. Assumiram a gestão e deram conta do recado. Em 1983, depois de adquirir a Faculdade de Educação Física de Jaboticabal (SP), a Instituição Universitária Moura Lacerda inaugurou sua terceira unidade. No mesmo ano, foi criado o Colégio Moura Lacerda, em Ribeirão Preto, e, no ano seguinte, em Jaboticabal.
Em 1984, o movimento pelas Diretas, que gerou grande mobilização da classe estudantil, repercutiu nos corredores e nas salas de aula do Moura Lacerda. Já em 1992, foi dado início ao processo que elevou as Faculdades Moura Lacerda ao status de Centro Universitário. O parecer favorável do Conselho Federal de Educação foi homologado pelo então ministro da educação, Paulo Renato de Souza, e publicado no Diário Oficial da União no dia 24 de outubro de 1997.
A transformação da Instituição em Centro Universitário não só garantiu maior autonomia para criar e manter novos cursos, como também consolidou nossa missão baseada no ensino de excelência, dentro do princípio da indissociabilidade do ensino, da pesquisa e da extensão, com ênfase no desenvolvimento da iniciação científica e de forma a levar seus serviços à comunidade, contemplando as realidades local e regional.
Com o novo patamar, o Moura Lacerda abriu, de uma só vez, em 1998, os cursos de Publicidade e Propaganda, Moda, Direito, Relações Internacionais, Medicina Veterinária e Agronomia em Ribeirão Preto. Também construiu o Hospital Veterinário, que se tornou uma referência regional. Em 1999, foi aberto o curso de Administração em Jaboticabal.
A Instituição Universitária Moura Lacerda é uma das mais respeitadas e tradicionais do Brasil, principalmente em Ribeirão Preto e região. Hoje, seu complexo educacional possui mais de um milhão de metros quadrados entre prédios e instalações, divididos em três unidades (duas em Ribeirão Preto e uma em Jaboticabal). Atualmente, oferece 32 cursos de graduação, sendo 16 superiores de tecnologia, com duração de dois a três anos, e, ainda, 10 cursos de pós-graduação em nível de especialização (Lato Sensu).
A Instituição também é mantenedora do Colégio Moura Lacerda que oferece Ensinos Fundamental e Médio, e Cursos Técnicos. “Nos últimos anos, investimos em tecnologia, na qualificação do corpo docente e do corpo de colaboradores, na melhoria da nossa estrutura e na criação de canais de comunicação com a comunidade interna e externa. Queremos sempre oferecer o melhor aos nossos alunos e, ao mesmo tempo, retornar à sociedade aquilo que ela nos proporciona, confia-nos e nos permite realizar. Temos a certeza de que estamos no caminho certo, fazendo da história de cada um a nossa própria história”, conclui a diretoria do Moura Lacerda. Texto do Centro Universitário Moura Lacerda.
Nota do blog 1: Unidade I / Sede, localizada na rua Padre Euclides, 995, Campos Elíseos.
Nota do blog 2: Imagens de 2024 / Crédito por Jaf.


Aspecto do Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Curitiba, Paraná, Brasil






Aspecto do Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia


Todo curitibano, nato ou de coração, conhece o trabalho de Maria Inès Di Bella, 73 anos. Afinal, quem nunca viu o monumento de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, situada estrategicamente bem no encontro das ruas São Francisco e Barão do Cerro Azul? Falando assim, pode até ser que os mais desatentos se confundam. Mas quem sabe se a referência for à “santinha” do Largo da Ordem?
A estátua de bronze de 2,5 metros e 650 quilos, a poucos metros da Catedral Basílica de Curitiba, é apenas uma entre tantas obras que ilustram o dia a dia dos curitibanos, criada pela escultora argentina radicada em Curitiba, Maria Inès Di Bella.
Maria é uma mulher pequena, bonita e simpática. Ao vê-la, a primeira coisa que se pensa é: como é possível uma pessoa tão delicada criar objetos tão grandes?
Maria Inès é escultora, desenhista e gravadora há 50 anos. Nascida em Buenos Aires, chegou ao Brasil em 1974. Curitiba não foi seu destino original. Como tantos criativos da época, foi atraída para a cidade do Rio de Janeiro, onde montou seu primeiro estúdio, no bairro de Santa Teresa, com vista para o Cristo Redentor.
No mesmo ano, porém, durante o Festival de Inverno de Ouro Preto, em Minas Gerais, Maria encontrou Alfi Vivern, outro artista argentino. O que Buenos Aires separou, o Brasil uniu. Maria e Alfi se apaixonaram e passaram a compartilhar vida e obra.
Com dois filhos, mudaram-se para Curitiba, em 1978, onde Maria montou seu primeiro ateliê na Rua Saldanha Marinho. Mais tarde, o espaço foi transferido para a Rua Carlos de Carvalho, próximo à Praça da Espanha.
No mesmo período, Maria começa a estudar gravura e litografia de metal na Casa da Gravura - com as artistas Uiara Bartira e Rosane Schoedel e também com o professor e escritor Orlando da Silva.
Maria tem uma obra extensa e sua produção é contínua. Parece que o trabalho de Sísifo, ao menos para essa delicada argentina, rende. Além de ser a artista criadora da Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, é dela também o Leão da Manoel Ribas.
O nome correto da obra, de 1996, é Leão da Justiça Alado. “O monumento de bronze, em um pedestal alto - 9 ou quem sabe 12 metros –, é uma escultura que tenho muito carinho, resultado de um trabalho de pesquisa que eu fiz inspirado no Leão da Praça de São Marco, na Itália. Consegui fazer o meu próprio Leão da Justiça, uma homenagem aos italianos de Santa Felicidade, o que resumo como uma honra para mim”, afirma.
O rosto de Lala Schneider, em frente ao Teatro Guaíra, também é obra de Maria em parceria com o marido Alfi Vivern. A boa moça argentina não para de trabalhar - mesmo sendo mãe, avó e esposa. E a Vênus Curitibana, da praça Didi Caillet de Leão, no Alto da Glória, aliás, também é dela.
Sobre o trabalho mais emocionante em relação à cidade de Curitiba, Maria resgata algumas lembranças: “A montagem da escultura de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais é inesquecível. Nós chegamos lá de Kombi, nossa poderosa Kombi (brinca). Paramos ao lado da coluna de 12 metros, porque o guindaste iria pegá-la e erguê-la até o topo do pedestal. Nesse momento, juntaram-se pessoas em torno da estátua, pessoas em devoção que pegavam nas mãos da escultura. Foi um momento de muita emoção para mim. Quando o guindaste ergueu a obra, teve que empreender mais força para desprender as mãos das pessoas, que começaram a aplaudir a santa”, relembra.
Maria afirma que Curitiba deu a ela muitas oportunidades para trabalhar com a arte. “Amo Curitiba e sou grata a esta cidade”, garante. Texto de Patricia Mannarino / Gazeta do Povo.
Nota do blog: Imagem 1, autoria e data não obtidas / Imagem 2, data não obtida, crédito para Maria Inès Di Bella.

Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Curitiba, Paraná, Brasil








Memorial a Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, Curitiba, Paraná, Brasil
Curitiba - PR
Fotografia


O monumento, inaugurado em 1993, apresenta uma imagem de Nossa Senhora da Luz, santa padroeira da cidade, confeccionada em bronze, medindo 2,5 metros e pesando 650 quilos.
Está fixada em um pedestal cilíndrico de 10 metros de altura, entre as ruas São Francisco e Barão do Serro Azul, próximo da Catedral de Curitiba. Trecho de texto da Wikipédia.
Nota do blog: Imagens de 2024 / Crédito para Jaf.