segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Ferrari 365 GTB/4 Daytona Berlinetta 1972, Itália

















Ferrari 365 GTB/4 Daytona Berlinetta 1972, Itália
Motor : 4400 CC V-12
Exterior : Vermelho (Rosso Chiaro)
Interior : Preto
Fotografia


The 365 GTB/4 that debuted at the Paris Motor Show in the fall of 1968 marked a great departure from the 275 GTB that preceded it. Its hidden headlights, truncated tail without a spoiler, and five-spoke alloy wheels brought the brand into the modern era to compete against Lamborghini’s dramatic Miura.
With its long hood and hidden headlights covered initially by Perspex and later reworked as retractable units to satisfy U.S. federal requirements, the GTB/4 became the quintessential Italian long-distance grand-touring car design. Underneath, it utilized a welded tubular steel frame, an independent suspension, and a new version of the V-12 complete with four chain-driven camshafts and six downdraft Weber carburetors. At 352 hp, the 365 GTB/4 boasted two more horses than the Miura, a point hardly lost on engineers in Sant’Agata.
The motoring press dubbed the supercar Daytona, a nickname that stuck with engineers and designers but not marketers in Maranello; Ferrari rarely refers to the car as anything other than the 365 GTB/4. The Scaglietti-bodied 365 GTB/4 Daytona went into production in 1969 and spawned a convertible Spider the next year at the Frankfurt salon.
Journalist Ken Bachelor said at the time that its “excellent horsepower and torque give the Daytona performance to match its looks.” Contemporary Road & Track testing found a 0–60-mph sprint of just 5.5 seconds and a top speed of 174 mph. The Daytona excelled at long-distance, high-speed traveling thanks to its plush interior, but this archetypal supercar was just as at home on a race track. Lightweight versions finished 5th and 9th overall at Le Mans in 1972.
Chassis 15419, completed on 27 July 1972, left the factory finished in Rosso Chiaro over Nero. A U.S.-delivery example, the car was completed in left-hand drive and featured power windows and instrumentation in kilometers. It was delivered to Harrah’s Modern Classic Motors in Reno, Nevada. Sold new to its first owner from Los Angeles. In 1978, Arthur Rice purchased the car and owned it through the mid-1980s. Gerald Schwallbach of Minnesota purchased the car in 1985, owning it until 2016. It was subsequently purchased by the current owner, who is proud to offer it today.
Some five decades after it was built, this Daytona is presented in excellent condition, an ideal example for high-speed driving, touring, or other enjoyment on the open road. It has been recently serviced by Ferrari technicians, invoices included, and offers the ultra-smooth performance and crisp shifting for which Ferrari is known. Currently equipped with power steering upgrade and four-wheel disc brakes, the car offers roadholding and stopping performance truly befitting of a car with such a legendary racing heritage.
Sure to turn heads anywhere it goes, this GTB/4 provides a driving experience unlike anything else on the road. It is truly a must-own for any committed sports car aficionado.
Fonte : https://rmsothebys.com/en/auctions/fl19/fort-lauderdale/lots/r0269-1972-ferrari-365-gtb4-daytona-berlinetta-by-scaglietti/751530

Largo do São Francisco, 1890, São Paulo, Brasil

Largo do São Francisco, 1890, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Construção do Viaduto Pacaembu, 1959, São Paulo, Brasil

Construção do Viaduto Pacaembu, 1959, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Avenida 9 de Julho, Anos 50, São Paulo, Brasil

Avenida 9 de Julho, Anos 50, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Devaneios com Sigmund e Freud - Yorhán Araújo

Devaneios com Sigmund e Freud - Yorhán Araújo
Quadrinhos

Devaneios com Sigmund e Freud - Yorhán Araújo

Devaneios com Sigmund e Freud - Yorhán Araújo
Quadrinhos

O Último Vice-Rei / Adeus Índia 2017 - Viceroy's House

O Último Vice-Rei / Adeus Índia 2017 - Viceroy's House
Reino Unido / Índia / Suécia - 106 minutos
Poster do filme

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Correio Geral, São Paulo, Brasil



Correio Geral, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
N. 36
Fotografia - Cartão Postal

Os Correios na Capitania de São Paulo foram criados em 28 de julho de 1798 e sua primeira sede era localizada na ala lateral do Convento do Colégio, mudando-se em 1877 para um sobrado na esquina das ruas do Carmo (atual Roberto Simonsen) e da Fundição (atual Floriano Peixoto). Depois mudou-se para um prédio no Largo do Tesouro, esquina com o Pátio do Colégio, pertencente ao Conde de Prates. Finalmente, durante a gestão de Clodomiro Pereira da Silva na direção dos Correios, a empresa resolveu construir seu primeiro prédio próprio em São Paulo, em meio a um amplo programa de expansão.
O espaço escolhido para a construção foram terrenos da União situados entre a avenida São João e a rua do Seminário (onde antes se situava o Seminário das Educandas, primeira instituição de ensino para moças em São Paulo). O projeto e execução da obra foi efetuado pelo Escritório Técnico Ramos de Azevedo. A autoria do prédio dos Correios é de seu sócio Domiziano Rossi e, provavelmente também de Felisberto Ranzini, ambos italianos.
A pedra inaugural do edifício dos Correios e Telégrafos foi colocada em outubro de 1920, e sua conclusão se deu no prazo recorde de dois anos, sendo inaugurado em 20 de outubro de 1922.
Toda serralheria foi executada pelo Liceu de Artes e Ofícios. Depois de ser tombado pelo patrimônio histórico, o edifício ficou anos inutilizado. Depois desses percalços, finalmente houve uma autorização e o prédio voltou a ter sua função original.
Na imagem, vemos o Palácio do Correio e em sua frente, o Monumento a Giuseppe Verdi, na praça de mesmo nome (o monumento se encontra atualmente no final da escadaria de acesso entre o Vale e a rua Libero Badaró), do lado esquerdo, a avenida São João. 
É interessante notar que os postes que aparecem na imagem são a gás e convivem com a iluminação por energia elétrica, que são essas luminárias em tirantes (penduradas em fios). Provavelmente a foto é da década de 1920.

Extinta Praça Giuseppe Verdi, 1927, São Paulo, Brasil


Extinta Praça Giuseppe Verdi, 1927, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Monumento a Giuseppe Verdi, São Paulo, Brasil









Monumento a Giuseppe Verdi, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia

Compositor de óperas do período romântico italiano Giuseppe Fortunino Francesco Verdi, ou simplesmente Giuseppe Verdi foi um dos maiores mestres da ópera e considerado um grande nacionalista italiano. Sua influência alcançou o mundo inteiro.
Aqui no Brasil, especificamente em São Paulo, foi homenageado inicialmente com uma praça no final do anos 1910 que levou seu nome no Vale do Anhangabaú.
Pouco tempo depois da construção da praça, a comunidade italiana em São Paulo decidiu erigir ali um monumento que homenageasse o célebre compositor que dava nome ao logradouro. Para que isso se transformasse em realidade, foi criado o “Comitato Esecutivo per le Onoranze a Giuseppe Verdi”. Com isso foram dados os primeiros passos para a criação do monumento. Assim, em outubro de 1921, era inaugurado o Monumento a Giuseppe Verdi.
Obra do escultor ítalo-brasileiro Amadeo Zani, o mesmo autor de Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo, o monumento de Giuseppe Verdi é uma peça de bronze de 5,23 metros de altura e pedestal de granito. Somando-se a altura do pedestal e da escultura temos quase 7 metros.
Localizado até o início de 1948 na praça que leva o mesmo nome, o Monumento a Giuseppe Verdi era bastante conhecido pela população paulistana, especialmente dos que transitavam pelo trecho inicial da Avenida São João ou por aqueles que frequentavam o prédio da Delegacia Fiscal.
A remoção do monumento e a destruição da Praça Giuseppe Verdi deu-se em razão de em 1947 iniciarem as obras da construção da avenida que iria conectar a avenida Tiradentes ao Vale do Anhangabaú, com a inclusão do famoso “Buraco do Adhemar”.
Com isso o monumento foi deslocado para o outro lado do Vale do Anhangabaú, mais próximo do Theatro Municipal, entre os famosos palacetes Prates (já demolidos) onde ele se encontra até os dias atuais.
Quando se comenta a respeito do Monumento a Giuseppe Verdi são poucos os paulistanos que imediatamente sabem qual é e onde ele está localizado. Isso se deve justamente pelo fato do monumento atualmente estar quase escondido da população, cercado por grades e encoberto por árvores.
A localização é péssima para a contemplação da escultura, já que priva muitos dos paulistanos de poderem admirá-la. Desde que foi repaginado no final da década de 1980, o Vale do Anhangabaú virou um gigante vazio. Muito cimento, poucas árvores e quase nenhuma ocupação cultural.
O problema de manter o monumento escondido acaba, por um outro lado, sendo benéfico a sua preservação. Ao contrário de todos os demais monumentos e esculturas presentes por toda a área do bulevar do Anhangabaú, a homenagem a Verdi é a única que não se encontra vandalizada, apesar de uma pequena placa na base de granito ter sido furtada anos atrás.
Seria muito interessante ver esta obra transportada para um local de maior destaque, compatível com a história do mestre compositor que foi Giuseppe Verdi.