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segunda-feira, 31 de agosto de 2020
Affonso Segretto, 1909, Rio de Janeiro, Brasil
Affonso Segretto, 1909, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Affonso Segretto foi um dos primeiros cineastas do Brasil, tendo filmado “Uma vista da Baía de Guanabara” em 1898.
De acordo com pesquisadores, o filme acima citado nunca
foi exibido em cinemas, provavelmente velou.
Affonso trouxe os equipamentos da Europa e filmou a pedido do irmão
Paschoal Segreto, que, na época, era o principal empresário do ramo de
diversões no Brasil.
Primeira Volkswagen Kombi Produzida na Fábrica da Volkswagen do Brasil, 1957, São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil
Primeira Volkswagen Kombi Produzida na Fábrica da Volkswagen do Brasil, 1957, São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil
São Bernardo do Campo - SP
Fotografia
Vista Panorâmica da Futura Avenida Nove de Julho, 1934-1936, São Paulo, Brasil
Vista Panorâmica da Futura Avenida Nove de Julho, 1934-1936, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Impressionante visão panorâmica da futura Avenida 9 de
Julho sendo aberta no Vale do Saracura. A imagem foi captada no Mirante (ou
Belvedere) Trianon em direção ao centro de São Paulo. Em destaque na cena, o
ainda inacabado Hospital Sírio Libanês cuja construção se iniciou em 1931 sendo
concluída em 1940. O prédio seria apropriado pelo governo que nele instalou a
sede da Escola Preparatória de Cadetes de São Paulo. Em 1965 — ano em que a
mencionada escola se transferiu para Campinas e transcorridos 3 anos do
falecimento de Adma Jafet —, após uma grande reforma, se concretizou o sonho da
Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio Libanês (capitaneada por Adma
Jafet) que em 1921 começou a angariar fundos para levantar a instituição. O que
se vê, atualmente é a ala A do gigantesco complexo hospitalar.
Em 1º plano, vemos a Rua Esther — pela posição geográfica
parece ser a atual Rua Engenheiro Monlevade. Pouco mais adiante, observa-se o
traçado delineado da Rua da Fonte, atual Dona Adma Jafet onde está localizado o
hospital. Este logradouro começa na Avenida 9 de Julho e termina na Rua Barata
Ribeiro no glorioso bairro da Bela Vista. No horizonte, isento dos
"arranha-céus", vislumbra-se a Serra da Cantareira. De autoria do
fotógrafo alemão Erwin Scheu, a imagem foi registrada entre 1934-1936.
domingo, 30 de agosto de 2020
Monumento a Carlos Gomes, Esplanada do Theatro Municipal, São Paulo, Brasil
Monumento a Carlos Gomes, Esplanada do Theatro Municipal, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
O conjunto de esculturas elaborado pelo arquiteto italiano Luigi Brizzolara em 1922 foi uma homenagem da comunidade italiana ao centenário da Independência do Brasil. Inspirado na fonte dos desejos de Roma, Brizzolara aproveitou a fonte existente desde a inauguração do Theatro Municipal em 1911 e deu-lhe a configuração atual. No conjunto completo constam 12 esculturas de mármore, granito e bronze e representam a música e a poesia — além de alguns personagens das óperas mais conhecidas do campineiro Antônio Carlos Gomes (1836-1896).
As 5 esculturas abaixo representam: Antônio Carlos Gomes (1), Condor (2), O Guarani (3), Salvador Rosa (4) e Schiavo (5). A imagem (6) de 1945, mostra a fonte em primeiro plano e ao fundo, os edifícios Alexandre Mackenzie e João Brícola. A seguir, no cartão postal (7) circulado em 1925, o conjunto escultórico ‘Monumento a Carlos Gomes’. As fotos 1 a 6, são de autoria de Sebastião de Assis Ferreira e foram registradas em 1946.
Vista do Principal Bloco do Conjunto Habitacional Getúlio Vargas / "Minhocão de Guadalupe", 1971, Rio de Janeiro, Brasil
Vista do Principal Bloco do Conjunto Habitacional Getúlio Vargas / "Minhocão de Guadalupe", 1971, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Vista do principal bloco do Conjunto Habitacional Getúlio
Vargas, conhecido como Minhocão de Guadalupe.
Foi construído pela Fundação Casa Popular durante o
segundo Governo Vargas (1951-1954) que construía casas e conjuntos populares
para famílias de baixa renda.
Até hoje esse bloco vigora como um dos prédios de maior
largura do mundo.
Na foto de 1971 já apresentava características de “favelização”
e falta de conservação, inclusive do entorno. Imaginem se a situação do empreendimento atualmente (fotos abaixo) está diferente?
A não observância de regras de convivência e conservação,
combinadas com a falta de fiscalização por parte do poder público, levam a esse
cenário, desvalorizando e “favelizando” o empreendimento. Enquanto não
aprendermos isso ou tolerarmos tais comportamentos devido os moradores serem “pobres”,
tal situação perdurará. Precisa haver fiscalização, não basta construir a moradia e esquecer.
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