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terça-feira, 28 de maio de 2019
Tribo de Guaicurus Mudando de Pastagens, Goiás, Mato Grosso, Brasil (Peuplade de Gouaygourous Changeant de Paturages) - Jean Baptiste Debret
Tribo de Guaicurus Mudando de Pastagens, Goiás, Mato Grosso, Brasil (Peuplade de Gouaygourous Changeant de Paturages) - Jean Baptiste Debret
Estados de Goiás e Mato Grosso - GO/MT
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 18
Gravura
Chefe de Guaicurus Partindo para Comercializar com Europeus, Goiás, Mato Grosso, Brasil (Chef de Gouaycourous Partant pour Commercer avec les Européens) - Jean Baptiste Debret
Chefe de Guaicurus Partindo para Comercializar com Europeus, Goiás, Mato Grosso, Brasil (Chef de Gouaycourous Partant pour Commercer avec les Européens) - Jean Baptiste Debret
Estados de Goiás e Mato Grosso - GO/MT
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 17
Gravura
Charruas Civilizados, Peões, Espírito Santo, São Paulo, Brasil (Charruas Civilisés Pions) - Jean Baptiste Debret
Charruas Civilizados, Peões, Espírito Santo, São Paulo, Brasil (Charruas Civilisés Pions) - Jean Baptiste Debret
Estados do Espírito Santo e São Paulo - ES/SP
Faz Parte do livro "Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, Volume 1", P. 16
Gravura
Volkswagen Gol GTI 16V, Brasil
Volkswagen Gol GTI 16V, Brasil
Fotografia
Quando a segunda geração do
Gol surgiu, em meados de 1994, o contraste com a anterior, de linhas retas, fez
com que ganhasse o apelido de Bolinha. A ansiedade agora era saber como
ficariam as versões nervosas, que desde 1988 disputavam o título de melhor esportivo
nacional.
O GTS não veio,
mas o GTI deu as caras em novembro: com 0,95 g de aceleração lateral, virou o
campeão de estabilidade entre os nacionais, mas seu brilho foi ofuscado pelo
novato Corsa GSi. Com um 1.6 16V importado da Hungria, o Chevrolet andava mais,
gastava menos e freava melhor, graças ao ABS.
Mas
a VW preparava a resposta.
O GTI 16V chegou no fim de 1995, com motor importado
da Alemanha.
A arquitetura era a do AP 2.0 de 109 cv, mas o bloco era mais alto
para acomodar as bielas 15 mm maiores, que reduziam a aspereza em alto giro.
Com 141 cv, o motor entregou muito mais potência e
refinamento: era apoiado em coxins hidráulicos e o torque de 17,8 mkgf era
contido por longarinas reforçadas e uma transmissão superdimensionada, vinda do
Audi A4.
A embreagem hidráulica colocava um fim no velho endurecimento
progressivo do pedal.
Bom
de giro, o motor alemão brilhava acima de 3.500 rpm e chegava ao limite de
rotação sem muito esforço, bem diferente do GTI 8V, que apesar do generoso torque
em baixas rotações apagava acima dos 5.000 rpm – não era fácil arrancar com o
16V sem deixar rastro de borracha no asfalto.
O
ganho no 0 a 100 km/h, no entanto, foi menor do que se esperava: 10,21
segundos, 1 segundo a menos que o 8V.
Mas os 32 cv a mais fizeram a diferença
na máxima, que saltou de 185 km/h para expressivos 203,2 km/h.
Os freios eram
a disco, mas o ABS ainda era opcional.
A
suspensão recalibrada, as rodas aro 15 e o pneu de perfil 50 sacrificavam o
conforto, mas a barra estabilizadora atrás diminuía a aderência (0,93 g), em
prol de um comportamento arisco.
Era fácil provocar a saída de traseira para
aplicar o contra-esterço, acelerando fundo nas saídas de curva.
Diversão pura.
Por fora, o destaque eram os novos apêndices aerodinâmicos
e a bolha no capô, indispensável para acomodar o motor mais alto.
No interior, a novidade era a presença de um
subwoofer, com opção de CD player e revestimento dos bancos de couro bicolor,
como o GTI 16V das fotos, do empresário Fabrício Soares, que sonhou com o
esportivo desde o lançamento: ”Levei dez anos para encontrar um igual ao
publicado na QUATRO RODAS de setembro de 1995”.
O golpe de misericórdia veio
na terceira geração: o GTI 16V perdeu a bolha no capô e o acabamento esportivo
era oferecido até com motor 1.0. Caro e sem personalidade, saiu de linha em
2000.
Pavilhão de Regatas, Praia de Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil
Pavilhão de Regatas, Praia de Botafogo, Rio de Janeiro, Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia - Cartão Postal
Hospital de Isolamento de São Paulo, Atual Instituto de Infectologia Emílio Ribas, São Paulo, Brasil
Hospital de Isolamento de São Paulo, Atual Instituto de Infectologia Emílio Ribas, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
O que atualmente conhecemos como Hospital Emílio Ribas, no ano de 1880, era o Hospital de Isolamento de São Paulo, construído nos limites mais longínquos a oeste naquele momento, pensado e erguido com o intuito de isolar doentes com doenças como a Varíola e a Febre Amarela, que assolavam o país naquele momento.
Como ainda não se sabia ao certo como essas doenças eram transmitidas, os pacientes contaminados eram isolados, por isso, a necessidade de um Hospital de Isolamento. Até mesmo as enfermeiras não podiam deixar as dependências do hospital.
O local escolhido para a construção do Hospital de Isolamento foi a Estrada dos Pinheiros, a atual Avenida Dr. Arnaldo. O local era longe o suficiente do Centro e em um ponto onde até mesmo o vento não soprava na direção central, além disso, era relativamente próximo ao cemitério. O Hospital de Isolamento de São Paulo nasceu com o nome de Lazareto dos Varioliosos.
No ano de 1932 ele ganhou o nome de Hospital Emílio Ribas e logo depois de Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Isso porque, sem sombra de dúvidas, Emílio Ribas foi uma pessoa fundamental não somente àquele local, mas a todo o estudo de Infectologia e também Sanitarismo.
Emílio Ribas atuou diretamente no combate das epidemias de varíola e também de febre amarela, e, como contam, chegando ao ponto de ele mesmo se contaminar para contribuir aos estudos de que a febre amarela é transmitida através da picada do mosquito aedes aegypti, e não do contato físico.
O Hospital de Isolamento certamente foi um local de extrema importância para a cidade de São Paulo, pois foi a maneira como encontraram de tratar os doentes de uma época em que pouco se sabia sobre contaminação e também sobre transmissão de doenças graves.
Além disso, as pesquisas e também aplicações de Emílio Ribas, possibilitaram o entendimento das reais causas dessas doenças, o que possibilitou tratamentos mais eficientes dos pacientes, e também iniciando o processo de combate a causa, o mosquito.
Os avanços trazidos para a cidade, para o Brasil e para o mundo na área da ciência médica e também sanitária são imensuráveis, e também precisamos considerar a mudança de perspectiva de vida e tratamento de pacientes contaminados, que após as descobertas, não tinham mais porque permanecer em isolamento.
Avenida Presidente Vargas, 1941, Rio de Janeiro, Brasil - Uriel Malta
Avenida Presidente Vargas, 1941, Rio de Janeiro, Brasil - Uriel Malta
Rio de Janeiro - RJ
Fotografia
Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina, 1941, São Paulo, Brasil
Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina, 1941, São Paulo, Brasil
São Paulo - SP
Fotografia
Na foto podemos ver a Avenida Rebouças e a Rua Teodoro Sampaio.
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